The Leftovers

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The Leftovers
The Leftovers (BR)
Informação geral
Formato Série
Gênero Drama existencial
Mistério
Thriller psicológico
Duração 51–72 minutos
Criador(es) Damon Lindelof
Tom Perrotta
País de origem  Estados Unidos
Idioma original Inglês
Produção
Diretor(es) Mimi Leder
Peter Berg
Keith Gordon
Lesli Linka Glatter
Carl Franklin
Michelle MacLaren
Daniel Sackheim
Tom Shankland
Nicole Kassell
Craig Zobel
Produtor(es) Nan Bernstein Freed
Patrick Markey
Alma Kuttruff
Patrick Markey
Alma Kuttruff
Produtor(es) executivo(s) Damon Lindelof
Tom Perrotta
Mimi Leder
Peter Berg
Sarah Aubrey
Albert Berger
Tom Spezialy
Editor(es) Henk Van Eeghen
Colby Parker Jr.
David Eisenberg
Michael Ruscio
Cinematografia Todd McMullen
Michael Slovis
Michael Grady
John Grillo
Robert Humphreys
Distribuída por Warner Bros. Television Distribution
Roteirista(s) Damon Lindelof
Tom Perrotta
Kath Lingenfelter
Jacqueline Hoyt
Elizabeth Peterson
Curtis Gwinn
Carlito Rodriguez
Patrick Somerville
Tom Spezialy
Nick Cuse
Monica Beletsky
Tamara P. Carter
Haley Harris
Lila Byock
Carly Wray
Elenco Justin Theroux
Amy Brenneman
Christopher Eccleston
Liv Tyler
Chris Zylka
Margaret Qualley
Carrie Coon
Emily Meade
Amanda Warren
Ann Dowd
Michael Gaston
Max Carver
Charlie Carver
Annie Q.
Janel Moloney
Regina King
Kevin Carroll
Jovan Adepo
Scott Glenn
Lindsay Duncan
Tema de abertura Max Richter (1° temporada)
"Let the Mystery Be" de Iris DeMent
(2° temporada)

Várias músicas de abertura (3° temporada)

Compositor da música tema Max Richter
Localização Westchester County, New York (1° temporada)
Nyack, New York (1° temporada
Austin, Texas (2° temporada - 3° temporada)
Melbourne, Victoria (3° temporada)
Exibição
Emissora de televisão original Estados Unidos HBO
Formato de exibição 1080i (HDTV)
720i (HDTV)
Transmissão original 29 de junho de 2014 -
04 de junho de 2017
N.º de temporadas 3
N.º de episódios 28

The Leftovers foi uma aclamada série de televisão dramática estadunidense criada por Damon Lindelof e Tom Perrotta para o canal HBO. A história da primeira temporada é baseada no romance homônimo de Tom Perrotta, lançado em 2011.[1] O episódio piloto foi escrito por Lindelof e Perrotta, e dirigido por Peter Berg.[2] O elenco principal e regular da série ao longo das suas três temporadas teria os seguintes atores e atrizes: Justin Theroux, Carrie Coon, Amy Brenneman, Christopher Eccleston, Liv Tyler, Chris Zylka, Ann Dowd, Margaret Qualley, Kevin Carroll, Regina King, Scott Glenn e Jovan Adepo. A sua estreia aconteceu nos Estados Unidos e no Brasil, simultaneamente, através da HBO e HBO Brasil, no dia 29 de junho de 2014 [3] e o seu episódio final foi transmitido também, simultaneamente, nos Estados Unidos e no Brasil através da HBO e HBO Brasil no dia 04 de junho de 2017.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

1ª temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

Com uma data de estreia em 29 de junho de 2014, The Leftovers é um drama enigmático que se passa três anos após um evento global chamado "Partida Repentina", na qual ocorreu o desaparecimento inexplicável e simultâneo de 140 milhões de pessoas, 2% da população mundial, em 14 de outubro de 2011. Terá sido o arrebatamento bíblico, levando os verdadeiros cristãos para junto de Deus no fim dos tempos? Ou um evento sobrenatural simplesmente inexplicável? Na sequência desse evento, as principais religiões declinaram, e inúmeros cultos emergiram, sendo o mais importante deles os ''Remanescentes Culpados''. Três anos depois desse evento a história da série acompanha a tentativa da sociedade em tentar lidar com esta situação improvável e traumática mostrando a vida daqueles que foram deixados para trás. A primeira temporada gira em torno de Kevin Garvey (Justin Theroux), pai de família e chefe de polícia de um pequeno subúrbio nova-iorquino (Mapleton) que se esforça para recuperar a sensação de normalidade diante de uma situação que parece impossível.

2ª temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

Com uma data de estreia em 04 de outubro de 2015 a segunda temporada mostra os personagens em busca de um novo começo. Kevin Garvey (Justin Theroux) se aposentou de seu cargo de chefe de polícia de Mapleton e está se mudando com a sua nova família para o Texas. Com ele está Nora Durst (Carrie Coon), que descobriu um novo propósito, cuidando do bebê que ela encontrou na porta de Kevin e está feliz em deixar para trás Mapleton e a tragédia incrível que ela sofreu. Igualmente ansiosa para deixar a cidade onde cresceu e os amigos que ela fez, está a filha de Kevin, Jill (Margaret Qualley). Após a sua chegada em Jarden, Texas, a família Garvey conhece seus vizinhos, os Murphys: John (Kevin Carroll) e Erika (Regina King) e seus gêmeos adolescentes, Evie (Jasmin Savoy Brown) e Michael (Jovan Adepo). Atraídos para esta cidade especial e esperando por milagres para toda a sua família, Matt Jamison (Christopher Eccleston) mudou-se com sua esposa, Mary (Janel Moloney), que ainda sofre consequências do terrível acidente de carro no dia 14 de outubro. Enquanto isso, ex-esposa de Kevin, Laurie Garvey (Amy Brenneman), deixou os Remanescentes Culpados e se reuniu com seu filho, Tom (Chris Zylka), que pode ter finalmente descoberto uma maneira para ajudar a substituir a dor em seu coração. E enquanto Meg (Liv Tyler) permanece nos Remanescentes Culpados, o próprio pode não ser mais o mesmo culto ao qual ela originalmente se juntou.[4]

3ª temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

Com uma data de estreia em 16 de abril de 2017 a terceira temporada mostra a pequena cidade de Jarden, nos EUA, enfrentando algumas mudanças após a invasão dos “Remanescentes Culpados”. Três anos se passaram e a vida dos personagens está completamente diferente. Kevin (Justin Theroux) assumiu o posto de xerife local e a cidade não realiza mais controle de acesso para os turistas que chegam de todas as partes do país. No entanto, o mistério sobre o desaparecimento de 2% da população mundial ainda continua e o reverendo Matt (Christopher Eccleston) acredita que Kevin é chave para desvendar tudo o que aconteceu.[5] Os primeiros dois episódios serão situados nos EUA; os demais na Austrália onde o pai (Scott Glenn) de Kevin (Justin Theroux) está morando desde a segunda temporada.[6]

Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Principal[editar | editar código-fonte]

  • Kevin Garvey Jr. (Justin Theroux): chefe da polícia e pai de um casal de adolescentes que tenta manter a ordem na pequena cidade de Mapleton.
  • Nora Durst (Carrie Coon): esposa e mãe que perdeu os seus dois filhos e seu marido durante a ''Partida Repentina''.[7]
  • Laurie Garvey (Amy Brenneman): esposa de Kevin que deixou toda a sua vida para trás para se juntar aos ''Remanescente Culpados''.[8]
  • Matt Jamison (Christopher Eccleston): ex-reverendo e atual editor de seu próprio tablóide. Ele luta com sua incapacidade de aceitar que ele, um bom cristão, não foi levado na "Partida Repentina", enquanto muitos pecadores foram. Ele tem uma esposa, Mary Jamison e uma irmã, Nora Durst.[9]

Regular[editar | editar código-fonte]

  • Meg Abbott, (Liv Tyler): mulher prestes a se casar que se torna o alvo dos ''Remanescentes Culpados''.[10]
  • Tom Garvey (Chris Zylka): filho adotivo de Kevin Garvey e filho biológico de Laurie Garvey que abandonou a faculdade recentemente e tem se refugiado com Henry "Santo Wayne''.[11]
  • Jill Garvey (Margaret Qualley): filha adolescente de Kevin Garvey.[12]
  • Patti Levin (Ann Dowd): líder da comunidade local em Mapleton, conhecida como ''Remanecentes Culpados''.[13]
  • Erika Murphy (Regina King): esposa de John Murphy e médica que administra uma unidade de cuidados médicos urgentes local. Os Murphys são vizinhos dos Garveys em Jarden, Texas.
  • John Murphy (Kevin Carroll): marido de Erika e chefe do corpo de bombeiros voluntário da cidade. Na terceira temporada, ele está em um relacionamento com Laurie Garvey.
  • Michael Murphy (Jovan Adepo): filho adolescente de John e Erika Murphy e irmão-gêmeo de Evie Murphy.
  • Sr. Kevin Garvey (Scott Glenn): pai de Kevin Garvey e ex-chefe de polícia de Mapleton que foi internado em um instituto de saúde mental depois de começar a ouvir vozes após a ''Partida Repentina''.

