Solo de guitarra

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Um solo de guitarra é uma passagem melódica na guitarra interpretada numa música. É mais comum no âmbito do heavy metal e do rock instrumental, embora também apareça frequentemente no blues, jazz e vertentes do rock. O solo pode ser executado de várias formas, mas sempre obedecendo a tonalidade da música, e pode ser de curta ou longa duração.

Um guitarrista executando uma frase na guitarra.

Visão Geral[editar | editar código-fonte]

Pode-se dizer que um solo de guitarra é qualquer frase ou lick interpretado por uma guitarra, mas popularmente os solos são conhecidos como seções de uma música onde uma melodia é tocada acompanhada do baixo e da bateria, sem a presença do vocalista, em qualquer momento dela. Maioria das músicas de heavy metal possuem solos após um refrão, mas não é regra. No caso do folk, em maioria das vezes, o solo de guitarra não costuma ter acompanhamento de outros instrumentos, havendo apenas a guitarra elétrica ou o violão junto com a voz.

Uma tablatura mostrando um exemplo de solo na guitarra elétrica utilizando sweep picking. (clique para ampliar)

Para uma boa composição, é necessário considerável conhecimento de teoria musical, principalmente escalas (como pentatônica menor e maior, menor harmônica e melódica, etc), ritmo e modos gregos. Guitarristas virtuosos como John Petrucci e Kiko Loureiro se utilizam de muita técnica aliada ao feeling em suas composições, resultando em melodias velozes e impactantes. À respeito de técnica, pode-se citar Eddie Van Halen, que tornou o tapping extremamente conhecido no mundo do rock, revolucionando o jeito de se solar, e David Gilmour, conhecido pelo seu jeito único de executar bends e slides.

No rock progressivo e no metal progressivo, por exemplo, solos de guitarra de longa duração são comuns, precedidos ou sucedidos de solos de baixo e até de bateria, esbanjando técnica e criatividade em compassos diferenciados.

A complexidade da execução de um solo depende muito da intenção que o guitarrista quer passar com sua música. Muitos utilizam arpejos, tappings, bends de um até dois tons inteiros, entre outras técnicas mais avançadas, como nas melodias do Luca Turilli, ex-guitarrista do Rhapsody of Fire, mas há aqueles que simplesmente tocam uma frase sem muita técnica, mas com uma harmonia condizente com o andamento da música, como o solo Smells Like Teen Spirit, do Nirvana.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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