Sistema Brasileiro de Televisão

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Sistema Brasileiro de Televisão
TVSBT Canal 4 de São Paulo S.A.[1][2][3]
Tipo Rede de televisão comercial aberta
País  Brasil
Fundação 19 de agosto de 1981 (36 anos)
por Silvio Santos
Pertence a Grupo Silvio Santos
Proprietário Silvio Santos
Presidente Guilherme Stoliar[4]
Cidade de origem São Paulo São Paulo, SP
Sede
Estúdios
Slogan
  • A TV que tem torcida
  • A cara do Brasil
Formato de vídeo
Audiência 5,5 pontos (2016)[5]
Receita Baixa R$ 1 bilhão (2016)[6]
Emissoras próprias
Emissoras afiliadas ver lista completa
Página oficial sbt.com.br
Disponibilidade aberta e gratuita
Analógico
Digital
Disponibilidade por satélite
Claro TV
Canal 23
Sky
Canal 09
Oi TV
Canal 11 (SD e HD)
Vivo TV
Canal 222
Algar TV
Canal 701
StarOne C2
  • 3700 MHz @ 15000 ksps, Vertical (HDTV) (codificado)
  • 3734 MHz (1416 MHz Banda L), Vertical (Analógico)


Disponibilidade por cabo
NET
Canal 17 e 509 HD
Vivo TV
Canal 14 e 514 HD
ViaCabo
Canal 18
Sim TV
Canal 11
BVCi
Canal 26
Astro
Canal 18
CaboNNet
Canal 06
TCM
Canal 02
Cabo Telecom
Canal 120
TV Alphaville
  • Canal 16
  • Canal 216 (HD)
Adatel
Canal 04
Conecta TV Fibra
Canal 05

Sistema Brasileiro de Televisão (conhecido pela sigla SBT) é uma rede de televisão comercial aberta brasileira fundada em 19 de agosto de 1981 pelo empresário e animador de televisão Silvio Santos.[7][8] A emissora surgiu após uma concorrência pública feita pelo governo federal para a criação de duas novas redes de televisão, criadas a partir de concessões cassadas das extintas redes Tupi e Excelsior.[9] A rede foi fundada no mesmo dia em que o contrato de concessão foi assinado, sendo que o ato foi transmitido ao vivo pela emissora, fazendo com que esse fosse o seu primeiro programa exibido.[10][11] Antes de adquirir as concessões das quatro emissoras que formariam o SBT, o Grupo Silvio Santos já tinha desde 1976 a concessão do canal 11 do Rio de Janeiro, conhecido como TVS, o que foi um passo fundamental para dar vida ao SBT.[12][13]

Em 2016, o SBT foi a segunda rede de televisão mais vista do país.[5] Durante toda sua existência, sempre ocupou este espaço no ranking de audiência, exceto no período entre 2007 e 2014, quando a Rede Record tomou o posto.[14][15][16][17][18][19] Possui ao todo 114 emissoras próprias e afiliadas em todo o território nacional,[8][20][21] estando também disponível através de operadoras de televisão por assinatura (cabo e satélite),[nota 1] pelo sinal aberto em antenas parabólicas e também através de streaming em seu aplicativo móvel (Android, iOS e Windows Phone), em aplicativos para smart TVs e pelo seu website.[21][22][23][24] Também em seu site, a sua programação é disponibilizada em vídeo sob demanda gratuitamente, além de disponibilizá-la pelo site de compartilhamento de vídeos YouTube desde 2010.[25][26] Em março de 2017, os 43 canais do SBT no YouTube acumularam 20 milhões de inscritos e 70 bilhões de minutos assistidos.[27]

A rede transmite em sua grade de programação os mais variados gêneros de produções, sendo que as suas produções próprias geralmente se destacam ao lado do entretenimento.[22] Programas estrangeiros, principalmente as telenovelas produzidas pelas redes pertencentes ao conglomerado mexicano Televisa, compõem parte da sua programação.[28][29][30][31] É a única emissora comercial brasileira que exibe programação infantil, dispondo ainda uma parceira com a norte-americana The Walt Disney Company, na qual a empresa fornece duas horas de programação diária para a rede.[7][32][33][34][35][36] O SBT também possuí horários destinados ao telejornalismo, produzindo três telejornais diários, um telejornal semanal e um programa jornalístico semanal.[37][38][39] Para produzir seus programas, a emissora possui o CDT da Anhanguera, complexo televisivo localizado no quilômetro 18 da Rodovia Anhanguera, em Osasco (SP), ocupando uma área de 231 mil metros quadrados.[40] Este é o terceiro maior complexo televisivo em tamanho instalado na América Latina, sendo menor apenas que os estúdios da TV Azteca, no México, e os Estúdios Globo.[41]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Concessão da TVS[editar | editar código-fonte]

Logotipos da TVS. Boa parte de sua programação visual foi integralmente baseada na WPIX, estação nova-iorquina, na época independente, de filmes e séries. O logotipo de 1979 é o mesmo da WBAL-TV.[42]

Na década de 1970, foi aberta a concorrência dos canais 9 de São Paulo e do Rio de Janeiro, respectivamente das TVs Excelsior e Continental.[43] Silvio Santos se interessou, mas não conseguiu nenhuma. Na mesma época, 50% das ações da TV Record de São Paulo foram colocadas à venda e Silvio Santos as comprou.[43] Ainda em busca de uma concessão própria, Silvio Santos foi capa e reportagem da Veja de maio de 1975, a revista destacou que "nas colunas especializadas em TV de alguns jornais avolumam-se os apelos de artistas e jornalistas para que a nova emissora seja entregue a Sílvio Santos. Ele teria, sobre a grande maioria dos empresários do ramo, uma vantagem que os artistas consideram fundamental: a de pagar em dia e corretamente seus funcionários".[44] Silvio Santos se mostrava otimista em relação a concessão: "A minha televisão será diferente de todas as que existem. Não dependerá de Ibope".[44] Em outubro de 1975, Silvio Santos venceu a concorrência para o Canal 11, do Rio de Janeiro, aberta pelo presidente do Brasil Ernesto Geisel e em 22 de dezembro de 1975, o então Ministro das Comunicações, Euclides Quandt de Oliveira, concedeu o Canal 11 do Rio de Janeiro para Silvio Santos.[43][45]

Segundo Silvio, na época em que alugava horários em rádios e TVs, conseguiu crescer e que isso "chamou a atenção do público e do governo", até ganhar sua primeira concessão de TV, em 1976, no Rio de Janeiro.[46] Apesar de artistas e jornalistas terem declarado apoio a concessão da TVS para Silvio Santos,[44] não foi todo mundo que achou correta a decisão da concessão dada pelo governo à Silvio Santos. Em entrevista à mesma revista Veja de 11 de agosto de 1976 (página 4), José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, então superintendente da Rede Globo, afirmou: "Em vez de estimular a programação alternativa das minorias, concedeu-se um canal ao empresário Sílvio Santos, homem que por interesses comerciais que nada têm a ver com televisão corteja ostensivamente as camadas mais populares. Pela luta de Sílvio Santos, fica-se até feliz, mas pela grande luta da televisão brasileira é decepcionante, pois não estamos precisando de mais emissoras dirigidas à massa.". Boni completa: "Nem o Silvio Santos acreditou no seu canal - assinou contrato com a Tupi. Quem vai acreditar?".[45]

A declaração de Boni, "nem o Silvio Santos acreditou no seu canal...", teve uma explicação: quando saiu da Globo, Silvio Santos assinou com a TV Tupi para exibir seu programa dominical em rede nacional. Provavelmente, segundo Boni, o correto seria Silvio transmitir o programa apenas pela TVS.[45]

Nasce a TVS[editar | editar código-fonte]

Em 14 de maio de 1976, às 21 horas, com programação contínua das 6 da tarde até a meia-noite, entrou no ar o canal Studio Silvio Santos Cinema e Televisão Ltda., ou simplesmente, TVS.[43][47] O animador investiu 60 milhões de cruzeiros na nova emissora.[45] A TVS do Rio de Janeiro era o embrião de uma futura rede de televisão nacional de Silvio Santos.[45] A emissora nasceu, em grande parte, devido aos esforços de Manuel de Nóbrega, um dos grandes amigos de Silvio Santos, que, mesmo doente, usou todo o seu carisma para ajudar o apresentador.[45] Uma das primeiras atrações da TVS era uma edição do programa de perguntas e respostas Silvio Santos Diferente.[10]

A programação tinha os programas Bacará 76 com Ronald Golias e Um Instante Maestro com Flávio Cavalcanti e o Horóscopo com Zora Yonara, além de flashs jornalísticos, seriados como Hazel, a Empregada Maluca, O Homem da Cadeira de Rodas, Os Recém-Casados e Joe Forrester, desenhos animados e exibia um mesmo filme três sessões seguidas na chamada Sessão Corrida,[13] o que permitiria a Silvio Santos checar os horários que mais atraíam o público.[43] Nessa mesma época, o Programa Silvio Santos entrou no ar com quatorze horas de programação semanal ao vivo.[43] Posteriormente, a partir de 1980, a emissora exibiu atrações como um programa com Carlos Imperial, Bozo e Sessão Premiada.[45] A assessoria de imprensa do Grupo Silvio Santos na época destacou o investimento de US$2,5 milhões da primeira compra de equipamentos e de sua chegada ao Brasil e a então utilização da torre da antiga TV Continental, comprada por Silvio Santos em um leilão da massa falida da emissora. Embora a concessão fosse no Rio de Janeiro, os estúdios da TVS ficavam em São Paulo na Vila Guilherme, com quatro mil metros quadrados, e outro, um auditório batizado de Teatro Manuel de Nóbrega, no bairro da Pompéia.[43] Em 1978, um incêndio atingiu o estúdio na Pompéia, tendo o prejuízo sido calculado em Cr$ 25 milhões.[48] Em 1979, através do Decreto 83.094/79, o presidente da República João Batista Figueiredo outorgou ao Grupo Sílvio Santos a concessão para a instalação e exploração comercial do Canal 3 de Televisão de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, hoje conhecido como SBT Interior RJ.[49]

Em relação a audiência, a TVS ocupava o segundo lugar no Rio de Janeiro em 1979 e em determinados horários estava superando até a TV Globo.[50] Em São Paulo, a TV Record, também de Silvio Santos com Paulo Machado de Carvalho estava em segundo lugar há mais de seis meses.[50] A Record e a TVS produziam, semanalmente, 76 horas de programas brasileiros, contra 74 horas da Rede Globo e 52 horas da Rede Bandeirantes.[51]

Em 1980, numa entrevista, Silvio Santos respondeu as então críticas que o acusavam de ser o "rei dos programas enlatados" devido ao conteúdo de programas de fora do país transmitidos pela TVS, respondendo: "Dizem que eu só uso enlatados, mas ninguém ainda se deu ao trabalho de pegar a minha programação semanal e a das outras emissoras de televisão, para um confronto na ponta do lápis. E isso o Governo fez. Quando apresentei a licitação e entrei na concorrência, demonstrei ao Governo que em meu estúdio de produção, situado na Via Anhanguera (com mais de 30 mil metros quadrados de área construída), mais meu estúdio de gravação no Carandiru, mais minha equipe da Record, e mais meu estúdio do Rio, estava fazendo 76 horas de produção ao vivo, semanais, contra 72 da Globo (na época), que agora está fazendo menos, e contra 56 da Bandeirantes. Então esse negócio de dizer "que o Sílvio só faz enlatado, ou melhor, só apresenta enlatado" é porque ninguém ainda se deu ao trabalho de começar a contar".[52]

Concessões do SBT[editar | editar código-fonte]

Em 14 de julho de 1980, o governo brasileiro da ditadura militar cassou, por corrupção financeira e dívidas com a previdência social, a concessão de todos os canais da Rede Tupi, pertencente aos Diários Associados. Em 18 de julho, os transmissores da TV Tupi São Paulo, foram lacrados, decretando o fim da emissora.[53] Em 23 de julho, o governo federal anunciou a abertura da concorrência para duas novas redes de televisão que surgiram das sete concessões da Tupi e duas da Rede Excelsior, extinta em 1970.[10] Em 9 de novembro de 1980, numa matéria paga no Jornal do Brasil, o Grupo Silvio Santos esclareceu a razão de pleitear uma das redes em licitação entre os nove que disputam uma das duas redes colocadas em licitação pelo Governo Federal, através do Ministério das Comunicações, junto com o Grupo Paulo Machado de Carvalho, com quem dividia as ações da TV Record, uma vez que os Grupos "já têm estações de TV no Rio e São Paulo".[51] A matéria disse que o Grupo Silvio Santos na época tinha apenas uma estação no Rio de Janeiro, a TVS, Canal 11, e 50% da TV Record - Canal 7, de São Paulo, associado ao Grupo Paulo Machado de Carvalho,[51] e que o Grupo Silvio Santos estava "construindo no km 16 da Via Anhanguera, o maior Centro de Produções da América Latina, numa área própria de 250 mil metros quadrados, tendo reservado para um complexo de vários prédios entre estúdios, central técnica, auditório, etc. - cerca de 30 mil metros quadrados. Custo programado para o investimento em 24 meses: $ 1.00 ou $2.00 por ano".[51]

A nota prossegue citando o interesse dos dois grupos em expandir sua rede, "Implantando e expandindo a sua cobertura no segundo mercado publicitário do país (o interior do Estado de São Paulo), levando a imagem da Record, obra em pleno desenvolvimento, Silvio Santos e Paulo Machado de Carvalho estão investindo Cr$ 400.000.000,00 ou 6,6 milhões de dólares".[51] Na época, ao instalar em tempo recorde de 90 dias a TVS, a emissora consolidou o segundo lugar no mercado há mais de um ano,[51] enquanto em São Paulo a associação dos grupos contribuiu para o erguimento da TV Record, depois de anos de dificuldades com suas finanças, que passou a ser a segunda colocada em São Paulo,[50] e da Rádio Record, a AM passou a liderança no mercado paulista e a FM Record estava na 8ª colocada.[50][51] O Programa Silvio Santos transmitido por convênios e contratos em 18 Estados, era "líder absoluto em audiência em todas as praças, onde é transmitido. Domingo é o único dia da semana, há anos, em que a emissora líder não pode, com honestidade, se anunciar como "campeã de audiência". Só Silvio Santos - há anos - logra esta façanha. Serão estas as únicas credenciais do Grupo? Não. Vamos adiante".[51]

Meses antes, Silvio Santos explicou o crescimento dos grupos, "Milagre não é, posso garantir ... Nós atribuímos esses índices de audiência ao perfeito entrosamento entre o Grupo Silvio Santos e o Grupo Paulo Machado de Carvalho. Nosso pessoal, o pessoal do TVS, entende de televisão. O pessoal do Machado de Carvalho entende de televisão. Então, somamos nossas experiências, trocamos ideias, levamos as questões para a mesa dos debates e, nesse clima de total entrosamento, resolvemos tudo a respeito do programação, administração e planejamento comercial. E esse espírito de equipe que nos levou a essas invejáveis posições de audiência, em tão pouco tempo".[50]

