Supremo Conselho

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Supremo Conselho de Portugal
Sede Social
Estandarte do Supremo Conselho de Portugal

Supremo Conselho[editar | editar código-fonte]

​A Maçonaria é uma ordem iniciática, tradicional e universal, baseada na fraternidade. Ela constitui uma aliança de homens de boa moral, de todas as origens, nacionalidades, cultura e crenças.

Os Maçons reúnem-se em Lojas – ou Ateliês - onde se reúnem periódica e ritualmente.

O mais importante rito do mundo é o Rito Escocês Antigo e Aceite.

O Rito Escocês Antigo e Aceite contêm 33 graus. Os três primeiros são administrados pelas Grandes Lojas. Os restantes 30 graus (do 4º ao 33º Grau) são administrados pelo "Supremo Conselho do 33º e último grau do Rito Escocês Antigo e Aceite."

Todos os Supremos Conselhos regularmente constituídos no mundo trabalham "para a Glória do Grande Arquiteto do Universo." A sua divisa é “DEUS MEUMQUE JUS”.

Estas instituições são definidas pelos textos fundadores, pelas Constituições de Bordéus de 1762, pela Grande Constituição de Berlim de 1786 e revista no Convento Internacional do Supremos Conselhos reunidos em Lausana em 1875.

Cada Supremo Conselho tem a sua soberania plena no seu território, uma soberania plena e com total independência.

Os Supremos Conselhos não interferem na legislação e administração das Grandes Lojas. Os Supremos Conselhos governam exclusivamente as oficinas do 4º ao 33º grau.

O Supremo Conselho de Portugal foi estabelecido em Lisboa, Portugal, no dia 04 de setembro de 2004. É o Guardião e Conservador do Rito Escocês Antigo e Aceite.

É a autoridade soberana final sobre todo o território da República Portuguesa.

A especificidade do Rito Escocês Antigo e Aceite é uma via iniciática baseada no respeito pela tradição, com uma condução lenta e progressiva e que leva à realização espiritual em total liberdade de consciência.

Os maçons do Supremo Conselho de Portugal são cidadãos informados. Cada um deles trabalha à sua medida para a melhoria da condição humana e na propagação dos valores e legado das virtudes da tradição.  

A Potência Maçónica[editar | editar código-fonte]

As Grandes Constituições de 1786 não eliminaram as Constituições e Estatutos de 1762, mas completaram-nas, derrogando simplesmente os artigos que foram contrários às novas disposições. Como fruto do trabalho de sintetização e unificação dos Altos Graus, estes expressavam claramente a vontade dos fundadores do Rito: “reunir num só corpo maçónico todos os Ritos do regime do Rito Escocês cujas doutrinas são geralmente reconhecidas como conformes com as da Instituição primitiva”.

As Grandes Constituições foram revistas em 1875 pelo Convento Internacional de Lausana.

Quaisquer que sejam as questões que podem existir a respeito da sua origem, constituem o texto principal que dá ao Rito Escocês Antigo e Aceite a estrutura que conhecemos hoje.

No actual estado de investigação histórica, não é possível uma opinião definitiva sobre o carácter apócrifo desse texto fundamental, já que existem numerosos elementos que permitem sustentar a sua autenticidade. A controvérsia que às vezes se estabelece a este respeito tem pouco interesse para a prática do Rito Escocês Antigo e Aceite.

As Grandes Constituições conferiram aos Supremos Conselhos uma autoridade não partilhada sobre todos os graus do 4.o ao 33.o. Somente podem delegar parcialmente essa autoridade em determinadas condições.

Sem uma referência explícita aos textos fundadores e sem respeitar as suas disposições, um Supremo Conselho carece de legitimidade e a prática do Rito Escocês Antigo e Aceite sobre a sua Jurisdição fica manchada de irregularidade.

As Grandes Constituições institucionalizam, em cada País, um Supremo Conselho soberano com poderes que foram originalmente detidos por Sua Majestade o Rei da Prússia, na qualidade de Grande Comendador da Ordem. Nele são iguais os Supremos Conselhos, posto que os seus poderes emanam da mesma fonte. A precedência entre eles estabelece-se por ordem de antiguidade.

O Rito Escocês Antigo e Aceite[editar | editar código-fonte]

Enquanto os Antigos Deveres, tal como ficaram reflectidos nas Constituições de Anderson, estabeleciam uma relação directa entre as narrativas lendárias do Ofício e a Maçonaria especulativa, um texto como o Discurso de Ramsey (1736-1738) assinala na Ordem maçónica uma origem cavalheiresca que remota, pelo menos, ao tempo das cruzadas.