Recorrente[editar | editar código-fonte]

  • Aimee (Emily Meade): estudante despreocupada e melhor amiga de Jill Garvey que parece não se incomodar com a ''Partida Repentina''.[8]
  • Lucy Warburton (Amanda Warren): prefeita de Mapleton.[14]
  • Dean (Michael Gaston): homem que parece entender as coisas que mudaram e começa a tomar atitudes violentas.[15]
  • Adam e Scotty Frost (Max Carver e Charlie Carver): gêmeos idênticos e amigos de Jill Garvey.[16]
  • Christine (Annie Q.): uma das garotas do Henry "Santo Wayne''.
  • Mary Jamison (Janel Moloney): esposa de Matt Jamison, que ficou em um estado de paralisia/catatonia após um acidente de carro durante a ''Partida Repentina''.
  • Henry "Santo Wayne" Gilchrest (Paterson Joseph): tipo de líder messiânico pós - ''Partida Repentina'' que "cura" as pessoas de suas dores existenciais decorrentes do trauma da ''Partida Repentina''.
  • Gladys (Marceline Hugot): membro dos ''Remanescentes Culpados''.
  • Dennis Luckey (Frank Harts): policial de Mapleton.
  • Detetive Louis Vitello (Wayne Duvall): detetive de polícia de Mapleton.
  • Doug Durst (Sebastian Arcelus): marido de Nora que partiu durante a ''Partida Repentina'' junto com seus dois filhos.
  • Erin e Jeremy Durst (Ella Taylor e Anthony Cieslak): filhos de Nora que partiram durante a ''Partida Repentina'' junto com o seu pai.
  • Mãe do Bebê (Natalie Gold): Moradora de Mapleton que perdeu o seu bebê no carro durante a ''Partida Repentina''.
  • Evangeline "Evie" Murphy (Jasmin Savoy Brown): filha adolescente de John e Erika Murphy e irmã-gêmea de Michael Murphy.
  • Isaac Rayney (Darius McCrary): cartomante residente da cidade de Jarden.
  • Virgil (Steven Williams): avô materno de Evie e de Michael Murphy.
  • Dr. Brian Goodheart (Dominic Burgess): cientista australiano que pesquisa as possíveis causas da ''Partida Repentina''.
  • Mark Linn-Baker (Mark Linn-Baker): como ele mesmo.
  • Homem do Pilar - Edward (Turk Pipkin): misteriosa figura que reside no topo de um pilar em Jarden desde de que houve a ''Partida Repentina''.
  • Sandy (Brett Butler): esposa do Homem do Pilar e uma amiga de Matt Madison.
  • George Brevity (Joel Murray): agente do Departamento da Partida Repentina.
  • David Burton (Bill Camp): homem que supostamente ressuscitou em uma caverna na cidade de Perth na Austrália e depois disso se auto intitulou ''Deus''.
  • Grace Playford (Lindsay Duncan): moradora da Austrália que encontra e ajuda o Sr. Kevin Garvey nos seus planos.
  • Kevin Yarborough (Damien Garvey): xerife australiano.
  • Dr. Eden (Katja Herbers): física envolvida em um suposto esquema fraudulento que a Nora investiga.
  • Dr. Matti Bekker (Victoria Haralabidou): física envolvida em um suposto esquema fraudulento que a Nora investiga.

Desenvolvimento e produção[editar | editar código-fonte]

Criação[editar | editar código-fonte]

A HBO adquiriu os direitos para o desenvolvimento da série, assim como a participação de Perrotta como roteirista/produtor executivo e Ron Yerxa e Albert Berger como produtores executivos em agosto de 2011, logo após o lançamento do livro.[17] Em junho de 2012, Damon Lindelof anunciou que desenvolveria a série com Perrotta, e que seria também o showrunner.[18] O episódio piloto foi encomendado em fevereiro de 2013.[19] E no dia 16 de Setembro de 2013, a HBO anunciou que transformariam The Leftovers em uma série, encomendando uma temporada com 10 episódios.[20] The Leftovers foi a primeira série da HBO adquirida de um estúdio de fora, a Warner Bros. Television, a não ter sido produzida unicamente pela HBO.[21]

A primeira temporada adaptou praticamente todo o livro. E em sua segunda temporada a série passou por reformulações na trama e no elenco,[22] já que partir dessa temporada a série não teria mais o livro como base os produtores e roteiristas definiram novos rumos da série.[23]

Em abril de 2015, foi informado que o cenário para a segunda temporada sairia de Mapleton, Nova York e iria para uma pequena cidade no Texas e que as gravações começaram no final de abril.

Já a terceira e última temporada teve as suas gravações iniciadas em maio de 2016, em Austin no Texas. E em junho de 2016, a produção se mudou para Melbourne, Victoria, Austrália, onde o restante da série foi gravada e pós-produzida. Em Melbourne, Lindelof disse que ele e a equipe da série estavam ''imensamente gratos pela oportunidade de experimentar algo que parecesse e fosse diferente das temporadas anteriores e que eles mal podiam esperar para trazer a história da série à sua conclusão."[24][25] Também foi confirmado que a temporada seria mais curta, com apenas 8 episódios.[26]

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

A escolha do elenco principal começou em junho de 2013 contando com: Justin Theroux, Liv Tyler, Christopher Eccleston, Ann Dowd, Amanda Warren, Michael Gaston e Carrie Coon como os atores e as atrizes que participariam do episódio piloto.[27][28][29]

Na segunda temporada, oito dos catorze membros do elenco principal da temporada anterior retornaram.[30] De acordo com o Deadline, grande parte dos atores coadjuvantes foram dispensados por conta das mudanças criativas que a história sofreu, como por exemplo, a troca de cenário, já que a partir da segunda temporada a trama se desenvolve na cidade de Jarden, no Texas. O protagonista Justin Theroux teve seu retorno junto com o núcleo familiar de seu personagem, composto por Amy Brenneman, Margaret Qualley, Chris Zylka, e os coadjuvantes Carrie Coon e Christopher Eccleston. No entanto, Emily Meade, Amanda Warren, Annie Q., Max Carver, Charlie Carver e Michael Gaston não retornariam.[31]

Em abril de 2015, foi divulgado que parte do novo elenco seria de uma família negra americana que incluiria John Murphy, sua esposa, Erika Murphy e seus dois filhos adolescentes, Evie e Michael.[32] Os personagens de John, Erika e Michael seriam interpretados por, respectivamente, Kevin Carroll, Regina King e Jovan Adepo, todos como parte do elenco regular da série.[33][34] Darius McCrary interpretaria um personagem recorrente como Isaac Rayney, amigo de John e um leitor de mão.[35] Steven Williams interpretaria também um papel recorrente, como Virgil, um confidente de Kevin.[36] E Janel Molone, que teve um papel recorrente na primeira temporada como Mary Jamison, foi promovida a um membro do elenco regular na segunda temporada.[37]

Já na terceira temporada, foi confirmado em maio de 2016 que o elenco principal da segunda temporada retornaria, com exceção de Dowd, e que Scott Glenn seria promovido a um personagem regular da série[38] e que Jasmin Savoy Brown voltaria como uma atriz convidada para essa temporada. Já Michael Gaston e Annie Q.,alguns dos principais membros do elenco durante a primeira temporada, também retornariam como atores convidados. E a experiente atriz Lindsay Duncan juntaria-se ao elenco em 6 de dezembro de 2016, como um dos novos personagens dessa temporada.[39]

Curiosidades dos bastidores[editar | editar código-fonte]

Ao longo das suas três temporadas e principalmente ao final da série o elenco da série fez algumas declarações em entrevistas ou em materiais extras sobre os bastidores da série.

