Sua Alteza Sereníssima

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2014). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde dezembro de 2014). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo.

Sua Alteza Sereníssima (abreviado como S.A.S) é um tratamento associado à alta nobreza ocidental.

Utilização[editar | editar código-fonte]

Uso atual[editar | editar código-fonte]

O tratamento é tradicionalmente usado e associado a membros de famílias nobres, mais respectivamente dos principados de Mônaco e Liechtenstein, a casa de Grimaldi e a casa de Liechtenstein, respectivamente. Não sendo exclusividade desta casta da nobreza, a principesca[1].

Uso no passado[editar | editar código-fonte]

Também foi usado por membros de famílias nobres alemãs (até 1917), quando a Revolução alemã varreu a monarquia da Alemanha [nota 1]; e por membros cadetes das dinastias da França, Itália e Rússia (durante as monarquias destes três países).

Uso casual em situações especiais[editar | editar código-fonte]

Sendo o tratamento não exclusivo da posição principesca de nobres, o tratamento também foi utilizado em diversas ocasiões. O rei Jorge I da Grã-Bretanha era tratado como Alteza Sereníssima, na condição de arquitesoureiro e Príncipe-eleitor do Sacro Império Romano-Germânico, mas se renomeou mesmo como aristocrata quando se tornou de fato Sua Majestade Britânica[2]. No Reino da Hungria (1920-1946), o almirante reformado Miklós Horthy, durante seu governo regencial, usou também o tratamento de Alteza Sereníssima,[3]. Seu tratamento completo foi: Sua Alteza Sereníssima, O Regente do Reino da Hungria. O chanceler da Alemanha Otto von Bismarck também ostentou o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima", concedido a ele pelo imperador Guilherme I da Alemanha, quando este era rei da Prússia.[4] O rei Luís Filipe I da França, na condição de duque de Orléans e antes mesmo como duque de Chantres, ou seja, antes de acender ao trono real como rei dos Franceses, ostentou também o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima", antes de ser estilizado "Sua Alteza Real" pelo seu primo, o rei Carlos X.

Uso em repúblicas[editar | editar código-fonte]

Repúblicas podem ter aristocracias, este tratamento por várias lógicas também foi usado nas seguintes repúblicas. De 1853 a 1855, o presidente vitalício do México, Antonio López de Santa Anna também usou o tratamento oficial de "Sua Alteza Sereníssima".[5] Na França, todos os presidentes na qualidade chefes de estado, são também por validade de antigos tratados internacionais assinados no século XVI, estilizados "Alteza Sereníssima", que garantiu a divisão do co-tratamento com um clérigo católico.[6]

Notas

  1. Todos os antigos príncipes alemães até a unificação de 1871 eram e permaneceram Altezas Sereníssimas. [carece de fontes?]

Referências

  1. «Palais Princier de Monaco» (em francês). palais.mc. Consultado em 2 de maio de 2014. 
  2. «George I». Archontology.org. Consultado em 13 de agosto de 2013. 
  3. «Miklos_Horthy» (em inglês). docstoc.com. Consultado em 29 de agosto de 2014. 
  4. Coleção Nova História Crítica - Sétima Série Mário Schmidt.
  5. Muñoz, Rafael F. Santa Anna. El dictador resplandeciente. FCE/SEP, 1984..
  6. «Andorra». Consultado em 11 de janeiro de 2015.  Texto "publicadoinfoescola.com" ignorado (Ajuda)
Wiki letter w.svg Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.