Sony Music Brasil

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Sony Music Brasil
Parentesco Sony Music Entertainment
Fundação 1961
Gênero(s) Variados
País de origem  Brasil
Localização Rio de Janeiro, RJ
Página oficial www.sonymusic.com.br

A Sony Music Brasil é a divisão brasileira da Sony Music Entertainment, gravadora de artistas do Brasil e internacionais. Está presente no país desde a década de 60, através de selos como a CBS, RCA e BMG Ariola.

A divisão brasileira da Sony lançou discos de artistas como Roberto Carlos e Raul Seixas. A Sony Music também lançou Skank, Lulu Santos, Jota Quest, Planet Hemp, Arlindo Cruz, KLB, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo e Luciano e Vanessa da Mata.[1][2]

História[editar | editar código-fonte]

Alexandre Schiavo foi por oito anos presidente da Sony Music Brasil. O executivo iniciou sua carreira na gravadora em 1992.[3] De acordo com a Forbes Brasil, a Sony Music Brasil é a gravadora líder de vendas no país.[4]

O cantor Roberto Carlos iniciou na gravadora na década de 60, e é o artista mais antigo da gravadora no Brasil. O cantor Raul Seixas iniciou na gravadora em 1980. Em 1994, o cantor Roberto Carlos ultrapassou os Beatles na América do Sul, com mais de 70 milhões de álbuns vendidos pela gravadora Sony Music.[5] A Sony Music também lançou Skank, Lulu Santos, Jota Quest, Planet Hemp, Arlindo Cruz, KLB, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo e Luciano, Vanessa da Mata, Lucas Lucco, Banda do Mar e Henrique & Diego.[6][1]

Desde 2007, a gravadora iniciou a venda de músicas para celulares, a organização de shows no Brasil e a divulgação de artistas em mídias digitais.[7]

Em 2009, após mais de 20 anos na Som Livre, a cantora infantil Xuxa assinou um contrato de três anos com a Sony Music, a parceria foi renovada por mais dois anos e a artista permaneceu no casting da gravadora até 2014. Em cinco anos a Sony lançou quatro álbuns da "Rainha dos Baixinhos" (Natal Mágico; Baixinhos, bichinhos e mais, XSPB 11 e É Pra Dançar), os dois últimos concorreram ao Grammy Latino na categoria de "Melhor Álbum Infantil". Em 2011 a Sony Music e a Xuxa Produções lançaram o álbum mais caro da história da gravadora, XSPB 11, com clipes em 3D e músicas em diversos idiomas.

Em 2010 a Sony Music Brasil lançou um departamento evangélico, dedicado à música cristã contemporânea brasileira. A gravadora contratou Maurício Soares, produtor que atuava há mais de 22 anos no mercado musical evangélico para atuar como diretor do selo. O primeiro grupo musical contratado pela gravadora foi a banda Resgate, que lançou, pela gravadora, o primeiro álbum do selo, Ainda não É o Último. Depois, a gravadora contratou vários cantores como Damares, Aline Barros, Gabriela Rocha, Priscilla Alcântara, Mariana Valadão, Leonardo Gonçalves, Lydia Moisés, Carlinhos Felix, André e Felipe, entre outros.

No ano de 2012, Padre Marcelo Rossi, que também faz parte da Sony Music Brasil, teve dois álbuns entre os cinco mais vendidos do Brasil. No ano seguinte, em 2013, os álbuns "Já Deu Tudo Certo", do Padre Marcelo Rossi, e "Remixed", de Roberto Carlos, foram os mais vendidos, de acordo com a Pró-Música Brasil (antiga ABPD).[8][9]

Fazem parte da Sony Music Brasil artistas como Capital Inicial, Alexandre Pires, Roberto Carlos, Adriana Calcanhotto, Arlindo Cruz, Belo, Daniel, entre outros.[10][8]

Artistas[editar | editar código-fonte]

Subsidiárias[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Paulo Passos (29 de agosto de 2012). «Copa de 2014 terá música-tema em português e prioridade para artistas de patrocinador da Fifa». UOL Copa. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  2. «Sony diz que vai processar Tiririca por parodiar Roberto Carlos: 'Afronta'». G1. 21 de agosto de 2014. Consultado em 7 de maio de 2016 
  3. Camila Toledo (2 de Agosto de 2011). «Música latina com pitadas de português». Meio e Mensagem. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  4. Beatrice Teizen (28 de dezembro de 2014). «Bom humor e disposição: estes são os segredos do jovem presidente da Sony». Forbes Brazil. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  5. «A Saga De Um Imperio». Estadão. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  6. Luis Paulo Montes e Paulo Passos (28 de junho de 2013). «Estádios ainda têm Waka-Waka e exclusividade de gravadora parceira da Fifa». UOL Copa. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  7. «Sony no ritmo digital». Isto é Dinheiro. 21 de maio de 2010. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  8. a b «CD do padre marcelo e o campeao de vendas de 2013». Valor Economico. 19 de março de 2014. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  9. Lauro Jardim. «Padre Marcelo Rossi». Veja. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  10. «Capital Inicial renova contrato com gravadora». JBFM. 17 de abril de 2014. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  11. «HUB Records se torna o selo oficial de música eletrônica da Sony no Brasil». Phouse. 20 de julho de 2017. Consultado em 9 de agosto de 2017 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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