Steve Winwood
| Steve Winwood | |
|---|---|
Steve Winwood ao vivo em 2009 | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | Stephen Lawrence Winwood |
| Nascimento | 12 de maio de 1948 (78 anos) |
| Origem | Birmingham, Inglaterra |
| País | Reino Unido |
| Géneros | rhythm and blues, rock, soul, psychedelic rock, blues-rock, jazz |
| Instrumentos | vocal, guitarra, teclados, baixo, bateria, bandolim |
| Período em atividade | 1963 - atualmente |
| Gravadoras | Island, United Artists, Polydor, Virgin, Columbia |
| Afiliações | Spencer Davis Group Traffic Blind Faith |
Stephen Lawrence Winwood (Birmingham, 12 de maio de 1948) é um compositor, cantor e multi-instrumentista inglês.[1][2] Reconhecido pela sua voz de tenor e pela versatilidade instrumental, com especial destaque para os teclados, a guitarra e os vocais, a sua obra abrange géneros como o blue-eyed soul, rhythm and blues, rock, pop rock e jazz rock.[1]
Alcançou notoriedade internacional nas décadas de 1960 e 1970 como membro do Spencer Davis Group, dos Traffic e do supergrupo Blind Faith, ao lado de Eric Clapton, Ginger Baker e Ric Grech.[1][3] No final da década de 1970 iniciou uma carreira a solo que atingiu o auge comercial durante a década de 1980 com álbuns como Arc of a Diver (1980) e Back in the High Life (1986), este último impulsionado pelo êxito internacional "Higher Love".[1][4][5]
Ao longo da sua carreira, alcançou grande sucesso comercial, com vários álbuns certificados Gold e Platinum pela Recording Industry Association of America (RIAA), e recebeu dois Grammy Awards, além de onze nomeações para esses prémios.[6][7]
Biografia
[editar | editar código]Infância e formação
[editar | editar código]Stephen Lawrence Winwood nasceu em Birmingham, Inglaterra, a 12 de maio de 1948.[1] Cresceu no subúrbio de Great Barr, uma área na zona norte de Birmingham no seio de uma família com forte tradição musical e frequentou a Great Barr Comprehensive School, uma das primeiras escolas secundárias abrangentes da região, enquanto começava a atuar na cena local de rhythm and blues. [8]
O pai, Lawrence Winwood, era fundidor de profissão, mas tocava vários instrumentos, entre os quais clarinete e saxofone, enquanto a mãe tinha formação em piano. Este ambiente familiar despertou desde cedo o seu interesse pela música, tendo começado a estudar piano aos quatro anos de idade.[5]
Durante a infância, Winwood integrou o coro da igreja de St. John, em Perry Barr, onde desenvolveu as suas capacidades vocais. Paralelamente, começou a aprender guitarra e órgão Hammond B-3, instrumento que viria a tornar-se uma das marcas distintivas da sua carreira. A sua formação musical foi fortemente influenciada pelo swing, pelo jazz e pelo rhythm and blues norte-americano, géneros que conheceu através da coleção de discos da família e das emissões radiofónicas da época.[5]
Ainda na adolescência, frequentou a Great Barr Comprehensive School e, posteriormente, a Birmingham and Midland Institute School of Music, onde iniciou estudos de piano clássico. Contudo, o crescente envolvimento na cena britânica do rhythm and blues levou-o a abandonar a formação académica antes de concluir os estudos.[9] Aos 14 anos passou a integrar a banda de jazz do irmão mais velho, Muff Winwood, iniciando a sua atividade profissional no circuito de clubes da região de Birmingham.[5]
The Spencer Davis Group
[editar | editar código]Em 1963, o guitarrista Spencer Davis descobriu o talento dos irmãos Steve e Muff Winwood enquanto estes atuavam num pub de Birmingham como membros da The Muff Woody Jazz Band.[1] Impressionado com a atuação, Davis convidou-os a integrar um novo projeto musical, que viria a tornar-se os Spencer Davis Group.