Segundo Amy Brenneman, os roteiros que ela recebia não continham muitas informações sobre sua personagem, apenas descrições e dicas de como deveria ser o figurino e os gestos de Laurie em cena. A solução que a atriz encontrou foi ligar para o co-criador Damon Lindelof e perguntar por mais informações da personagem e saber exatamente o que Laurie estava passando.[40]

Durante as gravações do sexto episódio da primeira temporada, a produção foi interrompida por duas semanas. Segundo informações que a HBO divulgou à época, a paralisação foi feita em razão de diferenças criativas e da necessidade de preparar melhor os próximos episódios. Espalhou-se o rumor de que Damon Lindelof teve que fazer mudanças gigantescas no roteiro e em algumas estratégias, já que a emissora não estaria nem um pouco satisfeita com as direções criativas. Nada disso foi confirmado, mas assim que The Leftovers estreou a série rapidamente ganhou um amplo apoio da crítica.[41][42]

Carrie Coon começou na televisão fazendo uma participação especial na polêmica e cancelada The Playboy Club do canal NBC. Em seguida, ela esteve num dos episódios de Law & Order: Special Victims Unit até que enfim conseguiu passar na audição e entrar no elenco de The Leftovers, sendo Nora Durst a primeira personagem regular na carreira da atriz que a revelaria como uma das profissionais mais importantes em ascensão da indústria.[43]

Liv Tyler admitiu numa entrevista em maio de 2017 que sua personagem, Meg, era tão contraditória e misteriosa que ela nunca conseguiu entende-la plenamente e quando ela começou a trabalhar na série apenas seguia as direções presentes no roteiro e as dicas do diretor, nada de improvisação ou um comprometimento melhor com seu papel.[44][45]

Referências criativas[editar | editar código-fonte]

The Leftovers ao longo das suas três temporadas teve várias referências criativa inspiradas de outras séries, tais como: The Twilight Zone, Twin Peaks, The Wire, Friday Night Lights e Perfect Strangers.[46][47][48] E também referências criativas inspiradas em filmes de diretores, como: David Lynch, Stanley Kubrick, Francis Ford Coppola, Peter Weir, Federico Fellini e Ingmar Bergman.[49][50][51][52]

Recepção[editar | editar código-fonte]

The Leftovers nunca obteve uma audiência considerável, e ao longo das suas três temporadas ela figurou como umas das menores audiências da história do canal HBO. No entanto, ela foi um grande sucesso de crítica e considerada como uma das melhores séries de todos os tempos.

1° temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

A sua primeira temporada foi bem recebida pela critica e de acordo com o site Metacritic, recebeu uma pontuação de 65 de 100, baseada em 42 críticas.[53] No Rotten Tomatoes, a temporada obteve uma média de 81% de críticas positivas baseada em 62 críticas, com uma média de 7.67.[54]

O site A.V. Clube disse que em sua primeira temporada The Leftovers "é uma obra de imaginação supremamente construída."[55] O jornal The New York Times disse que essa temporada de estreia "têm uma premissa intrigante que é apresentada de forma inteligente e artística.''[56] O jornal The Washington Post disse que a série ''oferece uma premissa extremamente intrigante, com algumas das apresentações mais legítimas do ano."[57]

A critica Clementine Kruczynski disse que a primeira temporada da série "se destaca pelas suas atuações principalmente do elenco composto por Carrie Coon, Christopher Eccleston e Amy Brenneman e uma trilha sonora marcante" e que a trama dessa temporada "apesar de um ritmo lento, consegue emergir o telespectador no drama e cotidiano dos seus personagens faze-lo questionar sobre os seus mistérios e metáforas."[58] O critico Eduardo Kasic ainda disse a série é uma produção "original, de uma execução diferente de tudo que já foi feito e lançado para a TV." E que a mesma ainda é "inteligente, que faz da reflexão sobre temas tão universais como vida, morte, amor e ausência parecer ainda algo ainda mais profundo e pertinente do que já é."[59] O critico Pablo Villaça sobre essa temporada de estreia afirmou que The Leftovers é "uma série povoada por indivíduos cujo sofrimento é uma condição básica da existência, não sendo surpresa que vários deles apareçam, em um instante ou outro, chorando solitariamente pelo que perderam – mesmo que não tenham ilusões acerca do que viviam antes da Partida, que, por mais imperfeito que fosse, ao menos não constituía uma ruptura tão brutal da realidade à qual haviam se adaptado."[60]

2° temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

A sua segunda temporada figurou em alguns sites especialistas em séries como a melhor temporada de 2015 e uma das melhores produções para a TV dos últimos anos[61][62][63][64][65][66][67] e obteve no site Metacritic uma pontuação de 80 de 100, baseada em 22 críticas e a segunda melhor nota do ano avaliada pelo público.[68] No Rotten Tomatoes a temporada obteve uma média de 93% de críticas positivas baseada em 33 críticas com uma média de 8.73.[69]

O site New Jersey disse que nessa temporada a série "entrega novas reviravoltas e aprofunda a sua temática espiritual de forma vertiginosa.'' E que esta temporada, foi ''menos sobre a perda em si e mais sobre como preencher o abismo deixado por ela. E conclui dizendo que a temporada foi ''de tirar o fôlego.''[70] O site Vox disse que essa temporada '' é um show que quer provocar uma reação em você, seja admiração, ódio ou simplesmente desconfiança. E reitera afirmando que a série é ''o melhor drama da HBO.''[71] O site A.V. Club disse que essa temporada ''cava em emoções complexas com precisão cirúrgica e narração íntima.''[72]

O site Yahoo disse que essa temporada foi "uma experiência emocionante na tentativa de entender que certas coisas fundamentais não podem ser compreendidas.''[73] O site The Wrap disse que o ''show permanece com você muito depois de um episódio terminar. E completa afirmando que ''embora seja assustador assistir, também é muito emocionante e lindamente atuado.''[74] E o site The Detroit News disse de forma elogiosa que The Leftovers é ''o show mais estranho na televisão.''[75] O site Salon ainda disse que a segunda temporada foi "bem atuada, silenciosamente misteriosa e emocionalmente convincente."[76] O jornal El País disse que essa temporada foi a "experiência emocional mais intensa da televisão no ano de 2015."[77]

A critica Clementine Kruczynski disse que a segunda temporada da série trouxe "um roteiro brilhante além de atuações impecáveis da maior parte do elenco, em que mais uma vez Carrie Coon, Amy Brenneman e Christopher Eccleston brilham, mas também temos o destaque de Justin Theroux que nessa temporada, mostra um intenso trabalho dramático e psicológico ao lado de Ann Dowd" e ainda complementa afirmando que a produção foi facilmente "a melhor série de 2015, trazendo um trabalho de qualidade notável em todos os aspectos."[78] O critico Pablo Villaça sobre essa segunda temporada afirmou que ''a riqueza temática do projeto mantém-se digna de aplausos'' e que a mesma ''segue como uma série sensível sobre perda, luto e o esforço descomunal – e frequentemente fracassado – que fazemos para seguir adiante mesmo quando destruídos pela súbita partida de quem amamos.[79]

3° temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

A sua terceira e última temporada foi considerada pela critica especializada não só como uma das melhores produções para a TV dos últimos anos, mas também como uma das melhores produções para a TV de todos os tempos e possivelmente a melhor série dramática da década. Conseguindo no Metacritic incríveis 98 de 100, baseada em 17 críticas, figurando como a produção para a TV mais bem avaliada do ano de 2017.[80] No Rotten Tomatoes a temporada obteve uma média de 98% de críticas positivas, baseada em 35 criticas com uma média de 9.43.[81]

De acordo com o site Metacritic essa última temporada foi ranqueada como a 8° melhor temporada de séries de todos os tempos.[82] A revista Variety disse que a última temporada da produção foi ''espetacular, em todos os sentidos da palavra."[83] Já o Hollywood Reporter declarou que a série tem a ''melhor direção da TV."[84] O jornal The New YorkTimes, por sua vez, destacou a "brilhante" atuação da dupla de protagonistas, Carrie Coon e Justin Theroux.[85] O site IndieWire disse que a série era uma ''produção muito a frente do seu tempo'' e que a temporada final foi uma "obra-prima"[86] e o mesmo site ainda a considerou a melhor série de 2017.[87] O site IGN afirmou que a série "cimentou seu legado como um dos melhores programas de TV de todos os tempos com uma terceira e última temporada excepcionalmente poderosa e emocional.''[88] O site Collider disse que a terceira temporada tem uma ''escrita devastadora'' e que essa temporada a ''assegurou um lugar louvado na história da TV.''[89] O site [[Salon]] disse que todos os episódios dessa temporada foram ''consistentemente brilhantes, seguros e conscientes de amarrar as pontas soltas."[90]

O site Vox disse nessa temporada a série chegou "no auge" e que a mesma "encontrou seu momento na história."[91] O site The Daily Beast disse que essa temporada "é um triunfo de conceito, entretenimento, provocação, cinema e atuação" e conclui dizendo que a série "supera toda e quaisquer série do seu tempo."[92] Em uma critica no site Roger Ebert, o critico Brian Tallerico afirmou que a produção "mesmo com grandes visuais, temas complexos e performances incríveis, ainda há algo sobre esse programa que não pode ser colocado em palavras. Há algo quase religioso na maneira como você precisa apenas vê-lo, sentir e acreditar.''[93]

O critico Miguel Pontares sobre a terceira temporada disse que a série "dá uma verdadeira aula de como fazer televisão." E completa afirmando que "todos os detalhes são pensados e executados com precisão e coerência, mediante a invulgar natureza da série e o arco das suas personagens." E que a série "é capaz de transformar o espectador em marioneta, suscitando dúvidas, inspirando teorias, convertendo céticos em crentes. E vice-versa."[94] O critico João Costa ainda disse que essa temporada foi "magistralmente criada e com interpretações de altíssimos nível."[95]

Balanço Geral[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2017 o site IndieWire definiu The Leftovers como uma série "transformadora" e "lendária" e a ranqueou como a quinta melhor série de toda a história da HBO, desbancando outras séries aclamadas do canal como Game of Thrones, Six Feet Under, Sex and the City e Deadwood.[96]

