Sleeping Giants

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sleeping Giants é um grupo liberal de ativistas digitais que combate discursos de ódio e desinformação de forma anônima na internet.[1][2][3][4][5][6][7][8][9][10][11][excesso de citações]

Nome e forma de atuação[editar | editar código-fonte]

O nome "gigantes adormecidos", em tradução livre do inglês, é alusivo ao fato de grandes empresas não saberem onde os seus anúncios são publicados via mídia programática por serviços como, por exemplo, o AdSense do Google.[12][13][14][15]

As células regionais operam de forma independente. Seu modus operandi é a citação pública de anunciantes nas redes sociais visando a remoção da sua publicidade em locais que possam causar prejuízos às marcas (brand safety) ou a critérios de responsabilidade social e governança corporativa. A tática é creditada pela revista Slate como uma adaptação do movimento #GamerGate. Afirmam não pregar boicotes. A maior parte dos tweets e retweets na conta do perfil estadunidense são mensagens para empresas que anunciavam no Breitbart News, anteriormente pertencente a Steve Bannon, ex-estrategista da Casa Branca.[16][12][15]

Origens e fundadores[editar | editar código-fonte]

Teve seu início em novembro de 2016, logo após a vitória de Donald Trump na eleição presidencial dos Estados Unidos, com o lançamento de uma conta no Twitter com o objetivo de cancelar o recebimento de verbas publicitárias pelo portal Breitbart News por conta da sua intensa capacidade de produção e propagação de desinformação e de teorias conspiratórias. O primeiro tweet foi direcionado à empresa de finanças pessoais SoFi.[17][18][19][1]

A campanha funcionou de maneira totalmente anônima até julho de 2018, quando o publicitário Matt Rivitz confirmou que ele era um dos fundadores do grupo, depois de ser identificado pelo The Daily Caller. Rivitz informou ter sido alvo de ameaças, junto ao seu filho, da extrema-direita por conta do movimento.[20][21][22][23]

O The New York Times publicou o perfil de Rivitz junto com a sua cofundadora Nandini Jammi, dias após a publicação do artigo que expôs o publicitário. Em junho de 2020, Jammi anunciou a sua saída do movimento por diferenças com Rivitz, afirmando que ele teria tentado apagar a sua participação e importância na campanha.[24][25][26][27]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Cerca de quatro mil anunciantes deixaram o Breitbart News após a campanha e a página deixou de receber perto de oito milhões de euros, cerca de 90% das suas receitas publicitárias.[10][28][29][30]

Venceu um dos prêmios do Festival de Publicidade de Cannes de 2019.[31][32]

A seção francesa causou prejuízos à página ultraconservadora Boulevard Voltaire. Em fevereiro de 2020 o Senado francês passou o Projet de Loi Avia, em que há um trecho chamado de "Emenda Sleeping Giants", contra discursos de ódio online.[16][33][34][35]

Tirou os anunciantes do programa de Bill O’Reilly, da Fox News, acusado de abuso sexual, ocasionando o cancelamento do mesmo. Tucker Carlson também teve parte dos anúncios removidos de seu programa Tucker Carlson Tonight.[1][36][37][38]

Alex Jones, um teórico da conspiração, teve podcasts retirados do Spotify e dos serviços da Apple, e ainda suas contas removidas do Facebook e Twitter por conta da pressão do grupo.[1][39]

A plataforma PayPal parou de ofertar pagamentos à Ku-Klux Klan e a Stefan Molyneux e a Cloudflare serviços para páginas como The Daily Stormer e o 8chan.[40][1]

Fez parte da organização da Stop Hate for Profit, uma campanha global das organizações de direitos civis Liga Antidifamação (ADL), Color for Change, Fundação Mozilla, Free Press, Common Sense, League of United Latin American Citizens (LULAC), National Hispanic Media Coalition (NHMC) e National Association for the Advancement of Colored People (NAACP). Buscava forçar o Facebook a melhorar o controle sobre conteúdos nocivos como racismo, xenofobia, antissemitismo e assédio virtual (cyberbullying) na plataforma. Cerca de 1.200 anunciantes deixaram de anunciar na rede social pelo mês de julho de 2020.[41][42][43][44]

A seção canadense conseguiu retirar cerca de 300 anunciantes da página Rebel Media e o governo canadense deixou de anunciar no Breitbart News.[45][46]

