Shingeki no Kyojin

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Shingeki no Kyojin
進撃の巨人
Capa do primeiro volume do mangá
Gênero Ação, Aventura, Terror, Thriller, Drama, Fantasia, Pós-apocalíptico
Mangá
Escrito por Hajime Isayama
Editora(s) Japão Kodansha
Editora(s)
lusófona(s)
Brasil Panini Comics
Revista(s) Bessatsu Shōnen Magazine
Público-alvo Shōnen
Data de publicação 9 de setembro de 2009 – presente
Volumes 19 (Lista de volumes)
Anime
Direção Tetsurō Araki
Produção Tetsuya Kinoshita
Kensuke Tateishi
George Wada
Shin Furukawa
Tomohito Nagase
Toshihiro Maeda
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Emissoras de TV MBS, Tokyo MX, FBS, TOS, HTB, TVA, BS11
Exibição original 7 de abril de 201328 de setembro de 2013
Nº de episódios 25 (Lista de episódios)
OVA
Iruze no Techō -Aru Chōsa Heidan'in no Shuki- (イルゼの手帳 ―ある調査兵団員の手記―?)
Direção Tetsuro Araki
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 9 de dezembro de 2013
Duração 23 minutos
OVA
Totsuzen no Raihōsha -Sainamareru Seishun no Noroi- (突然の来訪者 ―苛まれる青春の呪い―?)
Direção Tetsuro Araki
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 9 de abril de 2014
Duração 25 minutos
OVA
Konnan (困難?)
Direção Tetsuro Araki
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 8 de agosto de 2014
Duração 24 minutos
OVA
Shingeki no Kyojin Kui Naki Sentaku (進撃の巨人 悔いなき選択?)
Direção Tetsurō Araki
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 9 de dezembro de 20149 de abril de 2015
Nº de episódios 2
Filme
Attack on Titan - Part 1: Crimson Bow and Arrow
Cor Colorido
Duração 120 minutos
Direção Tetsurō Araki
Roteiro Yasuko Kobayashi
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 22 de novembro de 2014
Filme
Attack on Titan - Part 2: Wings of Freedom
Cor Colorido
Duração 120 minutos
Direção Tetsurō Araki
Música Hiroyuki Sawano
Estúdio Wit Studio
Production I.G
Lançamento 27 de junho de 2015
Filme live-action

Light novel

  • Shingeki no Kyojin: Before the Fall
  • Shingeki no Kyojin: Kakuzetsu Toshi no Joō
  • Shingeki no Kyojin: Lost Girls
Mangá

  • Shingeki no Kyojin: Before the Fall
  • Shingeki! Kyojin Chūgakkō
  • Shingeki no Kyojin: Kuinaki Sentaku - Prologue
  • Shingeki no Kyojin: Kuinaki Sentaku
  • Sungeki no Kyojin
  • Shingeki no Kyojin: Lost Girls
Jogo eletrônico

  • Shingeki no Kyojin
  • Shingeki no Kyojin -Hangeki no Tsubasa-
  • Shingeki no Kyojin: Blu-ray Disc Visual Novel Vol.1
  • Shingeki no Kyojin: Blu-ray Disc Visual Novel Vol.2
  • Shingeki no Kyojin -Hangeki no Tsubasa- Online
  • Shingeki no Kyojin: Kuinaki Sentaku
  • Shingeki no Kyojin -Jiyū e no Hōkō-
  • Shingeki no Kyojin Banda Attack on Typing
Wikipe-tan face.svg Portal Animangá

Shingeki no Kyojin (進撃の巨人? lit. "Ataque dos Gigantes"), também conhecido como Attack on Titan ou Ataque dos Titãs (no Brasil), é um título de uma série de mangá escrito e ilustrado por Hajime Isayama. O mangá foi publicado pela primeira vez em setembro de 2009 na revista mensal Bessatsu Shōnen Magazine da editora Kodansha, desde então, os capítulos foram copilados e lançados em 19 volumes tankōbon até 8 de abril de 2016.

