Surrey Satellite Technology

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A Surrey Satellite Technology Ltd, ou SSTL, é uma empresa nascida no centro de pesquisa da Universidade de Surrey, atualmente sob controle majoritário da EADS Astrium, que constrói e opera pequenos satélites.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A SSTL, iniciou suas atividades com satélites de radioamadorismo conhecidos como UoSAT (University of Surrey SATELLITE) ou como parte da série de satélites designada como OSCAR (Orbital Satellite Carrying Amateur Radio), a partir do OSCAR-9. A SSTL continua cooperando com o centro de pesquisas da Universidade, o Surrey Space Centre, que atua nas áreas de pesquisa sobre satélites e espaço.

A SSTL passou a fornecer serviços de sensoriamento remoto com o lançamento da Disaster Monitoring Constellation (DMC) em 2002 e uma companhia associada, a DMC International Imaging, adotando o Protocolo de Internet para a comunicação com esses e com os demais que ela constrói e opera, com muitas vantagens. A SSTL também está desenvolvendo um minisatélite geoestacionário para ser usado em órbita de transferência geoestacionária, (GMP-T) destinado ao mercado de telecomunicações sob a designação de SSTL-900.

A universidade vendeu 10% de sua participação na SSTL para a SpaceX em Janeiro de 2005. Mais tarde, em 2008 vendeu 80% da sua participação para a EADS Astrium in April 2008.[1] Em Agosto de 2008, a SSTL abriu uma subsidiária nos Estados Unidos.[2]

A SSTL foi agraciada com o prêmio: "Queen's Award for Technological Achievement" em 1998, e com o prêmio "Queen's Award for Enterprise" em 2005. Em 2006, a SSTL ganhou o prêmio "Times Higher Education Supplement" por sua excelência na contribuição em tecnologia e inovação.[1] Em 2009, a SSTL foi ranqueada como a 89ª entre 997 companhias participantes do Sunday Times Top 100 companies to work for.[3]

Plataformas[editar | editar código-fonte]

SSTL-100[editar | editar código-fonte]

Usada na série de satélites da Disaster Monitoring Constellation (DMC), tinha a capacidade de suportar uma ampla gama de cargas úteis, com as variantes: SSTL-100i 32 (1a geração da DMC) e SSTL-100i 22 (2a geração da DMC).[4]
A Surrey está desenvolvendo, baseada nesta, uma plataforma otimizada para o foguete LauncherOne, em desenvolvimento pela Virgin Galactic.[5]

SSTL-150[editar | editar código-fonte]

É uma melhoria substancial em relação à anterior no que diz respeito a capacidade de carga útil, com melhorias na propulsão e um controle de atitude mais ágil, com as seguintes variantes: SSTL-150i 4 Agile (Beijing-1), SSTL-150i 2.5 Agile e SSTL-150 RapidEye.[4]

SSTL-300[editar | editar código-fonte]

A SSTL 300 foi projetada para aplicações de alta demanda de requisitos. Numa configuração bastante flexível, é capaz de suportar uma grande variedade de implementações, cargas úteis e configurações estruturais, com as seguintes variantes: SSTL-300i 2.5 Agile, SSTL-300i 1.0 Agile, SSTL-300i UHR, SSTL-300L e SSTL-300r.[4]

SSTL-900[editar | editar código-fonte]

Uma plataforma de comunicações de baixo custo, versátil, e também habilitada a missões de navegação e exploração espacial. A SSTL-900 é projetada para órbitas MEO, GEO, HEO e órbitas interplanetárias. Suas origens estão no primeiro satélite da série Galileo, o GIOVE-A.[6]

Referências

  1. a b «EADS Astrium signs an agreement to acquire Surrey Satellite Technology Limited from the University of Surrey». Universidade de Surrey. 7 de abril de 2008. Consultado em 15 de julho de 2013  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "SREY1" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. «Surrey Satellite Technology US opens for business». SSTL. 5 de agosto de 2008. Consultado em 15 de julho de 2013 
  3. «SSTL earn Sunday Times Award». SSTL. 17 de março de 2009. Consultado em 15 de julho de 2013 
  4. a b c «Earth Observation Platforms». SSTL. Consultado em 15 de julho de 2013 
  5. Foust, Jeff (11 de julho de 2012). «Virgin Galactic relaunches its smallsat launch business». NewSpace Journal. Consultado em 15 de julho de 2013 
  6. «Telecommunications & Navigation Platforms». SSTL. Consultado em 15 de julho de 2013 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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