Na Austrália atuaram contra e retiraram anunciantes de programas polêmicos de organizações de mídia de propriedade de Rupert Murdoch, CNews e SkyNews.[47][48]

Críticas[editar | editar código-fonte]

O grupo é criticado pelo seu modo de operar anônimo, sendo considerado também por alguns como excessivos, antidemocráticos e, de certa maneira, até autoritários e censores. Há reservas citadas pelos críticos também acerca do seu viés excessivamente liberal, atacando de forma exclusiva a veículos considerados de direita e conservadores. Afirmam, todavia, não ter filiação partidária ou distinguir posição ideológica na escolha dos alvos potenciais.[49][50][51][52]

Sleeping Giants no Brasil[editar | editar código-fonte]

A operação brasileira foi identificada em dezembro de 2020 em entrevistas à colunista da Folha de São Paulo Mônica Bergamo e matéria escrita pelo jornalista David Biller da Associated Press (AP) como sendo os estudantes de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Mayara Stelle e Leonardo de Carvalho Leal.[53][54][55]

Início[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2020, iniciou-se a operação brasileira, inserida num momento de intensa polarização política, de desinformação a respeito da pandemia de coronavírus (COVID-19) e em plena repercussão causada pela Comissão Parlamentar Mista (CPMI) e pelo Inquérito das Fake News, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar ameaças e difamação contra ministros daquela corte. Apesar de inspirado no modelo original dos Estados Unidos, a iniciativa no Brasil inovava em alguns elementos particulares, como maior capilaridade e variantes regionais, com perfis locais para cidades e estados específicos.[56][57][58]

Recebeu o apoio público de diversas personalidades, como a atriz Patrícia Pillar, o influenciador digital Felipe Neto, o apresentador Luciano Huck, do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz, favorecendo o seu rápido crescimento de seguidores.[59][60][61]

Alvos e impactos[editar | editar código-fonte]

Denunciavam inicialmente um portal originário de Mato Grosso do Sul (MS) e posteriormente estabelecido na cidade sul-rio-grandense de Passo Fundo chamado Jornal da Cidade Online, que publicou notícias falsas e caluniosas e que forjou identidades de jornalistas. O veículo foi apontado ainda como um dos maiores responsáveis pela difusão de notícias falsas durante a eleição presidencial de 2018 e investigado na CPMI das Fake News. O TCEMS, o tribunal de contas do Estado do MS, removeu anúncio fixo que mantinha na página.[62][63]

Os alvos do movimento incluíram ainda as páginas Conexão Política e Brasil Sem Medo, respectivamente das cidades do Recife e de Londrina, perderam grande volume de anúncios após citados pelo movimento. Após a revelação das identidades dos integrantes, a página Terça Livre, de Allan dos Santos, passou a ser o objeto da ação dos ativistas.[64][65]

Tentaram desmonetizar o canal de Olavo de Carvalho, considerado um dos mentores do governo de Jair Bolsonaro, no YouTube e o financiamento dos seus seminários virtuais de filosofia, através das plataformas de pagamento Hotmart, PayPal e PagSeguro.[66][67][68]

Após ser alvo do movimento, em conjunto com outros influenciadores, o YouTuber "Xbox Mil Grau" foi banido da plataforma Twitch, o canal no YouTube desmonetizado e impedido pela Microsoft de utilizar a marca de consoles Xbox.[69][70][71][72]

O grupo radical "300 do Brasil", liderado por Sara Giromini, teve campanhas de financiamento coletivo (crowdfunding) canceladas após pressão do movimento.[73][74][75]

Em resposta à repercussão do caso Mariana Ferrer, militaram pela demissão de Rodrigo Constantino de veículos de comunicação, após declarações polêmicas do articulista. Um dos empregadores de Constantino, o jornal paranaense Gazeta do Povo, após perder anunciantes, chegou a compará-los, em artigos e editoriais, a terroristas e ainda de formarem uma milicia virtual.[76][77][78]

Na ação alcunhada "Nome Aos Bois", inspirada no mesmo modelo de atuação, organizações ambientais cobraram marcas sobre a participação delas num manifesto publicado por entidades empresariais em apoio à atuação e políticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do ministro Ricardo Salles.[79][80][81][82]

