The Goldwyn Follies

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
The Goldwyn Follies
A Revista de Goldwyn (PT)
Goldwyn Follies (BR)
Capa da partitura de Love Is Here to Stay, canção que faz parte da trilha sonora do filme
 Estados Unidos
1938 •  Technicolor •  122 min 
Direção George Marshall
Produção Samuel Goldwyn
George Haight
Roteiro Ben Hecht
Elenco Adolphe Menjou
Andrea Leeds
Kenny Baker
Gênero Musical
Direção de arte Richard Day
Direção de fotografia Gregg Toland
Figurino Omar Kiam
Edição Sherman Todd
Companhia(s) produtora(s) The Samuel Goldwyn Company
Distribuição United Artists
Lançamento Estados Unidos 4 de fevereiro de 1938
Portugal 18 de abril de 1938
Idioma Inglês
Francês
Italiano
Orçamento US$1,800,000[1] ou $2,000,000[2]

The Goldwyn Follies (Goldwyn Follies (título no Brasil) ou A Revista de Goldwyn (título em Portugal)) é um filme norte-americano de 1938, do gênero musical, dirigido por George Marshall e estrelado por Adolphe Menjou e Andrea Leeds.

Notas sobre a produção[editar | editar código-fonte]

Considerada um elefante branco em seu tempo,[3] esta primeira produção em Technicolor de Samuel Goldwyn testemunha sua admiração por Florenz Ziegfeld e seus bem sucedidos espetáculos teatrais Ziegfeld Follies.[4]

O mote do filme -- produtor contrata garota comum para julgar os roteiros que lhe chegam às mãos, antes de se decidir a produzi-los --, levou a crítica a lamentar que Goldwyn não tivesse feito o mesmo com o roteiro deste...[2][5]

George Gershwin compôs para este filme -- com o irmão Ira -- as derradeiras canções de sua vida, de vez que faleceria antes de seu lançamento. Duas delas se tornaram clássicas: Love Walked In e Love Is Here to Stay.[3]

Alan Ladd pode ser visto rapidamente durante um teste para seleção de cantores.[5]

Apesar dos defeitos e fracassos, The Goldwyn Follies recebeu duas indicações ao Oscar, além de ter concorrido ao Troféu Mussolini do Festival de Veneza.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Os últimos filmes do produtor Oliver Merlin não fizeram sucesso. Para descobrir o porquê disso, ele decide contratar uma representante do espectador comum. A escolhida, a jovem Hazel Dawes, diz a ele que seus filmes sofrem de enredos inacreditáveis, diálogos repletos de clichês e péssimas atuações. Merlin, então, dá a Hazel plena liberdade para interferir em seu projeto seguinte, inclusive na seleção do elenco. E Hazel faz umas escolhas interessantes, como um ventríloquo e seu boneco gracejador e um trio de palhaços que treinam animais.[4]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Patrocinador Prêmio Categoria Situação
Academia de Artes e Ciências Cinematográficas Oscar Melhor Direção de Arte
Melhor Trilha Sonora Original
Indicado
Indicado
Festival de Veneza Troféu Mussolini Melhor Filme Estrangeiro Indicado

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Adolphe Menjou Oliver Merlin
Andrea Leeds Hazel Dawes
Kenny Baker Danny Beecher
The Ritz Brothers The Ritz Brothers
Vera Zorina Olga Samara
Helen Jepson Leona Jerome
Phil Baker Michael Day
Ella Logan Glory Wood
Bobby Clark Basil Crane Jr.
Nydia Westman Ada
Charles Kullmann Alfredo
Edgar Bergen Edgar Bergen

Referências

  1. «Goldwyn Follies». IMDB. Consultado em 27 de agosto de 2016 
  2. a b Bergan, Ronald (1986). The United Artists Story (em inglês). Londres: Octopus Books. ISBN 9780706425819 
  3. a b Butler, Craig. «The Goldwyn Follies» (em inglês). AllMovie. Consultado em 28 de agosto de 2016 
  4. a b Erickson, Hal. «The Goldwyn Follies» (em inglês). AllMovie. Consultado em 28 de agosto de 2016 
  5. a b Maltin, Leonard (2010). Classic Movie Guide, segunda edição (em inglês). Nova Iorque: Plume. ISBN 9780452295773 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre The Goldwyn Follies