Participaram da concorrência pelas concessões os grupos Abril, Silvio Santos, Bloch, Capital, Visão, Sistema Brasileiro de Comunicação, Jornal do Brasil, Rede Rondon de Comunicação Ltda. e Rede Piratininga. A decisão final dos escolhidos era esperada para no máximo dezembro de 1980, mas ela só veio em 19 de março de 1981, em coletiva realizada pelo Ministro das Comunicações, Haroldo Corrêa de Mattos. Foram anunciados vencedores o Sistema Brasileiro de Televisão, encabeçado por Silvio Santos e Paulo Machado de Carvalho, no edital 35/80 e a Rede Manchete de Adolpho Bloch, no edital 34/80.[54] O Grupo Bloch decidiu adiar o lançamento da futura emissora para poder preparar o projeto da nova rede. Em 19 de agosto de 1981, em Brasília, Silvio Santos e Adolpho Bloch assinam os contratos definitivos das concessões, com a presença de quatro ministros do governo Figueiredo, eram os da Comunicações, Haroldo Corrêa de Mattos; do Trabalho, Murilo Macedo; da Previdência, Jair Soares, e da Fazenda, Ernane Galvêas.[55] Silvio Santos conta que passou no "teste" do governo militar e que, em 1981, o então presidente João Batista Figueiredo "achou" que ele "teria condições pessoais e profissionais para assumir o controle de uma rede".[46]

Silvio Santos ficou com as concessões extintas da Tupi de São Paulo, cabeça de rede, canal 4 da TV Tupi São Paulo, Rio de Janeiro com o canal 9 da TV Continental, Porto Alegre com o canal 5 da TV Piratini e Belém no canal 2 da TV Marajoara.[10] Além das emissoras da Tupi, o SBT contava com dezoito afiliadas independentes.[56] A Central de Produções havia sido instalada nos antigos estúdios da Rede Excelsior, localizados em uma área de 11.000m² na Vila Guilherme, enquanto a fábrica de cenários foi instalada na Rua dos Camarés no bairro do Carandiru. A emissora possuía ainda o Teatro Silvio Santos (antigo Cine Sol) na Avenida General Ataliba Leonel, onde era gravado o Programa Silvio Santos desde 1979, os antigos estúdios da Tupi no Sumaré, onde inicialmente eram produzidas as novelas, e um prédio de 4 andares na Anhanguera onde se instalavam a diretoria e a parte administrativa.[10] A nova rede nasceu com um investimento total de 10 milhões de dólares (cerca de Cr$ 1 bilhão) e 2 mil empregados.[57] Antes mesmo da concessão ser concedida, o SBT absorveu 163 ex-funcionários da Rede Tupi, no Rio de Janeiro e em São Paulo, sendo que a folha de pagamento destes empregados chega a Cr$ 5.800.000,00 por mês.[51] No total, quase 2.500 pessoas já formavam o quadro fixo de funcionários do SBT.[56]

Inauguração do SBT[editar | editar código-fonte]

A primeira transmissão oficial do SBT foi no dia 19 de agosto de 1981, às 9h30, exibindo ao vivo a cerimônia de assinatura do contrato de concessão direto de Brasília. No auditório do Ministério das Comunicações estava uma equipe de repórteres composta por Humberto Mesquita, Magdalena Bonfiglioli, Almir Guimarães e Zildete Montiel, sob o comando de Arlindo Silva como diretor do departamento.[58] Silvio Santos fez um discurso de abertura direto do Salão Nobre do Ministério das Comunicações,[59] Homero Salles, foi o responsável pela direção da transmissão e admitiu que, à época, o SBT teve exibição “clandestina” durante cerca de 15 minutos, tempo exato que antecedeu ao ato de assinatura pelo dono do SBT,[59] e às 12h30, foi exibido o almoço de confraternização entre Adolpho Bloch e Silvio Santos.[10] Logo em seguida, começava O Povo na TV, das 14 às 18h30, que chegava muitas vezes a ganhar da Globo na versão da TVS no Rio de Janeiro, será gerado durante 15 dias em São Paulo, transmitido também para o Rio de Janeiro. No programa, serão escolhidos, ao vivo, os apresentadores em São Paulo, cópias de Wilton Franco, Wagner Montes, Christina Rocha, José Cunha, Ana Davis e Sérgio Malandro, que voltarão aos seus postos no Rio.[60] Depois do término de O Povo na TV, o SBT voltava com desenhos animados e seriados até 21h, quando será exibido o musical Vamos Nessa, apresentado pelo cantor Dudu França, que havia estreado no sábado passado no Rio de Janeiro. Às 22h, a Sessão das Dez e, à meia-noite, o jornalista Ferreira Neto comandará um programa de variedades, encerrando a programação do primeiro dia de transmissões do novo canal. Para comemorar tudo isto, Sílvio Santos ofereceu um coquetel, a partir das 19h, na casa de espetáculos Oba-Oba, de Oswaldo Sargentelli, que é também apresentador de um dos programas do grupo, a Maravilhosa Música Brasileira, exibido às 22h30m, às quartas-feiras, no canal 11, a TVS do Rio de Janeiro.[60]

1981-1989[editar | editar código-fonte]

A programação do SBT apresentava as mesmas atrações da TVS, preenchendo as 12 horas de programação obrigatória com filmes, desenhos animados como Pica-Pau, Popeye no Show do Bozo com distribuições de prêmios.[60] Em 16 de novembro estreava Show sem Limite com J. Silvestre, o telejornal Noticentro estreava em 18 de novembro, e representava os 5% de jornalismo exigido pela lei, e o know-how da TVS, o Programa Silvio Santos que cobria 10 horas semanais da rede.[10] Ainda em 1981, estreava Alegria 81, primeiro programa humorístico do SBT, juntamente com outro programa, o Reapertura, uma sátira à "abertura política" pela qual a política brasileira estava passando.[61] Neste início da emissora, vieram os programas populares como Moacyr Franco Show, O Homem do Sapato Branco, O Povo na TV e Almoço com as Estrelas. O SBT alcançou rapidamente uma posição de destaque em audiência, chegando a uma participação de 24% no seu primeiro ano de operação.[62] A rede dirigia sua programação para classes sociais definidas como B2, C e D1, que representavam na época 61% da população.[62] Em 1982, o SBT tinha 22 emissoras afiliadas e 2.500 funcionários.[63] A estratégia teve êxito e o SBT passou rapidamente à condição de vice-líder do mercado, aumentou sua participação em audiência para 30% no segundo ano de operação.[62] Porém, a estratégia popular da emissora só obteve resultado na audiência, enquanto o faturamento era baixo, a Rede Globo continuava líder, mas diminuiu sua participação em audiência de 60% para 45%. A Rede Bandeirantes ficava entre 7% e 8%. O SBT não passou de uma fatia de 5% do faturamento publicitário da televisão brasileira.[62] Nesses dois anos de existência, a audiência cresceu 25% e agregou 21 emissoras à sua rede.[64]

A guerra contra a Globo começou em 1985, Silvio Santos em seu programa, simplesmente avisava aos telespectadores: “Logo depois da novela da Globo, vocês poderão assistir a um filme sensacional: Pássaros Feridos. Não precisa deixar de assistir à novela. Vejam a novela e depois vejam o filme”. Em resposta, a Globo esticou o Jornal Nacional e a novela das oito, Roque Santeiro, o SBT exibia desenhos animados, esperando o encerramento da novela, e parava os desenhos animados pela metade para exibir Pássaros Feridos que havia sido dividido em cinco episódios. O resultado foi satisfatório em São Paulo, 47% de audiência para o SBT, contra 27% da Globo.[65] O SBT exibiu o filme em outras ocasiões, como em sua última exibição em 2006, que não alcançou a mesma repercussão.[66]

A segunda fase do SBT entre 1983 e 1987 passou a apresentar programas populares, mas já buscando uma qualidade que ajudasse no comercial. Em 1983, J. Silvestre se desentende com o SBT e deixa a emissora.[67] No dia 13 de abril de 1983 foi anunciado a ida de Sérgio Chapelin para o SBT, onde comandaria o Show sem Limite, que iria bater de frente com o Programa J. Silvestre, que tinha ido para a Bandeirantes.[68] Na estreia de Chapelin, Show sem Limite venceu a Globo, que exibia Viva o Gordo e o seriado Casal 20.[68] A Globo passou a boicotar comerciais de Chapelin e em 8 de maio de 1984 foi anunciado seu retorno a Rede Globo, e Murilo Nery assumiu o Show sem Limite.[68] Em 23 de outubro de 1987, Silvio Santos interrompeu ao vivo o Noticentro para anunciar a contratação de Jô Soares,[69] que ao ir para o SBT também passou a ser vetado na Globo, o humorista criticou Boni no Troféu Imprensa por essa razão.[10] Entre 1988 e 1989, o SBT ainda tentou, sem êxito, a contratação dos globais Xuxa,[70] Renato Aragão[70] e João Kléber.[71] Em 1989, Chico Anysio chegou a acertar a sua ida para o SBT,[72] mas pouco tempo depois, renovou com a Globo.[73][74]

Os ataques à concorrência não se restringiram apenas a Globo; a Bandeirantes foi desfalcada pelo SBT com as contratações de Flávio Cavalcanti em 1983, Hebe Camargo em 1986,[75] A Praça É Nossa em 1987, e tentou contratar, sem êxito, Nair Bello e Ronald Golias da Bandeirantes e Angélica da Manchete em 1988,[76][77] e contratando Luís Carlos Miele da Manchete em 1989.[78] Ainda em 1988, o então editor-chefe do jornal Folha de S.Paulo, Boris Casoy, estreia apresentando o TJ Brasil, trazendo o conceito de âncora. A emissora francesa TF1 fechou um acordo com o SBT para a transmissão diária de três minutos ao vivo do noticiário de Boris Casoy.[79]

Em 17 de agosto de 1988, numa quarta-feira, o SBT havia anunciado durante um mês a estreia do Cinema em Casa com a exibição de Rambo - Programado Para Matar às 21h20, mas a Rede Globo anunciou a exibição do filme Rambo II - A Missão no mesmo horário, na sessão Cinema Especial. Ao saber da tal manobra, a emissora de Silvio Santos foi categórica em cancelar a apresentação do longa, porém "voltou atrás" como estratégia (porque o telespectador do SBT sabe que a programação pode sofrer alterações de última hora), mas quando filme começou na Globo, inseriu o slide sobre o adiamento do filme: "Assista hoje o filme do Rambo na Globo. Mas no dia 26 assista Rambo aqui no SBT". Rambo II rendeu índice de 61 pontos de audiência à Rede Globo.[80]

Nove dias depois, o SBT pôde enfim exibir Rambo, só que a Globo foi forçada em exibir um capítulo duplo da novela Vale Tudo, cuja estratégia já era esperada pela direção da emissora paulistana (adepta àquele manjado esquema do seu "Patrão": o filme só vai começar quando a novela da Globo terminar). Então, foi posta em prática a chamada "tática de guerrilha": resolveu rebocar o buraco na programação com um slide da foto do personagem com trilha-sonora instrumental do filme e os seguintes dizeres "Não se preocupe, quando terminar a novela da Globo você vai ver Rambo". Isso sem exibir um desenho animado sequer nesse espaço de tempo (nem Tom & Jerry e nem Pantera Cor-de-Rosa, que foi o programa de espera para a exibição de Pássaros Feridos em 1985). Coisas de Silvio Santos. Finalmente às 22h20, após 50 longos minutos, Rambo entrava no ar e o resultado final disso tudo foi a vitória do SBT, obtendo a média de 44 pontos de audiência.

Em 1988, a Globo contratou Gugu Liberato, que comandava o Viva a Noite, mas Silvio Santos, que apresentava problemas na voz, convenceu Roberto Marinho a liberar Gugu, que rescindiu o contrato.[10] A multa da quebra de contrato não foi paga até 1989 e a Globo usou seu departamento jurídico tomar as providências necessárias.[81] O número de afiliadas do SBT em 1988 passou de 33 para 44 e continuou a aumentar nos anos seguintes.[64] Terminando a década de 1980 como a segunda maior rede de televisão do Brasil, exceto no Rio de Janeiro, onde por exemplo, em 1985, o SBT e a Rede Manchete brigavam pela segunda colocação.[82] Animado com os resultados, a W/Brasil lança para o SBT os slogans "Liderança absoluta do segundo lugar", "Líder absoluto da vice-liderança" e "Quem procura, acha aqui".

A receita publicitária aumenta em 15% com o investimento no público A e B.[10] Em 1989, contrata Walter Avancini para a teledramaturgia, estreando Brasileiras e Brasileiros, que não obteve sucesso. A emissora ainda pretendia continuar a teledramaturgia e contratou Roberto Farias para a direção da nova novela da emissora, ainda sem título escolhido. Para o elenco, Roberto convidou o irmão Reginaldo Faria, ainda com contrato vigente na Rede Globo e os atores Eva Wilma, Carlos Zara, Inês Galvão e Flávio Galvão, mas apenas Flávio aceitou.[83] Pouco tempo depois, o SBT demitiu cerca de 300 pessoas do núcleo de novelas da emissora e suspendeu a produção de novelas devido a sua baixa audiência,[84] e o núcleo de novelas é encerrado.[85] Em 24 de novembro de 1989 o SBT ficou fora do ar por 18 minutos, entre 18h56 e 19h14. A sede da empresa, na Vila Guilherme, Zona Norte de São Paulo, ficou sem energia elétrica e o gerador não conseguiu manter a rede de transmissão e os estúdios. A Eletropaulo informou à empresa que a energia elétrica foi cortada em consequência da forte chuva, com ventos de até 80 quilômetros por hora, que caiu à tarde sobre a cidade de São Paulo.[86] O sinal do SBT era mandado para a sede da Rede Bandeirantes, no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, que o transmite ao satélite. O equipamento da Bandeirantes, também foi atingido pela chuva e pelos ventos.[86]

1990-1999[editar | editar código-fonte]

A antiga entrada para a sede do CDT da Anhanguera, localizado em Osasco (SP).

