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Temporada de furacões no Atlântico de 2025

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Temporada de furacões no Atlântico de 2025
imagem ilustrativa de artigo Temporada de furacões no Atlântico de 2025
Mapa resumo da temporada
Datas
Início da atividade 23 de junho de 2025
Fim da atividade temporada em curso
Tempestade mais forte
Nome Melissa
(Empatado para o terceiro mais intenso na bacia do Atlântico)
 • Ventos máximos 185 mph (295 km/h)
 • Pressão mais baixa 892 mbar (hPa; 26.34 inHg)
Estatísticas sazonais
Total depressões 13
Total tempestades 13
Furacões 5
Furacões maiores
(Cat. 3+)
4
Total fatalidades 41+ total
Danos $6.56 billhão (2025 USD) >
Artigos relacionados
Temporadas de furacões no oceano Atlântico
2023, 2024, 2025, 2026, 2027

A temporada de furacões no Atlântico de 2025 é atual temporada de furacões no Oceano Atlântico no Hemisfério Norte. Ela começou oficialmente em 1º de junho de 2025 e terminará em 30 de novembro de 2025, datas adotadas por convenção, descrevendo historicamente o período em cada ano em que a maior parte da ciclogênese subtropical ou tropical ocorre no Oceano Atlântico (mais de 97%). O primeiro sistema, a tempestade tropical Andrea, formou-se em 23 de junho, marcando o inicio mais tardio da época no Atlântico desde 2014. Pouco tempo depois, a tempestade tropical Barry formou-se e rapidamente atingiu terra em Veracruz.

Em julho, a tempestade tropical Chantal atingiu a Costa Leste dos Estados Unidos. Em agosto, o Furacão Erin tornou-se o sistema mais forte mundial em 2025 até à data, chegando à categoria 5 de intensidade. Apesar de nunca atingir terra, o sistema impactou Cabo Verde, onde morreram várias pessoas e causou danos maiores assim como no leste do Caribe e no litoral da costa leste dos Estados Unidos. Depois as condições condicionaram a ciclogênese tropical durante quase um mês até ao final de agosto e as primeiras duas semanas de setembro, durante o pico da época de furacões. Em meados de setembro, a atividade resumiu com a formação do furacão Gabrielle no Atlântico central, passando ao leste das Bermudas como um furacão maior antes de afetar os Açores. Com o furacão Humberto intensificando-se à Categoria 5 em 27 de setembro, isso tornou-se a segunda época consecutiva a ter vários furacões de categoria 5, seguinda a 2024 com o Beryl e Milton.[1] O furacão Imelda formou-se pouco depois, causando inundações nas Antilhas e Arquipélago das Lucaias. Imelda e Humberto moveram-se muito perto de cada um como furacões, e isso influênciou cada caminho das tempestades.

Previsões sazonais

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Previsões da atividade tropical na temporada de 2025
Fonte Data Tempestades
nomeadas
Furacões Furacões
maiores
Ref
Média (1991–2020) 14.4 7.2 3.2 [2]
Atividade recorde alta 30 15 7 [3]
Atividade recorde baixa 1 0 0 [3]

TSR 10 de dezembro de 2024 15 7 3 [4]
CSU 3 de abril de 2025 17 9 4 [5]
TSR 7 de abril de 2025 14 7 3 [6]
UA 9 de abril de 2025 15 7 3 [7]
MU 14 de abril de 2025 12–16 7–9 3–4 [8]
NCSU 15 de abril de 2025 12–15 6–8 2–3 [9]
TWC 17 de abril de 2025 19 9 4 [10]
UPenn 23 de abril de 2025 10–18 N/A N/A [11]
SMN 7 de maio de 2025 13–17 6–8 3–4 [12]
UKMO 21 de maio de 2025 16 9 4 [13]
NOAA 22 de maio de 2025 13–19 6–10 3–5 [14]
TSR 23 de maio de 2025 16 8 4 [15]
CSU 11 de junho de 2025 17 9 4 [16]
UA 17 de junho de 2025 17 7 3 [17]
TSR 8 de julho de 2025 15 7 3 [18]
CSU 9 de julho de 2025 16 8 3 [19]
NOAA 7 de agosto de 2025 13–18 5–9 2–5 [20]
Atividade atual 13 5 4
† Mais recente das ocorrências

Em antecipação de, e durante, cada época de furacões, várias previsões de atividade de furacões na temporada são emitidos pelos serviços nacionais de meteorologia, agências científicas, e peritos reconhecidos de furacões. Estes incluem previsões de meteorologistas dos Estados Unidos (NOAA) Climate Prediction Center, Tropical Storm Risk (TSR), o Met Office do Reino Unido, e a Universidade Estadual de Colorado (CSU). Estas previsões dos meteorologistas incluem alterações semanais e mensais em fatores importantes que ajudam a determinar o número de tempestades tropicais, furacões, e furacões maiores dentro a época em particular.

