Solar Dynamics Observatory

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Solar Dinamics Observatory
O Solar Dynamics Observatory pronto para ser acoplado ao foguete para lançamento de Cabo Canaveral.
Descrição
Tipo Orbitador
Operador(es) Estados UnidosNASA
Identificação NSSDC 2010-005A
Website Página da Missão
Duração da missão Ainda em funcionamento
Propriedades
Massa 3.100 kg
Contratante(s) Goddard Space Fight Center
Data de lançamento 11 de Fevereiro de 2010
Veículo de lançamento Atlas V 401
Local de lançamento Estados UnidosCabo Canaveral, Flórida, Estados Unidos
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Imagem nunca vista antes da superfície solar, enviada pela SDO em abril de 2010

Solar Dynamics Observatory (SDO) é uma sonda não-tripulada da NASA que estuda processos do Sol que afetam diretamente a vida na Terra, e cujo lançamento ocorreu de Cabo Canaveral em 11 de fevereiro de 2010.[1]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A sonda é uma espaçonave construída com três eixos, com quatro telescópios embutidos em sua estrutura, dois painéis solares e duas antenas de longo alcance. Entre seus principais instrumentos estão o Extreme Ultraviolet Variability Experiment, que medirá a irradiação de ultravioleta do astro em alta definição, o Helioseismic and Magnetic Imager, que estudará a variação e as características do interior solar e os componentes da atividade magnética em sua superfície. Além disso, transporta o revolucionário Atmospheric Imaging Assembly, capaz de trasmitir imagens do disco solar inteiro, em faixas de ultravioleta e infra-vermelho não alcançadas antes por suas predecessoras.[2]

Após o lançamento, a sonda foi colocada pelo foguete Atlas numa órbita com o perigeu inicial de 2500 km, que será mudada aos poucos, com periódicos ajustes, que a estabilizarão na sua planejada órbita geossíncrona circular a 36 mil km de altitude. [3]

Imagens inéditas[editar | editar código-fonte]

Em 21 de abril de 2010, a NASA divulgou imagens inéditas da superfície do astro, enviadas pela sonda equipada com câmeras de alta definição e sistema ultravioleta de última geração. A missão da SDO durará cinco anos - com previsão de dez anos [4] - e os cientistas acreditam que ela mudará completamente o entendimento que se tem hoje da estrela.[5][6]

Referências