Na entrada dos anos 90, o SBT tinha 21% de participação em audiência e um faturamento de quase 140 milhões de dólares,[87] ainda assim, trouxe em 1991 os 11 anos de prejuízo do SBT, agravada entre 1989 e 1990 com o Plano Collor. Em 1991, Silvio Santos recebeu uma proposta de US$150 milhões pelo SBT.[88] Silvio Santos foi questionado por um dos diretores se queria vender a emissora, respondendo "Não quero vender. E não recebo ninguém que queira conversar sobre a venda por menos de US$ 300 milhões".[89] Para reverter a crise, a emissora passa a oferecer opções de compras de espaço publicitário aos anunciantes, contratam profissionais de marketing e vendas, investe em pesquisas e lança, pela empresa Liderança Capitalização o título de capitalização conhecido como Tele Sena. A programação qualitativa faz o SBT cair 22% de audiência, mas ganha 15% de participação publicitária.[85] A nova grade em comemoração aos 10 anos do SBT trazia Serginho Groisman com o Programa Livre, Vovó Mafalda substituía Bozo com o programa Dó Ré Mi, Festolândia com Eliana, Hebe Camargo com Elas por Elas, Musidisc com Virgínia Novick, Aqui Agora, Jornal do SBT com Lilian Witte Fibe, Grande Pai com Flávio Galvão, Sônia Lima, Débora Duarte e sua filha Paloma Duarte, Cláudia Mello, Patrícia Lucchesi e o Topa Tudo Por Dinheiro com Silvio Santos.[90]

Em julho de 1990, o SBT foi premiado com os programas Passa ou Repassa e Corrida Maluca no Grande Prêmio Mundial de Televisão, conferido pela rede japonesa NTV em comemoração aos 40 anos da primeira transmissão de TV. O prêmio foi disputado por 15 emissoras de nove países.[91] A telenovela mexicana Carrossel estreia em 20 de maio de 1991 e obteve muito sucesso e chegou a obter cerca de 16[92] e 20 pontos.[93] Em 25 de junho de 1991, oscilou 26 pontos e conquistou a vice-liderança.[94] Com 25% de share, Carrusel chegou a ter 27 pontos de audiência, chegando a ficar poucos pontos atrás de O Dono do Mundo no mês de julho.[95] Além de Carrusel, a também mexicana Simplemente María, estrelada por Victoria Ruffo, tinha 20 pontos, a maior audiência do SBT fora da programação de domingo.[96] Embora tivesse audiência, as novelas mexicanas não eram bem vistas, para tanto a agência de publicidade W/Brasil, que havia criado os novos slogans do SBT, fez um texto que foi veiculado nos principais jornais do país, citando a novela global De Corpo e Alma, "Diogo amava Betina que doou o coração para Paloma que vai entregar seu coração a Diogo. E depois é a gente que passa dramalhão mexicano". Para ilustrar a campanha, uma foto de Tarcísio Meira, que fazia Diogo, de bigode, característica dos atores do México.[97] Outra polêmica envolvendo a Globo foi em 1992 quando a emissora carioca demitiu a jornalista Danuza Leão pela mesma ter elogiado o TJ Brasil, os jornalistas Boris Casoy e Lilian Witte Fibe e o programa Roletrando com Silvio Santos e também telejornais da Bandeirantes, sendo que o SBT se aproveitou do caso e estampou em capas de jornais, em tom de brincadeira, um convite para que a jornalista fosse para o SBT, onde se lia "Aqui você vai poder elogiar todos os que merecem. Inclusive a Globo".[98]

Em 1992, o SBT fechou o primeiro quadrimestre de 1992 sem dívidas bancárias, é a primeira vez que isso acontece desde a criação da emissora, há 11 anos. A dívida do SBT foi constituída, segundo o então vice-presidente Guilherme Stoliar, no processo de formação da rede nacional, que em 1992 contava com 74 emissoras, e de consolidação da programação. Além de um investimento pesado em equipamentos e atrações, concorreu para o crescimento da dívida a inflação nos períodos compreendidos entre despesas e faturamento. Em 1987, o SBT faturava US$40 milhões. Em 1991, o número havia crescido para US$130 milhões. A expectativa para 1992 é de um faturamento de US$150 milhões.[99] Em 1993, o Programa Silvio Santos entra para o Guiness Book como o programa mais duradouro da televisão brasileira, com 31 anos no ar.[85] Em 1994, deu início a construção do CDT da Anhanguera, o mais arrojado empreendimento realizado pelo Grupo Silvio Santos, um investimento na ordem de 120 milhões de reais.[85] Em junho de 1995, o SBT alcançou a sua maior audiência na história da emissora até então, foram 42 pontos de média exibindo a Final da Copa do Brasil de Futebol de 1995.[100]

As instalações da emissora eram divididas em cinco pontos por São Paulo, sendo eles: Vila Guilherme; Rua Camarés; Teatro Silvio Santos; Teatro Ataliba Leonel; Sumaré e Anhanguera. Isso dificultava muito as operações da emissora e um local que pudesse centralizar, facilitaria para os funcionários e para administração da rede. Além disso, os estúdios do SBT enfrentaram várias enchentes, como a que aconteceu em 1991. Por isso, em 1996, o CDT da Anhanguera foi inaugurado no dia do aniversário dos 15 anos. Neste ano, consegue com exclusividade a transmissão do Óscar,[85] os direitos da Fórmula Indy[85] e a transmissão da sua última Copa do Mundo em 1998.[85] O SBT tenta negociar a vinda de Boni, mas a Globo não permite a negociação.[85] Marília Gabriela estreava no De Frente com Gabi em 1 de março.[101] Em 17 de maio de 1998, tem início a campanha do Teleton da AACD. Em 8 de novembro é anunciado a contratação de Ratinho e Eduardo Lafon, vindos da Record.[85] Neste ano, rumores e boatos sobre a venda da emissora começaram, a Televisa, parceira antiga do SBT em programação, e há anos interessada em ingressar no Brasil, apareceu como a maior candidata à posse do canal,[102] além dela, outros grupos, como Disney, Telefe e Sony,[102] embora exista o impedimento constitucional à entrada de estrangeiros no mercado brasileiro de telecomunicações, mas o próprio Silvio Santos já manifestou, algumas vezes, a intenção de levar o SBT a uma fusão com outros sócios.[102]

2000-2009[editar | editar código-fonte]

A partir de abril de 2000, o SBT faz parcerias com a Disney e Warner Bros., garantindo a emissora mais de mil filmes.[103] No pacote, estavam filmes como Matrix, O Sexto Sentido, Cidade dos Anjos, De Olhos Bem Fechados, A Rocha, Operação Dumbo, Ace Ventura 2, Marte Ataca!, Con Air, 101 Dálmatas, O Carteiro e o Poeta e Armageddon.[103] O acordo com a Warner também incluiu as séries Um Maluco no Pedaço, Mortal Kombat: Conquest, Os Sopranos e Dose Dupla com as gêmeas Olsen.[103] Para os filmes, o SBT estreou o Cine Espetacular em abril com o filme Batman & Robin e alcançou uma média de 29 pontos no horário, contra a média de 16 da Globo.[104] Em maio, com a exibição de Striptease na sessão, teve 32 pontos de média com pico de 38 contra 12 da Globo na medição do Ibope.[105] Em 2001, alcançou quase 47 pontos de média e picos de 55 na final do reality show Casa dos Artistas, o maior índice de audiência de sua história.[100] Este programa teve outras três edições, duas em 2002 e uma em 2004. A partir desse ano a emissora desiste de produzir o programa devido a vários processos judiciais movidos por acusação de plágio do formato de Big Brother da produtora Endemol.[106]

Em 10 de julho de 2003, a revista Contigo! trouxe Silvio Santos na capa, onde o comunicador se dizia doente e afirmando que tinha vendido o SBT para Boni e a Televisa, sendo que ambos posteriormente negaram. Em 13 de julho, Silvio Santos entrou por telefone no Domingo Legal e conversando com Gugu Liberato, afirmando não passar de uma brincadeira, "Atendi o telefone que eu nem sabia o número ainda e ouvi a pergunta se era verdade que eu ia me aposentar. (...) Respondia às perguntas de uma forma que jamais iria imaginar que alguém fosse publicar (...) Foi uma brincadeira que não saiu como eu queria e que passou a ser uma brincadeira de mau gosto”.[107] Depois de um prejuízo de R$33,7 milhões em 2003, o SBT fechou 2004 com um lucro líquido de pouco mais de R$3 milhões. Os executivos do SBT passaram o ano todo tentando evitar prejuízo. A emissora, apesar de demitir funcionários e cortar custos administrativos e de produção, só não fechou 2004 no vermelho porque teve uma reação espetacular no último trimestre, quando cresceu 25% (R$180 milhões), seu melhor resultado trimestral.[108] Durante 2004, Silvio Santos decretou o fim dos programas ao vivo no SBT, alegando que gravados eram mais baratos e economizavam.[109] Em 2005, Ana Paula Padrão fez reportagens na Coreia do Norte para o SBT Brasil, sendo o SBT a primeira rede brasileira a entrar no país e tendo a equipe da emissora precisado negociar a obtenção de visto para a entrada.[110]

2010-presente[editar | editar código-fonte]

Após 25 anos com exclusividade nos seriados Chaves e Chapolin, em 26 de outubro de 2011, o canal infantil por assinatura Cartoon Network comprou a exibição das atrações.[111]

Em 2013, a emissora anunciou que seu faturamento em 2012 havia ultrapassado a marca de R$ 1 bilhão de reais, valor nunca antes atingido, em grande parte devido ao sucesso da novela infantil Carrossel, que propiciou lucros multimilionários à emissora. Glen Valente, diretor comercial da rede, disse que ela cresceu 10,3%, segundo dados da empresa Intermeios.[112] Na época, o SBT possuía mais de 1,6 milhões de seguidores no Twitter, e no Facebook, é a rede de televisão aberta com maior número de curtidas em sua página oficial, totalizando 8,5 milhões de seguidores.[113]

Em dezembro de 2013, o SBT anunciou a contratação do comediante Danilo Gentili e da equipe de seu programa na Band, o Agora É Tarde.[114][115][116] No SBT, o comediante passou a apresentar o The Noite com Danilo Gentili, que estreou em março de 2014.[117][118] Com a estreia de Gentili no SBT, a emissora voltou a ter um late-night talk show na grade, formato no qual introduziu no Brasil com o Jô Soares Onze e Meia, exibido de 1988 a 1999.[119][120] A emissora anunciou também o retorno do apresentador Otávio Mesquita para apresentar uma nova versão do programa Perfil que apresentara anteriormente no canal, chamada de Okay Pessoal!!!.[121][122]

Em agosto de 2014, na comemoração aos 33 anos do SBT, foi lançado uma nova versão de seu logotipo. No novo logo, os brilhos e os volumes em 3D dão lugar a uma composição 2D, que sobrepõe várias elipses coloridas, simbolizando a agilidade, a modernidade e o constante processo de evolução da emissora. Para Fernando Pelegio, diretor de planejamento artístico do SBT, o novo logotipo é uma evolução do anterior.[123] No exercício do ano de 2014, o SBT teve faturamento acima de R$ 1 bilhão, fato que ocorre pela primeira vez na história da emissora.[124]

Em 2015, o SBT anunciou um novo acordo com a The Walt Disney Company, no qual previa a exibição de um bloco de programas produzidos pela companhia.[125][126] O Mundo Disney estreou no dia 31 de agosto, e desde então passou a ocupar duas horas na grade de programação diária da emissora.[127] A estreia do bloco acabou alterando o horário de exibição dos programas Bom Dia & Companhia, Sábado Animado e Domingo Legal.[128] Com a perda de horário do Domingo Legal, o apresentador do programa, Celso Portiolli, ganhou uma nova atração, chamada de Sabadão com Celso Portiolli.[129] No mesmo ano, o Vrum, programa sobre automobilismo que era exibido desde 2008 em coprodução com a TV Alterosa, é substituído pelo Acelerados.[130]

Em agosto de 2016, Mamma Bruschetta e Leão Lobo, vindos da TV Gazeta, foram contratados para comandar o programa vespertino Fofocando.[131] O objetivo principal da nova atração era ampliar a vantagem de audiência do SBT sobre a Record, que no mesmo horário exibia o quadro, de formato similar, A Hora da Venenosa, dentro do jornalístico Balanço Geral.[132] Tal resultado não foi alcançado em seus primeiros meses de exibição e a atração teve diversas alterações de horário: inicialmente, era exibido às 14h15, depois começou a entrar no ar às 13h45,[133] em seguida voltou para às 14h15,[134] depois passou a ir ao ar às 13h15,[135] voltando novamente às 13h45 em seguida,[136] e na penúltima mudança, mudou-se para a faixa das 8h.[137] O programa voltou a ser exibido durante a tarde em janeiro de 2017, quando mudou o nome para Fofocalizando.[138]

No mesmo ano, após o fim de Cúmplices de um Resgate,[139] a emissora começou a exibir uma nova produção infantil, Carinha de Anjo, escrita por Leonor Corrêa, adaptada da novela mexicana Carita de ángel.[140] Os palhaços Patati Patatá retornam à programação, agora com o semanal Parque Patati Patatá, já exibido pelo canal pago Discovery Kids.[141] Também estreiam os realitys BBQ Brasil: Churrasco na Brasa,[142] Corre e Costura com Alexandre Herchcovitch[143] e Duelo de Mães,[144] além da série brasileira A Garota da Moto, produzida pelo SBT em parceria com a Fox Networks Group e a Mixer.[145]

Para o início de 2017, a emissora planejava algumas mudanças na sua grade de programação aos sábados. O apresentador Raul Gil, que tinha sido dispensado no final de 2016, deveria encerrar seu programa no primeiro trimestre de 2017,[146] dando lugar a um novo programa de Celso Portiolli.[147] Desta forma, o Domingo Legal e o Sabadão seriam encerrados, com Portiolli encarregado apenas de apresentar a atração que daria lugar ao Programa Raul Gil.[148] Essas mudanças não foram efetivadas e Raul Gil acabou tendo a renovação de seu contrato com o SBT.[149][150] O único programa que saiu do ar foi o Sabadão com Celso Portiolli, que foi encerrado em fevereiro.[151]

Outra mudança envolveu Otávio Mesquita, que passou a apresentar o Operação Mesquita.[152] O apresentador tinha deixado de apresentar o diário Okay Pessoal!!! em setembro do ano passado, quando decidiu se dedicar integralmente ao seu novo programa, de periodicidade semanal.[153][154] Insatisfeito com o horário, Mesquita pediu a direção do SBT que mudasse o horário do programa para os domingos, após o Conexão Repórter.[155] A mudança foi aceita pela direção, que promoveu uma segunda mudança de horário: o programa ganhou mais um dia de exibição e passou a ser exibido às sextas e aos sábados.[156] Outra mudança envolveu a série Arqueiro, que substituiu o horário antes destinado a sessão de filmes Cine Belas Artes.[157]

Também aos sábados, estreia o reality Fábrica de Casamentos, atração na qual se promove casamentos comandada por Chris Flores e por Carlos Bertolazzi.[158][159] Nos domingos, estreiam o Acontece lá em Casa, com apresentação da atriz Gabi Ribeiro e sua mãe, a psicóloga Betty Monteiro, no qual ajudam 13 mães a melhorar o relacionamento com seus filhos,[160] e o Tô de Férias, apresentado pelo ator Mário Frias, que faz viagens na companhia de sua esposa e filhos, além de ser responsável pela direção artística.[161][162] A atração tomou o lugar do Turismo e Aventura, sendo que a empresa idealizadora do programa entrou com processo na justiça contra a emissora por quebra de contrato.[163]

Programação[editar | editar código-fonte]

O proprietário e principal apresentador da emissora, Silvio Santos.

