Sigmaringa Seixas

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Sigmaringa Seixas
Deputado federal pelo Distrito Federal
Período 1º - 1 de fevereiro de 1987
até 31 de janeiro de 1991
2º- 1 de fevereiro de 2003
até 31 de janeiro de 2007
Dados pessoais
Nascimento 7 de novembro de 1944
Niterói, RJ
Morte 25 de dezembro de 2018 (74 anos)
São Paulo, SP
Alma mater Fundação Getulio Vargas

Universidade Federal Fluminense

Cônjuge Marina Luce de Carvalho
Partido PMDB, PSDB, PT
Profissão advogado, administrador

Luiz Carlos Sigmaringa Seixas (Niterói, 7 de novembro de 1944 - São Paulo, 25 de dezembro de 2018) foi um advogado, administrador e político brasileiro. Foi deputado federal pelo Distrito Federal.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Antonio Carlos Sigmaringa Seixas e Hermengarda Rosendo Seixas, formou-se em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas em 1967 e em Direito em 1968 pela Universidade Federal Fluminense.[1] Foi advogado de políticos até mudar para Brasília, onde foi conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (1976-1984), período em que também foi consultor da Anistia Internacional, membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz e vice-presidente do Comitê Brasileiro de Anistia na capital federal.

Filiado ao PMDB após o fim do bipartidarismo no Governo João Figueiredo, trabalhou na Fundação Pedroso Horta e dirigiu o Departamento Federal de Justiça durante a passagem de Fernando Lyra pelo Ministério da Justiça no começo do Governo José Sarney, entre 15 de março de 1985 e 14 de fevereiro de 1986, cargo do qual se afastou para eleger-se deputado federal pelo Distrito Federal em 1986.[2] Participou da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988, ano em que fundou o PSDB. No Distrito Federal também aderiram ao novo partido o senador Pompeu de Sousa e o deputado Geraldo Campos, dentre outras lideranças. Foi reeleito em 1990 e foi voto a favor da abertura do processo de impeachment do presidente Fernando Collor em 1992.

Derrotado ao tentar um mandato de senador pelo Distrito Federal em 1994, filiou-se ao PT e foi candidato a vice-governador na chapa de Cristovam Buarque em 1998, sendo derrotados em segundo turno pela chapa de Joaquim Roriz e Benedito Domingos.[2] Foi reeleito deputado federal em 2002, e ficou numa suplência na eleição seguinte.

Ele esteve internado no Hospital Sírio-Libanês, onde fez transplante de medula para combater uma mielodisplasia – um tipo de falência da medula óssea na produção de células. Ele conseguiu fazer o transplante, mas com baixa compatibilidade. Após a operação, o jurista ficou com baixa imunidade e foi atacado por uma infecção. Faleceu aos 74 anos em 25 de dezembro de 2018.

Referências