Após publicar um tweet pedindo que o público denunciasse "alguma empresa, plano de saúde, hospital ou médico" em favor do "tratamento precoce" no dia 23 de março de 2021, a hashtag #SleepingGiantsGenocida foi levantada por usuários do Twitter, que de acordo com pesquisa da Agência Pública envolveram muitos robôs e o perfil "Awake Giants Brasil", criado em novembro de 2020, passou a ajudar no impulsionamento dessa hashtag, acusando o Sleeping Giants Brasil de genocídio e empregando palavras ofensivas, também contra a Agência Pública, ao entrarem em contato com o perfil. De acordo com os responsáveis do Sleeping Giants, esse tipo de ação se trata do modus operandi de perfis que o grupo considera culpados de desinformação.[83]

Após um ano de operação no Brasil, em entrevista ao jornal O Globo, afirmaram ter retirado 14 milhões de reais de veículos desinformativos.[84]

Em junho de 2021, iniciaram campanha contra o apresentador Sikêra Júnior, por recorrentes ataques homofóbicos.[85][86][87]

Choque com o Governo Federal[editar | editar código-fonte]

Já nos primeiros dias de atuação, o movimento causou incômodo ao governo e apoiadores de Jair Bolsonaro. Após avisado da presença de seus anúncios no Jornal da Cidade Online, o Banco do Brasil (BB) cancelou a publicidade no página. Porém, após intervenção do vereador Carlos Bolsonaro junto à Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) e Fábio Wajngarten, o banco voltou a anunciar no site.[88][89][90]

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão da Procuradoria-Geral da República (PGR) do Ministério Público Federal (MPF) em Brasília, solicitou uma investigação sobre o caso. A pedido do Ministério Público Especial (MPTCU), o ministro Bruno Dantas do Tribunal de Contas da União (TCU) mandou que o BB cessasse a veiculação de publicidade em páginas acusadas de disseminar notícias falsas e discurso de ódio por considerá-las incompatíveis com a administração pública e potencialmente ferir princípios constitucionais. A Caixa Econômica Federal (CEF), o Banco do Nordeste (BNB), o Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras também foram atingidos por investigações e por decisão similar. O pleno do tribunal, porém, manteve a vedação da publicidade programática apenas ao BB. O TCU enviou uma denúncia ao ministro Alexandre de Moraes do STF, que cobrou explicações da SECOM e do banco estatal, culminando num pedido de demissão de Rubem Novaes, presidente do BB.[91][92][93]

Investigação policial[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2020, o The Intercept Brasil (TIB) revelou que, uma semana após o perfil brasileiro surgir no Twitter, um delegado do Departamento de Polícia Federal (PF/DPF) em Londrina abriu, baseado em relatório de inteligência policial e sem o aval do Ministério Público, um inquérito para investigar dados e endereço do perfil Sleeping Giants Brasil. Após solicitação do MPF e determinação judicial, o procedimento foi arquivado. Questionado por parlamentares, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) recusou-se a esclarecer a investigação da PF.[94][95][96]

Dias depois o TIB publicou uma outra matéria mostrando que este mesmo delegado era cunhado do editor de um site bolsonarista que escrevera artigos nos quais criticava os ativistas antes do processo ser aberto e cujos argumentos constam na portaria de abertura do mesmo.[97][98][99]

Ordem judicial[editar | editar código-fonte]