Na altura da sua entrada formal na banda, Steve Winwood tinha apenas 14 anos de idade.[5] Apesar da sua extrema juventude, o músico causou um impacto imediato e profundo no circuito musical britânico devido à maturidade invulgar do seu talento. Winwood rapidamente se destacou no panorama britânico do rhythm and blues pela sua voz poderosa, profunda e carregada de sentimento, muito semelhante à dos grandes intérpretes afro-americanos de rhythm and blues, levando a que fosse frequentemente associado ao estilo conhecido como blue-eyed soul. Além da capacidade vocal, o seu domínio técnico dos teclados, especialmente do órgão Hammond B-3, levou-o a assumir rapidamente um papel central na identidade musical do grupo.[10]
A maturidade da sua voz impressionou diversos músicos da época, sendo frequentemente comparada à de grandes intérpretes norte-americanos de rhythm and blues.[5]

Entre o final de 1965 e o início de 1967, os Spencer Davis Group viveram o período de maior sucesso comercial da sua carreira, alcançando sucessivos êxitos nas tabelas britânicas e internacionais.[10][5]
Keep On Running (1965) Escrita pelo músico jamaicano de reggae Jackie Edwards, a versão da banda alcançou o topo da tabela de singles do Reino Unido em janeiro de 1966. O tema ficou historicamente célebre por destronar o duplo lado A dos The Beatles ("Day Tripper" / "We Can Work It Out") do primeiro lugar.[11] [12] Segundo Spencer Davis, os Beatles enviaram um telegrama de felicitações após Keep On Running alcançar o primeiro lugar da tabela britânica.[12] O êxito financeiro proporcionado pelo single permitiu a Steve Winwood, então com apenas 17 anos, adquirir o seu primeiro órgão Hammond.[5]
Somebody Help Me (1966). Também da autoria de Jackie Edwards, a canção repetiu o feito do single anterior e conquistou novamente o n.º 1 no Reino Unido, consolidando o grupo como uma das principais bandas britânicas de rhythm and blues da época.
Gimme Some Lovin (1966) Pressionados pelo empresário e fundador da Island Records, Chris Blackwell, para comporem um tema original destinado ao mercado norte-americano, os membros da banda compuseram a canção em apenas trinta minutos durante um ensaio no Marquee Club, em Londres. Impulsionada pelo marcante riff de órgão Hammond B-3 de Winwood, a faixa alcançou o n.º 2 no Reino Unido e o n.º 7 nos Estados Unidos. Décadas depois, a revista Rolling Stone incluiu a canção na lista das 500 Melhores Canções de Todos os Tempos.
I'm a Man (1967), coescrita por Steve Winwood e Jimmy Miller, combinava elementos de rhythm and blues, blues rock e influências afro-cubanas, evidenciando a maturidade vocal e instrumental de Winwood.[10] O single atingiu os dez primeiros lugares das tabelas de ambos os lados do Atlântico no início de 1967. A canção foi posteriormente reinterpretada pelos Chicago numa longa versão incluída no álbum de estreia Chicago Transit Authority (1969).[13]
O sucesso alcançado pelos Spencer Davis Group durante este período transformou Steve Winwood, ainda adolescente, numa das figuras mais promissoras da música britânica da década de 1960, preparando o caminho para a criação dos Traffic.[5]
Traffic (1967–1974)
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Após deixar os Spencer Davis Group, Steve Winwood fundou os Traffic em 1967 com Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason, procurando desenvolver um projeto assente na experimentação musical e afastado das convenções do pop britânico da época. O grupo nasceu durante um período de residência e composição numa casa rural em Berkshire, onde os quatro músicos desenvolveram uma linguagem musical própria, assente na integração de influências provenientes do folk, do rock psicadélico, do jazz e do rhythm and blues.[14][1][5]