De acordo com a NOAA e CSU, a época média de furacões entre 1991 e 2020 continha cerca de 14 tempestades nomeadas, 7 furacões, e 3 furacões maiores (Categoria 3 ou mais intenso), assim como o índice de Energia ciclónica acumulada (ECA) de 72–111 unidades. Em termos gerais, ECA é a medida de força do ciclone tropical ou subtropical multiplicado pelo tempo que existiu. ECA é apenas calculado para avisos completos em ciclones tropicais ou subtropicais específicos onde os ventos atingem 63 km/h ou mais. A NOAA tipicamente descreve a época como acima da média, média, ou abaixo da média dependendo do índice cumulativo do ECA; mas o número de ciclones tropicais, furacões ou furacões maiores também são tidos em conta.

Resumo sazonal

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Furacão MelissaFuracão ImeldaFuracão Gabrielle (2025)Tempestade tropical Chantal (2025)Tempestade tropical Barry (2025)Escala de furacões de Saffir-Simpson

Tempestade tropical Andrea

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 23 de junho – 24 de junho
Intensidade máxima 40 mph (65 km/h) (1-min)  1014 mbar (hPa)

O NHC monitorizava uma perturbação entre o nordeste das Bermudas e oeste dos Açores com poucas chances de se tornar um ciclone tropical por estar muito a norte no Oceano Atlântico, mas no dia 24 de junho Andrea foi nomeado porque adquiriu uma "convecção persistente durante a noite", segundo o Centro. "Sua localização é um tanto incomum para junho, visto que nenhuma outra tempestade se formou tão ao norte e leste quanto Andrea", pontuou Brian Donegan, meteorologista da Fox Weather.[21][22]

Os avisos do NHC foram descontinuados 14 horas depois do ciclone ser nomeado, quando ele se tornou uma baixa remanescente, nas águas temperadas de cerca de 20°C no nordeste do Atlântico.[23]

Tempestade tropical Barry

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 28 de junho – 30 de junho
Intensidade máxima 45 mph (75 km/h) (1-min)  1006 mbar (hPa)

No dia 28 de junho a "depressão tropical número 1" se formou na Bacia de Campeche e os sistema foi nomeado na manhã do dia 29, com avisos para fortes chuvas no leste do México.[24][25] No dia 30 o ciclone chegou a Tampico como uma tempestade tropical, com ventos sustentados de cerca de 65 km/h, mas logo foi rebaixado para uma depressão tropical.[26][9]

Barry provocou chuvas fortes no centro do México, nos estados de Veracruz, Puebla, Tamaulipas, San Luis Potosí e Hidalgo e enchentes ocorreram principalmente em San Luis Potosí.[9][27]

Na tarde de 3 julho, uma circulação de nível médio remanescente de Barry aliada a uma massa de humidade vinda do Pacífico causou chuvas torrenciais em Texas Hill Country, principalmente no Condado de Kerr, levando a enchentes catastróficas generalizadas que provocaram mais de 100 mortes.

Tempestade tropical Chantal

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 4 de julho – 7 de julho
Intensidade máxima 60 mph (95 km/h) (1-min)  1002 mbar (hPa)

No fim da tarde de 04 de julho o NHC emitiu o "Aviso número 1 sobre depressão tropical três", quando o ciclone tropical estava a cerca de 24 quilómetros a sudeste de Charleston, na Carolina do Sul, e tinha ventos constantes de 55 km/h. No aviso vinha a indicação de que o centro da depressão provavelmente se moveria perto ou sobre a costa da Carolina do Sul na manhã de domingo.[28]

Na manhã de sábado o sistema foi nomeado Chantal quando virou uma tempestade tropical.[29] No domingo de 06 de julho, às 5 horas (horário local), Chantal desembarcou no leste da Carolina do Sul, pouco a sul de Murrells Inlet, com ventos de 85 km/h, com avisos para enchentes repentinas também para a Carolina do Norte, que alcançou horas depois de cruzar o leste da Carolina do Sul.[30][31]

