Sinal (semiótica)

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Sinal é um signo "causado ou utilizado especialmente para suscitar uma reação pré-combinada e acordada, quer em grupo, quer individualmente, sob a forma de manifestações definidas da atividade humana".[1]

Os sinais são signos que "levam os homens a uma ação, levam-nos a fazer ou não fazer alguma coisa. […] O sinal é resultado de acordo explícito, válido para um certo grupo de pessoas; seu propósito é o de modificar, iniciar ou sustar uma ação; só é usado quando se pretende provocar o comportamento humano que ele deve suscitar."[2]

Exemplos de sinais são: os sinais de trânsito, o apito do juiz que paralisa o jogo, a sirene que faz começar ou parar o trabalho, etc.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Cf. Schaff 1968: 183.
  2. Cf. Fiorin 2002: 72.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • FIORIN, José Luiz. Introdução à Linguística I: Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
  • SCHAFF, Adam. Introdução à Semântica. Coimbra: Almedina, 1968.