O Jornal da Cidade Online, o primeiro alvo do grupo, pediu à Justiça para que o Twitter identificasse as pessoas por trás dos perfis Sleeping Giants Brasil e Sleeping Giants Rio Grande do Sul. Uma juíza da comarca de Passo Fundo do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) concluiu que não havia abuso do direito à liberdade de expressão para que as contas fossem deletadas, mas determinou, em medida cautelar, que o Twitter preservasse os dados e informasse endereços IP e outros dados cadastrais das contas sob pena de multa, posteriormente paga. A plataforma recorreu dizendo que a decisão era contraditória e que a magistrada não identificara ilícito. O tribunal recusou a participação de entidades sociais como amici curiae e de Nandini Jammi como interessada ao julgar o recurso apresentado pelo Twitter. O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) defendeu o sigilo de dados do grupo, causando a demissão do secretário responsável pelo conselho no Ministério dos Direitos Humanos.[100][101][102][103]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e Ferreira, Yuri (25 de maio de 2020). «Sleeping Giants: a luta contra as fake news que tira o sono de políticos no Brasil e no Mundo». Hypeness. Consultado em 27 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  2. Nwanevu, Osita (14 de dezembro de 2016). «Gamergate Showed How to Kneecap a Website. Now This Group Is Trying to Do the Same to Breitbart.». Slate (em inglês). Slate Magazine. Consultado em 5 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  3. Sandler, Rachel (28 de outubro de 2020). «Spotify Reportedly Won't Take Action After Podcaster Joe Rogan Interviewed Far-Right Conspiracy Theorist Alex Jones». Forbes (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2020 
  4. Ghedin, Rodrigo (19 de novembro de 2019). «Entrevista com Matt Rivitz, criador do Sleeping Giants». Manual do Usuário. Manual do Usuário. Consultado em 5 de novembro de 2020 
  5. Garcia, Raphael Tsavkko (19 de junho de 2020). «Anonymous Twitter accounts in Brazil are pressuring advertisers to drop conservative media campaigns». Business Insider. Insider. Consultado em 18 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2020 
  6. Duarte, Marcelo (1 de julho de 2020). «A história por trás do Sleeping Giants - entrevista com Gilmar Lopes (e-farsas)». Guia dos Curiosos. Guia dos Curiosos. Consultado em 18 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2020 
  7. Ghedin, Rodrigo; Dias, Tatiana; Ribeiro, Paulo Victor (19 de novembro de 2019). «Grana por Cliques - Fake news a R$ 25 mil por mês: como o Google treinou e enriqueceu blogueiros antipetistas». The Intercept Brasil. The Intercept. Consultado em 5 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  8. Saconi, João Paulo (1 de junho de 2020). «ʽÓdio não é uma questão política', diz criador do 'Sleeping Giants'». Sonar - A Escuta das Redes. O Globo. Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  9. Hemingway, Mark. «When Media Advertising Boycotts Backfire». Real Clear Politics. Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  10. a b Shukla, Avay (26 de outubro de 2020). «When Corporates Support Media Toxicit». The Citizen (em inglês). The Citizen. Consultado em 25 de outubro de 2020 
  11. Halpern, Arie (5 de janeiro de 2021). «Banimento de app de festas secretas é mais um passo para responsabilização das Big Techs». Dino Divulgador de Notícias. Terra Notícias. Consultado em 5 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 17 de janeiro de 2021 
  12. a b Rehbein Sathler, André (29 de maio de 2020). «Sleeping Giants e a Cidadania Organizacional». Opinião. Congresso em Foco. Consultado em 9 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2020 
  13. Almeida Pires, Horácio (5 de junho de 2020). «"The Sleeping Giants"». ABC Repórter. Consultado em 18 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2020 
  14. Soprana, Paula (22 de maio de 2020). «Grupo conservador lança movimento contra avanço do Sleeping Giants no Brasil». Folha de São Paulo. Consultado em 18 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 23 de maio de 2020 
  15. a b France, Sleeping Giants. «Sleeping Giants France». Sleeping Giants France em Sites Google. Consultado em 26 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2020 
  16. a b Chotard, Dorian (23 de setembro de 2017). «Sleeping Giants : Les activistes frappent l'extrême-droite» (vídeo) (em francês). Le Tube, le magazine média de CANAL+, présenté par Isabelle Ithurburu. Youtube. Consultado em 29 de maio de 2020. Cópia arquivada em 17 de janeiro de 2021 