Tempestade tropical Dexter

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 4 de agosto – 7 de agosto
Intensidade máxima 50 mph (85 km/h) (1-min)  998 mbar (hPa)

Furacão Erin

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Furacão categoria 5 (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 11 de agosto – 22 de agosto
Intensidade máxima 160 mph (260 km/h) (1-min)  915 mbar (hPa)

Em 9 de agosto, uma onda tropical deslocou-se da costa oeste da África.[91] À medida que a perturbação se deslocava para o mar e em direção às Ilhas de Cabo Verde no dia seguinte, formou-se uma baixa pressão bem definida, produzindo chuvas e trovoadas desorganizadas, com ventos sustentados próximos à força de vendaval.[92] Na manhã de 11 de agosto, a perturbação organizou-se na Tempestade Tropical Erin, à medida que seus ventos sustentados aumentaram para cerca de 75 km/h (45 mph).[93] Erin deslocou-se rapidamente para oeste após a sua formação, onde encontrou um ambiente termodinâmico desfavorável que inibiu o seu desenvolvimento adicional.[94] Erin não conseguiu organizar-se de forma significativa em 12 de agosto e a convecção profunda diminuiu durante a manhã.[95] Embora as condições em torno da tempestade fossem novamente apenas marginalmente favoráveis em 13 de agosto, a convecção tornou-se mais concentrada perto do seu centro e Erin fortaleceu-se ligeiramente naquela tarde.[96]

Devido à persistente entrada de ar seco, a tempestade continuou a ter dificuldades no dia seguinte para estabelecer um núcleo interno, e a convecção diminuiu um pouco sobre o centro de baixo nível no final daquele dia.[97] Mesmo assim, Erin conseguiu atingir a força de um furacão na manhã de 15 de agosto.[98] Mais tarde naquele dia, sua estrutura melhorou drasticamente e o furacão se intensificou para a categoria 2.[99] Em 16 de agosto, enquanto se movia para oeste-noroeste a cerca de 31 km/h, Erin se intensificou rapidamente para a categoria 4 às 09:50 UTC daquela manhã.[100] Em seguida, às 15:20 UTC, os Caçadores de Furacões da Força Aérea relataram que Erin se fortaleceu para um furacão de categoria 5,[101] atingindo ventos máximos sustentados de 260 km/h (160 mph) e uma pressão central mínima de 915 mbar (27,02 inHg), cerca de 220 km (135 mi) a noroeste de Anguilla.[102] Então, após manter essa intensidade durante grande parte do dia, a tempestade iniciou um ciclo de substituição da parede do olho.[103] Durante o ciclo de substituição, os ventos máximos do sistema diminuíram para a força da Categoria 3 no início de 17 de agosto.[104] Após a conclusão do ciclo, Erin se intensificou novamente para a Categoria 4 no início da manhã seguinte, com um olho mais amplo e um campo de vento em expansão.[105] No final daquele mesmo dia, o sistema enfraqueceu novamente para a Categoria 3, enquanto se deslocava para noroeste, a leste das Bahamas.[106] Erin, agora com força de Categoria 2, virou para leste-nordeste no início de 21 de agosto, enviando chuva e ventos com força de tempestade tropical sobre as Outer Banks da Carolina do Norte. Às 06:00 UTC daquele dia, passou a cerca de 320 km a sudeste do Cabo Hatteras, Carolina do Norte. Também estava a cerca de 750 km a oeste-noroeste das Bermudas naquele momento.[107] Mais tarde, na manhã de 22 de agosto, o furacão enfraqueceu para a categoria 1 devido a um cisalhamento do vento sudoeste de 56 a 65 km/h e à queda da temperatura da superfície do mar, levando ao início de sua transição extratropical enquanto se movia para nordeste sobre o Atlântico Norte aberto.[108]

Tempestade tropical Fernand

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 23 de agosto – 28 de agosto
Intensidade máxima 60 mph (95 km/h) (1-min)  1000 mbar (hPa)

Furacão Gabrielle

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Furacão categoria 4 (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 17 de setembro – 25 de setembro
Intensidade máxima 140 mph (220 km/h) (1-min)  948 mbar (hPa)

Tempestade tropical Humberto

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Furacão categoria 5 (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 24 de setembro – 1 de outubro
Intensidade máxima 160 mph (260 km/h) (1-min)  924 mbar (hPa)

Furacão Imelda

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Furacão categoria 2 (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 27 de setembro – 2 de outubro
Intensidade máxima 100 mph (155 km/h) (1-min)  966 mbar (hPa)