O desenvolvimento do Escocismo, que conhecerá um período de crescimento nos primeiros anos da década de 1760, é um fenómeno surgido na Europa continental em que a França desempenhou um papel preponderante.

Sede Social

Etienne MORIN, fundador da Loja Mãe Escocesa de Bordéus, organizou em São Domingo e na Jamaica, durante a década de 1760, a Maçonaria de Perfeição, com vinte e cinco graus.

À excepção do grau eminentemente cavalheiresco de Sublime Príncipe do Real Segredo, que coroava o edifício, esta fundação utilizava os graus procedentes de França. Mas, enquanto esses graus se praticavam separadamente, agrupados em sequências diferentes segundo qual fosse a Loja Mãe Escocesa que concedia a patente, o que impunha às vezes matizes importantes no seu conteúdo e prática, a fundação aludida determinou a sua forma, fixou o agrupamento dos graus, hierarquizou e estruturou a sua organização.  

Os Fundadores[editar | editar código-fonte]

  Devemos a Henry Andrew FRANCKEN, Deputado e grande Inspector de Etienne MORIN na América do Norte, uma transcrição dos rituais da Maçonaria de Perfeição que constituem hoje uma preciosa referência para a prática do Rito Escocês Antigo e Aceite.

A Maçonaria de Perfeição estava dirigida por um Soberano Grande Consistório criado em virtude das Constituições e Estatutos de 1762, chamados de Bordéus.

Suprême Conseil de France (1804)

A origem daquele documento fundador importa pouco, mas podemos reter a sua exposição de motivos, que conserva um carácter muito actual: trata-se “num século no qual os valores essenciais se vêm ameaçados, de restabelecer a Antiga Maçonaria conservando os seus mais santos mistérios”. A ideia de organizar harmoniosamente, naquele momento e num Rito, os diversos graus praticados, procede da noção da Ordem que esteve na origem daquilo que viria a ser o Rito Escocês Antigo e Aceite.

A divisa ORDO AB CHAO, adoptada pelos fundadores do Rito, cujo sentido implica a acção de um princípio de ordem organizador e regularizador do caos inicial, sinalizava a sua vontade de por fim, definitivamente, à situação gerada pela anárquica proliferação de graus escoceses. A fundação do Rito Escocês Antigo e Aceite, como anteriormente a da Maçonaria de Perfeição, que adoptava o conjunto de graus, punha em prática graus praticados já anteriormente em França e nas Antilhas.

Os Altos Graus do Rito Escocês Antigo e Aceite[editar | editar código-fonte]

No Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite, estes 33º graus dividem-se em quatro blocos, tal como a Tradição do Rito: os três primeiros graus são comuns a todos os sistemas maçónicos.

No Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite, estes 33º graus dividem-se em quatro blocos, tal como a Tradição do Rito: os três primeiros graus são comuns a todos os sistemas maçónicos. Os dez seguintes (do 4º ao 14º grau) são trabalhados nas chamadas Lojas de Perfeição. A sua temática continua a ser a construção do Templo e as suas vicissitudes. Cada um destes graus contém uma lenda característica e símbolos que se utilizam como utensílios de trabalho. Estas lendas e símbolos têm uma riqueza espiritual e filosófica que é gradualmente apresentada aos iniciados nos Altos Graus. Ensina-se a descoberta do Dever pessoal, através do conceito da Lei universal e é a base para a procura da Palavra Perdida e do “sentido” para a vida. Estes e outros princípios devem ser difundidos por toda a Terra, sendo este o tema da lenda do grau 14º.

Do 15º grau ao 18º grau os maçons do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite trabalham no local que denominam de Capítulo. Apesar do primeiro Templo ter sido destruído (como foi o Templo de Salomão) o homem conseguirá a sua construção ajudado e ajudando. Destaca-se no 17º grau o esforço cavalheiresco e a sua abertura espiritual – Cavaleiro de Oriente e de Ocidente. O Amor conduz até à Palavra Perdida. O grau 18º que se denomina Cavaleiro Rosa Cruz representa uma síntese do fim e dos meios da Maçonaria Universal, tendo em conta a Fé, a Caridade e a Esperança, dando assim sentido à vida. O Templo por construir não é material mas espiritual. Os trabalhos no 18º grau nunca são encerrados. Apenas são interrompidos.

