Sydney Schanberg

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Editado pela última vez em 23 de julho de 2016.

Sydney Schanberg
Nome completo Sydney Hillel Schanberg
Nascimento 17 de janeiro de 1934
Clinton, Massachusetts, EUA
Morte 9 de julho de 2016 (82 anos)
Nacionalidade Estados Unidos estadunidense
Ocupação Jornalista
Prêmios Prémio Pulitzer de Reportagem Internacional (1976)

Sydney Hillel Schanberg (Clinton, 17 de janeiro de 19349 de julho de 2016) foi um jornalista dos Estados Unidos conhecido principalmente por sua cobertura da guerra no Camboja.[1]

Sudeste Asiático[editar | editar código-fonte]

Schanberg ingressou no The New York Times como jornalista em 1959. Ele passou grande parte da década de 1970 no sudeste da Ásia como correspondente do Times. [2] Pelas sua reportagens, ele ganhou duas vezes, em 1971 e 1974, pela excelência em jornalismo, o Prêmio George Polk.

Após anos no sudeste asiático, Schanberg escreveu no The New York Times sobre a partida dos americanos e da mudança de regime que seguiu, escrevendo sobre os cambojanos disse "é difícil imaginar como suas vidas poderia ser pior de como foi sob o governo suportado pelos americanos".

Um despacho escrito por ele em 13 de abril de 1975, a partir de Phnom Penh, saiu com o título "Indochina sem os americanos: para a maioria, uma vida melhor"[3]

Ele foi um dos poucos jornalistas americanos a permanecer em Phnom Penh depois que o Khmer Vermelho assumiu o controle da cidade em 1975.[2]

Nos anos seguintes 1.7 milhões de indivíduos foram executados ou morreram por causa da tortura, enfermidade e fome durante o reinado do terror do marxista Khmer Vermelho.[2]

Pós-guerra do Vietnã[editar | editar código-fonte]

Ele ganhou em 1976 o Prémio Pulitzer de Reportagem Internacional por sua cobertura da guerra no Camboja. [4]

Ele foi editor e colunista do New York Times.[5]

Em seu livro A Morte e Vida de Dith Pran publicado em 1980, Sydney descreve a luta pela sobrevivência de seu assistente Dith Pran sob o regime do Khmer Vermelho. O livro inspirou o filme de 1984 The Killing Fields (Os Gritos do Silêncio), no qual Schanberg foi interpretado por Sam Waterston. [6]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Schanberg, Sydney (1980). The Death and Life of Dith Pran Penguin [S.l.] ISBN 0-14-008457-6. 
  • Schanberg, Sydney (1984). The Killing Fields: The Facts Behind The Film (London: Weidenfeld and Nicolson). 
  • Schanberg, Sydney (2010). Beyond the Killing Fields Potomac Books [S.l.] ISBN 978-1-59797-505-6. 

Referências

  1. «Sydney H. Schanberg Is Dead at 82; Former Times Correspondent Chronicled Terror of 1970s Cambodia» (em inglês). The New York Times. 09/07/2016. Consultado em 09/07/2016. 
  2. a b c «Morre Dith Pran, fotógrafo sobrevivente da guerra no Camboja». Estadão. 30 de março de 2008. Consultado em 31 de março de 2008. 
  3. "American leftists were Pol Pot's cheerleaders", Jeff Jacoby, April 30, 1998
  4. «International Reporting Pulitzer Prize Winners 1976». Pulitzer.org. Consultado em 9 de julho de 2016. 
  5. Schanberg, Sydney H. «Sydney H. Schanberg - The New York Times». Topics.nytimes.com. Consultado em 2010-08-14. 
  6. «Killing Fields journalist Sydney Schanberg dies at 82». BBC. Consultado em 9 de julho de 2016. 
  • Arnett, Peter Live from the Battlefield: From Vietnam to Baghdad, 35 years in the World's War Zones, Ed. Simon & Schuster.


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