Tapes

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Tape significa caminho em Tupi-Guarani.

Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, veja Tapes (Rio Grande do Sul).

Tapes , O Povo que habitavam a região do Município eram os Patos, de cultura Guarani, um ramo dos Quíchuas do Peru (também conhecidos por Incas).que viviam na região próxima ao litoral do sul do Brasil, predominantemente nas regiões elevadas às margens a oeste da Lagoa dos Patos.

Tais cerros eram cobertos por mata atlântica, sendo a região de localização dos mesmos denominada Serra dos Tapes.

O termo TAPES assim como o termo GUAIRÁ.

É usados  para designar uma região e os tipos de índios das aldeias do Rio Grande do Sul.

Ou seja:

TAPES

Não é uma tribo e sim um modo de vida .

Este grupo indígena teve importante papel na formação da população mestiça do Rio Grande do Sul e parte do Uruguai.

O povoado de Tapes,(cidade) que teve sua origem a partir da charqueada de Patrício Vieira Rodrigues, pertencia ao segundo distrito de Dores de Camaquã, (cuja sede localizava-se onde hoje está a cidade de Sentinela do Sul) a transferência da sede do município, no ano de 1929, definitivamente para Tapes atual.

Em seu inicio, Dôres teve como centro de interesse comunitário principal o religioso, que foi conseqüência da doação de terras por Francisco Antônio da Cunha para manter a Capela de Nª Sª das Dôres.

No Município de Tapes havia uma Fazenda de gado no Morro da Formiga, margem direita do canal de Itapoá (pedra redonda).

Localizava-se á margem direita   da Sanga da charqueada no local onde atualmente se localiza o Loteamento Luis Carlos Wolf.

Havia um ancoradouro de barco (porto) onde hoje se localiza o camping Municipal Antonio Alfonsin Sinchen,onde ancorava um barco de nome de Tapes,

Por isso o local foi chamado de "Porto de Tapes".

Era ali que funcionava a charqueada de Brigida Calderon e Patrício Vieira Rodrigues.

A posição privilegiada do Pôrto de Tapes trouxe ao povoado um surto de progresso e este progresso foi importante para o Município, e tornou-se um importante centro político da região.

Patrício e sua esposa Brígida Calderón fizeram morada nesta estância onde tiveram seus filhos.

Com o progresso da Estância do Carmo e o grande número de trabalhadores que nela havia, em 15 de maio de 1855, o bispo Dom Feliciano (1º bispo do Rio Grande do Sul), concedeu licença para que Patrício construísse uma capela em sua propriedade a fim de que nela o vigário da paróquia de Dores de Camaquã pudesse celebrar a missa e os demais sacramentos.

A sede do município foi inicialmente em:

Dores De Camaquã

(hoje Vila Vasconcelos)


Sua emancipação política e administrativa ocorreu em 12 de maio de 1852, mas por questões políticas ou econômicas a Freguesia passava a integrar ora ao território de a Porto Alegre e em outras circunstâncias subordinava-se a Camaquã.


E Dôres se constituiu Distrito, depois Freguesia, primeiro de Triunfo, mais tarde de Porto Alegre e no final pela Lei nº 402, de 16 de dezembro de 1857, assinada pelo Conselheiro Angelo Muniz da Silva Ferraz, foi elevada á categoria de Vila.

Imediatamente se cuidou da eleição dos primeiros Vereadores que iriam constituir a Câmara Municipal.

Emancipação.

Sua emancipação política e administrativa ocorreu em 12 de Maio de 1857, mas por questões políticas e econômicas, a Freguesia passava a integrar ora no território de Porto Alegre, ora de Camaquã, chegando inclusive a pertencer a Triunfo e Rio Pardo.

Em 22 de Maio de 1929, através de um plebiscito, foi realizada a transferência da Sede da Vila de Nossa Senhora das Dores para o Porto de Tapes, então 2º distrito.

Tapes esta localizada na Sesmaria de Nossa Senhora do carmo que, em 1790, foi concedida pelo Vice-Rei Dom Luís de Vasconcelos a Manuel José de Alencastro.

Embora Patrício Vieira Rodrigues não tenha sido o primeiro proprietário dessa sesmaria, indiscutivelmente deve ser considerado como o fundador, da hoje cidade de Tapes.

E faz jus a este título, em virtude de ter instalado uma charqueada na foz de um arroio na Lagoa dos Patos, o qual passou a chamar de "Arroio da Charqueada" de haver servido esta charqueada com navegação de sua propriedade inaugurando, deste modo o pôrto que, segundo tradição tomou o nome de Tapes, pois assim se chamava uma de suas embarcações esta que consta em seu inventário[1].


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  1. Couyoumdjian, Juan Ricardo; Hernández, Roberto (2015-08). «Marciano Barrios Valdés 1926-2015, historiador de la Iglesia». Teología y vida. 56 (3): 317–327. ISSN 0717-6295. doi:10.4067/s0049-34492015000300006  Verifique data em: |data= (ajuda)