  17. Johnson, Eric (3 de setembro de 2018). «How a Twitter account convinced 4,000 companies to stop advertising on Breitbart». Vox (em inglês). Consultado em 4 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2020 
  18. Edelman, Gilad. «She Helped Wreck the News Business. Here's Her Plan to Fix It». Wired. Wired (em inglês). ISSN 1059-1028. Consultado em 4 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2020 
  19. Rajagopalan, Megha (10 de julho de 2020). «Os líderes do Sleeping Giants estão se separando por causa de uma disputa sobre igualdade». BuzzFeed. Consultado em 4 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2020 
  20. Coffee, Patrick (17 de julho de 2018). «The Daily Caller Names Founder of Sleeping Giants, Which Organized Breitbart Advertiser Boycotts». Adweek (em inglês). Consultado em 20 de maio de 2020. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2020 
  21. Greene, Tristan (17 de julho de 2018). «The Daily Caller's doxxing of Sleeping Giants was a dick move». The Next Web (em inglês). Consultado em 25 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 14 de setembro de 2020 
  22. Maheshwari, Sapna (20 de julho de 2018). «Revealed: The People Behind an Anti-Breitbart Twitter Account (Published 2018)». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 31 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2020 
  23. Alexandre, Elisabete (11 de junho de 2020). «Sleeping Giants Brasil: o perfil que quer acabar com o financiamento de sites que espalham fake news no país». GQ. Revista QG. Consultado em 1 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2020 
  24. Maheshwari, Sapna (20 de julho de 2018). «Revealed: The People Behind an Anti-Breitbart Twitter Account». The New York Times (em inglês). Consultado em 20 de maio de 2020 
  25. Jammi, Nandini (9 de junho de 2020). «I'm leaving Sleeping Giants, but not because I want to». Nandini Jammi no Medium (em inglês). 2020-06-09. Consultado em 3 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2020 
  26. Indigital, Redação (12 de junho de 2020). «Nandini Jammi deixa Sleeping Giants e lança serviço de checagem de anúncios». Vida Indigital. Consultado em 17 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2020 
  27. Fears, Danika (10 de julho de 2020). «Sleeping Giants Leader Apologizes for Not Treating Co-Founder Who Quit 'Fairly'». The Daily Beast (em inglês). Consultado em 31 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2020 
  28. Willis, Jay (2 de março de 2018). «How an Activist Group Used Gamergate Tactics to Hit Breitbart Where It Hurts». GQ (em inglês). Consultado em 1 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2020 
  29. Queimaliños, Rebeca (17 de maio de 2020). «O homem que arruinou a extrema direita nos EUA». El País Brasil. El País. Consultado em 18 de julho de 2020. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2020 
  30. Embury-Dennis, Tom (4 de abril de 2019). «Steve Bannon caught admitting Breitbart lost 90% of advertising revenue due to boycott». The Independent (em inglês). Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  31. Pearce, Tim (10 de julho de 2020). «Liberal Boycott Group 'Cofounder' Splits After White Male Partner Tried To 'Disappear' Her». The Daily Wire (em inglês). The Daily Wire. Consultado em 25 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2020 
  32. Cannes, Festival Publicitário (19 de junho de 2019). «LIONS». Cannes Lions no Twitter (em inglês). Twitter. Consultado em 8 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2020 
  33. Jeanticou, Romain (30 de agosto de 2018). «Boulevard Voltaire, le site fondé par Robert Ménard, lâché par ses annonceurs». Télérama (em francês). Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2020 
  34. Chrisafis, Angelique (29 de junho de 2019). «French online hate speech bill aims to wipe out racist trolling». the Guardian (em inglês). Consultado em 25 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  35. Atkin, Claire; Jammi, Nandini. «France's new 'Sleeping Giants' law». BRANDED. Substack. Consultado em 25 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  36. Bucher, Chris (19 de abril de 2017). «Bill O'Reilly Fired: 5 Fast Facts You Need to Know». Heavy.com (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de setembro de 2019 
  37. Puckett, Lily (1 de maio de 2019). «Company apologises for advert during 'repugnant' Tucker Carlson show». The Independent (em inglês). Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  38. Ricci, Kimberly (27 de agosto de 2020). «People Want Tucker Carlson Fired For Defending Vigilante Kenosha Teen». UPROXX (em inglês). Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  39. Ngangura, Tarisai (28 de setembro de 2020). «Joe Rogan Finds a Loophole In Spotify's Alex Jones Ban». Vanity Fair (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2020 