Atualmente, o SBT oferece ao telespectador cerca de 143 horas de programação semanais, sendo 100 horas em dias úteis, 21 horas aos sábados e 22 horas aos domingos. Dentre as atrações apresentadas, estão programas de auditório, realities, game shows, telejornais, programa jornalísticos, programas infantis, séries, desenhos animados, filmes, talk shows e telenovelas. Do espaço oferecido pela rede à programação das afiliadas e emissoras próprias, são cerca de 25 horas semanais, somando-se 20 horas em dias úteis, 3 horas aos sábados e 2 horas aos domingos. As horas destinadas à programação local variam de afiliada para afiliada, se forem somados os minutos que algumas delas ganham ao não transmitir ou transmitir apenas parte dos programas Bom Dia e Companhia, Sábado Animado, dentre outros.

Programas de auditório e entretenimento[editar | editar código-fonte]

Em seus primeiros meses no ar, o SBT aproveitou vários programas da extinta Rede Tupi. Silvio Santos, sempre dedicou-se aos programas de auditório e por isso, criou-se uma tradição desse formato na emissora. O Programa Silvio Santos é a atração mais duradoura da emissora e já era consagrada no Brasil desde 1962, ano que o apresentador iniciou sua carreira na televisão, tendo sido exibido na TV Paulista, Rede Globo, Rede Tupi, TVS, e a Rede de Emissoras Independentes. Em sua própria rede, o Programa Silvio Santos se tornou um agrupamento de vários programas de auditório, dentre eles o Show de Calouros, Domingo no Parque, Roletrando, Roda a Roda, Porta da Esperança, Topa Tudo Por Dinheiro, Gol Show, Vamos Brincar de Forca, Vinte e Um, Sete e Meio, Tentação, Todos contra Um, Hot Hot Hot, Qual é a Música?, Show do Milhão, Um Milhão na Mesa, Passa ou Repassa, Xaveco, Family Feud, Rei Majestade, Namoro na TV, Nada Além da Verdade, e o Em Nome do Amor. Da década de 1980 em diante, Silvio Santos abriu espaço gradual para outros apresentadores, com destaque para Gugu Liberato, que por vários anos também animou as tardes de domingo da emissora com o Domingo Legal, tendo começado no Sessão Premiada e apresentado Big Domingo, Domingugu, Viva a Noite, Cidade contra Cidade, Sabadão Sertanejo, Disco de Ouro e Passa ou Repassa.

Gravações do programa Hebe no CDT da Anhanguera.

Em todos estes anos o programa já teve quase 100 quadros apresentados pelo próprio Silvio Santos, além de atrações comandadas por Gugu Liberato, Celso Portiolli, Hebe Camargo, Ratinho, Otávio Mesquita e outros. Também foram integrados programas humorísticos, séries americanas, sessões de cinema, partidas de futebol e corridas de Fórmula Indy.

Alguns importantes nomes da comunicação já apresentaram programas na emissora, como: Flávio Cavalcanti; Gugu Liberato; Hebe Camargo; J. Silvestre; Jacinto Figueira Júnior; Murilo Néri; Sérgio Chapelin; Wilton Franco e muitos outros. Alguns programas apresentados por esses artistas fizeram grande sucesso, como: Programa Flávio Cavalcanti, Viva a Noite, Hebe, Show sem Limite, Aqui Agora, O Povo na TV e vários outros.

A emissora foi responsável por trazer ao Brasil vários reality shows de diversos formatos, a Casa dos Artistas foi o primeiro fenômeno do gênero, estreando de surpresa em 28 de outubro de 2001 com apresentação de Silvio Santos, este programa foi responsável pela maior audiência da história do SBT, alcançando quase 47 pontos de média e picos de 55 na final.[100] A partir de então, vieram Ilha da Sedução, O Conquistador do Fim do Mundo, Popstars, Casamento à Moda Antiga, Bailando por um Sonho. Quem Perde, Ganha, HSM - A Seleção, Ídolos, 10 Anos mais Jovem, Solitários, Supernanny, Só Falta Esposa, Esquadrão da Moda, Esquadrão do Amor, Se Ela Dança, Eu Danço, SOS Casamento, Cante se Puder, Cantando no SBT, Qual é o Seu Talento?, Astros, Famoso Quem? e Festival Sertanejo.

Programas de competições que passaram pela história do SBT são Domingo no Parque, Cidade contra Cidade, Nações Unidas, TV Pow, Sessão Premiada, O Preço Certo, Tentação, Topa Tudo Por Dinheiro, Show do Milhão, Código Fama, Curtindo uma Viagem, Curtindo com Reais, Gol Show, Family Feud, Um Milhão na Mesa, Você Se Lembra?, Você É mais Esperto que um Aluno da Quinta Série?, Quem Manda É o Chefe, Topa ou não Topa, Você É o Jurado, Um contra Cem e Roda a Roda.

Jornalismo[editar | editar código-fonte]

Aécio Neves, candidato à presidência da República em 2014, durante debate no SBT.

O jornalismo da emissora na década de 1980 era inicialmente composto pelo programa O Povo na TV, uma mistura de programa jornalístico com entretenimento, e que se baseava num programa apresentado por Wilton Franco na Rede Tupi, Aqui e Agora: o Povo na TV.[164] No entanto, os investimentos do canal no setor eram poucos. O Noticentro, exibido entre 1981 e 1988, havia surgido para cumprir a lei do jornalismo obrigatório,[165] e teve como apresentadores Antonio Casale, Gilberto Ribeiro, Lívio Carneiro, Antonio Freitas e Roberto Souza.[10] Em 1985, estreou no fim de noite o Jornal 24 Horas, apresentado por Antonio Freitas e Beth Russo até 1988.

No entanto, a grande sacada do canal no setor foi o TJ Brasil, exibido entre 1988 e 1997.[166] O telejornal que substituiu o Noticentro, inseriu no jornalismo televisivo brasileiro a figura do âncora, importada dos telejornais norte-americanos, onde Boris Casoy tecia uma breve opinião sobre as matérias logo após sua exibição, e muitas vezes críticas ácidas, como na época do escândalo de corrupção que ocasionou o processo de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello.[165] Calcado no sucesso do telejornal, várias afiliadas e emissoras próprias do SBT adotaram versões locais ou similares ao mesmo. A própria emissora passou a investir no jornalismo com a estreia das variantes do telejornal, o TJ Manhã, TJ Noite e TJ Internacional.[167]

Na década de 1990, a emissora se notabilizou com o jornalismo mundo-cão, apresentando programas como o Documento Especial, trazido da Rede Manchete pelo seu diretor Nelson Hoineff,[168] e o Aqui Agora, notável jornalístico policial que foi o percussor dos vários derivados existentes atualmente, cobrindo assassinatos, tiroteios, perseguições policiais ao vivo, dentre vários outros fatos marcantes.[169] O jornalístico também lançou as tendências das imagens de cinegrafistas amadores, além das notícias acompanhadas por resumos em geradores de caracteres, práticas que viriam a ser adotadas por outros jornalísticos futuramente. Naquela época, destacaram-se os jornalistas Ivo Morganti, Sonia Abrão, Magdalena Bonfiglioli, Sérgio Ewerton, Patrícia Godoy, Christina Rocha, Celso Russomano, Gil Gomes, Wagner Montes e César Tralli. Surgiram também nesta época o Jornal do SBT,[170] que entre 1997 e 1998 foi coproduzido pelo canal de televisão por assinatura CBS Telenotícias, a partir de seus estúdios em Miami,[171] e o SBT Repórter, programa jornalístico que apresentava matérias jornalísticas em forma de documentário,[172] sendo exibido entre 1995 e 2013.[173] No fim da década de 1990, porém, as grandes produções do canal como o TJ Brasil e o Aqui Agora deixam a grade,[166] e somado ao interesse de Silvio Santos em priorizar as produções de entretenimento, o jornalismo da emissora, tanto à nível nacional como local, passa a sofrer com a falta de investimentos.[174]

A emissora inicia a década de 2000 tendo apenas o Jornal do SBT e o SBT Repórter como principais produções jornalísticas. O SBT chegou a contar, a partir de 2000, com o SBT Notícias, que era exibido durante a madrugada,[175] e em 2001 com o TJ Manhã, apresentado por Patrícia Pioltini.[176] Os telejornais saíram da grade em 2003.[177] A situação permanece a mesma até 2005, após a debandada de várias afiliadas que alegavam a falta de investimento no setor como o motivo de desfiliação. Dessa forma, a emissora volta a investir no setor, com a estreia do Jornal do SBT Manhã, apresentado por Joyce Ribeiro,[178] e o SBT Brasil, apresentado por Ana Paula Padrão.[179] Até o fim da década, surgem outras produções de curta duração, como o Ver para Crer (2006-2007), jornalístico apresentado por César Filho, Celso Portiolli e Analice Nicolau, e o Boletim de Ocorrências (2009-2010), jornalístico policial apresentado por Joyce Ribeiro. Também chegou a ser produzida uma nova versão do Aqui Agora em 2008, tendo inicialmente a apresentação de Luiz Bacci e Joyce Ribeiro, e posteriormente Analice Nicolau e César Filho, mas que assim como as outras produções, saiu do ar devido à baixa audiência e as constantes trocas de horário na programação.

Na década de 2010, a emissora apenas reformula alguns dos seus telejornais, ocorrendo poucas estreias no setor jornalístico. Em 2010, Roberto Cabrini, até então na Rede Record, é contratado pelo SBT, onde passa a apresentar o Conexão Repórter, programa que se notabiliza por suas matérias de jornalismo investigativo. Em 2011, o SBT Brasil, que até então era apresentado por Carlos Nascimento e Karyn Bravo, passa a ser ancorado por Rachel Sheherazade, vinda da TV Tambaú (afiliada do SBT em João Pessoa, PB) e Joseval Peixoto (âncora do Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan), que comandam o telejornal até hoje. O noticiário também passa por alterações em sua linha editorial, com os âncoras passando a ter cada um o quadro "Opinião", onde teciam comentários sobre assuntos do momento, revivendo a fase do jornalismo da emissora na época do TJ Brasil.

Ainda em 2011, Carlos Nascimento e Karyn Bravo passaram para o comando do Jornal do SBT, sendo que Nascimento já apresentava o telejornal desde 2007 com Cynthia Benini, que agora passa a ser apresentadora eventual. No ano de 2012, foi exibido nas manhãs de domingo o programa A Grande Ideia, apresentado por Carolina Castelo Branco, e que tratava do mundo do empreendedorismo. Em 2013, Joyce Ribeiro substitui Analice Nicolau no comando do Jornal do SBT Manhã, e a versão local deste passa a ser apresentada por César Filho, após a saída de Rodolpho Gamberini da emissora. Neste mesmo ano, após sucessivas estreias e retiradas de programas em curto prazo no horário do fim de tarde, a emissora estreou o jornalístico SBT Notícias, apresentado por Neila Medeiros, porém o mesmo também não vingou na audiência e foi retirado da grade com 1 mês de exibição.

Em fevereiro de 2014, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) enviou para o Governo Federal um questionamento, no qual solicitava um corte de 150 milhões de reais em publicidade estatal para a emissora, devido a um comentário feito pela jornalista Rachel Sheherazade no SBT Brasil.[180] A jornalista comentou que "era até compreensível" a ação de um grupo de pessoas que espancou um assaltante adolescente e o prendeu pelo pescoço a um poste com uma tranca de bicicleta, e que tal ato foi uma "legítima defesa coletiva" contra a violência urbana. Depois de tal episódio, os âncoras do SBT deixaram de emitir suas opiniões nos telejornais da emissora, culminando também na dispensa dos comentaristas Carlos Chagas, Denise Campos de Toledo e José Nêumanne Pinto.[181]

Com tal atitude do SBT, outros veículos de comunicação acabaram dando espaço para os comentários dos jornalistas. A TV Gazeta acabou contratando José Nêumanne Pinto logo em seguida,[182] e, no ano seguinte, Denise Campos de Toledo.[183] Carlos Chagas se transferiu para a CNT,[184] onde permaneceu até o final de 2016,[185] pouco tempo antes de seu falecimento.[186] Já Rachel Sheherazade, por sua vez, se juntou a Joseval Peixoto, Denise Campos de Toledo e José Nêumanne Pinto no time de jornalismo da rádio Jovem Pan, quando passou a ancorar o Jornal da Manhã no final de 2014.[187] A jornalista deixou a Jovem Pan em 2015, por questões pessoais, mas seguiu como âncora do SBT Brasil.[188]

Ainda em 2014, a edição local e a segunda edição do SBT Manhã são substituídas pelo Notícias da Manhã, apresentado por César Filho. Dois meses depois, o programa passou a ocupar integralmente a faixa de exibição do antigo telejornal das 6h00 às 9h00. Com a ida de César Filho para a Record, o programa foi assumido por Neila Medeiros, mas foi cancelado em 2015 devido à baixa audiência, deixando a faixa matinal da emissora apenas com programação infantil. Ainda em 2015, a emissora extinguiu os boletins jornalísticos que eram exibidos durante a programação.[189]

Em março de 2016, estreia o telejornal matinal Primeiro Impacto, com Karyn Bravo e Joyce Ribeiro.[190] Com os bons índices conquistados por reprises do Jornal do SBT, que substituiu uma sessão de desenhos, Silvio Santos decidiu recolocar um jornal na faixa, que não contava com uma produção inédita desde o cancelamento do Notícias da Manhã, em 2015.[191] A atração se baseou no formato do norte-americano Primer impacto, da rede Univision, que transmite seus programas em língua espanhola.[192] O novo programa não ampliou os índices do SBT de forma significativa[193] e, em outubro do mesmo ano, o noticiário passa a ser ancorado, no lugar de Joyce e Karyn, pelo jovem e inexperiente Dudu Camargo.[194]

Em setembro do mesmo ano, entra no ar o telejornal SBT Notícias,[195] que preencheu o espaço na grade de programação durante a madrugada antes ocupado pelas séries distribuídas pela Warner Bros., que foram removidas após a Rede Globo fechar um acordo com a empresa, apesar do SBT ter mantido os direitos sobre elas.[196] No final do ano, o Jornal do SBT e o Primeiro Impacto foram cancelados, em favor do SBT Notícias.[197] A substituição destes telejornais pelo SBT Notícias deve-se a uma redução de gastos na emissora.[198]

Em fevereiro, o telejornal Primeiro Impacto volta a ser exibido, novamente sob o comando de Dudu Camargo.[199] A volta do telejornal tinha sido prometida para o mês de janeiro,[200] mas a reestreia foi cancelada no mesmo dia em que ela foi anunciada.[201] O horário planejado para a volta do Primeiro Impacto era aquele ocupado pelo Clube do Chaves, uma sessão que reúne os seriados criados por Roberto Gómez Bolaños, que ocupou o lugar do Fofocando,[202] que tinha mudado de horário para as manhãs.[203]

Ainda em fevereiro, o SBT contrata o apresentador Marcão do Povo, recém demitido da RecordTV Brasília.[204] Na nova casa, Marcão passou a ancorar uma faixa do Primeiro Impacto. Desta forma, Dudu Camargo passou a ancorar a faixa entre 6h e 7h15 e o tempo restante, até às 8h30, passou a ser apresentado por Marcão do Povo.[205] O telejornal passou a ser exibido durante a tarde por um breve período, entrando no ar ao meio-dia.[206] Devido à queda nos índices, se comparado com que a emissora marcava antes, o Primeiro Impacto retornou ao seu antigo horário.[207]

Atualmente, o jornalismo da emissora é composto pelos telejornais diários SBT Brasil, SBT Notícias e Primeiro Impacto, e pelos programas semanais Jornal da Semana SBT e Conexão Repórter. A emissora também exibe o Acelerados, sobre o mundo do automobilismo, e produz anualmente desde 2012 a Retrospectiva, com os fatos que marcaram o ano.

