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Squatina guggenheim

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaSquatina guggenheim

Estado de conservação
Espécie em perigo
Em perigo [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Superordem: Selachimorpha
Ordem: Squatiniformes
Buen, 1926
Família: Squatinidae
Bonaparte, 1838
Género: Squatina
Duméril, 1806
Espécie: Squatina guggenheim
Marini, 1936
Nome binomial
Squatina guggenheim
Distribuição geográfica
Distribuição de S. formosa
Distribuição de S. formosa
Sinónimos
Squatina punctata Marini, 1936

Squatina guggenheim é uma espécie de tubarão-anjo (família Squatinidae). Encontrado no Brasil, Uruguai e Argentina, habita ambientes marinhos, salobros e demersais, em profundidades de 4 a 360 m. Suas fontes típicas de alimento incluem peixes ósseos, crustáceos e moluscos.[2]

Morfologia

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Squatina guggenheim tem um formato semelhante ao de uma raia, e nos machos, uma superfície espinhosa está presente nas barbatanas peitorais.[2] Essa superfície espinhosa está ausente em fêmeas e filhotes. Acredita-se que essa estrutura espinhosa auxilie os machos a segurar as fêmeas durante o acasalamento. Machos e fêmeas medem entre 89 e 130 cm de comprimento. S. guggenheim possui de 18 a 22 dentes na mandíbula superior e inferior.

Ciclo de vida

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Squatina guggenheim, como alguns condríctios, é ovovivíparo. O ovário direito apresenta poucos ovócitos e é não funcional.[3] A gestação dura de 9 a 12 meses, e as ninhadas geralmente consistem de 3 a 9 filhotes. O nascimento ocorre em águas rasas.[4]

Distribuição

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A espécie Squatina guggenheim é encontrada no sudoeste do Oceâno Atlântico. É abundante ao longo das costas da Argentina, Uruguai e Brasil. Essa área é uma zona subtropical, situada entre as latitudes 20°S e 45°S e as longitudes 68°O e 40°O.[2] Normalmente, S. guggenheim é encontrada em áreas arenosas ou lamacentas do fundo oceânico.[4]

Conservação

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Squatina guggenheim é considerada uma espécie "Ameaçada" pela Lista Vermelha da IUCN devido à sobrepesca, sendo mais suscetível por ser uma espécie que vive no fundo do mar. Além disso, é possível que as fêmeas abandonem seus filhotes mais cedo devido ao estresse induzido pela pesca. Atualmente, o Brasil não adotou medidas para restaurar a população dessa espécie.[4]

Referências

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  1. Rigby, C.L.; Chen, X.; Ebert, D.A.; Herman, K.; Ho, H.; Hsu, H.; Zhang, J. (2020). «Squatina formosa». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2020: e.T161456A134193368. doi:10.2305/IUCN.UK.2020-3.RLTS.T161456A134193368.enAcessível livremente. Consultado em 19 de novembro de 2021 
  2. a b c «Squatina guggenheim, Angular angel shark». www.fishbase.de. Consultado em 27 de abril de 2025 
  3. «Squatina guggenheim». shark-references.com. Consultado em 27 de abril de 2025 
  4. a b c «Squatina guggenheim (Angular angel shark)». sharks, rays and chimaeras. Consultado em 27 de abril de 2025