Superliga Brasileira de Voleibol Feminino

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Superliga
Voleibol Volleyball (indoor) pictogram.svg
País  Brasil
Confederação CSV
Organizador CBV
Informações gerais
Número de equipes variável
Torneios internacionais Sul-Americano de Clubes
Temporadas
Primeira temporada 1976
Temporada atual A 2016/2017
B 2017
Primeiro campeão Rio de Janeiro Fluminense FC
Atual campeão Rio de Janeiro Rio de Janeiro VC
Maior campeão Rio de Janeiro Rio de Janeiro VC (12 títulos)
Página oficial da competição

Campeonato Brasileiro de Voleibol Feminino é o principal torneio entre clubes de voleibol feminino do Brasil. Desde a temporada 1994/1995 é disputado com o nome-fantasia de Superliga.

O torneio é organizado anualmente pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e dá acesso ao seu campeão ao Campeonato Sul-Americano de Clubes.

Os direitos de transmissão da Superliga no Brasil pertencem a Rede Globo e RedeTV![1] em TV aberta e ao SporTV em TV fechada.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Até a década de 1960, as competições de voleibol no Brasil só ocorriam em nível estadual, sem nenhuma competição nacional. Até 1978 também era disputada a Taça Brasil, um torneio que só reunia equipes dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

A partir de 1976, essa competição passou a ser aberta a equipes amadoras de todos os estados, sendo disputada a cada dois anos; apenas os campeões a partir desta edição são reconhecidos como campeões brasileiros de voleibol pela CBV. Em 1981 surge de fato o Campeonato Brasileiro com equipes profissionais.

Na temporada 1988/1989 o campeonato passa a ocorrer entre o segundo semestre de um ano e o primeiro do outro, adaptando-se assim às principais competições mundiais, surgindo a Liga Nacional. A Superliga foi disputada pela primeira vez na temporada temporada 1994/1995, com o fim da Liga Nacional. O número de participantes varia a cada ano. A partir da temporada 2012/2013, o torneio passou a contar com duas divisões - Série A e Série B, disputadas em paralelo.

Série A[editar | editar código-fonte]

A Série A é a principal divisão do torneio nacional. Uma das características históricas da Superliga Feminina foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Desde a temporada 2009/2010 a forma de disputa tem sido com uma fase classificatória em pontos corridos, turno e returno, quartas-de-final definidas em série melhor-de-três, semifinais em melhor-de-cinco e final em jogo único.

O campeão ganha o direito de disputar o Campeonato Sul-Americano de Clubes.

Edição atual[editar | editar código-fonte]

Equipes que disputaram a temporada 2016/2017:[3]

Equipe
Nome fantasia
Ginásio
Cidade
Capacidade Temporada 2015/2016
Rio de Janeiro VC
Rexona Sesc Rio
Tijuca TC
Rio de Janeiro
3 000
SESI-SP
SESI São Paulo
Sesi Vila Leopoldina
São Paulo
800
Osasco VC
Vôlei Nestlé Osasco
José Liberatti
Osasco
4 500
Praia Clube
Dentil Praia Clube
Oranides Nascimento
Uberlândia
1 730
EC Pinheiros
EC Pinheiros
Henrique Villaboim
São Paulo
1 100
São Caetano EC
São Cristóvão Saúde/São Caetano
Lauro Gomes
São Caetano do Sul
5 000
IAV Brasília
Brasília Vôlei
Sesi Taguatinga
Brasília
1 150
Fluminense
Fluminense Vôlei
Ginásio Hebraica
Rio de Janeiro
1 000 1º (Torneio Seletivo Superliga)
Minas Tênis Clube
Camponesa/Minas
Arena JK
Belo Horizonte
3 650
Rio do Sul Vôlei
Rio do Sul/Equibrasil
Artenir Werner
Rio do Sul
1 500
Vôlei Bauru
Genter/Vôlei Bauru
Panela de Pressão
Bauru
2 000 10º
CC Valinhos
Renata/Valinhos Country
Pedro Ezequiel da Silva
Valinhos
3 500 11º (convidado)
AFAV Araraquara[nota 1]
Voleibol Nestlé Araraquara
Ginásio Gigantão
Araraquara
5 000 1º (Série B)

Série B[editar | editar código-fonte]

Corresponde à segunda divisão da Superliga e classifica o campeão e o vice do torneio para a disputa da Série A na temporada seguinte. Até 2012 a Liga Nacional tinha tal função; a partir de 2014 ela passará a classificar o campeão e o vice para a disputa da Série B.

Edição atual[editar | editar código-fonte]

Equipe Cidade Última participação Temporada 2016
ABEL/Havan Brusque Santa Catarina Brusque estreante Taça Prata de 2016
ACV/Unochapecó/Orbenk Santa Catarina Chapecó 2016
Hinode/Barueri São Paulo Barueri estreante Taça Prata de 2016[5]
ADC Bradesco São Paulo São Paulo estreante Taça Prata de 2016
São Bernardo São Paulo São Bernardo do Campo estreante -
São José dos Pinhais Paraná São José dos Pinhais 2016
BRH-Sulflex/Clube Curitibano Paraná Curitiba estreante -

Notas

  1. A equipe desistiu de participar do torneio, então, a CBV convidou o CC Valinhos para disputar a competição.[4]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]