Uma adaptação do mangá em uma série de televisão em anime dirigido por Tetsuro Araki e produzido pelo Wit Studio em colaboração com do estúdio Production I.G, foi exibida no Japão entre abril e setembro de 2013 com um total de 25 episódios pela emissora Mainichi Broadcasting System (MBS),[1] e a segunda temporada do anime foi confirmada e está prevista para ser lançada em 2016.[2] Foram lançados também cinco episódios OVAs, dois filmes de anime que copilam os episódios da primeira temporada do anime, dois filmes de live-action baseados no mangá, vários jogos eletrônicos, séries spin-offs de light novels e mangás.

Shingeki no Kyojin tornou-se um sucesso comercial. Em julho de 2015, o mangá havia vendido 52,5 milhões de cópias no mundo, com cinquenta milhões só no Japão e 2,5 milhões no exterior.[3] O lançamento do anime também foi responsável por um impulso na popularidade da obra, tendo recebido aclamação da crítica pela sua atmosfera e enredo. Embora tenha ganhado nos países asiáticos vizinhos uma série de vários temas de assuntos controversos.

Enredo[editar | editar código-fonte]

O mundo foi dominado por titãs, criaturas gigantescas humanoides devoradoras de humanos! Os poucos sobreviventes viram sua civilização reduzida a um território protegido por três muralhas, a primeira é a muralha Maria, que é a maior muralha do território humano, a segunda é muralha Rose e por último, a muralha Sina, que é a menor muralha. Essas três muralhas foram capazes de manter a ameaça afastada dos titãs por mais de cem anos. Mas tanto tempo de tranquilidade ruiu, depois do ataque de um titã mais alto do que a enorme muralha Maria!

A história gira em torno de Eren Yeager, sua irmã adotiva, Mikasa Ackerman, e seu amigo de infância, Armin Arlert, que se tornam militares para combater os titãs após a cidade ser destruída e a mãe do Eren ser devorada e morta por um titã.

Produção[editar | editar código-fonte]

O autor da série, Hajime Isayama, primeiro escreveu uma versão one-shot de 65 páginas em 2006, quando tinha 19 anos.[4] Originalmente, ele ofereceu seu trabalho ao departamento da Weekly Shonen Jump, da editora Shueisha, onde ele foi avisado a modificar seu estilo e história para ser mais adequado a Jump. Ele recusou e decidiu levar seu trabalho ao departamento da Weekly Shonen Magazine da Kodansha que foi aceito.[5] O autor inicialmente se inspirou o cenário do mangá na sua cidade, que é cercada por montanhas.[6] Quando estava trabalhando em um cyber café antes de ser tornar mangaká, Hajime foi agarrado pela camisa por um cliente bêbado. Foi esse incidente que lhe mostrou "o medo de se encontrar uma pessoa que não pode se comunicar", e foi esse sentimento que ele decidiu passar nos titãs.[7] Hajime confirmou também que a ideia de criaturas enormes devoradoras de humanos de Shingeki no Kyojin foi inspirado no jogo Muv-Luv Alternative, o segundo jogo de uma série de visual novel chamado Muv-Luv.[8] Quanto a criação da aparência dos titãs, ele se baseia em fotos de pessoas, como por exemplo, ele usou como modelo dois lutadores de artes marciais mistas, Yushin Okami para a forma de Titã do Eren Yeager e Brock Lesnar para o Titã de Armadura.[9] [10] George Wada, um dos produtores do anime, afirmou que os muros da série também foram influenciados pela natureza isolada e fechada da cultura japonesa.[11]

Isayama estima que leva uma semana para trabalhar na história e duas para desenhar um capítulo. A história é planejada com antecedência, até é marcado quais volumes terá uma especifica "revelação".[12] Originalmente, Isayama planejou dar a série uma conclusão trágica similar a O Nevoeiro de Stephen King, onde todos os personagens morrem. No entanto, pelo sucesso do mangá e anime, o autor decidiu mudar o final da série devido ao impacto que poderia causar aos fãs.[13] [14] Em setembro de 2013, ele afirmou que planeja terminar a série com vinte volumes lançados.[15] Em 2014, o editor anunciou em uma entrevista que o mangá poderá acabar em 2017 ou 2018, tempo que o autor precisará para contar toda a história.[16]

Mídias[editar | editar código-fonte]

Mangá[editar | editar código-fonte]

Escrito e ilustrado por Hajime Isayama, Shingeki no Kyojin começou sua serialização na revista mensal Bessatsu Shōnen Magazine em setembro de 2009. Os capítulos são compilados e publicados em volume tankōbon pela editora Kodansha, com o primeiro volume sido lançado em março de 2010.