  40. Crowley, James (5 de novembro de 2019). «PayPal to cut off donations to right-wing YouTuber Stefan Molyneux following social media divestment campaign». Newsweek (em inglês). Consultado em 13 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2021 
  41. «FAQ». Stop Hate for Profit (em inglês). Consultado em 29 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de novembro de 2020 
  42. Santana, Pablo (22 de junho de 2020). «Facebook sofre boicote publicitário de empresas contra discurso de ódio na rede social». InfoMoney. Infomoney. Consultado em 4 de novembro de 2020 
  43. Alves, Paulo (3 de julho de 2020). «Boicote ao Facebook: entenda por que marcas cancelaram anúncios no site». TechTudo. TechTudo. Consultado em 4 de novembro de 2020 
  44. Romani, Bruno (16 de agosto de 2020). «O homem do boicote ao Facebook vai ao ataque». Terra. Consultado em 4 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2020 
  45. Tencer, Daniel (17 de agosto de 2017). «300 Businesses Pull Ads From Rebel Media». HuffPost Canada (em inglês). Huffington Post. Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2020 
  46. Guaglione, Sara (3 de fevereiro de 2017). «Various Companies, Canadian Government Pull Ads From 'Breitbart News'». Media Post (em inglês). Consultado em 8 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2020 
  47. Purtill, James (28 de novembro de 2018). «Sleeping Giants Oz: How an anonymous Twitter account took on Sky News». Hack on Triple J (em inglês). Australian Broadcast Corporation (ABC). Consultado em 2 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 25 de junho de 2020 
  48. Hirst, Martin (15 de julho de 2018). «EXCLUSIVE: Sleeping Giants awake and rise up against Sky and News Corp». Independent Australia (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2020 
  49. Bellucci, Bianca (6 de julho de 2020). «Sleeping Giants: entenda como funciona a mídia programática e como isso afeta receita de sites». 33 Giga. Portal Terra. Consultado em 5 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2020 
  50. Fierravanti-Wells, Concetta Anna (20 de setembro de 2018). «Transcrição de Sessão Parlamentar». Senado - Parlamento da Austrália 
  51. Albrechtsen, Janet; The Advance, Redação (27 de novembro de 2018). «Sleeping Giants=Online Bullies». Advance Australia (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2020 
  52. Revista Oeste, Redação. «Sleeping Giants fiscaliza e boicota publicações 'de direita' - Revista Oeste». Revista Oeste. Consultado em 1 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2020 
  53. Bergamo, Mônica (13 de dezembro de 2020). «Mônica Bergamo: Revelação de fundadores do Sleeping Giants causa negacionismo e ameaças». Folha de São Paulo. FSP. Consultado em 14 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2020 
  54. Biller, David (13 de dezembro de 2020). «Swift backlash for Brazil students targeting misinformation». AP News. Associated Press. Consultado em 14 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2020 
  55. Gomes, Karol (14 de dezembro de 2020). «'Sleeping Giants' sai do anonimato e coloca em xeque teorias da conspiração de negacionistas». Hypeness (em inglês). Consultado em 14 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2020 
  56. Vieira, Júlia. «Sleeping Giants esquenta debate sobre fake news no Brasil». BR Político. BR Político. Consultado em 29 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  57. Pezzotti, Renato (29 de maio de 2020). «De robôs a boicotes: a polarização política chegou ao mundo das marcas». Economia UOL. UOL. Consultado em 29 de maio de 2020. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2020 
  58. Fisher, Max; Taub, Amanda (11 de agosto de 2019). «We Wanted to Know How Online Radicalization Was Changing the World. We Started With Brazil.». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 6 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2020 
  59. Pires, Breiller (23 de maio de 2020). «Com crescimento acelerado, Sleeping Giants irrita tropa de choque bolsonarista e Governo». El País Brasil. El País. Consultado em 11 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2020 
  60. Kneipp, João Conrado (22 de maio de 2020). «Sleeping Giants Brasil mira no 'bolso' dos sites para combater as fake news». Yahoo Notícias. Yahoo. Consultado em 28 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 23 de maio de 2020 
  61. Veiga, Edison (13 de julho de 2020). «A luta anônima de três brasileiros contra sites de fake news». DW Brasil. Deutsche Welle. Consultado em 13 de julho de 2020. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2020 