A identidade sonora dos Traffic resultou da complementaridade dos seus membros. Steve Winwood destacou-se como vocalista, teclista, guitarrista e principal força criativa da banda; Dave Mason trouxe uma abordagem mais melódica e influenciada pelo folk, Jim Capaldi desempenhou um papel central como baterista, percussionista e letrista; e Chris Wood acrescentou flauta, saxofone e outros instrumentos de sopro, elementos pouco habituais no rock da época. A utilização contínua de instrumentos de percussão, reforçada em diferentes fases por músicos convidados, tornou-se igualmente uma das características mais distintivas da sonoridade dos Traffic.[14][1][5]
Ao longo da sua existência, os Traffic conheceram diversas alterações de formação, marcadas sobretudo pelas sucessivas saídas e regressos de Dave Mason. Após a dissolução temporária da banda em 1969, motivada pela criação dos Blind Faith, Steve Winwood reuniu novamente os Traffic em 1970 com Jim Capaldi e Chris Wood, iniciando uma segunda fase artística que consolidou a reputação do grupo como uma das formações mais originais da música britânica desse período. A experiência nos Traffic desempenhou um papel decisivo na afirmação de Winwood como compositor, multi-instrumentista e líder artístico, estabelecendo muitas das características musicais que continuariam a marcar a sua carreira a solo.[1][5][14]
Blind Faith (1969)
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Em 1969, Steve Winwood formou os Blind Faith com Eric Clapton, Ginger Baker e Ric Grech, dando origem a um dos primeiros supergrupos da história do rock. O projeto reuniu músicos já consagrados de bandas como Cream e Family, procurando explorar uma abordagem musical que integrava blues, rock, soul e improvisação.[1][5][15]
O único álbum da banda, Blind Faith (1969), alcançou grande sucesso comercial e incluiu temas como Had to Cry Today, Can't Find My Way Home e Presence of the Lord. A capa do álbum gerou controvérsia aquando do seu lançamento, contribuindo igualmente para a notoriedade do projeto.[15][5]
Apesar da forte expectativa criada em torno da banda, os Blind Faith tiveram uma existência breve. Após uma curta digressão em 1969, divergências artísticas entre os seus membros conduziram à dissolução do grupo. Steve Winwood regressou então aos Traffic, iniciando uma nova fase da carreira da banda.[15][1][5]
Regresso aos Traffic (1970–1974)
[editar | editar código]Após a dissolução dos Blind Faith, Steve Winwood iniciou a preparação de um álbum a solo, trabalhando inicialmente sozinho em estúdio. A participação progressiva de Jim Capaldi e Chris Wood levou, contudo, à reativação dos Traffic, e o projeto acabou por ser lançado como John Barleycorn Must Die (1970). O álbum marcou o início de uma segunda fase da banda, caracterizada por uma abordagem mais aberta ao jazz, ao folk tradicional e à improvisação instrumental.[1][5][14]
A nova fase dos Traffic consolidou uma linguagem musical mais madura e sofisticada, caracterizada pela integração de elementos do jazz, do folk tradicional e da improvisação. Álbuns como The Low Spark of High Heeled Boys (1971), Shoot Out at the Fantasy Factory (1973) e When the Eagle Flies (1974) reforçaram a reputação da banda junto da crítica e do público, antes da sua dissolução definitiva em 1974.[14][1][5]
A segunda fase dos Traffic confirmou Steve Winwood como um dos músicos mais versáteis da sua geração, consolidando a sua reputação como compositor, vocalista, teclista e multi-instrumentista. A experiência acumulada ao longo deste período constituiu a base artística da carreira a solo que iniciaria pouco tempo depois.[1][5]
Carreira a solo
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Após a dissolução dos Traffic em 1974, Steve Winwood iniciou uma carreira a solo marcada por uma maior autonomia artística. O álbum Steve Winwood (1977) assinalou o início desta nova fase, evidenciando uma síntese das influências de soul, rock, jazz e rhythm and blues que caracterizariam a sua obra posterior.[1][5]
