Talismã

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Talismã de Carlos Magno exposto no Palácio de Tau.

O talismã provém da palavra árabe طلسم Tilasm, e também da palavra grega Teleo que significa "consagrar". Amuletos e talismãs são muitas vezes confundidos, porém enquanto o amuleto é um objeto com propriedades mágicas naturais, o talismã deve ser carregado com poderes mágicos pela pessoa que o cria. O ato de consagração ou "carga" é que dá ao talismã seus devidos poderes mágicos. O talismã é sempre feito por uma razão definida, enquanto um amuleto é usado de uma forma geral, tais como evitar o mal ou atrair boa sorte.[1] De acordo com a Ordem Hermética da Aurora Dourada, um talismã é "uma figura mágica carregada com a força que se destina a representar." Deve-se tomar muito cuidado durante a confecção de um talismã, pois as forças universais devem estar em harmonia exata com aquelas que deseja atrair, e quanto mais exato é o simbolismo, mais fácil será atrair a força.[2]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «A Diferença entre um Amuleto, Talismã e um Feitiço». 
  2. Gonzalez-Wippler, Migene (2001). O Livro Completo dos Amuletos e Talismãs Lewellyn Publications [S.l.] ISBN 0-87542-287-X. , p.1
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