O capítulo one-shot escrito e ilustrado em 2006 pelo o autor da série principal, foi publicado junto com o primeiro volume do disco Blu-ray do anime, chamado de "Shingeki no Kyojin 0".[4] Um spin-off de comédia da série, chamado Shingeki! Kyojin Chūgakkō escrito por Saki Nakagawa, começou sua serialização em maio de 2012 na revista Bessatsu Shōnen Magazine da editora Kodansha. Seguindo as histórias dos personagens principais, que lutam contra os titãs enquanto estão no ensino fundamental.[17] O mangá baseado na light novel sequela Shingeki no Kyojin: Before the Fall, começou a ser serializado na revista Monthly Shōnen Sirius da editora Kodansha em agosto de 2013, e é ilustrado por Satoshi Shiki.[18] Um mangá spin-off adicional baseado na visual novel Kuinaki Sentaku de gênero shōjo, foi serializado na revista Aria e foram publicados 2 volumes pela editora Kodansha entre setembro e junho de 2014. Foi escrito por Gun Snark e ilustrado por Hikaru Suruga. A história focava nas origens do personagem Levi.[19] Um yonkoma spin-off, chamado Sungeki no Kyojin e ilustrado por Hounori, foi serializado na revista Manga Box e lançado como um aplicativo de smartphones e tablets pela editora Kodansha em dezembro de 2013 até dezembro de 2014.[20] [21] Um mangá spin-off que adapta a novel Shingeki no Kyojin: Lost Girls escrito e ilustrado por Ryosuke Fuji, começou a ser serializado na revista Bessatsu Shōnen Magazine em 9 de agosto de 2015 até 9 de maio de 2016, e foi publicado em volume único pela editora Kodansha.[22]

No Brasil, é licenciado e publicado como Ataque dos Titãs - Shingeki no Kyojin pela editora Panini desde novembro de 2013.[23] O mangá spin-off Shingeki no Kyojin: Kuinaki Sentaku (como Ataque dos Titãs: Sem Arrependimentos no Brasil), também foi licenciado e publicado entre junho e agosto de 2015 pela Panini.[24] Já o mangá spin-off Shingeki no Kyojin: Before the Fall (como Ataque dos Titãs: Antes da Queda no Brasil), é publicado e licenciado desde agosto de 2015 pela Panini.[25]

Light Novels[editar | editar código-fonte]

Uma light novel chamada de Shingeki no Kyojin: Before the Fall escrito por Ryō Suzukaze e ilustrado por Thores Shibamoto, foi publicada entre 2011 e 2012, com três volumes lançados pela editora Kodansha. A história se passa antes dos eventos do mangá principal. Enquanto o primeiro volume conta a história de Angel, o ferreiro que desenvolveu os primeiros protótipos do Aparelho de Movimentação Tridimensional, o segundo e o terceiro volume seguem um rapaz que foi encontrado como um bebê no estômago de um titã.[26] Uma segunda light novel chamada de Shingeki no Kyojin Kakuzetsu Toshi no Joō, escrito por Ryō Kawakami e ilustrado por Range Murata, foi lançado em agosto de 2014 até maio de 2015 contando com dois volumes publicados pela Kodansha.[27] Uma novel chamada de Shingeki no Kyojin: Lost Girls, escrito por Hiroshi Seko foi publicado em 9 de dezembro de 2014, composto por três histórias curtas focadas nas personagens Mikasa e Annie Leonhart.[28] [29]

Anime[editar | editar código-fonte]

Uma adaptação em anime para televisão foi produzida pelo Wit Studio com a colaboração do estúdio Production I.G e exibida no Japão entre abril e setembro de 2013, pela emissora Mainichi Broadcasting System (MBS), dirigido por Tetsurō Araki, com Yūki Kaji estrelando como Eren, Yui Ishikawa como Mikasa e Marina Inoue como Armin.[30] [31] [32] [33] A primeira temporada teve um total de 25 episódios exibidos. A segunda temporada do anime foi anunciada em novembro de 2014 e está prevista para ser lançada em 2016.[2]