O crítico Clarence Moyle, do Awards Daily afirmou em uma crítica que o seriado foi ''um clássico para várias eras em todos os sentidos'' e que "ao fim das três temporada a série é aberta, honesta e dolorosamente verdadeira sobre quem somos enquanto seres humanos e sobre o que nós todos estamos procurando enquanto navegamos pelas incertezas da vida'', e ainda que ela ''surge de sua corrida de 3 temporadas como um exemplo brilhante de drama moderno e se destaca na massa atual de televisão porque oferece um foco implacável em seu maior pertence, os personagens'', sendo uma ''ostentação maravilhosa de personagens vívidos'' e concluiu prognosticando que a série ''será estudada nos próximos anos.''[97]

O critico Henrique Haddefinir em uma análise geral da série declarou que a série "fez sua história sendo histórica." E frisou que "nenhum drama contemporâneo foi tão original, inteligente e poderosa como ela." E que "nenhum drama atual teve um texto tão rico, uma trilha tão bem selecionada, direções tão dedicadas e referências e analogias tão provocativas e enriquecedoras'' e ainda que a produção "é uma obra de arte pura, inteira, especial e comovente." E concluiu dizendo que "ela é um exercício de humanidade, ela é um poema escrito à força, é uma teoria social exibicionista".[98] Ou ainda como disse o critico Renan Santos ela é ''um reflexo da atemporalidade de ser. Estar. Existir.'' [99]

O critico Henrique Pezzini também em uma analise geral da série disse que a mesma teve "um roteiro brilhante, direção e atuações maravilhosas" e que ela é uma recomendação para quem busca de uma obra que "induza o pensamento, que faça a mente trabalhar, e para quem esteja preparado para aprender muito sobre os diferentes estágios da vida.".[100] A critica Juliana Xavier em uma outra analise disse que a série foi uma obra "sem medo de abordar cada parte feia e bonita do ser humano, sem medo de explorar o sobrenatural e entregar respostas e deixar dúvidas no ar." e ainda que ela "foi uma bela jornada." e concluiu declarando que a mesma "definitivamente não deve ser esquecida."[101]

A critica Andreia Costa disse que a a produção foi a "mais alucinada e brilhante dos últimos anos" e ainda fez um paralelo da série com Twin Peaks declarando que a obra ''será um dia para os anos 2010 o que “Twin Peaks” foi para a década de 90: uma série de nicho, alucinada, deprimente e que nos deixa muitas vezes com o cérebro à beira do colapso." e ainda que "não é preciso ter uma bola de cristal para prever o futuro para lhe dizer que, já no presente, “The Leftovers” consegue ser superior a “Twin Peaks” e a qualquer outra série da atualidade.''[102] A revista The Atlantic Monthly salientou que a série ''encenou a relação mais convincente entre o real e o imaginário, o banal e o bizarro.''[103] Nessa linha a critica Ana Carolina Nicolau destacou que o fim da série foi um marco histórico e inicio de uma nova era na TV.[104]

O critico Bruno Paixão disse que The Leftovers "marcou seu legado como um dos melhores programas de TV de todos os tempos". E concluiu afirmando que a série é "uma obra prima sobre a jornada da existência e o fardo da humanidade perante sua natureza."[105] Nessa linha o critico Bruno Sepúlveda disse que The Leftovers "em suas 3 temporadas deixou sua marca, ao incitar discussões metafóricas através dos seus personagens, usando de um cenário de desnorteamento de toda população, da perda literal de alguns e espiritual de outros, para abordar os temas tão indigestos e sombrios da nossa existência, a efemeridade do tempo que nós temos aqui neste plano e como cada indivíduo interage com o absoluto desconhecido."[106]

Críticas[editar | editar código-fonte]

1° temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

Henrique Haddefinir (Site Omelete)
Damon Lindelof volta a provocar o mundo com um drama que valoriza extremos emocionais e apenas flerta com o mistério

Antes de escrever esse texto, tentei me propôr um desafio: falar sobre o novo trabalho de Damon Lindelof sem invocar aquele que é o maior fenômeno de sua carreira e também uma das séries que mudou a história da televisão: Lost. Pensei nesse desafio porque uma das coisas mais complicadas na hora de falar sobre The Leftovers é conseguir com que ela seja uma obra avaliada de modo individual, detentora sim do estilo de seu showrunner, mas completamente independente na sua estrutura. A maior parte do público, no entanto, se divide entre usar Lost como argumento de defesa ou de ataque e acabam perdendo a experiência de ver a nova série com os olhos pelos quais ela merece ser vista.

Baseada no livro de Tom Perrota (que também assina alguns roteiros), a série começa quando o mundo relembra os três anos daquilo que ficou conhecido como Dia da Partida Repentina. Num fatídico 14 de outubro, 2% da população mundial simplesmente desapareceu da face da terra, sem explicações e sem avisos. Imediatamente todos começaram a tratar o acontecimento como o referido "arrebatamento bíblico", que seria a abdução coletiva de todos os justos que merecessem escapar da agonia do pré-apocalipse. A questão é que entre esses 2% da população havia uma quantidade considerável de pessoas com um perfil nada condizente com tamanho privilégio, o que acabou sendo responsável por instaurar na humanidade uma sensação de desnorteio.

Tom Perrota optou por situar o começo da história três anos depois da Partida Repentina, porque esse é ponto em que as pessoas passaram da euforia inicial e começaram a tentar restaurar a rotina de suas vidas. A Mapleton retratada na série é uma cidade melancólica, dormente, que se arrasta para conseguir respirar depois de tamanha tragédia, o que acaba se revelando também uma metáfora para todos aqueles que perderam alguém naquele dia, sem saber para onde foram, porque foram e como foram. Por mais impensável que possa parecer a ideia de experimentar um fenômeno tão forte, a partir do momento em que nada acontece em seguida, a contemplação da dor precisa dar lugar à sobrevivência, e é isso que esses personagens tentam redescobrir: o propósito de viver após ter virado uma sobra.

A Culpa Remanescente

The Leftovers é uma série cheia de analogias e metáforas e o primeiro desafio intelectual que ela promove está na forma como arrumou sua dramaturgia. Justin Theroux vive o xerife Kevin Garvey, que poderia ser considerado um sujeito de sorte quando pensamos que ele não perdeu nenhum dos membros de sua família no 14 de outubro. Porém, o piloto da série mostra exatamente o contrário - o dia da Partida não afetou somente os que perderam alguém. A força de um acontecimento como esse desestrutura tão fortemente a ordem estabelecida das coisas que cada um reagiu de acordo com as próprias fraquezas. Kevin tinha esposa e filhos coordenados numa configuração que saiu ilesa do arrebatamento, mas que se desmontou inteiramente por causa dele.

O filho mais velho, Tom (Chris Zylka), abandonou a faculdade e começou a seguir uma espécie de profeta, dos muitos produzidos pelo ocorrido. A filha adolescente, Jill (Margaret Qualley), entrou num estado de catatonia social que foi imensamente piorado depois que a mãe Laurie (Amy Brenneman), abandonou a família e juntou-se a uma organização chamada Os Remanescentes Culpados, um grupo de pessoas que dedica seus dias a impedir que a sociedade esqueça o que aconteceu no 14 de outubro, usando para isso de qualquer artimanha que possa manipular as emoções daqueles que lutam para continuar vivendo.

Os Remanescentes são, inclusive, um dos pontos mais controversos da série. Boa parte dos detratores do programa enxerga nesse núcleo a maioria dos problemas de clareza e entendimento que The Leftovers provocou desde sua estreia. Mudos, sempre fumando e andando de branco, os RC dificilmente conseguem tocar os espectador, que os odeia imediatamente. Mas, pensando friamente, esse é um aspecto da dramaturgia da série que tem imenso apelo climático. Basta que usemos a empatia para avaliar algo tão destruidor quanto esse pseudo-arrebatamento. Uma espécie de intervenção sobrenatural categórica e aleatória, que soa divina e maldita ao mesmo tempo e que derruba aspectos importantes da ordem social e da fé. Algumas pessoas, diante de algo dessa magnitude, podem ter seus interiores revirados das maneiras mais torturantes, se tornando incapazes de se seguir em frente como fariam antes. O grupo dos Remanescentes Culpados é todo formado por esse tipo de pessoa.

A questão é que se citarem Deus ou não, há uma fé que rege o grupo e essa fé é no compromisso de impedir que o resto da sociedade se reajuste, já que para eles o 14 de outubro representa uma força propulsora de mudança. Se fomos obrigados a lidar com a perda dessa forma cruel, eles acreditam que a nova ordem do mundo será construída em cima da ausência de laços, de amarras emocionais, caminhando todos nós para o estágio de tabula rasa, de folha em branco. Por isso eles vigiam aqueles que tentam voltar a viver naturalmente, como Liv Tyler, que vive a jovem Meg. Ela serve à trama exatamente com esse propósito: mostrar que alguém que se força a retomar a rotina do mundo pode ter na figura dos RC um constante confrontamento com o que se quer tanto esquecer. The Leftovers é, antes de tudo, uma história sobre culpa e memória. Se você não pode superar o 14 de outubro, viva para lembrá-lo todos os dias e transforme sua vida num altar de adoração sombria a esse mistério.

