Teoria dos orbitais moleculares

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Química

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História da química
Propriedades organolépticas
Cor | Brilho | Paladar | Odor
Propriedades físicas
Ponto de fusão | Ponto de ebulição | Tenacidade | Dureza | Densidade
Efeitos
Químico | Físico
Substâncias Puras
Elementos químicos
Misturas
Homogêneas | Heterogêneas
Efeitos Químicos
Combustão | Oxidação | Salificação | Corrosão | Fermentação | Hidrogenação | Hidrólise | Polimerização | Transesterificação | Fuligem | Fosforilação oxidativa | Aluminotermia | Esterificação
Combustão
Externa | Interna
Efeitos Físicos
Vaporização | Fusão | Solidificação | Condensação | Sublimação
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Sólido | Líquido | Gasoso | Plasma | Condensado de Bose-Einstein
Tipos de vaporização
Ebulição | Calefação | Evaporação
Modos de separação de misturas
Catação | Ventilação | Levigação | Separação magnética | Peneiração | Flotação | Decantação | Centrifugação | Filtração | Destilação
Modos de destilação
Simples | Fracionada
Hidrocarbonetos
Alcanos Aromáticos | Alcadienos | Ciclanos | Ciclenos
Funções orgânicas
Álcoois | Haletos orgânicos | Fenóis | Enóis | Ácidos carboxílicos | Ésteres | Sais orgânicos
Ligações Químicas
Covalente | iônica | Metálica
Funções inorgânicas
Ácidos | Base | Sal | óxidos

Em química, a teoria dos orbitais moleculares é um método para determinar estruturas moleculares nas quais elétrons não são atribuídos a ligações químicas individuais entre átomos, ao invés disto são tratados como movimentos sob a influência do núcleo molecular.[1]

Nesta teoria, cada molécula possui um conjunto de orbitais moleculares, nos quais se assume que a função de onda de cada orbital ψf pode ser descrita como uma combinação linear dos n orbitais atômicos χi, de acordo com a equação:[2]

Onde cij podem ser determinados pela substituição destas equações pela equação de Schrödinger e pela aplicação do princípio variacional. Este método é conhecido como combinação linear de orbitais atômicos e é bastante utilizado pela química computacional. Uma transformação adicional unitária pode ser aplicada ao sistema para acelerar a convergência em alguns esquemas computacionais.

A teoria dos orbitais moleculares foi visto como um competidor à ligação de valência na década de 1930, hoje foi percebido que os dois métodos são relacionados e que quando generalizados eles se tornam equivalentes.

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História da mecânica quântica

A teoria das orbitais moleculares foi desenvolvida alguns anos após a ligação de valência ter sido estabelecida em 1927. Os primeiros passos foram dados por Friedrich Hund, Robert Mulliken, John C. Slater, e John Lennard-Jones.[3] Ela foi originalmente chamada de teoria de Hund-Mulliken.[4] A palavra orbital foi introduzida por Mulliken em 1932.[4] Em 1933, a teoria das orbitais moleculares havia se tornado uma teoria válida.[5]

Em 1950, a teoria dos orbitais moleculares estava completamente definida como um polinômio característico (função de onda) do campo hamiltoniano.

Referências

  1. Daintith (2004). Oxford Dictionary of Chemistry. [S.l.]: Oxford University Press. 0-19-860918-3 
  2. Licker, Mark (2004). McGraw-Hill Concise Encyclopedia of Chemistry. [S.l.]: McGraw-Hill. 0-07-143953-6 
  3. Coulson, Charles, A. (1952). Valence (em inglês). [S.l.]: Oxford at the Clarendon Press 
  4. a b Robert Mulliken (1966). «Spectroscopy, Molecular Orbitals, and Chemical Bonding» (PDF) (em inglês) 
  5. Lennard-Jones (1929). «Foundations of Molecular Orbital Theory» (em inglês) 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]