Tempestade tropical Jerry

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 7 de outubro – 11 de outubro
Intensidade máxima 65 mph (100 km/h) (1-min)  999 mbar (hPa)

Tempestade subtropical Karen

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Tempestade subtropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 10 de outubro – 10 de outubro
Intensidade máxima 45 mph (75 km/h) (1-min)  998 mbar (hPa)

Tempestade tropical Lorenzo

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Tempestade tropical (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 13 de outubro – 15 de outubro
Intensidade máxima 60 mph (95 km/h) (1-min)  999 mbar (hPa)

Furacão Melissa

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Furacão categoria 5 (SSHWS)
Imagem satélite
Imagem de satélite
Trajetória
Trajetória
Duração 21 de outubro – 31 de outubro
Intensidade máxima 185 mph (295 km/h) (1-min)  892 mbar (hPa)

Em 19 de outubro, uma onda tropical extensa moveu-se através das Ilhas Sotavento e para o mar do Caribe.[32] O distúrbio moveu-se rapidimente para oeste, depois parou significativamente, dando a oportunidade para desenvolvimento de um centro melhor definido e depois cedo em 21 de outubro, organizou-se com convecção profunda, tornando-se a tempestade tropical Melissa.[33] Devido a ventos fracos direcionais, Melissa moveu-se lentamente e erraticamente para oeste e noroeste sobre águas muitos quentes do mar central do Caribe nos próximos dias a seguir à sua formação, e não conseguiu se intensificar devido aos ventos de chisalhamento de oeste.[34] Depois do chisalhamento diminuir, Melissa tornou-se mais alinhado verticalmente, virou para norte, e intensificou-se.[35] Depois de surgirem condições favoráveis, Melissa começou um período de intensificação rápida em 25 de outubro,[36] chegando à intensidade Categoria 4, cedo no dia seguinte.[37] Após uma breve pausa, a intensificação foi retomada e, enquanto se movia geralmente para o oeste, Melissa alcançou o status de Categoria 5 desde o início de 27 de outubro.[38] Posteriormente na manhã seguinte, o sistema atingiu ventos máximos sustentados de 160 kn (295 km/h) e a pressão central mínima de 892 mbar (26,3 inHg) cerca de 70 km (45 mi) a su-sudeste de Negril, Jamaica.[39] O furacão atingiu terra perto de New Hope na localidade de Westmoreland, Jamaica, com a essa intensidade nessa tarde.[40]

Nomes das tempestades

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A seguinte lista de nome, emitida pela Organização Meteorológica Mundial, neste temporada.[41] Esta é a mesma lista usada na temporada de 2019, com exceção de Dexter, que substituiu Dorian, eliminado pelos impactos que causou no Caribe, Estados Unidos e Canadá.[42] O nome "Dexter" foi utilizado pela primeira vez esta temporada.

  • Andrea
  • Barry
  • Chantal
  • Dexter
  • Erin
  • Fernand
  • Grabrielle
  • Olga (sem usar)
  • Pablo (sem usar)
  • Rebekah (sem usar)
  • Sebastien (sem usar)
  • Tanya (sem usar)
  • Van (sem usar)
  • Wendy (sem usar)

Efeitos sazonais

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A seguinte lista de nome, emitida pela Organização Meteorológica Mundial, neste temporada. Esta é a mesma lista usada na temporada de 2019, com exceção de Dexter, que substituiu Dorian, eliminado pelos impactos que causou no Caribe, Estados Unidos e Canadá.[43]

Esta é uma tabela de todas as tempestades que se formaram na temporada de furacões no Atlântico de 2025. Inclui sua duração, nomes, intensidades, áreas afetadas, danos e totais de mortes. As mortes entre parênteses são adicionais e indiretas (um exemplo de morte indireta seria um acidente de trânsito), mas ainda estavam relacionadas àquela tempestade. Danos e mortes incluem totais, seja furacão, seja tempestade tropical e subtropical, seja depressão tropical e subtropical. Todos os valores de danos estão registados em dólar norte-americano.