Do 19º grau ao 30º grau são trabalhados nas lojas chamadas de Areópagos. Se temos nos graus anteriores a descoberta do Amor universal, somos levados nestes graus à acção espiritual. É esta a filosofia da acção maçónica e, por isso, estes graus são denominados de filosóficos. Já não se procuram os Templos materiais, mas um mundo virtuoso e fraterno, uma “Jerusalém celeste”. O símbolo da acção Templária é que converte simbolicamente o maçon no grau 30º no novo cavaleiro de um novo Templo pela ascensão de escala mística da Virtude: o Cavaleiro Kadosh.

O último bloco é constituído por graus administrativos. São eles o 31º, 32º e 33º. As lojas são denominadas, respectivamente, por Soberano Tribunal, Consistório e Conselho Supremo. O grau 31º carece de carácter iniciático. O grau 32º exalta o valor da Tradição iniciática como um tesouro herdado. O grau 33º e último é formado pelos Soberanos Grandes Inspectores Gerais. Entre eles, encontramos maçons em Portugal como Ricardo Pereira, 33º, Álvaro Carva, 33º, Barata Pires, 33º, José Prodêncio, 33º, Jacinto Alves, 33º, Fernando Reis, 33º, Carlos Neves, 33º, Carlos Leal, 33º, de entre outros, que receberam os seus graus em Paris comprovados por Diploma emitido pelo Suprême Conseil de France, fundado em 1804. De entre vários membros da Jurisdição que fazem parte do Conselho Supremo que alcançaram, após longos anos de estudo, é eleito, por cooptação, um número limitado para exercer a autoridade suprema do Rito em cada país, formando um Supremo Conselho com poder jurisdicional sobre as lojas de Perfeição, dos Capítulos e dos Areópagos. Os restantes membros do grau 33º continuam a pertencer ao Conselho Supremo.

A Obediência Maçónica (Grandes Lojas | Grandes Orientes)[editar | editar código-fonte]

A Obediência, em relação directa com a cidadania deve verter para o exterior os valores essenciais da nossa Tradição, contando nas Lojas com homens qualificados dos que o Rito tem necessidade para assegurar a sua continuidade. A Jurisdição ou Potência constitui a ordem interior, a coluna vertebral do Rito, do qual se conserva os rituais e tradições, transmitindo a todos os graus os seus ensinamentos tradicionais. Nos Países em que o Rito Escocês Antigo e Aceite se pratica nos três primeiros graus, essa forma de organização não atenta contra a unidade, já que é o vínculo natural que o une à Obediência e à Jurisdição com respeito à sua independência e soberanias respectivas.

As Grandes Constituições impõem como obrigatório para cada Supremo Conselho, assegurar a perenidade do Rito Escocês Antigo e Aceite preservando-o de todas as alterações que podem provocar as vicissitudes históricas. Para assumir esta função, os Supremos Conselhos devem, não só conservar as instituições que propiciam as estruturas ao Rito, mas também os rituais, veículos do corpus simbólico que lhes conferem a sua dimensão espiritual.

O futuro do Rito Escocês Antigo e Aceite decidir-se-á na Europa, aonde estão as suas raízes.

Num mundo em perpétua evolução, o Homem procura um sentido para a sua vida entre o tumulto das alterações que vêm perturbar o quotidiano. A sociedade vê-se sacudida por sobressaltos que chegam de todas as partes. A Maçonaria, que é um facto social, não escapa a essa regra e isso é perfeitamente compreensível, porque o maçon é um ser que vive o seu tempo e não fica à margem da agitação que o rodeia.

TEXTO CARREGADO EM FRANÇA

Supremo Conselho de Portugal | Suprême Conseil de Portugal[editar | editar código-fonte]

La Franc-maçonnerie est un Ordre initiatique, traditionnel et universel fondé sur la fraternité. Elle constitue une alliance d’hommes libres et de bonnes mœurs, de toutes origines, nationalités, culture et croyances.

Les Francs-maçons se regroupent dans des Loges – ou Ateliers –, où ils se réunissent périodiquement en Tenues dans un cadre rituel. La pratique et l’étude des rituels, les recherches sur l’ensemble des aspects historiques, initiatiques et spirituels qu’ils véhiculent conduisent les Frères à un travail d’approfondissement leur permettant de perfectionner l’Homme et l’Humanité tout entière.

Les Francs-maçons en Loge suivent des rituels précis régis par des Rites. Le plus important de par le monde est le Rite Écossais Ancien et Accepté, mais en Portugal sont également pratiqués trois ou quatre autres Rites. La plupart des obédiences regroupent des Loges pratiquant des Rites différents. La Grande Loja Antigos Livres Aceites Maçons de Portugal travaille exclusivement au Rite Écossais Ancien et Accepté.