O álbum Arc of a Diver (1980) marcou a afirmação definitiva da carreira a solo de Steve Winwood. Gravado praticamente na íntegra pelo próprio músico, que interpretou a maioria dos instrumentos, o disco evidenciou a sua versatilidade como compositor, vocalista, multi-instrumentista e produtor. O êxito de While You See a Chance proporcionou-lhe um amplo reconhecimento internacional e consolidou uma identidade artística autónoma, distinta dos projetos coletivos que haviam marcado a primeira fase da sua carreira.[16][1][5]
O reconhecimento internacional consolidou-se com Back in the High Life (1986), álbum que alcançou grande sucesso comercial e valeu a Steve Winwood vários prémios, incluindo o Grammy de Record of the Year por Higher Love. Nos anos seguintes, continuou a desenvolver uma carreira marcada pela combinação de rock, soul, blues e jazz, preservando uma identidade musical própria e mantendo uma atividade regular como compositor, intérprete e produtor.[17][1][5]
Legado
[editar | editar código]Ao longo da sua carreira, Steve Winwood desenvolveu atividade como vocalista, teclista, guitarrista, compositor e produtor. O seu trabalho abrange diferentes géneros musicais, incluindo rock, soul, blues, jazz e rhythm and blues, características presentes tanto nas formações que integrou como na sua carreira a solo.[1][5]
Ao longo da sua carreira, participou em alguns dos projetos mais marcantes da música britânica das décadas de 1960 e 1970, incluindo os Spencer Davis Group, os Traffic e os Blind Faith, antes de desenvolver uma carreira a solo amplamente reconhecida. A sua influência é frequentemente identificada na forma como conciliou virtuosismo instrumental, sensibilidade melódica e uma abordagem musical aberta a diferentes géneros e tradições.[1][5]
O reconhecimento da sua obra prolonga-se através da contínua valorização do seu repertório, da influência exercida sobre músicos de diferentes gerações e da sua integração em diversas formações incluídas no Rock and Roll Hall of Fame. A consistência do seu percurso artístico e a permanente procura de novas linguagens musicais consolidaram Steve Winwood como uma das personalidades mais influentes da música britânica da segunda metade do século XX.[1][5]
Discografia
[editar | editar código]Solo
[editar | editar código]- Steve Winwood (1977)
- Arc of a Diver (1980)
- Talking Back to the Night (1982)
- Back in the High Life (1986)
- Roll with It (1988)
- Refugees of the Heart (1990)
- Junction Seven (1997)
- About Time (2003)
- Nine Lives (2008)
- Live from Madison Square Garden with Eric Clapton (2009)
- Greatest Hits Live (2017)
Spencer Davis Group
[editar | editar código]- Their First LP (1965)
- The Second Album (1966)
- Autumn '66 (1966)
Traffic
[editar | editar código]Álbuns de estúdio
[editar | editar código]- Mr. Fantasy (1967)
- Traffic (1968)
- Last Exit (1969)
- John Barleycorn Must Die (1970)
- The Low Spark of High Heeled Boys (1971)
- Shoot Out at the Fantasy Factory (1973)
- When the Eagle Flies (1974)
- Far From Home (1994)
Álbuns ao vivo
[editar | editar código]- Welcome to the Canteen (1971)
- On the Road (1973)
- Last Great Traffic Jam (2005)
Compilações
[editar | editar código]- Best of Traffic (1969)
- Pop Giants - Volume 5 (Traffic) coletânea lançada somente no Brasil (1974)
- Heavy Traffic (1975)
- More Heavy Traffic (1975)
- Smiling Phases (1991)
- Heaven Is in Your Mind (1998)
- Traffic Gold (2005)
Blind Faith
[editar | editar código]- Blind Faith (1969)
Ginger Baker's Air Force
[editar | editar código]- Ginger Baker's Air Force (1970)
Third World
[editar | editar código]- Aiye-Keta (1973)
Go
[editar | editar código]- Go (1976)
- Go Live from Paris (1976)
Participações em gravações
[editar | editar código]- Chris Knipp – Blast (1966)
- The Jimi Hendrix Experience – Electric Ladyland (1968)
- B. B. King – B. B. King in London (1971)
- McDonald and Giles – McDonald and Giles (1971)
- Jimi Hendrix – The Cry of Love (1971)
- Howlin' Wolf – The London Howlin' Wolf Sessions (1971)
- Shawn Phillips – Faces (1972)
- London Symphony Orchestra – Tommy – As Performed by the London Symphony Orchestra & Chamber Choir (1972)
