Sydney Brenner

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Sydney Brenner
Da esquerda pra a direita:
Esther Lederberg, Gunther Stent, Sydney Brenner e Joshua Lederberg
Conhecido(a) por Caenorhabditis elegans, apoptose
Nascimento 13 de fevereiro de 1927
Germiston
Morte 5 de abril de 2019 (92 anos)
Nacionalidade Sul-africano
Prêmios Prêmio Albert Lasker (1971), Medalha Real (1974), Prêmio Charles-Leopold Mayer (1975), Medalha Sir Hans Krebs (1980), Prêmio Louis-Jeantet de Medicina (1987), Prêmio Kyoto (1990), Medalha Copley (1991), Medalha Max Delbrück (1994), Medalha do prêmio Nobel Nobel de Fisiologia ou Medicina (2002)
Instituições Universidade da Califórnia, Instituto de Ciências Moleculares, King's College de Cambridge
Campo(s) biologia

Sydney Brenner (Germiston, 13 de janeiro de 19275 de abril de 2019) foi um biólogo sul-africano.[1][2]

De 1998 a 2012 foi presidente do conselho científico do Instituto Gulbenkian da Ciência (IGC), dedicado à investigação biológica e biomédica. Até 2015, desempenhou funções na presidência do Comité de Gestão do IGC.

Em 2009, foi distinguido pelo ex-Presidente da República Aníbal Cavaco Silva com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, condecoração destinada à ciência e cultura.

Foi agraciado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2002.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
Edward Abraham, Rodney Porter e Martin Ryle
Medalha Real
1974
com George Edwards e Fred Hoyle
Sucedido por
Barnes Wallis, David Chilton Phillips e Edward Bullard
Precedido por
Abdus Salam
Medalha Copley
1991
Sucedido por
George Porter
Precedido por
Leland Hartwell, Richard Timothy Hunt e Paul Nurse
Nobel de Fisiologia ou Medicina
2002
com Robert Horvitz e John Sulston
Sucedido por
Paul Christian Lauterbur e Peter Mansfield
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