Le Rite Écossais Ancien et Accepté est un Rite comprenant 33 degrés. Les trois premiers sont administrés par les Grandes Loges. Les trente suivants (du 4eau 33e) sont administrés par des « Suprêmes Conseils du 33e et dernier degré du Rite Écossais Ancien et Accepté ».

Tous les Suprêmes Conseils régulièrement établis dans le monde travaillent « À la Gloire du Grand Architecte de l’Univers ». Leur devise est Deus Meumque Jus.

Leurs institutions sont définies par des textes fondateurs, les Constitutions de Bordeaux de 1762, les Grandes Constitutions de Berlin de 1786 révisées lors du Convent international des Suprêmes Conseils réunis à Lausanne en 1875.

Ils jouissent, chacun dans leur territoire, d’une pleine souveraineté et d’une totale indépendance, aussi bien des Suprêmes Conseils étrangers que des obédiences symboliques. Les Suprêmes Conseils s’interdisent toute ingérence dans la législation et l’administration des Grandes Loges érigées pour le gouvernement des Loges symboliques des trois premiers degrés. Ils régissent exclusivement les ateliers du 4e au 33e degré.

Le Suprême Conseil du Portugal établi à Bragança - Portugal en 04.09.2004. Gardien et conservateur du Rite Écossais Ancien et Accepté, il en est l’instance ultime et souveraine sur l’ensemble du territoire de la République Portugaise. Ces Frères sont pour totalité membres de la Grande Loja dos Antigos Livres Aceites Maçons de Portugal.

La spécificité du Rite Écossais Ancien et Accepté, voie initiatique fondée sur le respect de la Tradition, les conduit progressivement vers leur réalisation spirituelle en toute liberté de conscience. Ils peuvent ainsi percevoir le sens de leur devenir au sein d’un monde souvent dépourvu de repères. En citoyens éclairés, ils ont alors le devoir d’œuvrer chacun à sa mesure et à titre personnel, à l’amélioration de la condition humaine en propageant le rétablissement des valeurs et vertus héritées de la Tradition.

Lien vers le site Internet de la Grande Loja dos Antigos Livres Aceites Maçons de Portugal et Grande Loja Unida de Portugal (2009)

TEXTO CARREGADO NO BRASIL

Supremo Conselho é uma Instituição maçônica autônoma que congrega Lojas Maçônicas dos chamados Graus Filosóficos do Rito Escocês Antigo e Aceito, ou seja, dos Graus 4 ao 33.

O Supremo Conselho mantém tratados de reconhecimento com as Obediências Maçônicas Simbólicas, só aceitando membros oriundos dos Graus Simbólicos destas.

Assim como nos Graus Simbólicos da Maçonaria (Graus 1 a 3), onde existe uma autoridade física chamada de Grão Mestre, no Supremo Conselho a autoridade máxima é denominada Soberano Grande Comendador.

Supremos Conselhos no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil existem diversos Supremos Conselhos conforme a existência de Grandes Orientes ou Grandes Lojas, sendo os principais:

  • O Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito para a República Federativa do Brasil, que tem tratado de reconhecimento com a CMSB, é reconhecido internacionalmente. Aceita membros filiados ao Grande Oriente do Brasil, CMSB e COMAB.
  • O Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito, que possui tratado de reconhecimento com o Grande Oriente do Brasil e desde setembro de 2014 foi restabelecido seu reconhecimento internacional através do tratado com o Supremo Conselho do Grau 33 para Inglaterra e País de Gales e seus Distritos e Capítulos além-mar. Aceita membros filiados ao Grande Oriente do BrasilCeMSB.

{A 15 de novembro de 1965, era assinado o Tratado de Amizade e Aliança Maçônica do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito com o Grande Oriente do Brasil, o qual foi publicado no Boletim Oficial nº 19, Ano III, novembro/dezembro – 1965.}

Histórico de Soberano Grande Comendadores[editar | editar código-fonte]

Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria Para a República Federativa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 Para o Rito Escocês Antigo e Aceito[editar | editar código-fonte]

Supremo Conselho de Portugal (www.scdp.net) | Soberanos Grandes Comendadores[editar | editar código-fonte]

I Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite, Muito Ilustre Irmão Ricardo Paninho Pereira, 33.

II Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite, Muito Ilustre Irmão, José Albino Prodêncio, 33.

III Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite, Muito Ilustre Irmão, Álvaro Carva, 33º.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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