Programas infantis (1981-presente)[editar | editar código-fonte]

O SBT herdou um grande acervo de desenhos animados da TVS e se tornou referência com esse formato de programa de televisão voltado às crianças com a estreia do Bozo em 1981, atingindo, por mais de 10 anos, um grande sucesso. Em 9 de julho de 1983, o SBT exibiu 1º Festival Internacional da Criança, com apresentação de Giovanna, programa que revelaria talentos como Patrícia Marx (conhecida nos anos 80 como apenas Patrícia), Luciano Nassyn e Juninho Bill, que tempos depois viriam a integrar o conjunto Trem da Alegria. À época, o programa rendeu um LP lançado pela RCA Victor em parceria com a emissora e ainda a participação do vencedor do concurso (que foi Jefferson Pinas, de 13 anos) no "América, esta é sua Canção", em Orlando, nos Estados Unidos.[208]

Ainda na década de 1980, o SBT promovia a Parada do Dia das Crianças, inspirada nas grandes paradas e desfiles que acontecem nos Estados Unidos, Silvio Santos resolveu trazer isso para o Brasil. Em 12 de outubro de 1986, um domingo, a partir das 9 da manhã, o SBT realizou a sua primeira Parada do Dia das Crianças, que se repetiria em 1987 quando o desfile começava na Avenida Rubem Berta (Aeroporto), percorria a Avenida 23 de Maio, Vale do Anhangabaú, Avenida Tiradentes e terminava na Praça Campo de Bagatelle, no Santana. Um percurso que totalizava 22 quilômetros.[209] O evento tinha desfiles dos artistas da emissora e personagens como Bozo, Superman e personagens da Walt Disney trazidos no desfile de 1988 em comemoração aos 60 anos do Mickey Mouse, tendo levado 2 milhões de pessoas nas ruas.[209]

A Vovó Mafalda, um personagem do programa e que fez muito sucesso entre o público infantil e Sérgio Mallandro com o Oradukapeta também se destacaram. A partir do final da década de 80 e início dos anos 90, o SBT passou a lançar programas infantis apresentados por Simony, Mara Maravilha, Mariane Dombrova, Angélica, Eliana, Jackeline Petkovic e desde 2003 esse formato de programa passou para o comando de crianças como: Jéssica Esteves, Kauê Santin, Priscila Alcântara, Yudi Tamashiro, Maísa Silva e os palhaços Patati Patatá.

Atualmente, Silvia Abravanel está no comando. Dentre os programas infantis que a emissora já produziu e produz até hoje estão:

Programas humorísticos (1987-presente)[editar | editar código-fonte]

Os primeiros programas humorísticos do SBT foram produzidos para aproveitar o elenco da Rede Tupi. A principal atração do gênero no início do SBT era o Reapertura, uma remontagem do Abertura com elenco encabeçado por Geraldo Alves, Tutuca e Maria Teresa Fróes. Alegria 81 foi outra produção humorística produzida. Desde 1984, o SBT possui os direitos de transmissão dos programas do Chespirito, como Chaves e Chapolin.[210] Atualmente produz o A Praça É Nossa como programa humorístico, mas já produziu mais outros programas como: Veja o Gordo; Fala Dercy; Meu Cunhado; Ô… Coitado!; Nina e Nuno; Câmera Café; Amigos da Onça; Dedé e o Comando Maluco; Escolinha do Golias e Sem Controle. Especiais com o elenco da emissora como o SBT Palace Hotel em 2002, e em comemoração aos 30 anos da exibição do seriado Chaves em 2011, exibiu os especiais 30 Anos de Chaves e Chaves: Especial de Ano Novo.

Teledramaturgia[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após a inauguração da TVS no Rio de Janeiro, os Estúdios Silvio Santos produziram O Espantalho que foi exibida pela Rede Record e suas afiliadas em 1977, emissora que Silvio Santos era acionista, posteriormente seria reprisada pela TVS no mesmo ano, em 1979 pela Rede Tupi e pelo SBT em 1983.[211] Em 1978, foi produzida mais uma telenovela, mas que não seria exibida pelo SBT, Solar Paraíso foi a segunda e única telenovela produzida e exibida apenas na TVS no Rio de Janeiro.[212]

Começo da teledramaturgia (1982-1989)[editar | editar código-fonte]

Em 1982, em seu segundo ano de existência, o SBT importava textos estrangeiros, como os mexicanos e adaptava com atores brasileiros. Destino foi a primeira telenovela produzida pelo SBT e entrou no ar em 5 de abril de 1982 e posteriormente foram produzidas A Força do Amor, A Leoa, Conflito, Sombras do Passado, Acorrentada, A Ponte do Amor, A Justiça de Deus, Pecado de Amor, Razão de Viver, O Anjo Maldito e Vida Roubada. A partir de 1984 a emissora passou a usar roteiros brasileiros e produziu Meus Filhos, Minha Vida, Jerônimo, Jogo do Amor, Uma Esperança no Ar e Cortina de Vidro.

Originais (1990-presente)[editar | editar código-fonte]

Na década de 90, o SBT exibiu a novela Brasileiras e Brasileiros com enfoque na vida social dos pobres. Em 1994 o diretor Nilton Travesso entra para a emissora e restaura o núcleo de teledramaturgia. Nesse período, se destacam as requintadas produções de época As Pupilas do Senhor Reitor, Sangue do Meu Sangue, Os Ossos do Barão, Fascinação e as contemporâneas Colégio Brasil, Dona Anja e Razão de Viver.[213] A aquisição de textos argentinos e mexicanos promoveu a adaptação de inúmeras tramas, entre elas Antônio Alves Taxista, Pérola Negra, Pícara Sonhadora, Amor e Ódio, Marisol, Pequena Travessa, Jamais Te Esquecerei, Canavial de Paixões, Seus Olhos e Esmeralda.[213] Chiquititas e Éramos Seis foram os maiores sucessos dessa época. Enquanto a primeira tornou-se um fenômeno de popularidade entre o público infanto-juvenil, a segunda cativou o público com a emocionante saga de Dona Lola e sua família, na tradicional São Paulo do início do século XX.

Após uma regressão na audiência e, sem emplacar folhetins que alcançassem sucesso, no final de 2008, a autora Íris Abravanel faz estreia como novelista em Revelação. Obra contemporânea e tradicional, apresentou um narrativa recheada de clichês, herança dos tempos de parceria com a Televisa. A inexperiência da autora acabou comprometendo o resultado final da trama, que acabou não emplacando em audiência.

Em 2010, Tiago Santiago estreia escrevendo Uma Rosa com Amor. Tão logo, ele escreve, no mesmo ano, Amor e Revolução com tema sobre a ditadura militar no Brasil. Ao mesmo tempo, a novela exibe um beijo homossexual entre duas mulheres.[213][214][215]

Em 2008, após a emissora adquirir um pacote de textos radiofônicos da autora Janete Clair, Iris Abravanel realiza a adaptação da radionovela Vende-se um Véu de Noiva. Em 2012, leva ao ar um remake da mexicana A Mentira, sob o título de Corações Feridos.

Estreando em 21 de maio de 2012 a telenovela adaptada por Íris Abravanel, Carrossel conseguindo altos índices no Ibope na Grande São Paulo. Sua maior audiência foi na sua segunda exibição com média de 15,0 e pico de 17,0 pontos.[216][217] Seu maior recorde negativo foi em 25 de dezembro de 2012 marcando 5 pontos de média (devido ao baixo número de TVs ligadas neste dia), ainda assim ficando à frente da Rede Record e da RedeTV!.[218]

Com o sucesso de Carrossel junto ao público infantil, no dia 15 de julho de 2013, estreou a nova versão do sucesso dos anos 1990, Chiquititas. Íris Abravanel é a responsável pela adaptação que, dessa vez, será ambientada no Brasil e com produção própria.[219] Em julho de 2014, o SBT confirmou que em 2015 fará uma versão brasileira da mexicana Cúmplices de um Resgate, substituindo Chiquititas, com Larissa Manoela no papel das gêmeas Manuela e Isabela. O título oficial do remake será definido pela emissora até o final de 2014.[220]

A emissora também reapresentou telenovelas da Rede Manchete, canal de televisão que faliu em maio de 1999. Foram elas Xica da Silva, Pantanal, Dona Beija e A História de Ana Raio e Zé Trovão.

Seriados[editar | editar código-fonte]

Em 1982, foi ao ar Pensão da Inocência, produção independente da Art Video.[221] Em 1985, a produtora Miksom criou o seriado Joana para a Rede Manchete, mas desentendimentos entre a produtora e a Manchete encerraram a parceria. Silvio Santos se interessou pela série, e passou a exibir a outra temporada de Joana no SBT, protagonizada por Regina Duarte. Em 1990, o SBT decidiu fazer um remake de Alô, Doçura!, um antigo sucesso da Rede Tupi da década de 1950, do qual já não existiam mais episódios gravados. A emissora comprou os roteiros originais e adaptou para a atualidade. Outras produções deste gênero foram Grande Pai, A Justiça dos Homens, Brava Gente, Teleteatro, Ô... Coitado!, Meu Cunhado e Patrulha Salvadora.

Em 2002, uma microssérie nacional de produção independente chamada O Cangaceiro - A Série, foi anunciada a sua exibição pelo SBT, porém não foi apresentada pela emissora, ela teria quatro capítulos de 52 minutos cada um e seus protagonistas são Paulo Gorgulho e Luiza Tomé.[222]

Telenovelas estrangeiras (1982-presente)[editar | editar código-fonte]

O SBT é bastante conhecido por exibir no Brasil as telenovelas do canal Las Estrellas, que pertence ao Grupo Televisa, principal rede de televisão aberta do México. Em 5 de abril de 1982, estreava Os Ricos também Choram, a primeira telenovela da Televisa transmitada pela emissora e que obteve grande êxito. Em 20 de maio de 1991, estreava Carrossel, outro grande sucesso. Dentre as principais telenovelas do Canal de las Estrellas exibidas pelo SBT, destacam-se: Desprezo; O Direito de Nascer; Estranho Poder; Chispita; Viviana, em Busca do Amor; Soledade; Só Você; A Vingança; Rosa Selvagem; Ambição; Simplesmente Maria; Meus 15 Anos; Vovô e Eu; Alcançar Uma Estrela; A Fera; Eu Compro Essa Mulher; Garotas Bonitas; Eu Não Acredito nos Homens; Paixão e Poder; Amor em Silêncio; Coração Selvagem; Na Própria Carne; Maria Mercedes; Marimar; Maria do Bairro; Rosalinda; Luz Clarita; O Diário de Daniela; A Usurpadora; O Privilégio de Amar; A Mentira; Sigo Te Amando; Esmeralda; María Isabel; Amor Real; Abraça-me Muito Forte; A Alma Não Tem Cor; No Limite da Paixão; Teresa; Manancial; A Outra; Menina Amada Minha; A Madrasta; Rebelde; A Feia Mais Bela; As Tontas Não Vão Ao Céu; Por Teu Amor; Rubi; Salomé; Camila; Preciosa; Primeiro amor... a mil por hora; Amigos Para Sempre; Amigas e Rivais; Laços de Amor; Serafim; Cúmplices de um Resgate; Poucas, Poucas Pulgas; Amy, a Menina da Mochila Azul; Alegrifes e Rabujos; Maria Belém; Carinha de Anjo e Gotinha de Amor. Outras telenovelas internacionais exibidas pela emissora se destacam-se: Lalola, A Estranha Dama, Topázio, Angelito, Amor Cigano, Café com Aroma de Mulher, Kassandra, Chiquititas (2000) e Chiquititas (2008). Todas essas vindas de algum país da América Latina. Na década de 1980 foi exibida a porto-riquenha Cristina Bazán,[223] e a estadunidense Marielena foi exibida pelo SBT na década de 1990.[224]

Feito em 2000, o contrato do SBT com a Televisa previa exclusividade na exibição das produções mexicanas e impedia a emissora de produzir novelas com textos brasileiros.[225] Em 25 de abril de 2008 foi anunciado a parceria de co-produção com a Rede Record para as novelas La fea más bella e Rebelde durante cinco anos.[226][227] Antecipadamente o SBT havia quitado a compra para a versão da telenovela Revelação que foi exibida em 2008.[225] Após a rescisão do contrato com a Rede Record, o SBT fechou novamente contrato com a Televisa até 2015, não havendo pagamento das telenovelas adiante, passando também a adaptar produções originais. Diferentemente do SBT, a Rede Record precisou pagar pela compra dos direitos autorais.[228]

Uma nova parceria de exclusividade entre os canais deve ser anunciada em 2014, incluindo uma flexibilização em relação a produção de conteúdo no Brasil.[229][230]

Transmissões esportivas (1990-2008)[editar | editar código-fonte]

A emissora chegou a transmitir na década de 1990 a Copa do Brasil,[231] onde alcançou a segunda maior audiência na história da emissora, foram 42 pontos de média exibindo a Final da Copa do Brasil de Futebol de 1995.[100] Também exibiu jogos do Torneio Rio-São Paulo,[232] as finais da Recopa Sul-Americana de 1994 e Troféu Teresa Herrera de 1994,[233][234] as edições de 1995, e 1996 da Copa Conmebol,[235][236] a Copa Ouro da CONCACAF de 2003,[237] Copa Master da Conmebol, Copa Centenário de Belo Horizonte, Copa Master da Supercopa, Campeonato Carioca, Eliminatórias da Copa, Copa Interamericana e a Copa Mercosul, de 1998.[232] Jogos do Campeonato Brasileiro chegaram a serem transmitidos ao vivo, como o jogo Internacional e Atlético Mineiro pelo Brasileirão de 1982,[238] e Fluminense e Coritiba pelo Brasileirão de 1986.[239] No ano seguinte, a emissora exibiu a polêmica final entre Sport e Guarani pela Copa União.[240] Amistosos da Seleção Brasileira de Futebol foram transmitidos pela emissora, como a partida Brasil 0 e Hungria 3 em 16 de março de 1986, diretamente de Budapeste, capital da Hungria, como preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo daquele ano.[241] Outros amistosos foram entre New York Cosmos e Seleção do Mundo em 1984,[242] e Itália e Costa Rica em 1994.[243]

O SBT ainda realizou um campeonato nacional à parte, que contou com a participação de grandes clubes brasileiros, o campeonato foi chamado de Festival Brasileiro de Futebol, mas o campeonato só contou com uma edição, exibido em 1997.[244] A emissora ainda tentou trazer novamente o Torneio Rio-São Paulo a partir de 2004.[245] Também promoveu os torneios amistosos da Taça Maria Quitéria,[246][247] e a Copa dos Campeões Mundiais.[248][249] Programas esportivos foram produzidos como Jogo Duro e um programa que mesclava humor e esporte chamado Arena SBT.