Escala de Furacões de Saffir-Simpson
DT TS TT 1 2 3 4 5

Estatísticas da temporada de Ciclone tropical atlântico de 2025
Nome da
tempestade
Datas ativo Categoria da tempestade

no pico de intensidade

Vento Max
1-min
km/h (mph)
Press.
min.
(mbar)
Áreas afetadas Danos
(USD)
Mortos Refs


Andrea 23–24 de junho Tempestade tropical 65 (40) 1014 Nenhum Nenhum Nenhum
Barry 28–30 de junho Tempestade tropical 75 (45) 1006 Norte América Central, Península de Iucatã, Leste México, Texas >$5.97 milhão 8 [44]
Chantal 4–7 de julho Tempestade tropical 95 (60) 1002 Sudoeste dos Estados Unidos, Médio Atlântico, Região Nordeste dos Estados Unidos, Províncias atlânticas do Canadá >$56 milhão 6 [45][46][47]
Dexter 4 de agosto–7 Tempestade tropical 85 (50) 998 Nenhum Nenhum Nenhum
Erin 11 de agosto–22 Furacão categoria 5 260 (160) 915 Cabo Verde, Ilhas de Sotavento, Porto Rico, Hispaniola, Arquipélago das Lucaias, Costa Leste dos Estados Unidos, Bermudas, Coasta da Nova Escócia and Terra Nova >$1 milhão 10 [48]
Fernand 23 de agosto–present Tempestade tropical 85 (50) 1007 Nenhum Nenhum Nenhum
Gabrielle 17–25 de setembro Furacão categoria 4 220 (140) 948 Bermudas, Açores Nenhum Nenhum
Gabrielle 17–25 de setembro Furacão categoria 4 220 (140) 948 Costa Leste dos EUA, Bermuda, Açores, Península Ibérica >$11.7 milhão Nenhum
Humberto 24 setembro – 1 outubro Furacão categoria 5 260 (160) 924 Bermuda, Costa Leste dos Estados Unidos Menor Nenhum
Imelda 27 setembro – 2 outubro Furacão categoria 2 155 (100) 966 Ilhas Sotavento, Grandes Antilhas, Arquipélago Lucaias, Sudoeste dos Estados Unidos, Bermuda >$10 milhão 5
Jerry 7–11 de outubro Tempestade tropical 100 (65) 999 Pequenas Antilhas Menor 1
Karen 10 outubro Tempestade subtropical 75 (45) 998 Nenhum Nenhum Nenhum
Lorenzo 13–15 outubro Tempestade tropical 95 (60) 999 Nenhum Nenhum Nenhum
Melissa 21–31 de outubro Furacão categoria 5 295 (185) 892 Ilhas de Barlavento, Grandes Antilhas (particularmente Jamaica, Hispaniola, e Leste de Cuba), Litoral da Colômbia, Arquipélago das Lucaias, Bermudas, Litoral da região Nordeste dos Estados Unidos, Terra Nova >$6 bilhão 96+ [49]
Agregado da temporada
13 sistemas 23 junho – presenet   295 (185) 892 >$6.555 bilhão 128+  

Ver também

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Referências

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  1. Masters, Jeff; Henson, Bob (28 de setembro de 2025). «Tropical Depression 9 plowing through the Bahamas». New Haven, Connecticut: Yale Climate Connections. Consultado em 29 de setembro de 2025 
  2. «Background Information: North Atlantic Hurricane Season». College Park, Maryland: Climate Prediction Center. 9 de abril de 2021. Consultado em 6 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 24 de julho de 2020 
  3. a b «North Atlantic Ocean Historical Tropical Cyclone Statistics». Fort Collins, Colorado: Colorado State University. Consultado em 18 de julho de 2023. Cópia arquivada em 4 de junho de 2023 
  4. Wood, Nick (10 de dezembro de 2024). «Extended Range Forecast for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. Consultado em 10 de dezembro de 2024 
  5. Klotzbach, Philip J. (3 de abril de 2025). «Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and Landfall Strike Probability for 2025» (PDF). Colorado State University. Consultado em 3 de abril de 2025 
  6. Lea, Adam (7 de abril de 2025). «April Forecast Update for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. Consultado em 8 de abril de 2025 
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  8. «University of Missouri 2025 April Forecast» (PDF). University of Missouri Atmospheric Science Research. 14 de abril de 2025. Consultado em 18 de abril de 2025 
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  11. «The 2025 Atlantic Hurricane Season: University of Pennsylvania Forecast». Mann Research Group. University of Pennsylvania. 23 de abril de 2025. Consultado em 1 de maio de 2025 
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  28. «Tropical Depression THREE». www.nhc.noaa.gov. Consultado em 6 de julho de 2025 
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  30. «Tropical Storm CHANTAL». www.nhc.noaa.gov. Consultado em 6 de julho de 2025 
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Ligações externas

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