  62. Amorim, Diego (3 de novembro de 2019). «Os 52 requerimentos da pauta de hoje na CPMI das Fake News». O Antagonista. Consultado em 2 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2020 
  63. Nalon, Tai (22 de abril de 2020). «Rede de desinformação do 'Jornal da Cidade Online' irriga site de viúva de Ustra». Aos Fatos. Consultado em 2 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2020 
  64. Abade, Daniela (24 de janeiro de 2019). «Como nasce um embuste». Opinião Época. Revista Época. Consultado em 4 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de julho de 2019 
  65. Simões Gomes, Helton. «Sleeping Giants muda alvo, e 2º site de fake news também perde anúncios». Tilt. UOL. Consultado em 14 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2020 
  66. «Quem são os discípulos de Olavo de Carvalho que chegaram ao governo e Congresso». British Broadcast Corporation (BBC). BBC News Brasil. Consultado em 3 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2020 
  67. Guilherme, Mendes (25 de novembro de 2020). «Olavo sugere renúncia de Bolsonaro e elogia lealdade de Lula». Congresso em Foco. Consultado em 25 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2020 
  68. Mendes, Guilherme (8 de setembro de 2020). «Olavo critica governo e cobra que Bolsonaro o defenda contra Sleeping Giants». Congresso em Foco. Congresso em Foco. Consultado em 23 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2020 
  69. The Enemy, Redação (1 de junho de 2020). «Microsoft se posiciona sobre post racista de grupo que usa a marca Xbox». The Enemy. The Enemy. Consultado em 6 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de junho de 2020 
  70. Zambarda, Pedro (1 de junho de 2020). «Editorial: Xbox não toma providências devidas contra influenciadores tóxicos de sua comunidade». Drops de Jogos. Drops de Jogos. Consultado em 29 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2020 
  71. Henry, Jasmine (3 de junho de 2020). «Xbox Severs Ties With Offensive Brazilian YouTuber». Game Rant (em inglês). Consultado em 8 de novembro de 2020 
  72. Terra Games, Redação Gamers cobram resposta de Xbox e Twitch em caso de racismo (vídeo), consultado em 8 de novembro de 2020, cópia arquivada em 22 de setembro de 2020 
  73. Macedo, Fausto. «Inquérito dos atos antidemocráticos mira 'vaquinha' de R$ 80 mil para grupo de Sara». Fausto Macedo. O Estado de São Paulo. Consultado em 11 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2020 
  74. Martins, Humberto; Estado de Minas, Redação (27 de maio de 2020). «Site cancela 'vaquinha' para militantes armados em acampamento bolsonarista». Estado de Minas. Consultado em 11 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 13 de junho de 2020 
  75. Lemes, Hélio (30 de maio de 2020). «"300 do Brasil" perde apoio após ação do Sleeping Giants Brasil». Diário da Manhã. Consultado em 11 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2020 
  76. Redação, Congresso em Foco (5 de novembro de 2020). «Após comentário sobre estupro, Constantino já foi demitido de três veículos». Congresso em Foco. Consultado em 8 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2020 
  77. Ghedin, Rodrigo (12 de novembro de 2020). «Sleeping Giants vs. Gazeta do Povo e Rodrigo Constantino». Manual do Usuário. Consultado em 12 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2020 
  78. Moro Martins, Rafael. «Gazeta do Povo mantém Rodrigo Constantino e contraria funcionários; leia troca de cartas». The Intercept Brasil. The Intercept. Consultado em 11 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2020 
  79. Pires, Breiller (28 de maio de 2020). «'Sleeping Giants ambiental' expõe marcas atreladas a manifesto em favor de Ricardo Salles». El País. El País Brasil. Consultado em 2 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de julho de 2020 
  80. Tomazoni, Giovanni; Zapater, Tiago; Carneiro, Lucas (14 de julho de 2020). «O direito ambiental no 'novo normal' pós-covid-19: devemos nos preparar para uma nova realidade?». Blog Fausto Macedo. O Estado de São Paulo. Consultado em 1 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  81. Petrov, Arkady (29 de maio de 2020). «'Environmental Sleeping Giants' Exposes Brands Linked to Controversial Brazilian Environment Minister». The Rio Times (em inglês). Consultado em 30 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de junho de 2020 
  82. ClimaInfo, Notas (27 de maio de 2020). «Os nomes dos "bois" de Ricardo Salles». ClimaInfo. Consultado em 30 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2020 