O SBT ainda transmitiu as Copas do Mundo de 1986, 1990,[250] 1994,[251] e 1998. Nesse mesmo ano, interrompeu sua transmissões esportivas e retornou em 2003 com o Campeonato Paulista, Campeonato Sulamericano Sub-20, o Torneio Internacional do Qatar e a Copa Ouro da CONCACAF. A emissora também transmitiu as Olimpíadas de 1988, 1992 e 1996; a Formula Indy, de 1994 a 1996; a Fórmula Mundial, de 1997 a 2000 e o GP Masters, de 2006. Transmitiu também, dentro do Siga Bem Caminhoneiro, os compactos da Fórmula Truck.

A rede exibiu lutas de Boxe como a entre o brasileiro Maguila que venceu o argentino Mario Oscar Melo em 26 de junho de 1993.[252] O SBT também foi o primeiro a transmitir um evento do UFC ao vivo por um canal de TV aberta no Brasil. Logo após a saída de Vitor Belfort, do programa Casa dos Artistas, no SBT, o canal comprou alguns eventos onde o lutador brasileiro fosse atuar,[253] entre eles, o UFC 37.5, a luta principal foi entre Chuck Lidell e Vitor Belfort, pela categoria dos meio pesados do UFC ocorrido em 22 de junho de 2002.[254] A partir de janeiro de 2008, a emissora apresentou os programas de televisão de wrestling profissional produzidos pela WWE, WWE Raw e o WWE SmackDown nas tardes de sábado da emissora.[255]

Atualmente, as únicas emissoras do SBT a transmitir competições esportivas são a TV Alterosa, de Minas Gerais, que transmite a Copa BH de Futebol Júnior e o Campeonato Mineiro de Voleibol, além de amistosos envolvendo Atlético, América e Cruzeiro e o SBT Rondonópolis que transmite alguns jogos esporádicos de futebol e seu campeonato regional de futebol Copa SBT de Futebol Society seus jogos sendo transmitidos em Horário nobre logo após Chiquititas.

Marketing e marca[editar | editar código-fonte]

Em 1987, para mudar sua imagem perante o público, que considerava o SBT uma emissora brega e popularesca, foi feita uma parceria com a agência de publicidade W/Brasil,[256] (que na época era conhecida com o nome de W/GGK), que duraria vários anos e com anúncios criados pela agência de Washington Olivetto, foi proposta mostrar a imagem do SBT como vice-líder absoluto em audiência para mostrar ao público e o mercado publicitário a mensagem de um “vice vencedor” e não derrotado. Foi daí que nasceu um dos seus primeiros slogans “Liderança absoluta do segundo lugar”.[256] Em troca, o SBT passou a exibir, no primeiro ano de contrato, comerciais comunitários criados pela W/GGK e depois a agência passaria a ganhar porcentagem sobre o processo de criação e veiculação.[256]

Em 18 de janeiro de 2001 durante a final da Copa João Havelange entre Club de Regatas Vasco da Gama e Associação Desportiva São Caetano no estádio de São Januário, a diretoria do Vasco colocou o símbolo do SBT nas camisas dos jogadores, enquanto integrantes da Força Jovem Vasco cantavam o nome de Silvio Santos e trechos de músicas de programas do SBT como "Quem quer dinheiro", "Ão, ão, ão, é o jogo do milhão" e "Isso é ritmo de festa",[257][258] também cantavam "Fora Globo. Fora do Brasil",[257] Eurico Miranda, que tinha sido eleito presidente do Vasco na ocasião, estava revoltado com a cobertura dada pela Rede Globo à queda do alambrado no Estádio São Januário em 30 de dezembro de 2000, em virtude de superlotação. Segundo o presidente vascaíno, Antônio Soares Calçada, o uso da marca do SBT foi uma homenagem a Silvio Santos, "Conheço o Silvio há mais de 30 anos. Quis prestar essa homenagem".[257] A assessoria de imprensa do SBT informou que a emissora não havia autorizado o uso de seu logotipo nas camisas do Vasco durante a final e declarou ainda que o caso seria encaminhado para seu departamento jurídico.[258] Posteriormente, o SBT estudou lançar o seguinte slogan: "O canal campeão", bordão do SporTV. Para o SBT, Eurico disse que a logomarca na camisa do Vasco foi uma manifestação altruísta.[259]

Logotipos[editar | editar código-fonte]

Logotipos do SBT. Novamente, a emissora buscou outra referência estadunidense, assemelhando-se ao símbolo da rede ABC.[42]
  • O primeiro logotipo da emissora, lançado em 1976, era apenas a escrita TVS na tela, e depois um número 11 dentro de uma esfera.
  • Em 1981, com o surgimento da TVS São Paulo, o logotipo passou a ser a escrita TVS, dentro de uma esfera prateada, e durante algumas vinhetas, o número 4 aparecia toda vez, mas só em 1986 o 4 deixa de aparecer.
  • Em 1988, a esfera passa a ser colorida e a palavra TVS permanece sobre alguns meses, depois sendo alterada pelo SBT. Já no início dos anos 90, passou a ser composta por: Roxo, verde, vermelho, amarelo e azul, e foi utilizada até 1995.
  • Em 1991 no aniversário de 10 anos da emissora, é lançando um logotipo comemorativo.
  • Em 1996, o logotipo passou a ser composto pelas cores amarelo, verde, vermelho e azul, já no aniversário de 15 anos, a emissora lança um logotipo comemorativo. Anos mais tarde, em 2000, é lançado o mesmo logotipo, só que mais escuro.
  • Em 2001, no seu aniversário de 20 anos, o logotipo oficial fica dentro do número 0, que fica sobre um quadrado cinza.
  • Em 2004, o logotipo foi lançado novamente em um tom mais escuro.
  • Em 2006, fazendo 25 anos, sem logotipo comemorativo, somente uma vinheta é utilizada para comemorar.
  • Fazendo 30 anos, em 2011, o logo fica mais uma vez dentro de um zero, mas embaixo aparece alguns quadrados com as cores do logo oficial.
  • No aniversário de 31 anos, em agosto de 2012, é lançado um novo logo baseado na versão anterior com degradê nas fontes, as cores ficaram num tom mais claro e os efeitos abaixo do nome da emissora e nas laterais ficaram em evidência. Nas chamadas, em alguns momentos é adicionada a descrição #Compartilhe, que passou a ser o slogan da emissora desde então.[260]
  • Em 2014, o SBT anuncia criação de seu novo logo, lançado no dia 17 de agosto, dois dias antes de completar 33 anos. No novo logo, os brilhos e os volumes em 3D dão lugar a uma composição 2D, que sobrepõe várias elipses coloridas, simbolizando a agilidade, a modernidade e o constante processo de evolução da emissora.
  • No aniversário de 35 anos em 2016, o número "35" passa a ficar ao lado do logotipo oficial, nas cores laranja e vermelho num tom sólido e com poucos detalhes.

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • 1981 - 1986: Passe pro 4
  • 1981 - 1987: Liderança absoluta do segundo lugar
  • 1982: Todo dia. Toda hora. Tudo bem.
  • 1985: Primeira no coração de vocês.
  • 1986: SBT, vice líder absoluto do segundo lugar
  • 1987 - 1988; 1995 - 1996: Fique ligado no SBT
  • 1987 - 1989: Quem procura acha aqui
  • 1990 - 1991: Vem que é bom
  • 1992 - 1993: Aqui Tem
  • 1993 - 1994: Se liga no SBT
  • 1997 - 1998: A sua melhor Opção
  • 1998; 2016- atual: SBT, a cara do Brasil
  • 1998 - 2000: SBT é Brasil. É Sistema Brasileiro de Televisão.
  • 2000: SBT no ano 2000: Crescendo com o Brasil
  • 2000 - 2004: SBT, na nossa frente só você
  • 2001: Mania de te ver
  • 2004 - 2007: SBT, a TV dos brasileiros
  • 2007 - 2008: A concorrência vai tremer de medo
  • 2008 - 2009: SBT, a televisão que agradece o seu carinho
  • 2009 - 2011: SBT, a TV mais feliz do Brasil
  • 2012 - 2015: #Compartilhe
  • 2014 - 2016: Quem compartilha felicidade, multiplica!
  • 2016 : SBT, a TV que tem torcida
  • 2017: SBT, A Cara do Brasil e SBT, a TV que tem torcida

Slogans comemorativos[editar | editar código-fonte]

  • 1982 - 1983: TVS, há 1 ano passe pro 4
  • 1986 - 1987: SBT, há 5 anos vice-líder absoluto do segundo lugar.
  • 1991 - 1992: SBT, 10 anos com você.
  • 1996 - 1997: SBT 15 anos, tudo pra você
  • 2001 - 2002: 20 anos do SBT, na nossa frente só você
  • 2006 - 2007: SBT 25 anos, bodas de prata com os brasileiros
  • 2011 - 2012: SBT, 30 anos com você.
  • 2016 - 2017: SBT, há 35 anos colorindo os seus dias/ SBT 35 anos, a TV que tem Torcida!

Slogans publicitários[editar | editar código-fonte]

  • TVS SBT, a comunicação do Brasil (1981/87)
  • Liderança cada vez mais absoluta do segundo lugar (1988/92)
  • SBT onze anos, o vice que melhorou até o líder (1992/93)
  • SBT dezesseis anos, vice-líder desde pequenininho (1997/98)

SBT em Revista[editar | editar código-fonte]

Em 28 de agosto de 2015, o SBT, em parceria com a Editora Alto Astral, lançou o SBT em Revista nas bancas de todo o Brasil. Uma revista de curiosidades da emissora mais família do Brasil, com tudo o que acontece nos bastidores, as programações, as celebridades, moda e beleza, entrevistas com elenco e muito mais! O conteúdo encanta e deixa todos ainda mais conectados com o canal.

A primeira edição teve uma retrospectiva especial sobre os 34 anos da emissora, relembrando programas e figuras carismáticas que fizeram história dentro do SBT. Além disso, Patrícia Abravanel e a atriz Larissa Manoela, da novela Cúmplices de um Resgate, foram as primeiras entrevistadas do veículo.

Segundo João Carlos de Almeida, presidente da Editora Alto Astral, “é uma honra ter a oportunidade de transformar em revista os momentos mágicos que o SBT viveu e vive nos seus 34 anos de existência. E é muito prazeroso também, pois falar com pessoas de todas as classes sociais sempre foi o nosso forte. Estamos entusiasmados por poder levar às bancas o carisma, a alegria e… o alto-astral dos seus artistas e programação. Quem é otimista vai adorar SBT em revista. Além disso, a parceria entre Alto Astral e SBT é algo que vislumbramos há muito tempo e finalmente se concretizou.”

À imprensa, a gerente de comunicação do SBT, Maísa Alves, comentou sobre o novo investimento da emissora e a parceria com a Alto Astral. "O SBT é a emissora que tem a maior afinidade com o telespectador. A ideia foi colocada em discussão pelo próprio Comitê de Comunicação da emissora, que quis resgatar a revista do SBT, que antigamente se chamava 'Revista do SBT'. A Alto Astral será responsável pela produção da revista e o SBT fica com a parte editorial, selecionando os conteúdos", comentou.[261]

SBT em Revista é mensal, com distribuição para todo o Brasil.[262]

Parcerias[editar | editar código-fonte]

Uma das primeiras parcerias feitas com a emissora foi com os estúdios Disney em 1997 que estipulado, o valor era de US$ 15 milhões e garantia ao SBT exclusividade nos produtos da empresa durante três anos.[263] A emissora paulista também tinha direitos de exibição de filmes entre 1994 a 1996.[263] Entre os desenhos, o SBT havia comprado cerca de 65 horas por ano com extensão a mais 35. Todos os desenhos, seriam exibidos durante o programa fornecido pela Disney, Disney Club.[263] Mesmo após ter perdido a exclusividade em 2004 para a Rede Globo, o SBT ainda ficou com as séries Eu, a Patroa e as Crianças, As Visões da Raven e Cory na Casa Branca, rejeitados pela emissora do Rio de Janeiro.[264]

Em 2000, o SBT fez parceria com a Warner Bros. e a Televisa. Neste primeiro, a emissora fez um contrato de exclusividade com o estúdio americano, que somado juntamente com o contrato da Disney, a transação era avaliada em US$ 200 milhões.[265] Ela distribui vários conteúdos para a emissora como desenhos, séries e filmes.[266] Já a Televisa possui um acordo com o SBT para exibição e adaptação de novelas, e também para a exibição de séries mexicanas de grande audiência, como Chaves e Chapolin Colorado.[225] Após 2008, o SBT decidiu não comprar os direitos totais dos produtos da Warner Bros. tendo prioridade apenas na escolha do produto a ser exibido.[267]

O acordo antes entre a Rede Bandeirantes, a Rede Globo negociou os direitos do desfiles das escolas de samba de 2012 com a emissora.[268]

Em outubro de 2013, a emissora sinalizou o desejo de não continuar com o contrato para os filmes, continuando apenas com as séries e desenhos.[269] Com isso a emissora tem preferência na compra de novas temporadas das séries que já possui e filmes da distribuidora americana, mas para isso deverá pagar o preço estipulado pela mesma.[270]

Em janeiro de 2014, SBT e Warner chegaram a um novo acordo. Como antecipado em outubro, a emissora comprará filmes e séries no modelo "volume deal" e não mais em "output deal". Ou seja, o SBT comprará pacotes limitados, e não mais todo o acervo da Warner. Assim, deixará de desembolsar pelo menos R$ 30 milhões por ano com um produto que não é tão rentável e nem dá mais audiência como antes.

Pelo acordo, o SBT terá preferência na compra de novas temporadas de séries que já exibe, como The Big Bang Theory, Mike & Molly, The Mentalist e Person of Interest, entre outras, inclusive as que estão fora do ar, como Smallville, por exemplo. O SBT também terá preferência na escolha dos filmes, mas terá de pagar o preço pedido pela Warner.