Uma adaptação em anime do mangá spin-off da série Shingeki! Kyojin Chūgakkō foi ao ar em outubro de 2015. A série teve um total de 12 episódios e direção de Yoshihide Ibata e produção do estúdio Production I.G, escrito por Midori Gotou, design dos personagens por Yuuko Yahiro, e música de Asami Tachibana.[34] A banda Linked Horizon ficou responsável pela música tema de abertura do anime, chamada de "Youth Like Fireworks".[35] E a música tema "Hangeki no Daichi", teve a performance dos dubladores dos personagens Eren, Mikasa e Jean.[36]

OVAs[editar | editar código-fonte]

Foram lançados também 5 episódios OVAs, com o primeiro episódio OVA adaptando o capítulo extra do volume tankōbon 5 do mangá, chamado de "O Caderno de Ilse", foi lançado em 13 de agosto de 2013 junto com uma edição-limitada do mangá.[37] O segundo episódio OVA foi lançado em 9 de abril de 2014 junto com o volume 13 do mangá, focando a história no personagem Jean Kirstein,[38] o terceiro episódio foi lançado em 8 de agosto e focava na 104º turma da Divisão de Recrutas. Os dois últimos episódios OVAs adaptaram o mangá spin-off Shingeki no Kyojin Kui Naki Sentaku, e foram lançados junto com o volume 15 e 16 do mangá em 9 de dezembro de 2014 e 9 de abril de 2015, respectivamente.[39]

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora da série foi composta por Hiroyuki Sawano e foi lançada em dois CDs distribuídos pela Pony Canyon. O primeiro álbum, chamado Shingeki no Kyojin Original Soundtrack (「進撃の巨人」オリジナルサウンドトラック?) foi lançado em 28 de junho de 2013 e continha 16 faixas.[40] Shingeki no Kyojin Original Soundtrack II (「進撃の巨人」オリジナルサウンドトラック2?), foi colocado à venda em 16 de outubro de 2013, juntamente com a edição limitada do quarto volume do DVD/Blu-ray da série de anime, tendo um total de 11 faixas.[41]

Para os primeiros 13 episódios, a música tema de abertura foi "Guren no Yumiya" por Linked Horizon, e a música tema de encerramento foi "Utsukushiki Zankoku na Sekai" por Yoko Hikasa. Para os episódios 14 ao 25, a música tema de abertura foi "Jiyū no Tsubasa" por Linked Horizon, e a música tema de encerramento "great escape" por Cinema Staff. As duas músicas temas de abertura do anime foram lançadas como parte do single "Jiyū e no Shingeki", que foi lançado em 10 de julho de 2013.[42] [43]

Jogos eletrônicos[editar | editar código-fonte]

Houve quatro adaptações de videogame de Shingeki no Kyojin desenvolvidos por funcionários da Nitroplus em colaboração com Production I.G.[44] Nitroplus esclareceu que o estúdio como uma empresa não está envolvido nos jogos de Blu-ray de Shingeki no Kyojin, apenas os funcionários.[45] Os jogos são visual novels e foram incluídos nas primeiras cópias do terceiro e sexto volume do disco Blu-ray do anime. Os jogos spin-off cobrem histórias sobre os personagens de Shingeki no Kyojin. Hajime Isayama foi supervisor no desenvolvimento dos jogos.

Um jogo de ação chamado Shingeki no Kyojin -Hangeki no Tsubasa- foi desenvolvido pela Spike Chunsoft para a plataforma Nintendo 3DS e lançado no Japão em 5 de dezembro de 2013, 12 de maio na América do Norte e na Europa em 2 de julho de 2015.[46] [47] [48]

Um jogo social de smartphone, chamado de Shingeki no Kyojin -Jiyū e no Hōkō-, está em desenvolvimento pela Mobage para as plataformas IOS e Android.[49]

Um jogo que adapta a história do mangá, Shingeki no Kyojin, foi lançado para PlayStation 4, PlayStation 3, e PlayStation Vita, publicado pela Koei Tecmo e desenvolvido pela Omega Force, e lançado em 18 de fevereiro de 2016 no Japão.[50] [51] [52]

A Capcom está desenvolvendo um jogo arcade de Shingeki no Kyojin.[53]

Filme[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Shingeki no Kyojin (filme)