Quem Somos Nós?

Bastou um nome: Damon Lindelof. A partir disso, metade das impressões sobre o que ele tinha a oferecer já estavam pré-estabelecidas. Apesar de lutar muito para afastar The Leftovers daquilo que o lançou, Lindelof foi fiel a si mesmo, entregando-se a uma premissa que tinha um mistério e que fazia parte dessa era da televisão que já está tomada por narrativas que sempre partem de algum senso mitológico. O livro de Perrota não se faz de rogado em deixar claro que o mistério do arrebatamento não é o mais importante e isso, de certa forma, protege Lindelof de qualquer futura crítica à falta de respostas satisfatórias. Toda essa primeira temporada, entretanto, flerta com algumas doses de suspense, revelando que a intenção da HBO era unir o texto denso de Perrota ao senso de criatividade de Lindelof. Isso fica claro momentos quando a contemplatividade da direção se encontra com pequenos detalhes que provocam a curiosidade do público.

O choque inicial foi dado quando a premissa misteriosa foi suprimida pela direção dramática muito intensa do piloto. Mas já nessa primeira semana o roteiro nos conduzia para o que vou ousar chamar de "pistas", como os animais da cidade ficando agressivos, a figura misteriosa de Dean (Michael Gaston), os sonhos e surtos de personalidade de Kevin, da mesma forma como acontece com toda boa mitologia referencial (coisa que não foi só Lost que fez), esses detalhes provocaram aquilo que pode ser chamado de "Estudo de Episódio", que é quando você corre pra internet pra encontrar mais pistas que estejam escondidas em letras de músicas, citações bíblicas e até - no caso de um dos episódios dessa temporada - na capa de uma edição antiga da revista National Geographic.

Embora os desaparecimentos de pessoas não-merecedoras tenha colocado em dúvida o ato da fé, as referências bíblicas estão presentes na história o tempo todo. Tudo isso é extremamente fascinante, porque a sociedade se entrega a uma letargia chocada, incapaz de recusar a existência de Deus, mas também incapaz de compreender os motivos dele. Porque sobramos? A sensação de todos eles é de que as sobras foram entregues a um inferno pessoal constante, ironicamente correlacionada ao inferno categórico, literal, e ao mesmo tempo somente metafórico. Tudo queima, mas mesmo assim você precisa ir a escola, trabalhar, fazer compras... Sob essa perspectiva, não tem como não entender o tamanho da dor e pesar que tomou conta da vida daquelas pessoas.

Somos Lembranças Vivas

A temporada também foi especificamente orquestrada, se afastando da narrativa central em pequenos monólogos ocasionais que mostravam um pouco de personagens bastante interessantes, como Matt (Christopher Eccleston), um padre que quer provar para a cidade que o que aconteceu não foi um arrebatamento e Nora (Carrie Coon), a única pessoa a perder todos os membros da família. Além deles, a líder dos RC, vivida por Ann Dowd, foi responsável por momentos fortíssimos do ano, sempre dialogando com Kevin entre os dois extremos dessa moeda: esquecer e viver ou lembrar e se transformar?

Cheia de emoção, momentos em que a trilha sonora foi emblemática, diálogos mordazes e uma direção agressiva - muitas vezes chamada de pretensiosa - The Leftovers buscou identidade o tempo todo. Muito espertamente, primeiro fomos apresentados a todos os horrores e latências que viviam esses personagens, sempre tomados daquela dor reclusa, muito bem representada pelos gritos silenciosos e ações caóticas correndo em câmera lenta, sempre ao som de alguma canção absolutamente conectada à trama. Tudo para depois, lá no penúltimo episódio, acompanharmos estupefatos os eventos pré-arrebatamento, quando os problemas das pessoas eram ocultos pela rotina tediosa da vida, interrompida bruscamente quando aqueles que estavam ali na frente subitamente desaparecem, sem tempo para despedidas, eternizando aqueles momentos como aqueles em que todo e qualquer outro impulso deu lugar somente a culpa. Esses intervalos para quebrar a narrativa central acabaram ajudando muito a promover comparações com os flashbacks de Lost, mesmo que o intuito deles fosse bem diferente. Mais do que ajudar a montar uma narrativa, eles pretenderam sempre ampliar a nossa compreensão acerca da dor.

[Cuidado, possíveis spoilers do último episódio abaixo!]

No episódio final, o compromisso dos Remanescentes Culpados em "fazer os outros se lembrarem" ganha a dimensão absoluta, quando cópias dos que foram levados assombram Mapleton, obrigando-a a sair de seu estado dormente, transformando em ira todos os impulsos de fuga que haviam sido lapidados até aqui. Se a trama funciona como um decreto dos venenos da memória na vida das pessoas, o último episódio do ano leva isso ao apogeu da ação e reação, deixando pouco - muito pouco - a ser especulado para a já confirmada segunda temporada.

Não é como se a série fosse inacessível, mas tampouco ela é fácil. Nesse mar de produtos nascidos de bizarros cruzamentos contemporâneos, The Leftovers conseguiu um feito invejável: nasceu e se desenvolveu com uma específica personalidade. Personalidade essa que nada tem a ver com Lost ou com qualquer outra série de mistério. É uma personalidade que parte do imponderável. Se o que aconteceu soa inconcebível, incapaz de ser digerido pela nossa mente aprisionada às regras, então o produto desse choque precisa ser igualmente incômodo, devastador. The Leftovers é uma história sobre uma sociedade quebrada por aquele que é o seu pilar principal, a fé. Preteridos da grande partida, aqueles personagens se contorcem em busca de novos propósitos, doloridos pelo abandono e corroídos pela culpa. A "morte" é pior, sempre, para aqueles que ficam. Para aqueles que sobram.[107]

NOTA DO CRÍTICO: EXCELENTE

2° temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

Aline Diniz (Site Omelete)
Segunda temporada aprende com os erros da primeira e cresce construída em ainda mais mistérios

Quando The Leftovers estreou em 2014, a série já nascia sob pressão. Afinal, era o primeiro grande projeto que trazia Damon Lindelof para a TV depois do final de Lost. Controverso, o ano de debute do programa não agradou a todos, mas apresentou ótimas horas televisivas cobertas de mistério. Seguindo quase que à risca o material de origem, Tom Perrotta - autor do romance - e Lindelof ainda pareciam instáveis, talvez tentando explicar mais do que realmente precisavam para que a história prosseguisse.

A questão é que The Leftovers é uma série de mistérios e ponto. Kevin (Justin Theroux) não precisa entender tudo ao seu redor e ter tudo sob controle. Os Remanescentes Culpados não precisam ter justificativas para seus atos. Ninguém precisa entender o que aconteceu com aqueles que partiram. É na segunda temporada que todas essas lições, erros cometidos no primeiro ano, são levadas em consideração. Muitas coisas ficam inexplicadas no ano dois da série, mas não importa. A jornada que realmente importa é daqueles que ficaram para trás e precisam lidar com o dia a dia; no caso dos Garvey, a nova vida em Jarden.

[Cuidado, possíveis spoilers abaixo!]

Logo no primeiro episódio da nova temporada, topamos com pessoas desconhecidas. Quem são, o que fazem, de onde vieram e até quais serão seus papéis no desenvolvimento da série, não importa. É como se acontecesse um reboot, como se The Leftovers fosse uma antologia. Como se tudo aquilo que vimos no primeiro ano ficasse para trás e passássemos a acompanhar uma nova história. No entanto, essa introdução dos Murphy serve apenas para mostrar que não precisamos de uma história de origem para cada novo rosto. Podemos tranquilamente partir de um ponto em comum para todos e ir desvendando suas histórias de acordo com a necessidade de cada revelação.

Acima de tudo, cada personagem tem seu momento nessa segunda temporada. Se apenas um episódio ou vários seguidos são dedicados ao seu desenvolvimento, cada um dos protagonistas teve seu devido espaço - até Matt Jamison (Christopher Eccleston), que parecia ter sido deixado de lado, teve um excelente capítulo dedicado exclusivamente à sua trajetória com "No Room at the Inn". Um outro bom exemplo foi o impecável diálogo entre Nora Durst (Carrie Coon) e Erika Murphy (Regina King) em "Lens". Repleta de nuances, a conversa não precisa ser expositiva para mostrar que ambas estão desconfortáveis mesmo que aparentemente em seus momentos mais agradáveis desde o evento, além de tocar em um doído ponto da partida: não foram só as pessoas que tiveram entes queridos desaparecidos que sofrem com o evento. Naquele momento da partida repentina, algo mudou na humanidade como um todo.

