The Dear Hunter

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The Dear Hunter
Informação geral
Origem Providence, Rhode Island
País  Estados Unidos
Gênero(s) Progressive rock, indie rock, experimental rock, post-hardcore
Período em atividade 2005 – atualmente
Gravadora(s) Triple Crown, Cave & Canary Goods
Página oficial www.thedearhunter.com
Integrantes Casey Crescenzo
Nick Crescenzo
Maxwell Tousseau
Andrew Brown
Nick Sollecito
Robert Parr
Ex-integrantes Luke Dent
Sam Dent
Sagan Jacobson
Nate Patterson
Erick Serna
Andy Wildrick
Josh Rheault
Connor Doyle

The Dear Hunter é uma banda de Rock Progressivo de Providence, Rhode Island. Começou como um projeto de Casey Crescenzo, membro da banda The Receiving End of Sirens. O estilo musical da banda apresenta uma grande variedade de instrumentos e estilos.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Origem[editar | editar código-fonte]

The Dear Hunter começou como um projeto paralelo de Casey Crescenzo quando era membro da banda The Receiving End of Sirens. A banda começou originalmente com músicas que Crescenzo havia escrito e que não se encaixavam propriamente em The Receiving End Of Sirens. Crescenzo afirmou que:

A ideia era utilizar todo o processo criativo que eu tive enquanto estava em The Receiving End Of Sirens e juntar tudo em algo que eu poderia guardar comigo. Nunca houve planos em sair para turnês, ou até mesmo gravar algo. Foi só quando as coisas deram muito erradas com eles, que me foi dada a oportunidade de realmente colocar o projeto para frente como uma coisa mais tradicional.[2]

No inverno de 2005, Casey gravou a demo Dear Ms. Leading. Ele criou 10 cópias em CDs graváveis que foram passados para seus amigos e postado na internet para download. Enquanto elementos e personagens apresentados nas demos iriam reaparecer nos atos seguintes, Crescenzo confirmou que houve uma transformação na forma como ele representou estes temas e pessoas; enquanto a história teve suas origens em sua vida pessoal, os atos removeram elementos autobiográficos em favor da ficção:

A razão pela qual eu originalmente escrevi essas músicas é obviamente porque eu estava passando por uma fase amarga. As demos foram quase todas tematicamente intercambiáveis entre si. As músicas são todas amargas e falam sobre um cara se apaixonar por uma prostituta e outras coisas. Quando as pessoas dizem que essas demos são um álbum, eu acho que é um pouco ridículo, porque se fosse para lançar isso como um álbum, eu teria vergonha de mim mesmo. É apenas um assunto particular meu, não há nada relacionado com a história. Eu passei por algo com uma garota, e assim como a maioria dos artistas imaturos, você escreve sobre esse assunto e reclama muito... E é por isso que eu prefiro que não escutem essas músicas da demo... Eu acho que fiz o que qualquer compositor/escritor faz - eles se incluem no seu trabalho de uma forma muito extensível, uma vez que é a sua única ligação real para a humanidade - no caso, o que você vive. Então, se eu estou tentando fazer algo realista, tudo que eu tenho que fazer é seguir em frente com o que eu aprendi comigo mesmo... É mais como cada personagem é uma coleção de experiências e sentimentos que tive com as pessoas no passado.[3]

Ato 1[editar | editar código-fonte]

Em maio de 206, Casey "recebeu uma proposta para sair" de The Receiving End Of Sirens[2] e começou a trabalhar no primeiro álbum de estúdio do The Dear Hunter. Ele expandiu o escopo da história para um projeto de seis álbuns[3] . A história girava em torno do nascimento, vida e morte abrupta de um rapaz conhecido apenas como "The Dear Hunter." Crescenzo mais tarde afirmou que o protagonista não é "um herói. Eu não acho que ele faz uma única coisa boa ou coisa inteligente em qualquer uma das histórias."[3] Crescenzo resumiu o primeiro ato como,

A história começa com o nascimento do personagem principal. O primeiro ato em si é basicamente sobre o relacionamento entre mãe e filho, e sobre o que ela tem que passar em sua vida para mantê-lo vivo e seguro. Ela decide criá-lo longe da dura realidade, tentando abandonar sua vida de prostituta, mas logo seu altruísmo fala mais alto e ela volta aos velhos hábitos, virando uma mulher arruinada para seu filho.[1]

Para Crescenzo, a decisão de começar a história no início do século 20 foi conscientemente escolhida devido aos eventos que se desdobram no decorrer dos futuros atos:

Eu acho que a razão que eu quis definir essa época para começar a história, é de como ela se passa, ou seja, coincidindo com grandes eventos do mundo. A arquitetura do tempo, as cores, as influências das músicas, mas ao mesmo tempo, supõe-se não ser nada além da ficção. É uma história surreal, não é como se eu estivesse escrevendo um álbum conceitual sobre uma prostituta de algum livro que eu li.[3]

Em uma entrevista em 2007, Casey afirmou ter a história geral dos atos traçada.[3] Casey gravou e produziu o EP por si próprio com a ajuda de seu irmão, Nick Crescenzo, na bateria e e de sua mãe na voz secundária. Act I: The Lake South, The River North, foi lançado em setembro de 2006 pela gravadora Triple Crown Records.

Pouco tempo após o lançamento do primeiro ato, Casey convidou Luke Dent para vocais e teclado e Erick Serna como segundo guitarrista. Luke trouxe com ele seu irmão Sam, na bateria e Erick trouxe seu amigo de longa data Josh Rheault para tocar baixo. A banda entrou em estúdio para gravar a sequencia do Ato 1 no final de 2006, terminando as gravações no inicio de 2007, durante esse tempo, a banda foi apresentada no artigo da Alternative Press como uma das '100 bandas que você precisa conhecer em 2007'[4]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Membros[editar | editar código-fonte]

Ex-membros[editar | editar código-fonte]

Discography[editar | editar código-fonte]

Demos[editar | editar código-fonte]

Álbums[editar | editar código-fonte]

Ao vivo[editar | editar código-fonte]

EPs[editar | editar código-fonte]

References[editar | editar código-fonte]

  1. a b «Interview – Casey Crescenzo». Change the Record. Consultado em 14 de Abril 2013.  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (Ajuda); Ligação externa em |work= (Ajuda)
  2. a b Brian Lion (14 de junho de 2012). «UTG INTERVIEW: Casey Crescenzo of The Dear Hunter». Under The Gun Review. Consultado em 20 de junho de 2015. 
  3. a b c d e Steve Henderson (28 de abril de 2007). «The Dear Hunter - 04.28.07». Absolute Punk. Consultado em 20 de junho de 2015. 
  4. «Alt Press : 100 bands you need to know in 2007». Consultado em 2015-09-14.