Um filme foi anunciado em outubro de 2011, com uma data de lançamento prevista para 2013[54] e em dezembro do mesmo ano, foi anunciado que o filme será uma versão cinematográfica em live-action[55] e que Tetsuya Nakashima seria o diretor.[56] Em dezembro de 2012, foi noticiado que Tetsuya Nakashima havia deixado a produção por causa das diferenças criativas.[57] Em dezembro de 2013, foi anunciado que Shinji Higuchi ficou com o cargo de novo diretor e seria responsável pelos os efeitos especiais também, e Yûsuke Watanabe o roteirista.[58] [59] As filmagens iniciaram-se em 2014, com a data do filme adiada para 2015. Um comercial de carro que caracterizou os Titãs, dirigido por Higuchi,[60] foi transmitido em janeiro de 2014 na Nippon TV,[61] alcançando mais de cinco milhões de visualizações no YouTube, em quatro dias.[62] Em julho foi anunciado que a franquia cinematográfica terá dois filmes.[63] As primeiras imagens dos atores foram reveladas em novembro.[64] [65] O teaser foi lançado em março de 2015[66] e o trailer foi lançado em abril.[67] Outro trailer do filme foi lançado em junho, onde revelou que o filme será lançado em formado IMAX, no Japão.[68] O primeiro filme foi lançado em 1 de agosto de 2015, chamado Shingeki no Kyojin (進撃の巨人?). E a sequência chamada Shingeki no Kyojin: End of the World (進撃の巨人: エンド オブ ザ ワールド?) foi lançada no Japão em 19 de setembro no mesmo ano.[69]

Os episódios da primeira temporada da série de televisão em anime foram copilados em dois filmes de anime, com o elenco da série de anime reprisando os seus papéis. O primeiro filme, chamado de Ataque dos Titãs: O Arco da Flecha Carmesim (「進撃の巨人」前編~紅蓮の弓矢~, Shingeki no Kyojin zenpen ~Guren no yumiya~?), cobriu os primeiros 13 episódios do anime e foi lançado no Japão em 22 de novembro de 2014.[70] O segundo filme lançado em 27 de junho de 2015, foi chamado de Ataque dos Titãs: Asas da Liberdade (「進撃の巨人」後編~自由の翼~, Shingeki no Kyojin kōhen ~Jiyū no tsubasa~?), e cobriu os episódios restantes, o filme teve uma cena pós-créditos que mostrou uma cena exclusiva da segunda temporada da série de anime.[71] [72]

Minissérie[editar | editar código-fonte]

Uma minissérie live-action, chamada Shingeki no Kyojin: Hangeki no Noroshi (進撃の巨人 反撃の狼煙?) e utilizando os mesmos atores dos filmes, começou a ser transmitida no serviço de streaming na NnaTT DoCoMo em agosto de 2015. A minissérie teve 3 episódios e focava na personagem Zoë Hange e suas pesquisas com os titãs, e bem como o Aparelho de Movimentação Tridimensional foi criado.[73]

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

Dois guidebooks do mangá chamados Inside e Outside respectivamente, foram lançados em 9 de abril e 9 de setembro de 2013, mostrando artes conceituais, perfis de personagens e entrevistas.[74] [75]

Um CD drama de 16 minutos foi criado pela a mesma equipe que produziu o anime e incluso na edição de janeiro de 2014 da revista Bessatsu Shōnen Magazine.[76]

Em 3 de novembro de 2014, o escritor americano C. B. Cebulski revelou que um crossover entre Shingeki no Kyojin e os personagens da Marvel Comics estaria em produção.[77] Cebulski elaborou o cenário do enredo escrito pelo criador Hajime Isayama. O crossover do one-shot terá Homem-Aranha, Vingadores, os X-Men e os Guardiões da Galáxia enfrentando vários titãs da série, incluindo o Titã Colossal, o Titã Blindado, e a Titã Fêmea nas ruas da cidade de Nova Iorque.[78] Durante o Free Comic Book Day 2015, o preview de Secret Wars publicou 8 páginas de apresentação da história "Attack on Avengers" roteirizada por Hajime Isayama com arte de Gerardo Sandova.[79] Foi anunciado na New York Comic-Con de 2015 que um livro americano de banda desenhada intitulado Attack on Titan Anthology será publicado.[80]

A partir de 23 de janeiro até 10 de maio de 2015, a Universal Studios Japan organizou atrações baseadas em Shingeki no Kyojin. “The Real”, a experiência de Shingeki no Kyojin apresentou em tamanho real os 15 metros de altura do Titã do Eren e da Titã Fêmea em combate. As outras atrações incluíram um titã do nível do chão, onde os visitantes poderiam posar para tirar fotos.[81]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Da esquerda para a direita, cosplayers dos personagens Armin Arlert, Eren Yeager e Mikasa Ackerman.

