Lista de bairros de Belém (Pará)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Sucurijuquara)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

O município de Belém, capital do Estado do Pará e metrópole da Amazônia é dividido oficialmente em 71 bairros e 8 distritos administrativos (com dados populacionais do Censo de 2010):[1][2][3][4][5]

Distrito Administrativo de Belém (Centro)[editar | editar código-fonte]

População: 192.515 moradores

  • Batista Campos (19 136 moradores): homenagem ao padre Batista Campos, um dos inspiradores da Cabanagem;[3]
  • Campina (Comércio) (6 156 moradores): onde localiza-se o comércio mais representativo da cidade. A rua principal teve a denominação de Mercadores;[3]
  • Cidade Velha (12 128 moradores): parte inicial e antiga de Belém, onde os portugueses desembarcaram iniciando a cidade com a construção de um forte de madeira e uma capela;[3]
  • Fátima (Matinha) (12 385 moradores): região com presença de matinha, forte característica do bairro;[3]
  • Nazaré (20 504 moradores): em referência a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, edificada no local;[3]
  • Reduto (6 336 moradores): em referência a um Reduto (pequena praça de guerra), que existia no local;[3]
  • São Brás (19 936 moradores): em homenagem ao padroeiro das doenças da garganta santo Brás de Sebaste;[3]
  • Umarizal (30 090 moradores): região com presença de umari, forte característica do bairro;[3]
  • Marco (65 844 moradores): implantação do Marco da posse da primeira légua de expansão da cidade.[3]

Distrito Administrativo do Entroncamento[editar | editar código-fonte]

  • Curió-Utinga (16 642 moradores): devido à proximidade do manancial que abastece a cidade;[3]
  • Águas Lindas (17 520 moradores): região com presença de cacimba com águas claras;[3]
  • Aurá (atualmente, bairro Anita Gerosa) (1.827 moradores): devido à proximidade do rio Aurá;[3]
  • Castanheira (24 424 moradores): devido a presença de uma castanheira centenária que delimitava o início da cidade, no Km 0 da BR-316;[3]
  • Guanabara (1.919 moradores): homenagem a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro;[3]
  • Mangueirão (36 224 moradores): em referência ao apelido do estádio de futebol Edgar Proença, edificado no local;[3]
  • Marambaia (66 708 moradores): lote de terras que pertenceram ao sr. João Baltazar, aforadas a diversas pessoas;[3]
  • Souza 13 190 moradores): homenagem ao povoado de Sousa, fundado depois da Corte de Madri;[3].
  • Val-de-Cans (7 032 moradores): região militar onde se treinava cães, conhecida como Vale dos Cães.[3]

Distrito Administrativo do Guamá[editar | editar código-fonte]

População: 310.910 moradores

  • Canudos (13.804 moradores): homenagem à participação da força policial paraense na campanha de Canudos;[3]
  • Condor (42.758 moradores): em referência a companhia de navegação aérea alemã à margem do rio Guamá, edificada no local;[3]
  • Cremação (31.264 moradores): em referência ao Forno Crematório de Belém, edificado no local;[3]
  • Guamá (94.610 moradores): em referência ao rio Guamá, situado à margem do bairro da zona sul;[3]
  • Jurunas (64.478 moradores): em referência a tribo Jurunas existente na região. As travessas têm as denominações de outras tribos;[3]
  • Montese (Terra Firme) (61.439 moradores): a denominação reflete a característica do bairro;[3]
  • Universitário (2.557 moradores): devido ser composto de áreas institucionais universitárias.[3]

Distrito Administrativo de Icoaraci[editar | editar código-fonte]

  • Águas Negras (6 555 moradores): devido cor da água do igarapé que delimita do bairro;[3]
  • Agulha (19 712 moradores): devido a presença do aparelho agulha da estrada de ferro.[3]
  • Campina de Icoaraci (26 722 moradores): devido suas pastagens. Era região de matadouro;[3]
  • Cruzeiro (11 369 moradores): em referência ao cruzeiro localizado na ponta de terra entre o rio Maguari e a baia do Guajará;[3]
  • Maracacueira (9 819 moradores): ocupação próxima da antiga fazenda Maracacuera, Deu nome também a estrada de acesso;[3]
  • Paracuri (9 934 moradores):[6] devido o rio Paracuri que delimita o bairro e, também referência a tribo indígena existente na região que desenvolvia a cerâmica marajoara;[3]
  • Parque Guarajá (34 778 moradores): devido o Parque Ecológico Guajará, existente no bairro da zona norte;[3]
  • Ponta Grossa (13 245 moradores):[7] em referência ao alargamento dos trilhos do trem no trajeto Belém-Icoaraci.[3]