Visualmente impecável, The Leftovers mostra que, mesmo com muitos personagens e tramas distintas, uma história pode ser apresentada de maneira não linear e coerente. Mesmo que o foco central série seja a trajetória de Kevin e seus problemas com a constante presença de Patti (Ann Dowd), não se perde nada quando passamos uma hora completa da série acompanhando Laurie (Amy Brenneman) e Tom (Chris Zylka); ou até mesmo quando a empreitada de Meg (Liv Tyler) - no que parece ser um novo braço dos Remanescentes Culpados - é brevemente explorada, mas não extremamente detalhada. O que torna a série uma obra completa é seu impecável roteiro que, mesmo com arestas não aparadas, fica redondo o suficiente para entregar um surpreendente ano cheio de dúvidas e com poucas explicações.

Já renovada para sua terceira e última temporada, The Leftovers certamente poderia ter terminado ao final de seu segundo ano. Se a explicação de Evie (Jasmine Savoy Brown) sobre seu sumiço foi boa o suficiente para sua mãe, se para Erika aquilo tudo faz sentido, então que seja. A realidade de Jarden, Mapleton e todas as outras cidades do mundo que sofreram com a partida repentina mudou drasticamente desde o evento e nada mais é sagrado, como bem mostra "A Matter of Geography". Mas a nossa trajetória, a nossa visão dos eventos como espectadores, não é a mesma das pessoas que ainda tentam entender o que aconteceu no fatídico 14 de outubro. E não importa, de fato, o que aconteceu. As idas e vindas de Kevin ao hotel do outro lado são muito mais interessantes do que qualquer outra coisa. E é isso que importa.[108]

NOTA DO CRÍTICO: EXCELENTE

3° temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

Laysa Zanetti (Site Adoro Cinema)
Você fez isso de novo, Damon Lindelof

The Leftovers tinha tudo para dar errado. A história daqueles que permanecem na Terra após o misterioso e repentino desaparecimento de 2% da população mundial. Parece trama de uma adaptação ruim de Stephen King. E, ainda assim, é — ou melhor, foi — um dos dramas mais atraentes da História.

Embora a premissa seja a adaptação de uma obra literária (“Deixados Para Trás”, de Tom Perrota), o seu gosto pelo mistério é herança de Lost. Damon Lindelof é o fator (ou melhor, o showrunner) em comum entre ambas, e utilizando sua cartilha de David Lynch, usa a pergunta como plataforma de lançamento para explorar o psicológico daqueles personagens que estão ali presos. O que significa eles estarem ali naquele lugar? Como os eventos recentes influenciam a forma como se relacionam? E, o mais importante, como eles lidam com a perda e a eterna pergunta sem resposta ao redor dos amigos e parentes que desapareceram?

A música de abertura da segunda temporada — que não por acaso retornou na series finale — fala exatamente da eterna pergunta sem resposta: “Todos perguntam de onde vieram [...] e para onde vão quando tudo acabar [...] Ninguém sabe ao certo então para mim dá na mesma. Acho que vou deixar o mistério apenas ser.”

Um dos grandes desafios ao tentar mapear o quebra-cabeças de uma série tão complexa e emocionalmente dura como The Leftovers é balancear a análise técnica e o aspecto amplamente sensorial que traz à tona. As três temporadas são construídas como uma grande cebola, que aos poucos vão retirando as camadas de personalidade de cada um dos protagonistas para mostrar suas formas cruas, impiedosas e — de forma complementar — despedaçadas.

É um contraponto, mas um dos mais bem pensados e sensíveis já vistos na televisão: em uma história que facilmente poderia se transformar em um mergulho investigativo nos porquês, na busca por respostas e numa interminável análise científica, em corredores brancos super iluminados e com homens de terno e gravata em enormes salas no alto de um prédio tentando desvendar para onde foram os 2% da Partida Repentina, The Leftovers opta justamente pelo oposto; o centro da trama é um delegado de uma pequena cidade do estado de Nova York, deprimido e com a família destruída. The Leftovers opta pelo caminho difícil ao criar uma grande e elaborada metáfora para tratar do mais universal dos assuntos: vida, morte, luto e todas as perguntas que nem mesmo Douglas Adams conseguiu responder.

A jornada de Kevin Garvey (Justin Theroux) poderia ser a de qualquer um de nós, qualquer um que já tenha perdido um parente ou um amigo e sentido aquele imenso vazio que jamais será preenchido; ou que já tenha se perguntado se algum dia vai reencontrar aquela pessoa que se foi; ou, em verdade, qualquer pessoa que já tenha se feito alguma pergunta que se encaixe no âmbito metafísico. A trajetória deste personagem foi delicadamente se mostrando cada vez mais como uma grande busca que, no fim, não tinha o que encontrar — e inconscientemente, assim como nós, ele sabia disso. E mesmo assim continuou. Que outra opção haveria?

Neste ponto, com suas analogias nada fáceis sobre as percepções da morte, The Leftovers é um dos maiores exemplos de como o lado filosófico e espiritual da existência pode ser retratado na ficção sem fazer distinção de valores ou julgamento por doutrinação. Um dos protagonistas da série é um homem religioso, e o tema e a figura divina são elementos fortes, mas não como respostas irredutíveis. As diversas formas de crença, ou fé (sejam os Remanescentes Culpados, o Reverendo Matt Jamison, a ideia de salvação dos moradores de Jarden, xamãs com abraços curadores ou máquinas que te levam para junto dos 2%) jamais são definidas como certas ou erradas, e aí está o grande segredo da série. É extasiante e carregada porque reprisa o que há de mais belo e frustrante (e lindamente catastrófico) a respeito da existência humana: ou você passa suas décadas buscando por uma resposta que vá satisfazer todas as suas dúvidas, ou entende que há mistérios que permanecerão intactos. E deixa o mistério ser.

A jornada da série durante suas três temporadas é uma montanha-russa, e entre todas as direções que assume, a mais arriscada é justamente a mais pé-no-chão. Isso porque o caminho mais difícil de percorrer na maioria das vezes é o da sutileza. Como tratar do cotidiano sem ser piegas? Felizmente, esta é uma tarefa que The Leftovers cumpre com maestria. Antes mesmo de começar, ela aprendeu com os ‘erros’ — ou melhor, com os questionáveis desvios de rota — de Lost, e assim carrega toda a sua carga dramática na fortaleza dos personagens e na percepção que eles têm do que é real. A nossa própria visão dos acontecimentos é tudo o que temos, no fim das contas.

[Cuidado, possíveis spoilers abaixo!]

A terceira temporada especificamente fez de tudo. Matou personagens, mergulhou na busca de Kevin Garvey Sr. (Scott Glenn) por uma canção que iria impedir o dilúvio, foi para a Austrália, encontrou Deus em um cruzeiro de um grupo adorador de um leão e praticante de orgias, transformou Kevin no presidente com um irmão gêmeo que era seu assassino, e (o mais importante) deixou Nora Durst brilhar como merecia. Em uma atuação impiedosa, Carrie Coon dá tudo de si e despedaça o público com um olhar. Ao longo dos anos, a personagem cresceu e tomou o centro da história para si a cada hora, se transformou num elo de ligação entre todas as partes e na perfeita representação da dualidade de questionamentos que o luto deixa no ar. Entre seguir em frente com a sua vida após a partida dos filhos (e do marido) ou sentir-se eternamente machucada pelo vazio que jamais vai deixar de sentir, não há para ela realmente uma solução. Ambas são positivas e negativas, e quando a series finale responde (mas não responde) se Nora seguiu em frente com a máquina das cientistas, joga para o público os dois lados da balança: você pode escolher acreditar ou não que ela estava dizendo a verdade. Não vai fazer diferença, mesmo. O que importa é apenas uma coisa:

“Estou aqui.”

A dicotomia da mensagem que o último episódio da série deixa no ar é uma das mais elegantes já vistas, e embora a esperança — ou o amor, a paz, como se quiser colocar — seja vista como uma conclusão piegas, não é exatamente em volta disso que nossas vidas giram? Não é justamente a ideia de que eventualmente tudo ficará bem o que nos faz seguir em frente?

Um padrão, aliás, facilmente pode passar despercebido. Carrie Coon é a responsável pela última fala de todas as temporadas. A primeira temporada se encerra com um “olha o que eu encontrei”, quando Kevin e Jill (Margaret Qualley) chegam em casa (e o que ela havia encontrado era Lily); a segunda temporada se encerra com ela dizendo a Kevin que “você está em casa”, e nessa casa estão todos os seus familiares; a terceira e última é a mais simples, mas igualmente poderosa numa forma complementar: “Estou aqui”, e este aqui é o mundo, é o lar, é o reencontro destes dois aproximadamente 15 anos depois da aparente ‘partida’ de Nora. Vocês podem seguir em frente, agora.

Damon Lindelof havia prometido que jamais iria revelar o que aconteceu àqueles que desapareceram no dia 14 de outubro, e isso ele cumpriu, mas curiosa e inesperadamente, as histórias individuais dos protagonistas foram concluídas e expostas ao público, deixando abertas apenas as questões que invariavelmente também ficam sem respostas na vida. É um final avassalador, e feliz.

Você pode acreditar que Nora atravessou a tal ‘máquina’, encontrou uma outra realidade potencialmente mais devastada que a sua (‘e se fosse ao contrário?’, propõe Lindelof dando um xeque-mate na nossa estabilidade emocional) e optou por voltar porque foi obrigada a decidir que o tempo passou para suas crianças e que ela não é mais que um fantasma em suas memórias.