Recepção do mangá[editar | editar código-fonte]

Shingeki no Kyojin ganhou o Prêmio de Mangá Kōdansha na categoria shōnen em 2011,[82] [83] foi nominado também para a quarta edição anual do Grande Prémio de Manga e para a décima sexta e décima oitava edição do Prémio Cultural Osamu Tezuka.[84] [85] [86] Na edição de 2012 o Kono Manga ga Sugoi!, guia que examina a indústria de mangás, nomeou Shingeki no Kyojin como a oitava melhor série de mangá para leitores do sexo masculino,[87] enquanto a edição de 2014 nomeou como o sexto melhor.[88] Shingeki no Kyojin foi o segundo mangá mais vendido de 2013, com 15,933,801 cópias vendidas em um único ano.[89] O volume 12 da série teve uma tiragem inicial de 2.2 milhões de cópias, tornando a série um dos únicos mangás a ter uma tiragem inicial de mais de 2 milhões de cópias, junto a One Piece.[90] Em abril de 2014, a Oricon relatou que a série teve um total de 30 milhões de volumes vendidos. No mesmo período da revelação, a editora do mangá, a Kodansha, creditou Shingeki no Kyojin como o primeiro impulso de vendas em 18 anos.[91] [92] Na primeira metade de 2014, chegou ao topo do ranking, acabando com o reinado de 5 anos de One Piece como o mangá mais vendido daquele período, surpreendendo o autor Hajima Isayama que agradeceu aos leitores postando uma mensagem em seu blog.[93] O volume 13 tem a maior primeira impressão inicial da série até agora, com 2.750.000 cópias. Foi a primeira vez que um registro de tiragem chegou mais rápido a esse número na editora da série.[94] O mangá ficou em segundo lugar dos mangás mais vendidos do ano de 2014, vendendo 11,728,368 cópias.[95] Em 2015, a série vendeu 8,778,048 cópias e ficou em terceiro lugar no ranking dos mangás mais vendidos do ano.[96]

Seis do cinco volumes lançados na época ficaram na lista do The New York Times Manga Best Seller na semana de 13 de outubro de 2013,[97] e o volume um ficou na lista por 81 semanas seguidas.[98] Em junho de 2015, o mangá alcançou o sexto lugar na centésima semana da lista entre os principais lançamentos domésticos.[99] O volume de número um também ficou em primeiro lugar na lista da Nielsen BookScan dos 20 melhores romances gráficos em livrarias americanas em outubro 2013,[100] e para o mês de setembro, a série teve mais volumes na lista como nenhuma outra série.[101] O Young Adult Library Services Association nos Estados Unidos chamou a série como um dos "Grandes Romances Gráficos para Adolescentes".[102] A Kodansha USA recebeu o prêmio Harvey Award de 2014 para Melhor Edição Americana de Um Material Estrangeiro da versão em inglês da série.[103] Shingeki no Kyojin foi o único mangá nomeado para um Goodreads Choice Award para a categoria de Melhor Romance Gráfico/Quadrinho em 2013.[104]

Muitos críticos têm analisado Shingeki no Kyojin como uma representação do "desespero sentido pelo jovens na sociedade de hoje". Enquanto o escritor Mao Yamawaki chamou-lhe de uma "história de amadurecimento dos meninos e meninas para a fase adulta", com um novo mistério a cada final de episódio. E é estes mistérios que o crítico Tomofusa Kure diz que amplifica as expectativas dos leitores.[105] André Sallitto do site brasileiro Omelete comentou que o mangá "apresenta um ótimo conceito, mas peca na execução", dizendo que ao explorar o belo e interessante mundo criado por Isayama, o mesmo peca ao desenvolver os personagens, fazendo o leitor continuar a lê o mangá por "pura curiosidade e não por necessariamente se importar com os personagens".[106] A série também foi criticada pela sua crueza, com por exemplo o autor Yoshiyuki Tomino, criador da série Gundam, a descreveu como "pornográfico", "cru" e "grotesca" e que o autor da série usou as suas experiências como vítima de bullying na infância como inspiração para a sua obra.[107] A obra de arte do mangá também tem sido criticado rudemente por alguns críticos, como o próprio Isayama diz que os seus desenhos são "amadores". No entanto, esses mesmos críticos afirmaram que, após anos de serialização, a arte vem melhorando, e Kure acredita que se as ilustrações fossem mais "profissionais", não teria transmitido a "sensação de desconforto e mistério" que é a característica principal da série. Em um curto review, Jason Thompson notou que os personagens convenientemente recebiam "power-ups" para criar "plot twists", mas concluiu que estes plot twists que disse e o mundo pós-apocalíptico do mangá são "bons de mais para perder".[108]

