Tapasina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde maio de 2015). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.

A  glicoproteína associada a TAP, também conhecida como tapasina ou TAPBP é uma proteína[1][2] que é codificada em humanos pelo gene TAPBP.[3]

Função[editar | editar código-fonte]

Esse gene codifica uma  glicoproteína transmembranar que medeia a interação entre moléculas de MHC classe I e o transportador associado ao processamento de antígeno (TAP), que é necessário para o transporte de peptídeos antigênicos através da membrana do  retículo endoplasmático. Essa interação otimiza o carregamento de peptídeos na molécula de MHC classe I. Até 4 complexos de MHC classe I e tapasina podem se unir a uma única molécula de TAP.  A tapasina contém um motivo de lisina duplo (KKKAE) no C-terminal capaz de manter proteínas de membrana no retículo endoplasmático. Em seres humanos, o gene para a tapasina se encontra no complexo de histocompatibilidade principal no cromossomo 6. Splicing alternativo gera 3 variantes transcripcionais codificando diferentes isoformas.[3]

A tapasina é um componente do complexo carregador de peptídeos e pode ser encontrado associados à moléculas do MHC de classe I após a cadeia pesada deste se associa com a  microglobulina  Beta2. O complexo é constituído por TAP, tapasina, calreticulina e ERp57. Após a ligação do MHC classe I com um peptídeo com afinidade suficiente, a interação entre tapasina e o MHC classe I é desfeita.[4]

Interações[editar | editar código-fonte]

Tapasina interage com:

Veja também[editar | editar código-fonte]

  • Transporter associated with antigen processing ("TAP")

Referências[editar | editar código-fonte]