Soraya Thronicke

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Soraya Vieira Thronicke
Senadora por Mato Grosso do Sul
Período 1 de fevereiro de 2019 até
a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 1 de junho de 1973 (46 anos)
Dourados, Mato Grosso do Sul
Alma mater Unaes
Partido PSL (2018-atualmente)
Profissão advogada
linkWP:PPO#Brasil

Soraya Vieira Thronicke (Dourados, 1 de junho de 1973) é uma advogada e política brasileira, filiada ao Partido Social Liberal (PSL).[1] Soraya elegeu-se no pleito de 2018 para o cargo de senadora pelo estado do Mato Grosso do Sul.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Descendente de alemães,[3] Soraya Thronicke nasceu na cidade de Dourados em 1 de junho de 1973 e foi criada em Campo Grande. A então senadora é proprietária, junto com sua família, de uma rede de motéis no Mato Grosso do Sul.[4] Entretanto, Soraya ficou conhecida por atuar em movimentos de rua desde 2013 e por ações que moveu contra políticos e empresas.[2]

A política graduou-se em Direito pela UNAES Faculdade de Campo Grande (2002) e em MBA em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2006). Soraya pós-graduou-se em Direito Tributário e em Direito de Família e Sucessões pela Faculdade de Direito Professor Damásio de Jesus, e atua nesta área na empresa Cabral Gomes e Thronicke Advogados Associados.[5]

Trajetória política e posicionamentos[editar | editar código-fonte]

Soraya Thronicke elegeu-se como senadora pelo Mato Grosso do Sul nas eleições de 2018, alcançando 16,19% dos votos válidos.[1] O posicionamento político em que a própria senadora se coloca é referido como uma base conservadora nos costumes e liberal na economia.[6]

Eleita com base na influência do presidente Jair Bolsonaro, Soraya apoiou uma das principais pautas do chefe do executivo, que é a defesa do porte de armas.[7] O apoio político da senadora também vai ao encontro de propostas que sustentam o endurecimento da legislação penal e o combate contra a corrupção e a violência no Brasil.[2]

Além disso, autodeclarada defensora do direito à propriedade privada,[2] no início de seu mandado, em fevereiro de 2019, Soraya foi eleita presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) até 2021. O posicionamento da senadora colocou-a em conflito com a ex-candidata à presidência da República, Sônia Guajajara, em audiência publica na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, com a temática de saúde indígena, quando a senadora discorreu sobre questões indígenas e direito a terras.[8][9]

Em entrevista para o jornal O Globo, em relação a pauta sobre mulheres, a senadora colocou que sua política terá "viés feminino e não feminista". Diante da alegação, Soraya se posicionou diante uma postura conservadora de defesa contra o aborto, contra a liberação das drogas e a favor da manutenção da família, defendendo também a entrada de mulheres homossexuais na política.[10] Apesar de seguir em uma base conservadora, a senadora se opõe à homofobia, reconhece a união homoafetiva e defende que os homossexuais tenham o direito de constituir a sua própria família, com os mesmos direitos e deveres dos demais cidadãos.[3] Além disso, junto à senadora, que é presidente do PSL Mulher, outras parlamentares como Soraya Manato e Alê Silva, posicionaram-se à favor da cota para mulheres na política, prefiguradas na Lei Eleitoral desde 2009. Na defesa, cita-se a necessidade de cumprimento da Lei pelos partidos políticos e o fim de candidaturas laranjas para o cumprimento da cota, desmascarando e derrotando processos de fraude nos trâmites eleitorais.[11]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]


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