Recepção do anime[editar | editar código-fonte]

O anime também ajudou a divulgar a obra, com o jornal japonês Mainichi Shimbun chamando-o de "o hit da década".[109] O anime que adapta o mangá ganhou vários prêmios durante a terceira edição do Newtype Anime Awards, incluindo os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Sonora, Melhor Personagem Feminino pela personagem Mikasa e o Título do Ano.[110] Recebeu também o prêmio de Melhor Animação da TV em 2013 no Animation Kobe Awards.[111] No Tokyo Anime Award, o anime ganhou o prêmio de Animação do Ano de 2014, junto com, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Música.[112] [113] E ganhou também o prêmio de Conteúdo Digital do Ano de 2013 do Japão na décima nona edição anual do Association of Media in Digital (AMD) Awards.[114] Carl Kimlinger do Anime News Network criticou fortemente os dois primeiros episódios da adaptação em anime, dizendo que não o considera uma boa série. Kimlinger criticou a direção de Araki, dizendo que ele "pretende claramente que o clima seja poderoso e perturbador, mas é apenas bruto e desagradável".[115] Por outro lado, os outros críticos do Anime News Network elogiaram muita a série. Rebecca Silverman disse que "ao mesmo tempo que é maravilhoso, tem um visual terrível", e transmite "um terror que te faz querer fechar os olhos e ao mesmo tempo abri-los por curiosidade para descobrir o que irá acontecer".[116] Embora que existam várias obras fictícias de ação apocalíptica, Carlo Santos notou que "poucos conseguem chegar tão perto da perfeição como Shingeki no Kyojin". Santos o descreveu como "uma obra prima de morte e destruição" mesmo que tenha assistido apenas o primeiro episódio.[117] Theron Martin elogiou a trilha sonora e o "intenso, e impactante primeiro episódio" apesar da sensação de que o anime tem uma "animação limitada". Martin também comparou a atmosfera de Shingeki no Kyojin com o visual estético de Claymore.[118]

Interpretações políticas[editar | editar código-fonte]

A série ganhou uma grande popularidade não só no Japão, mas também em todo o mundo. Por exemplo, a cobertura da estréia do anime apareceu na primeira página de um jornal gratuito de Hong Kong chamado am730 em 27 de maio de 2013, que comentou sobre à sua popularidade dentro de Hong Kong, bem como na China e Taiwan.[119] No entanto, a série também atraiu críticas, a revista sul-coreana Electronic Times acusou Shingeki no Kyojin de passar uma mensagem militarista que serviu como inclinações políticas do primeiro-ministro japonês, Shinzō Abe,[120] enquanto a série influenciava os jovens de Hong Kong, que viram os titãs invasores como uma metáfora para a China.[119] Já o ativista social de Hong Kong Wong Yeung-tat elogiou a série de Hajime Isayama e a versatilidade de Ataque dos Titãs, que abre várias interpretações aos leitores.[121] Em 2010, várias mensagens de ameaças de morte em um post do blog do autor da série começaram surgir, isso após uma notícia publicada que dizia que o design do personagem Dot Pixis foi baseado em um imperador japonês, o general Akiyama Yoshifuru. Não se sabe quem fez as ameaças, mas devido a vários erros de gramática que as mensagens em japonês contia, acredita-se que foi escrito por pessoas de fora do Japão.[122]

Referências

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  2. a b «Attack on Titan TV Anime Gets 2nd Season in 2016» (em inglês). Anime News Network. 22 de novembro de 2014. Consultado em 22 de novembro de 2014. 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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