  83. Ethel Rudnitzki (1 de abril de 2021). «Defensores de tratamento precoce contra a covid-19 atacam perfil Sleeping Giants». Agência Pública. Consultado em 4 de abril de 2021. Cópia arquivada em 4 de abril de 2021 
  84. Couto, Marlen (26 de maio de 2021). «Em um ano, Sleeping Giants Brasil evitou mais de R$ 14 milhões em publicidade a sites de 'fake news', calculam fundadores». Sonar - A Escuta das Redes. O Globo. Consultado em 27 de maio de 2021 
  85. «Vídeo: Sleeping Giants Brasil mira apresentador bolsonarista». Metrópoles. 28 de junho de 2021. Consultado em 28 de junho de 2021 
  86. «Sikêra Júnior vira alvo de boicote nas redes sociais». Terra. Consultado em 28 de junho de 2021 
  87. «No dia do orgulho, Aliança LGBTQIA+ aciona justiça contra RedeTV! e Sikêra». Congresso em Foco. 28 de junho de 2021. Consultado em 28 de junho de 2021 
  88. Pires, Breiller (27 de maio de 2020). «Una campaña exhibe a 40 empresas que se anunciaban en webs de noticias falsas en Brasil». EL PAÍS (em espanhol). Consultado em 22 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2020 
  89. Correio do Brasil, Redação (23 de novembro de 2020). «Investigação chega a sócio oculto de bolsonarista, líder das fake news – Correio do Brasil». Consultado em 23 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2020 
  90. O Globo, Redação (22 de maio de 2020). «Site que perdeu anúncio do Banco do Brasil veiculou fake news nas eleições de 2018». O Globo. O Globo. Consultado em 16 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 22 de maio de 2020 
  91. Prazeres, Leandro (26 de maio de 2020). «MPF abre inquérito para investigar suspeita que governo direciona verba para sites ideológicos». O Globo. Consultado em 3 de junho de 2020. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  92. Prazeres, Leandro (27 de julho de 2020). «MP junto ao TCU pede investigação sobre publicidade na internet do BNDES e Banco do Nordeste». Sonar - A Escuta das Redes. O Globo. Consultado em 27 de julho de 2020. Cópia arquivada em 29 de julho de 2020 
  93. Netto, Paulo Roberto. «BB alega sigilo e se nega a divulgar informações sobre retomada de anúncio em site bolsonarista». Fausto Macedo. Consultado em 2 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2020 
  94. Bergamo, Mônica (16 de agosto de 2020). «PF abriu investigação contra Sleeping Giants, que denuncia fake news de apoiadores de Bolsonaro». FolhaPress. Folha de Londrina. Consultado em 21 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2020 
  95. Audi, Amanda; Martins, Rafael Moro (18 de agosto de 2020). «Com argumentação psicodélica, Polícia Federal investigou Sleeping Giants Brasil». The Intercept. Consultado em 20 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2020 
  96. Amado, Guilherme (20 de agosto de 2020). «Sleeping Giants diz ter recebido notícia sobre inquérito com espanto e não ter promovido censura». Época. Revista Época. Consultado em 5 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2020 
  97. Audi, Amanda; Martins, Rafael Moro; Demori, Leandro (22 de agosto de 2020). «Delegado que investigou Sleeping Giants é cunhado de editor de site bolsonarista». The Intercept (em inglês). Consultado em 21 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2020 
  98. Azevedo, Reinaldo (22 de agosto de 2020). «Reinaldo Azevedo - Alô, delegado-geral da PF! O caso Sleeping Giants ou "cunhado é parente!"». Coluna Reinaldo Azevedo. UOL Notícias. Consultado em 21 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2020 
  99. Saconi, João Paulo (21 de julho de 2020). «Ao contrário do Brasil, outros países não investigaram movimento Sleeping Giants». SONAR - A Escuta das Redes. O Globo. Consultado em 21 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2020 
  100. Rollsing, Carlos (27 de agosto de 2020). «Os detalhes da decisão judicial que determinou a identificação dos responsáveis pelo Sleeping Giants». Rádio Gaúcha. Zero Hora. Consultado em 9 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2020 
  101. TN Online, Redação (26 de agosto de 2020). «Justiça manda Twitter apresentar dados de perfis da plataforma Sleeping Giants». TN Online. TN. Consultado em 26 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2020 
  102. Pires, Breiller (25 de agosto de 2020). «Ações judiciais tentam revelar identidade de administrador do Sleeping Giants». El País Brasil. El País. Consultado em 3 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2020 
  103. CNDH, Conselho Nacional dos Direitos Humanos. «CNDH oficia Justiça sobre preservação da liberdade de expressão e integridade física do grupo ativista "Sleeping Giants Brasil"». CNDH no Facebook. CNDH. Consultado em 11 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 20 de novembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]