Distrito Administrativo de Mosqueiro[editar | editar código-fonte]

População: 31.394 moradores

  • Aeroporto (1 170 moradores): área do antigo aeroporto.[3] inserido no bairro do Chapéu Virado, e faz limite com os bairros: Chapéu Virado ao norte e Mangueiras ao sul;
  • Ariramba (1 942 moradores): área de presença da ave de bico longo Ariramba, que mora na beira dos rios;[3]
  • Baía do Sol (2 414 moradores)
  • Bonfim (776 moradores): ocupação da antiga Granja do Bonfim;[3]
  • Carananduba (5 445 moradores)
  • Caruará (794 moradores): cultura indígena significa: duendes que adormecem os frequentadores de sua praia;[3]
  • Chapéu Virado (1 159 moradores)
  • Farol (851 moradores)
  • Mangueiras (2 851 moradores): devido ser limitada pela Av. 16 de Novembro, conhecida por Rua das Mangueiras;[3]
  • Maracajá (3 345 moradores): espécie de gato-do-mato, adotado como símbolo da comunidade;[3]
  • Marahú (132 moradores)
  • Murubira (1 519 moradores):[8] em referência à tribo Moribiras existente na região e também ao rio Moribiras.[3]
  • Natal do Murubira (1.098 moradores): devido a rua Natal do Murubira. Área limitada pelo loteamento Jardim Natal e pelo rio Murubira;[3]
  • Paraíso (315 moradores)
  • Porto Arthur (283 moradores)
  • Praia Grande (748 moradores)
  • São Francisco (2 438 moradores)
  • Sucurijuquara (1 074 moradores): área limitada por igarapé Sucurijuquara, do tupi-guajajara morada de Sucuriju;[3]
  • Vila (3 040 moradores)

Distrito Administrativo do Outeiro[editar | editar código-fonte]

População: 28 645 moradores

  • Água Boa (8 553 moradores): área do igarapé e da praia Água Boa;[3]
  • Brasília (6 019 moradores): ocupação do antigo Sítio Redentor;[3]
  • Itaiteua[8][9] (1 939 moradores): do tupi é região de pedras ou metais grande.[3][1] O bairro abriga o local de educação profissional Casa Escola de Pesca;
  • São João do Outeiro (12 134 moradores): região com muitas falésias na orla. Eram lotes de terras pertencentes à São João de Outeiro.[2] Um bairro central da ilha de Caratateua, em Belém. Empresta seu nome para a ilha, informalmente chamada de Outeiro.

Distrito Administrativo do Parque Verde (Nova Belém)[editar | editar código-fonte]

População: 282.187 moradores

  • Benguí[nota 1] (29 379 moradores): em referência a uma parada de trem no trajeto Belém-Icoaraci, e também prenome de dois imigrantes;[2]
  • Cabanagem (27 781 moradores): ocupação em homenagem ao movimento revolucionário dos cabanos;[2]
  • Coqueiro (51 776 moradores): região com presença de plantação de conqueiros, forte característica do bairro;[2]
  • Parque Verde (39 126 moradores): em referência a ocupação ordenada da área;[2]
  • Pratinha (22 589 moradores): região atravessada pela estrada do Pratinha;[2]
  • São Clemente (7 714 moradores): homenageia a antiga comunidade na área (com igreja, cemitério e, estrada);[2]
  • Tapanã (66 669 moradores)[3]: devido a estrada do Tapanã que delimita o bairro;[2]
  • Tenoné (30 429 moradores): em referência a uma parada de trem no trajeto Belém-Icoaraci;[2]
  • Una (6 724 moradores): área parte da Bacia do Una, limitada pela estrada do Una.[2]

Distrito Administrativo da Sacramenta[editar | editar código-fonte]

População: 220.543 moradores

  • Barreiro (26 003 moradores): devido a grande quantidade de barro era extraído da área;
  • Maracangalha (30 534 moradores): devido a antiga estrada da Maracangalha que passava na área, atual avenida Júlio César.[2] Em referência a música de Dorival Caymmi, criada para homenagear a comunidade de Maracangalha na Bahia;[carece de fontes?]
  • Miramar (515 moradores): devido o porto de descarga de Petróleo da Usina de Miramar, edificado no local;[2]
  • Pedreira (Pedreira do Guamá) (69.608 moradores): região com presença de muitas pedras;[2]
  • Sacramenta (44 413 moradores): devido a rampa da Sacramenta, edificada no local;[2]
  • Telégrafo (São João do Bruno) (42 953 moradores): em referência ao telégrafo sem fio, ali instalado.[2]

Notas

Referências

  1. a b Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "oliberal" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. a b c d e f g h i j k l m n o Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome :1
  3. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome :0

Ligações externas[editar | editar código-fonte]