- Jim Capaldi – Oh How We Danced (1972)
- Lou Reed – Berlin (1973)
- John Martyn – Inside Out (1973)
- Jim Capaldi – Whale Meat Again (1974)
- Robert Palmer – Sneakin' Sally Through the Alley (1974)
- Jim Capaldi – Short Cut Draw Blood (1975)
- Jade Warrior – Waves (1975)
- Toots & the Maytals – Reggae Got Soul (1976)
- Sandy Denny – Rendezvous (1977)
- John Martyn – One World (1977)
- Pierre Moerlen's Gong – Downwind (1978)
- Vivian Stanshall – Sir Henry at Rawlinson End (1978)
- Jim Capaldi – Daughter of the Night (1978)
- George Harrison – George Harrison (1979)
- Marianne Faithfull – Broken English (1979)
- Jim Capaldi – The Sweet Smell of... Success (1980)
- Jim Capaldi – Let the Thunder Cry (1981)
- Marianne Faithfull – Dangerous Acquaintances (1981)
- Jim Capaldi – Fierce Heart (1983)
- David Gilmour – About Face (1984)
- Christine McVie – Christine McVie (1984)
- Billy Joel – The Bridge (1986)
- Talk Talk – The Colour of Spring (1986)
- Dave Mason – Two Hearts (1987)
- Jim Capaldi – Some Come Running (1988)
- Jimmy Buffett – "My Barracuda" (1988)
- Phil Collins – ...But Seriously (1989)
- Soulsister – Heat (1990)
- Davy Spillane – A Place Among The Stones (1994)
- Paul Weller – Stanley Road (1995)
- Kathy Troccoli – Corner of Eden (1998)
- Eric Clapton – Back Home (2005)
- Eric Clapton – Clapton (2010)
- Miranda Lambert – Four the Record (2011)
- Eric Clapton – Old Sock (2013)
- Gov't Mule – Shout! (2013)
Referências
[editar | editar código]- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Steve Huey. «Steve Winwood Biography». AllMusic. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 5 de julho de 2026
- ↑ «Steve Winwood». Encyclopaedia Britannica. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 23 de julho de 2026
- ↑ «Traffic». Rock & Roll Hall of Fame. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2026
- ↑ «Gold & Platinum – Steve Winwood». Recording Industry Association of America. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 26 de março de 2016
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 Rob Hughes. «Teen Prodigy to Traffic and Beyond: The Rollercoaster Career of Steve Winwood». Louder. Classic Rock. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 27 de julho de 2026
- ↑ «Gold & Platinum – Steve Winwood». Recording Industry Association of America. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 26 de março de 2016
- ↑ «Steve Winwood». The Recording Academy. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 31 de julho de 2026
- ↑ Jon Neale (2 de novembro de 2024). «Steve Winwood — Birmingham's overlooked bard». The Birmingham Dispatch. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
- ↑ Anthony DeCurtis (1 de dezembro de 1988). «Steve Winwood: From Mr. Fantasy to Mr. Entertainment». Rolling Stone. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2025
- 1 2 3 Bill Dahl. «The Spencer Davis Group Biography». AllMusic. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 5 de julho de 2026
- ↑ Adam Sweeting (21 de outubro de 2020). «Spencer Davis obituary». The Guardian. Consultado em 31 de julho de 2026
- 1 2 Quinn Moreland (20 de outubro de 2020). «Spencer Davis, Leader of Spencer Davis Group, Dead at 81». Pitchfork. Consultado em 31 de julho de 2026. Cópia arquivada em 19 de abril de 2024
- ↑ Lindsay Planer. «Chicago Transit Authority». AllMusic. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de junho de 2026
- 1 2 3 4 5 William Ruhlmann. «Traffic – Biography». AllMusic. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 4 de julho de 2026
- 1 2 3 Mark Deming. «Blind Faith – Biography». AllMusic. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de agosto de 2026
- ↑ William Ruhlmann. «Arc of a Diver». AllMusic. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 9 de abril de 2026
- ↑ Rovi Staff. «Back in the High Life». AllMusic. Consultado em 2 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 5 de julho de 2026