Solar da Marquesa de Santos

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Disambig grey.svg Nota: Se procura pela edificação homônima do Rio de Janeiro, veja Museu do Primeiro Reinado.
Solar da Marquesa de Santos
Solar da Marquesa de Santos 01.JPG
Cidade São Paulo, SP
Tombamento 1979
Órgão Condephaat

O Solar da Marquesa de Santos, situado na cidade de São Paulo, foi adquirido em 1834 por Domitília de Castro e Canto Melo, a Marquesa de Santos, que o transformou numa das residências mais aristocráticas de São Paulo.

O Solar foi adquirido pela quantia de onze contos e quatrocentos mil réis, da filha do Brigadeiro Joaquim José Pinto de Moraes Leme, já falecido naquela época. Além de "Solar da Marquesa" o edifício também é conhecido como "Palacete do Carmo".

Devido a suas características arquitetônicas, pode se supor que este edifício seja um representante remanescente da última metade do século XVIII e é considerado hoje como o último exemplar de arquitetura residencial urbana do século XVIII.

O Solar passou, entretanto, por diversas mudanças de uso e a várias reformas, recebendo acréscimos e modificações sucessivas. Em meados do século XIX, presume-se, passou a contar com a sua atual atual feição neoclássica e por volta das décadas de 30 e 40 do século passado teve seu anexo construído em etapas.

A partir de 1975, passou a abrigar as atividades da Secretaria Municipal de Cultura, foi interditado em 1984 por motivos de segurança e somente em 1991 o Solar foi submetido a um processo de restauração que possibilitou que o edifício voltasse a ser aberto ao público.

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