Ou você pode acreditar que naquele último segundo, antes de a cena do tanque ser cortada, que o que ela fez foi gritar e pedir para voltar, deixar de ser “A Garota Mais Corajosa do Mundo” e então se esconder de todos por vergonha e por indisposição de enfrentar novamente aquele ambiente destruído do coração de seu amado, sobretudo após todas as coisas ruins que disseram um para o outro no último momento juntos no quarto do hotel.

Ambas as opções têm furos e são passíveis de questionamento. Mas será que alguma resposta satisfaria totalmente qualquer um? Ao optar por manter a questão flutuando, The Leftovers faz o oposto de desagradar — que, neste caso, não é agradar com unanimidade, mas sim deixar seu fiel público em estado de êxtase. Como pode um final tão simples ser tão destruidor?

Muitas são as séries que desafiam o intelecto do público e se propõem a apresentar um intrincado quebra-cabeças a fim de se transformarem na próxima obsessão do público do ambiente virtual. Mas The Leftovers nada contra esta corrente, e em momento algum pede ao seu público que entenda, mas que sinta. Inevitavelmente, a sensação de acolhimento leva à compreensão, e são raras as tramas que equilibram tão bem a perfeição técnica (com atuações premiáveis, a câmera impecável de Mimi Leder na hora final e uma trilha sonora selecionada a dedo) com tamanha inspiração poética. Esta série foi responsável por fazer as pessoas se sentirem mal sem nem entenderem direito o porquê, e a encarar o luto de frente, e a perceberem que as obsessões pessoais de cada um são maneiras diferentes de se lidar com a perda, ou apenas mais um ciclo da eterna busca por alguma coisa (qualquer coisa) que é a própria existência.

Você é linda, The Leftovers. Me faltam palavras para lhe definir melhor do que isso.[109]

NOTA DO CRÍTICO: EXCELENTE

Reviews[editar | editar código-fonte]

O site "Série Maníacos" publicou desde a primeira até a terceira temporada excelentes reviews dos episódios escritas pelo critico Henrique Haddefinir que exploraram os significados emocionais e filosóficos da série.

1° temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

Episódios Reviews Ref.
1 ''Pilot'' https://seriemaniacos.tv/primeiras-impressoes-the-leftovers/ [110]
2 ''Penguin One, Us Zero'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x02-penguin-one-us-zero/ [111]
3 ''Two Boats and a Helicopter'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x03-two-boats-and-a-helicopter/ [112]
4 ''B.J. and the A.C.'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x04-b-j-and-the-a-c/ [113]
5 ''Gladys'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x05-gladys/ [114]
6 ''Guest'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x06-guest/ [115]
7 ''Solace for Tired Feet'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x07-solace-for-tired-feet/ [116]
8 ''Cairo'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x08-cairo/ [117]
9 ''The Garveys at Their Best'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x09-the-garveys-at-their-best/ [118]
10 ''The Prodigal Son Returns'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-1x10-the-prodigal-son-returns-season-finale/ [119]

2° temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

Episódios Reviews Ref.
1 ''Axis Mundi'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x01-axis-mundi-season-premiere/ [120]
2 ''A Matter of Geography'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x02-a-matter-of-geographic/ [121]
3 ''Off Ramp'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x03-off-ramp/ [122]
4 ''Orange Sticker'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x04-orange-sticker/ [123]
5 ''No Room at the Inn'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x05-no-room-at-the-inn/ [124]
6 ''Lens'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x06-lens/ [125]
7 ''A Most Powerful Adversary'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x07-the-most-powerful-adversary/ [126]
8 ''International Assassin'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x08-international-assassin/ [127]
9 ''Ten Thirteen'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x09-ten-thirteen/ [128]
10 ''I Live Here Now'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-2x10-i-live-here-now-season-finale/ [129]

3° temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

Episódios Reviews Ref.
1 ''The Book Of Kevin'' https://seriemaniacos.tv/leftovers-3x01-book-kevin/ [130]
2 ''Don't Be Ridiculous'' https://seriemaniacos.tv/leftovers-3x02-dont-ridiculous/ [131]
3 ''Crazy Whitefella Thinking'' https://seriemaniacos.tv/leftovers-3x03-crazy-whitefella-thinking/ [132]
4 ''G'Day Melbourne'' https://seriemaniacos.tv/leftovers-3x04-gday-melbourne/ [133]
5 ''It's a Matt, Matt, Matt, Matt World'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-3x05-its-matt-matt-matt-world/ [134]
6 ''Certified'' https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-3x06-certified/ [135]
7 "The Most Powerful Man in the World (and His Identical Twin Brother)" https://seriemaniacos.tv/the-leftovers-3x07-the-most-powerfull-man-on-earth/ [136]
8 "The Book of Nora" https://seriemaniacos.tv/leftovers-3x08-book-nora/ [137]

Episódios[editar | editar código-fonte]

Temporada Episódios Exibição original
Estreia da temporada Final da temporada
1 10 29 de junho de 2014 (2014-06-29) 7 de setembro de 2014 (2014-09-07)
2 10 4 de outubro de 2015 (2015-10-04) 6 de dezembro de 2015 (2015-12-06)
3 8 16 de abril de 2017 (2017-04-16) 4 de junho de 2017 (2017-06-04)

1ª temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

Episódios Dirigidos por Escritos por Datas de Exibição
1 "Pilot" Peter Berg Damon Lindelof & Tom Perrota 29 de junho de 2014 (2014-06-29)
Três anos após o sumiço de milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial — os residentes de Mapleton, em Nova York, pesam os prós e contras de um “Dia dos Heróis”, um tributo para os moradores locais que “partiram”. Tentando manter um senso de normalidade na comunidade, o chefe de polícia Kevin Garvey enfrenta desafios adicionais em casa com sua filha Jill, que está perdida em uma fumaça de apatia ao lado da amiga Aimee, e seu filho, Tom, que frequenta um culto liderado pelo carismático Holy Wayne. Outra preocupação é um grupo silencioso de pessoas chamado de Remanescentes Culpados, que se juntam em pares para observar pessoas e lugares na cidade. Conforme a tensão na cidade aumenta, as vidas de Laurie, uma membro dos Remanescentes Culpados, e Meg, uma jovem que acaba de noivar, convergem. 
2 "Penguin One, Us Zero" Peter Berg Damon Lindelof & Kath Lingenfelter 6 de julho de 2014 (2014-07-06)
Kevin faz uma visita ao terapeuta. Enquanto isso, Tom se vê em uma situação precária com Christine. Já uma frustrada Meg revive o passado. Para completar, Jull e Aimee seguem Nora Durst, alguém que se tornou uma celebridade quando sua família inteira desapareceu no arrebatamento. 
3 "Two Boats and a Helicopter" Keith Gordon Damon Lindelof & Elizabeth Peterson 13 de julho de 2014 (2014-07-13)
Mesmo com ameaças à sua vida e com a queda dos fiéis, o reverendo Matt Jamison continua a pregar seu evangelho: aqueles que desapareceram no arrebatamento são pecadores e não santos. A campanha de Matt segue por um caminho inesperado quando descobre que pode perder a igreja, o que o força a tomar uma medida desesperada e de última hora para conseguir dinheiro. 
4 "B.J. and the A.C." Carl Franklin & Lesli Linka Glatter Damon Lindelof & Elizabeth Peterson 20 de julho de 2014 (2014-07-20)
Kevin investiga quem foi o responsável por um crime. Enquanto isso, Tom e Christine se deparam com problemas no hospital e na estrada. Mais tarde, Kevin recebe um surpreendente preso de um distrito de polícia próximo e recebe visitantes inesperados em casa. Para completar, os Remanescentes Culpados colocam seu selo na temporada de comemoração. 
5 "Gladys" Mimi Leder Damon Lindelof & Tom Perrotta 27 de julho de 2014 (2014-07-27)
As resoluções de Laurie são colocadas em teste após um crime brutal. Enquanto isso, após sua iniciativa de manter a paz em Mapleton falha, Kevin aceita uma oferta de fora para se livrar dos problemas da cidade. Ao mesmo tempo, Matt leva seu púlpito para as ruas, enquanto Meg ganha uma nova função. 
6 "Guest" Carl Franklin Damon Lindelof & Kath Lingenfelter 3 de agosto de 2014 (2014-08-03)
Nora resolve alguns assuntos em Mapleton antes de seguir para Nova York em uma conferência. Irritada com o fato de que seu crachá de identificação foi roubado, ela segue pela convenção em busca do impostor usando um crachá de visitante. 
7 "Solace for Tired Feet" Mimi Leder Damon Lindelof & Jacqueline Hoyt 10 de agosto de 2014 (2014-08-10)
Após descobrir que seu pai escapou do hospital psiquiátrico, Kevin tenta encontrá-lo. Enquanto isso, Jill tenta bater um recorde, ao mesmo tempo em que Tom faz uma descoberta perturbadora. 
8 "Cairo" Michelle MacLaren Curtis Gwinn & Carlito Rodriguez 17 de agosto de 2014 (2014-08-17)
Kevin acredita que está perdendo o contato com a realidade após se ver em uma situação complicada e inexplicável envolvendo Patti Levin, a líder do Remanescentes Culpados. Enquanto isso, Meg perde o controle durante outro encontro com Matt. Já Jill confronta Aimee sobre sua relação com Kevin, ao mesmo tempo em que Nora enfrenta Laurie e descobre que sua privacidade foi invadida. 
9 "The Garveys at Their Best" Daniel Sackheim Kath Lingenfelter & Damon Lindelof 24 de agosto de 2014 (2014-08-24)
Kevin tenta suprimir seus maus hábitos ao mesmo tempo em que tenta encontrar um cervo maroto em Mapleton. Enquanto isso, Laurie recebe notícias inesperadas, ao mesmo tempo em que Tom se conecta com seu passado contra o seu próprio julgamento. Nora realiza uma entrevista de emprego e o pai de Kevin é homenageado. 
10 "The Prodigal Son Returns" Mimi Leder Damon Lindelof & Tom Perrotta 7 de setembro de 2014 (2014-09-07)
Um aliado inesperado ajuda Kevin a sair de uma complicação. Enquanto isso, uma iniciativa dos Remanescentes Culpados mergulham Mapleton no caos. Já Holy Wayne concede um pedido, ao mesmo tempo em que Tom lida com sua nova realidade. Para completar, Nora faz uma decisão que vai mudar sua vida. 