Durante alguns anos, o SBT continuará exibindo filmes da Warner, como a saga Harry Potter. Isso ocorre porque, por contrato, a emissora tem direito a um número de reprises durante alguns anos após a aquisição do original. Situações inusitadas poderão ocorrer: uma rede concorrente poderá, hipoteticamente, exibir o terceiro filme da saga, enquanto o SBT exibe o quarto.[270]

Em 23 de julho de 2015, o SBT lança "Carrossel: O Filme" em parceria com a Televisa Cine, Paris Filmes, Downtown Filmes e RioFilme.[271]

Em julho de 2015, a The Walt Disney Company anunciou que arrendou duas horas da programação do SBT para exibir seus produtos, sendo responsável pela montagem dos blocos e ainda com direito a todo faturamento do horário.[264][125] Em 2015, o SBT também adquiriu os direitos de 16 produções do canal Nickelodeon, como Kenan e Kel, Sam e Cat, A Família Hathaways, The Amanda Show, The Journey of Allen Strange, The Thundermans, See Dad Run, How To Rock, Bella e os Bulldogs e Henry Danger, e os desenhos Os Padrinhos Mágicos, Bob Esponja, Os Pinguins de Madagascar, Kung Fu Panda, Monstros vs Alienígenas e Tartarugas Ninja.[272]

Também teve parcerias com a Universal Pictures, 20th Century Fox, MGM, Nickelodeon Movies, Paramount Pictures e Columbia Pictures.[273]

Aplicativo móvel[editar | editar código-fonte]

Em março de 2015, o SBT lançou o aplicativo TV SBT, semelhante ao Netflix e YouTube. Nesse aplicativo, o SBT transmite a programação ao vivo, vídeos de programas, notícias da emissora, as informações do momento produzidas pelo jornalismo da emissora e a ferramenta "Você no SBT" em que o telespectador participa dos telejornais da emissora. O aplicativo foi lançado na Google Play (Android), Windows Phone Store e Apple Store (iOS). A emissora fez um acordo com a Microsoft, lançando seu app de forma nativa no smartphone Microsoft Lumia 532 Dual SIM DTV. O aplicativo já possui mais de 5 milhões de downloads sendo o mais baixado entre as redes de televisão do país.[274]

Afiliadas e retransmissoras[editar | editar código-fonte]

O SBT conta ao todo com 114 emissoras próprias e afiliadas em todo o Brasil.[8][20][21] Vale ressaltar que o SBT, por enquanto, possui apenas uma estação repetidora em Aracaju (SE), desde a desfiliação da TV Atalaia, ocorrida em 2006.[275]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Concursos de misses[editar | editar código-fonte]

Com a falência do sistema da Rede Tupi em julho de 1980, a responsabilidade pela promoção do Miss Brasil foi transferida para Silvio Santos, nesse período, a TVS já transmitia o concurso internacional através das antigas emissoras da Tupi, da então TVS e das afiliadas da então TV Record em São Paulo, São José do Rio Preto e Franca, que eram de propriedade de Silvio Santos, sob o nome de SBT. Marlene Brito, funcionária da rede extinta aproveitada pelo Grupo Silvio Santos, foi incumbida pela direção da nova emissora de coordenar as atividades correlatas ao concurso. Com isso, Silvio Santos seria o apresentador fixo do concurso por nove anos. Na "era SBT", o Brasil obteve resultados pífios no Miss Universo, uma finalista e três semifinalistas, fora as premiações especiais de traje típico concedidas em 1981, 1987 e 1989. Em 1985, depois do Miss Brasil 85, mais um fato inédito na história das comunicações: A TVS canal 4 São Paulo fez com que o SBT pudesse a ser consolidado nacionalmente com o início e a inauguração de suas transmissões via satélite para todo o Brasil em rede nacional. Com sucessivas quedas drásticas de audiência, o SBT abriu mão do Miss Brasil e do Miss Universo em 1990, e isto foi crucial para a não participação do Brasil no Miss Universo 1990. A primeira edição do Miss Brasil transmitida pelo SBT foi a 29ª edição em 26 de junho de 1982,[276] e a última em 1 de abril de 1989, que foi a 36ª edição e que a emissora exibiu gravado da tarde no horário nobre.[277]

Eventos musicais[editar | editar código-fonte]

A emissora chegou a exibir shows gravados de artistas, em 1983 exibiu um show de Gilberto Gil filmado na Praça da Luz pela TV Cultura.[278] Em 18 de dezembro de 1987 foi exibido o especial Uma Noite em Portugal com Roberto Leal e convidados. Em 5 de agosto de 1989, o SBT exibiu o 2º Prêmio Sharp de Música, um prêmio de excelência na música popular brasileira, que havia sido realizado em 25 de abril daquele ano.[279] Em 22 de julho de 2000, um sábado, aconteceu no estádio do Morumbi o show dos Três Tenores ao lado da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Para gravar o espetáculo, que a emissora exibiu gravado no dia seguinte, um domingo, o SBT montou uma equipe com mais de cem profissionais da empresa, com doze câmeras, um helicóptero, um trilho com câmera robô, duas gruas, 10 mil metros de cabos, som Stereo Dolby Surround e, pela primeira vez no Brasil, oito canhões de luzes Synchrolight. Durante o show, os maestros Julio Medaglia, Fernando Túlio Colacioppo Júnior e Mario Valério Záccaro fizeram comentários. O apresentador Celso Portiolli foi o âncora da transmissão.[280][281]

Promovidos pelo SBT[editar | editar código-fonte]

A emissora promove desde a 22ª edição o Troféu Imprensa, que é o maior e mais antigo prêmio anual dedicado a premiar os maiores destaques da televisão brasileira e música. O prêmio foi criado em 1958, pelo jornalista Plácido Manaia Nunes, diretor da revista São Paulo na TV, cuja primeira escolha dos melhores do ano se deu em 1960. Com o fim da revista São Paulo na TV, Plácido vendeu os direitos do Troféu Imprensa ao apresentador e empresário Silvio Santos que, desde 1970, é o responsável pela organização, produção e apresentação do prêmio, transmitida anualmente pelo SBT.

Em 1991, com a crise que se instalou na economia e refletiu na publicidade, o Festival Brasileiro do Filme/VT Publicitário, correndo o risco de não ser realizado, teve o SBT como principal patrocinador do evento, que foi realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 1991, no Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, no bairro do Botafogo, no Rio de Janeiro. A emissora ganhou o direito de nomear uma das categorias principais da premiação. Existia o “Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro – Filme/VT” e naquela premiação teve também “Grande Prêmio SBT – Sistema Brasileiro de Televisão – Campanha”, ambas vencidas pela Brastemp e sua campanha “não é assim uma Brastemp”.[282]

O SBT cede, a cada ano, desde 1998, sempre por volta do mês de novembro e final de outubro cerca de 27 horas de sua programação para a maratona televisiva do Teleton em prol da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).

Desde 2011, o SBT exibe o Prêmio Líderes do Brasil, organizado pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais) e pelo jornal Brasil Econômico e entregue no Palácio dos Bandeirantes e tem como objetivo projetar empresas e líderes em reconhecimento aos esforços empreendidos para posicionar o Brasil em patamar de liderança mundial. A rede exibiu a primeira edição em 2011,[283] a segunda de 2012,[284] a terceira em 2013,[285] a quarta em 2014.[286] e a quinta em 2015.[287]

Eventos regionais[editar | editar código-fonte]

Desde o fim da década de 1990, o SBT voltou suas atenções para tradicionais festas populares que são realizadas em várias regiões do Brasil. Desta forma: a Oktoberfest, em Santa Catarina;[288] o Círio de Nazaré,[288] no Pará; a Festa de São João;[288] a Festa da Laranja[289] e a Semana Farroupilha, no Rio Grande do Sul, foram transmitidos com exclusividade pela emissora. A Festa do Peão de Barretos chegou a ter os direitos exclusivos comprados, mas voltaram para a Rede Globo. Os direitos da festa hoje pertencem a Rede Bandeirantes. O Festival Folclórico de Parintins também teve exclusividade do SBT entre os anos 2000 e 2007,[288] porém em 2008 a emissora perdeu os direitos para a Rede Bandeirantes. Atualmente, promove em parceria com prefeituras municipais o SBT na Praça, com brincadeiras e serviços ao público,[290][291] e o SBT Running com competições de corrida e caminhada.[292]

Carnaval[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: SBT Folia

O SBT tirou da Band, em 2012, os direitos de transmissão dos desfiles do Grupo de acesso A[293] e das campeãs do carnaval do carioca e paulista.

Eventos internacionais[editar | editar código-fonte]

O Prémio Nobel de 10 de dezembro de 1988 foi exibido de forma gravada e pela primeira vez na íntegra na televisão brasileira, em 23 de janeiro de 1989, pelo SBT, pois antes, a Rede Manchete, em 1987, havia exibido apenas trechos da premiação. Em um anúncio, a emissora chamou o evento, ocorrido em Oslo na Noruega e Estocolmo na Suécia, como “Amanhã o SBT apresenta o Troféu Imprensa da Suécia”.[294] Em 1993 exibiu o show de Michael Jackson em Bucareste ocorrido em 1992 e a qual a emissora comprou da Xuxa Produções, empresa que promoveu a turnê no Brasil, vencendo a Globo que também pretendia adquirir o show.[295] Em 21 de março de 1994, o SBT apresentou sua primeira transmissão do Óscar, em sua sexagésima sexta edição, apresentado por Bóris Casoy, comentários de Rubens Ewald Filho, e reportagens de Zileide Silva, enquanto o repórter Arnaldo Duran cobriu direto de Los Angeles, com entradas ao vivo,[296] repetindo as transmissões na edição de 1995,[297] e edição de 1996.[85]

Em 26 de março de 2000, o SBT exibiu a septuagésima segunda edição do Óscar,[298] cujos direitos até então estavam na Rede Globo e que neste ano só exibiu pelo Telecine. A transmissão foi apresentada por Babi Xavier, e comentários de Rubens Ewald Filho. Na transmissão da edição de 2003 a apresentação foi de Marília Gabriela e os direitos de transmissão foram divididos com a TNT,[299] sendo que o SBT chegou a reprisar três vezes esta cerimônia.[288] A edição de 2004 apresentada por Maria Cândida e foi a última exibição de uma premiação do Óscar na emissora.[300] O SBT também exibiu ao vivo a edição de 2002 do Grammy Latino,[301][302] e as edições seguintes, sendo que a de 2005 foi apresentada num compacto gravado da cerimônia, apresentado por Regina Volpato, com comentários do músico e produtor João Marcelo Bôscoli,[303] enquanto a cerimônia do internacional prêmio Grammy Award de 2006 foi ao vivo e apresentada por Adriane Galisteu.[304] Em 16 de janeiro de 2006, o SBT transmitiu ao vivo e com exclusividade na televisão aberta a 63ª edição do Globo de Ouro, com apresentação de Analice Nicolau e do crítico de cinema Rubens Ewald Filho.[305] Em 24 de dezembro de 2012, foi exibido o show de André Rieu como especial de Natal.[306] O Victoria's Secret Fashion Show de 2005 foi transmitido gravado em 2006,[307] bem como suas demais edições até 2013.[308]

Ao longo do tempo, o SBT apresentou shows de diversos artistas, com destaque para Julio Iglesias, que ao lado de Roberto Carlos é um dos artistas preferidos de Silvio Santos, e que teve seus especiais no Taiti, Nova Iorque e Jerusalém exibidos pela emissora ao longo da década de 1980, sendo que este último em Israel foi ao ar no domingo em 14 de fevereiro de 1988, uma semana antes de Silvio Santos retornar após sua cirurgia nas cordas vocais, o SBT exibiu este e outro artistas em sequência das 14h às 20h30 os especiais com Tina Turner, Roberto Leal, Os Paralamas do Sucesso, Luciano Pavarotti e Madonna.[309]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Concessão[editar | editar código-fonte]

Na época em que foi divulgado que o Grupo Silvio Santos havia conquistado uma concessão de televisão aberta em São Paulo, a imprensa fez diversos questionamentos, alegando que Silvio Santos já era dono de uma rede de TV no Rio de Janeiro, a TVS, e não poderia vencer uma concessão que englobava uma outra rede de TV no mesmo estado.[54] Como explicação, foi dito que o dono do canal 11 no Rio de Janeiro era Silvio Santos e quem venceu a licitação que englobava o canal 9, era o Sistema Brasileiro de Televisão, que não tinha Silvio Santos no seu rol acionário e sim Carmen Abravanel (cunhada de Silvio Santos) e Carlos Marcelino Machado de Carvalho (filho de Paulo Machado de Carvalho, da TV Record).[54] Outra acusação é que o SBT teria sido favorecido graças a programas como a Semana do Presidente, exibida dentro do Programa Silvio Santos e a proximidade do apresentador com o presidente João Figueiredo. O ministro das Comunicações Haroldo Corrêa de Mattos ficou exaltado e chegou a chamar de antipopular e elitista quem criticava a escolha da concessão ao SBT.[54]

Alguns Sindicatos de Radialistas da época também não gostaram da escolha do processo vencido por Silvio Santos e do “surgimento do SBT”. Ciro Machado, então presidente da categoria em Porto Alegre, assim falava de Silvio Santos: “é um mau empresário, que não assume responsabilidades com o trabalho e, todos sabem, só trabalha mediante prestação de serviços ou cachês”.[54] Nisso, a bem da verdade, acabou se revelando uma mentira com o passar do tempo. É histórica a fama de bom pagador do SBT a seus funcionários.[parcial?][44][54] Por outro lado, o mesmo Ciro Machado disse que o mercado de trabalho não iria melhorar porque Silvio Santos “só se utiliza de enlatados”.[54]

Em 20 de março de 1981, o Sindicato dos Radialistas do Estado de São Paulo divulgou uma nota oficial lamentando a decisão do Ministério das Comunicações em ceder duas concessões aos grupos de Silvio Santos e Adolpho Bloch, o sindicato afirmando-se "de luto" pela concessão das duas novas redes de televisão ao Sr. Adolpho Bloch e à Sra. Carmem Abranavel, "que na realidade é a máscara onde se esconde o Sr. Sílvio Santos". O sindicato considerou que "foram ganhadoras as duas piores propostas, pois o Sr. Adolpho Bloch já fala numa rede para exibir filmes enquanto o Sr Sílvio Santos está preocupado com o seu Baú da Felicidade para a venda de carnês".[310]

Em relação a Silvio Santos, o sindicato afirmou: "A rigor, um dos dois ganhadores nem deveria estar participando da licitação, porque era impedido por lei. Mas o Sr. Sílvio Santos [sic] burlou a lei e entrou na concorrência com testas de ferro."[310]

Dívidas dos antigos funcionários da Tupi[editar | editar código-fonte]

Em 1980, 869 dos cerca de 1.500 funcionários da Rede Tupi entraram com ação judicial coletiva para receber seus direitos.[311] Em 1986, Silvio Santos assumiu a dívida, mas não houve acordo quanto ao valor corrigido.[311] O sindicato queria R$ 7,8 milhões. O SBT, inicialmente, só queria pagar R$ 1,9 milhão e recorreu à Justiça.[311] Em 1996, o SBT depositou em juízo esse valor, que foi distribuído aos ex-funcionários em 1997.[311] Em 1999, a Justiça determinou o pagamento, pelo SBT, de mais R$ 6,4 milhões.[311] Em 2000, cerca de 800 funcionários da extinta TV Tupi receberam parte de seus direitos trabalhistas, reivindicados há 20 anos.[311] A 4ª Vara Cível de São Paulo liberou ao sindicato dos radialistas do Estado R$ 6,4 milhões que o SBT havia depositado em juízo no ano de 1999.[311] Desse total, o sindicato vai repassar aos ex-funcionários R$ 5,8 milhões.[311] O sindicato dos radialistas ainda tenta receber mais R$ 1,1 milhão.[311]

Documento Especial[editar | editar código-fonte]

Em 1992, Silvio Santos convidou o diretor Nelson Hoineff e o apresentador Roberto Maya e seu programa Documento Especial a deixarem a Rede Manchete e irem para o SBT. O tema da estreia era “O País da Impunidade”, mas esta edição não foi ao ar e não se soube o verdadeiro motivo das restrições impostas ao programa de estreia. Informações dão conta que era uma reportagem dissecando o caso PC Farias/Fernando Collor de Mello, contendo inclusive uma gravação inédita obtida junto ao jornal Zero Hora de Porto Alegre e o SBT preferiu não levar ao ar por medo de represália de políticos, em especial do governo do presidente Collor, em tempos de crise institucional no Brasil. Tal matéria só seria exibida em 2007, no Canal Brasil.[312] O mesmo programa levaria ao ar, em 17 de setembro de 1992, uma reportagem que não pôde ser tratada na Manchete por restrições de Adolpho Bloch.

A reportagem, que virou tema internacional, exibiu uma entrevista com um grupo neonazista brasileiro, denominado White Power, formado por skinheads, na matéria também aparecia o irmão de Eduardo Suplicy, Anésio Lara, que era simpatizante dos ideais de Adolf Hitler. Como Suplicy era candidato à Prefeitura de São Paulo, seu adversário Paulo Maluf tentou usar a matéria a seu favor na campanha. A Polícia Federal entrou no caso e indiciou diretor, chefe de reportagem e produtor por apologia ao crime. Na época, uma rádio voltada ao público nordestino foi pichada pelo fato de seu locutor ter se manifestado contra a matéria do Documento Especial. Em 29 de novembro daquele ano, a reportagem foi exibida no Festival de Documentários de Leipzig, na Alemanha.[312]

Muito Além do Cidadão Kane[editar | editar código-fonte]

Em 1993, foi lançado o documentário televisivo britânico Muito Além do Cidadão Kane, de Simon Hartog, exibido pelo Channel 4,[313] emissora pública do Reino Unido. O documentário mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil, focando na análise da figura de Roberto Marinho.[314][315] A obra detalha a posição dominante da sua emissora, a Rede Globo, na sociedade brasileira. Embora o documentário seja focado na concorrente, o SBT e Silvio Santos também são citados de forma crítica, com imagens das vinhetas do SBT e de Silvio Santos apresentando a Porta da Esperança e o quadro do pião da casa própria, o SBT é apresentado, ao lado da Rede Manchete, como concorrentes pelo segundo lugar e que "A supremacia de audiência da TV Globo é, as vezes, ameaçada aos domingos pelo programa de 12 horas de Sílvio Santos, em sua própria rede, o SBT":[316]

Com imagens de Silvio Santos, o documentário comenta:

Em seguida, o documentário mostra o quadro da Porta da Esperança onde uma filha pede ajuda para reencontrar a sua mãe, sendo que as portas se abrem e elas se reúnem, o documentário comenta:

Em 2009, outra concorrente do SBT, a Rede Record, comprou os direitos de exibição do documentário.[314]

Domingo Legal e o caso PCC[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Escândalo Gugu-PCC

Em 7 de setembro de 2003 o Domingo Legal, programa de sucesso do canal que naquele período era apresentado por Gugu Liberato, exibiu no início da noite uma forjada entrevista gravada com dois supostos integrantes do PCC. Como consequência, o programa foi tirado do ar em 21 de setembro pela Justiça, a pedido do Ministério Público do Brasil. A atração foi substituída de última hora por reprises do Grammy Latino, Troféu Imprensa, Programa do Ratinho, Xaveco e o Curtindo uma Viagem.[317][318]

Liderança Capitalização[editar | editar código-fonte]

Em 1978, o advogado Antônio Rodriguez entrou com uma ação na Justiça de São Paulo acusando a Liderança Capitalização, empresa do Grupo Silvio Santos, de roubar seus fregueses, a qual três clientes foram os autores da queixa, que reclamaram que se consideravam lesados e brigam na Justiça pelo dinheiro que, segundo eles, Silvio Santos conseguiu tirar-lhes durante anos. Rodriguez disse que toda a manobra "é roubo mesmo". Na época, outros clientes também apareceram com reclamações em relação ao carnê do Baú da Felicidade e os produtos que seriam de baixa qualidade, a reportagem também acusou a empresa de enganar seus vendedores e que estes seriam orientados a também enganarem os clientes.[319]

Plágio da Endemol[editar | editar código-fonte]

Em 2000, a produtora holandesa Endemol ofereceu o reality show Big Brother ao SBT por US$ 8 milhões.[320] A emissora brasileira teve acesso a todo formato porém recusou a compra alegando que seria um valor alto, além de importar recursos dos Países Baixos.[320] Com isso, representantes do SBT firmaram um acordo com a produtora de que não iriam usar informações do programa. Posteriormente, a Rede Globo comprou os direitos de exibição do programa no Brasil, porém o SBT lançou em 2001 a Casa dos Artistas, somente com participantes famosos, estreando o formato de pessoas confinadas no país.[320] O final da primeira temporada rendeu a atração 47 pontos de audiência com pico de 55, considerada um recorde até hoje pela emissora.[320] Com o grande sucesso do programa exibido pelo SBT, a Rede Globo lançou o Big Brother Brasil e entrou com uma ação judicial junto com a Endemol para tirar do ar a Casa dos Artistas.[320] O programa ficou fora do ar dois dias, com o desembargador suspendendo a ação julgando que os argumentos apresentados não caracterizavam plágio, complementando que as ideias não eram cobertas pelos direitos autorais no país e que a suspensão do programa traria grandes prejuízos.[321] O programa ainda teve mais duas edições, e em 2004, foi lançado o Casa do Artistas: Protagonista de Novela, formato originado da Espanha.[320] O processo contra o SBT movimentou quantias acimas R$ 18 milhões e passou por todas as instâncias.[320]

Tele Sena[editar | editar código-fonte]

Em 1992, uma ação do deputado estadual José Carlos Tonin (PMDB-SP), por meio do advogado Luiz Nogueira, defende que a Tele Sena é uma cartela de jogo disfarçada de plano de capitalização, uma vez que ela devolve aos compradores apenas metade do valor pago, R$ 3, um ano depois. Segundo a ação, a Tele Sena contraria o decreto 261/67, que determina que as sociedades de capitalização devem funcionar como poupança e condenou os réus a recolherem R$ 50 milhões aos cofres públicos.[322] Neste mesmo ano, o professor de economia política da Universidade de Brasília Lauro Campos também anunciou que levaria à Procuradoria Geral da República uma representação contra o empresário Sílvio Santos, acusando-o de estar utilizando seu canal de televisão para prática de contravenção penal.[323]

O professor argumenta que esse jogo não poderia estar sendo explorado por uma empresa privada, com fins lucrativos, mas apenas por uma entidade pública, e com destinação das receitas para fins sociais, como determina a legislação.[323] Ele estimou que Sílvio Santos estaria faturando cerca de Cr$ 2 bilhões por mês com a Tele Sena.[323] Sua representação junto à Procuradoria iria incriminar também o então ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira, responsável pela autorização para a veiculação da Tele Sena, e também a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), pelo convênio firmado com a Liderança Capitalização S.A., empresa do Grupo Sílvio Santos gestora da Tele Sena.[323] Em 1997, o juiz João Batista Gonçalves da 6ª Vara Federal de São Paulo, anulou o ato administrativo que autorizou a Liderança Capitalização S/A a emitir cartelas da Tele Sena.[324] Em 2000, desembargadores do Tribunal Regional Federal de São Paulo criaram uma ação pedindo o fim da Tele Sena.[322]

Em carta manuscrita, dirigida como forma de sensibilizar os desembargadores que analisavam apelação cível à ação popular que pede a decretação da ilegalidade da Tele Sena. Silvio Santos revelou como conseguiu montar e depois impedir que o SBT, fosse à falência, há quase dez anos.[322] Silvio Santos admitiu ter criado a Tele Sena, em 1991, para cobrir os prejuízos do SBT, que já não conseguia se sustentar e crescer apenas com publicidade e os lucros do carnê Baú da Felicidade.[322] Silvio Santos argumenta que a Tele Sena é legal e que seu fim o levaria à falência, prejudicando o SBT e favorecendo a Globo, pois segundo o empresário, até o pacote de filmes da Warner e da Disney que o SBT vem exibindo, e que tem superado a Globo no Ibope, foi viabilizado pela Tele Sena, "A Tele Sena gerou em oito anos um lucro que está sustentando todas as empresas do grupo, que dão prejuízo em razão dos altos investimentos na própria rede de TV e na abertura de novos negócios (Internet, TV a cabo, banco etc)", escreveu Silvio Santos.[322]

A carta foi enviada à desembargadora federal Therezinha Cazerta, que concluiu seu voto, também contrário à Tele Sena. Na decisão, ela reproduziu trechos da carta de Silvio Santos. Diz que o documento, "antes de socorrê-lo, acaba por ratificar mais ainda que a Tele Sena é ilegal e lesiva à moralidade administrativa", e que "Na verdade, a Tele Sena somente enriquece o senhor Silvio Santos".[322] Em novembro de 1999, o relator do processo, desembargador Newton de Lucca, deu voto contra a Tele Sena e concluiu pela ilegalidade da Tele Sena, mas reformou a decisão sobre a multa de R$ 50 milhões.[322] Em seu voto, o desembargador federal apontou que a Tele Sena é "um desvio de finalidade" do decreto 261/67, que não "cria poupança" e que se vale do "apelo lúdico dos sorteios", realizados pelo "homem de vendas mais prestigiado da TV brasileira".[322] Em 2007, por decisão unânime, o Superior Tribunal de Justiça reconheceu a legalidade da Tele Sena.[325]

Os ministros, acompanhando o entendimento do relator, ministro Luiz Fux, anularam decisão da Justiça Federal da 3ª Região concluindo que o autor de ação popular não tem legitimidade para propor ação visando à anulação de contratos entre pessoa jurídica e outras entidades, nem para pleitear defesa de outros consumidores, sequer para reivindicar valores obtidos com a venda dos títulos de capitalização.[326] Posteriormente, foi aberto um processo na Corte Especial daquele Tribunal para apurar possível parcialidade do ministro Luiz Fux, em favor da empresa Liderança Capitalização S/A.[327]

Relação com o Ibope[editar | editar código-fonte]

Em 1986, o SBT criticou publicamente o Ibope devido à fusão, na época, com a Audits of Great Britain,[328] empresa da Inglaterra concorrente do instituto brasileiro, que passaria a utilizar o aparelho people meter, ou Audi-TV, desenvolvido pela empresa inglesa, viabilizando coleta, processamento e entrega dos dados de audiência em tempo real, uma espécie de première mundial. A rede ainda criticou o fato do Ibope passar a deter o monopólio dos serviços à mídia, sua metodologia e amostras utilizadas, pois segundo a sua então superintendência comercial, o Ibope influi na destinação da verba publicitária do Brasil.[328]

Em 9 de março de 1988, Silvio Santos apareceu na TV Cultura e atacou Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, chamando-o de ladrão e dizendo que fazia mais ou menos 1 ano e meio que tinha conhecimento que os números do instituto eram manipulados em favor da Rede Globo e, como tal, não deveria ser levado a sério.[329] Silvio afirmou que o Ibope teria recebido dinheiro de Roberto Marinho para comprar a Audi-TV em 1985.[329] No dia 13, domingo, durante o Show de Calouros ele disse, "Dizem que o Montenegro se atrapalhou financeiramente e recebeu recursos da Globo. Dizem, não vou poder provar".[329] Silvio citou os exemplos de várias emissoras, como TV Excelsior, TV Rio e TV Tupi, que tiveram de ir a falência, "Será que todos os administradores foram incorretos? Será que todos os administradores foram incompetentes?”, revoltou-se no ar o apresentador insinuando uma manipulação dos números fora da Globo.[329] A reação do Ibope foi imediata: um processo criminal contra o dono do SBT, que se retratou, pediu desculpas e fez as pazes com o instituto em troca de autorização para realizar uma auditoria nos métodos do Ibope.[330] No entanto, o SBT viria a assinar um contrato com especialistas da Universidade de São Paulo para a criação do seu próprio Instituto de Pesquisas de Audiência, batizado de Alfonsímetro.[331] Para isto, o recém-criado departamento de pesquisas do SBT que atingiria primeiro São Paulo, depois o Rio de Janeiro, antes de se tornar nacional, faria seu primeiro teste de operação. Durante quatro horas, 40 entrevistadores percorreram 25 bairros previamente selecionados da cidade de São Paulo, fazendo um tipo de pesquisa de audiência semelhante ao do Ibope, o flagrante domiciliar.[330]

Na última semana de abril de 1993, o SBT colocou no ar uma campanha cifrada em que prometia sortear um carro 0 km entre as pessoas que provassem ter um aparelho de medição de audiência do Ibope instalado em sua casa, chamado people meter. Posteriormente, a emissora retirou a campanha após pedido da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), da Associação Brasileira das Agências de Propaganda (Abap) e da Comissão Abap/Redes e retirou do ar a campanha "Caça ao Aparelho de TV".[331][332][333][334] Em troca, ABA e ABAP promoveram uma reunião para discutir o assunto. Além do SBT, compareceram a Globo, Record, Manchete e Bandeirantes.[333] Na reunião, depois de apresentar uma série de reclamações, o SBT propôs às emissoras e agências de publicidade a criação de um novo órgão de medição de audiência, que substitua o Ibope no fornecimento de dados.[333][335][336] O SBT ainda voltaria a veicular a campanha pela caça ao aparelho.[333] Em represália ao SBT, o Ibope deixou de divulgar os índices de audiência na Grande São Paulo feitas pelo instituto no período das 20h44 do dia 4 de junho (sexta-feira) às 15h08 do dia 7 (segunda-feira) de 1993.[331][333]

Em 2003, o SBT passou a investir no Datanexus, instituto de medição de audiência, que passou a mostrar uma diferença na audiência medida entre os dois institutos de pesquisa,[337] porém, a emissora foi sua única cliente e a empresa teve que encerrar suas atividades em 2004.[338]

Dez anos mais tarde, o SBT - juntamente com a Record, Band e RedeTV! - assinou contrato com o GfK, instituto alemão de medição de audiência que passou a concorrer com o Kantar IBOPE Media no Brasil.[339]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O sinal não está disponível na Oi TV. Para maiores detalhes, veja Simba Content.

Referências

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