2ª temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

Episódios Dirigidos por Escritos por Datas de Exibição
1 "Axis Mundi" Mimi Leder Damon Lindelof & Jacqueline Hoyt 4 de outubro de 2015 (2015-10-04)
Jarden, no Texas, foi renomeada "Miracle", já que foi descoberto que ninguém partiu dali. Desde então, a cidade se tornou um ímã para turistas e pessoas que estão convencidas de que o lugar é especial e pode mantê-los a salvo. Entre as famílias locais estão os Murphys, que conta com o pai John, a mãe Erika e os gêmeos, Evie e Michael. Enquanto tenta proteger a cidade de fraudes e charlatões, John recebe um aviso de um homem que afirma ter poderes mediúnicos. Mais tarde, Kevin, Nora e Jill chegam à cidade, pois partiram de Mapleton a fim de começar novamente — mas Kevin não parece capaz de escapar do passado. 
2 "A Matter of Geography" Mimi Leder Damon Lindelof & Tom Perrotta 11 de outubro de 2015 (2015-10-11)
Kevin, Nora e Jill tentam se recuperar após os acontecimentos em Mapleton, mas problemas do passado continuam reaparecendo. Enquanto isso, o novo clã Garvey encontra um começo novo na segurança de Miracle. Para completar, Nora faz uma escolha impulsiva, ao mesmo tempo em que Kevin se envolve nos problemas familiares dos Murphy. 
3 "Off Ramp" Carl Franklin Damon Lindelof & Patrick Somerville 18 de outubro de 2015 (2015-10-18)
Laurie e Tom Garfvey trabalham para resgatar almas perdidas, mas isso acaba trazendo consequências. Laurie tenta espalhar a palavra sobre os perigos dos Remanescentes Culpados, enquanto Tom, que se infiltrou no culto, descobre uma nova série de problemas. 
4 "Orange Sticker" Tom Shankland Damon Lindelof & Tom Spezialy 25 de outubro de 2015 (2015-10-25)
Durante um terremoto, Nora acorda e não encontra Kevin. Ao mesmo tempo, os Murphy lidam com o desaparecimento de Evie. Mais tarde, Kevin volta para casa, mas não se lembra de nada da noite anterior. Além disso, ele está sem seu celular, algo que o conecta às garotas desaparecidas. Para completar, um velho inimigo retorna de forma inesperada. 
5 "No Room at the Inn" Nicole Kassell Damon Lindelof & Jacqueline Hoyt 1 de novembro de 2015 (2015-11-01)
Matt e Mary deixam Miracle a fim de descobrirem mais sobre a condição dela, mas suas vidas são viradas de cabeça para baixo uma vez que não podem retornar à cidade. Além disso, ele precisam lidar com a multidão que se acumula do lado de fora dos portões. 
6 "Lens" Craig Zobel Damon Lindelof & Tom Perrotta 8 de novembro de 2015 (2015-11-08)
Visitantes surpreendem Nora ao mesmo tempo em que ela se preocupa com a própria situação. Enquanto isso, Erika encontra um aliado inesperado. Para completar, a situação de Kevin vem à tona. 
7 "A Most Powerful Adversary" Mimi Leder Damon Lindelof & Patrick Somerville 15 de novembro de 2015 (2015-11-15)
Nora dá a Kevin e Jill notícias inesperadas. Assim, Kevin lida com as consequências desta informação e explora suas opções. Já Jill segue em uma aventura solo que só poderia acontecer em Miracle. Para completar, Laurie toma uma decisão drástica que afeta os Garveys. 
8 "International Assassin" Craig Zobel Damon Lindelof & Nick Cuse 22 de novembro de 2015 (2015-11-22)
Enquanto Laurie questiona a própria saúde mental, Kevin tenta derrotar Patti em um campo de batalha inesperado. Para completar, uma escolha terrível e de cortar o coração é a única coisa que fica entre Kevin e sua chance de se livrar dela e de seu passado. 
9 "Ten Thirteen" Keith Gordon Damon Lindelof & Monica Beletsky 29 de novembro de 2015 (2015-11-29)
Uma perda pessoal e peregrinação a Miracle oferece pistas sobre o motivo de Meg ter embarcado em seu caminho como um Remanescente Culpado. Após um desentendimento com Laurie, Tom vai atrás de Meg. 
10 "I Live Here Now" Mimi Leder Damon Lindelof & Tom Perrotta 6 de dezembro de 2015 (2015-12-06)
No episódio que conclui a temporada, a revelação de Kevin sobre a noite em que Evie desapareceu deixa John cético. Enquanto isso, o quarto aniversário do arrebatamento traz uma ameaça inesperada a Miracle. 

3ª temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

Episódios Dirigidos por Escritos por Datas de Exibição
1 "The Book of Kevin" Mimi Leder Damon Lindelof & Patrick Somerville 16 de abril de 2017 (2017-04-16)
Três anos depois dos Remanescentes Culpados se estabelecerem em Miracle, Texas, Kevin trabalha como chefe de polícia, mas seu trabalho se complica com a proximidade do sétimo aniversário da partida, já que alguns cidadãos estão convencidos de que outro evento apocalíptico está em andamento. 
2 "Don't Be Ridiculous" Keith Gordon Tom Perrotta & Damon Lindelof 23 de abril de 2017 (2017-04-23)
Nora vai a St. Louis a trabalho para o Departamento da Partida para investigar um possível golpe que tenta convencer membros da família dos partidos que eles podem ver seus entes queridos outra vez. 
3 "Crazy Whitefella Thinking" Mimi Leder Damon Lindelof & Tom Spezialy 30 de abril de 2017 (2017-04-30)
À medida que o aniversário de partida se aproxima, o Sr. Kevin Garvey se sente inspirado a vagar pelo interior australiano em um esforço para salvar o mundo do apocalipse. 
4 "G'Day Melbourne" Daniel Sackheim Damon Lindelof, Tamara P. Carter & Haley Harris 7 de maio de 2017 (2017-05-07)
Kevin e Nora fazem uma viagem para a Austrália, onde ela continua a seguir os autores de um elaborado golpe, enquanto ele é surpreendido por alguém do passado que o leva de volta aos eventos traumáticos de três anos atrás. 
5 "It's a Matt, Matt, Matt, Matt World" Nicole Kassell Lila Byock & Damon Lindelof 14 de maio de 2017 (2017-05-14)
Matt vai para a Austrália para trazer Kevin de volta para casa por estar convencido de que ele deve estar em Miracle para o sétimo aniversário da Partida. 
6 "Certified" Carl Franklin Patrick Somerville & Carly Wray 21 de maio de 2017 (2017-05-21)
Laurie volta a ajudar Nora e Kevin ao longo de suas jornadas na Austrália. 
7 "The Most Powerful Man in the World (and His Identical Twin Brother)" Craig Zobel Nick Cuse & Damon Lindelof 28 de maio de 2017 (2017-05-28)
A missão de misericórdia de Kevin o leva a assumir uma identidade alternativa. 
8 "The Book of Nora" Mimi Leder Tom Perrotta, Tom Spezialy & Damon Lindelof 4 de junho de 2017 (2017-06-04)
Nada é explicado. Tudo é explicado. E então termina. 

Músicas[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora da série ao longo das suas três temporadas foi marcada por bastante músicas clássicas que dão um tom mais sombrio aos personagens, afinal, eles são os sobreviventes do misterioso desaparecimento de 2% da população mundial. Mas não foi só de músicas clássicas que o seriado foi feito, já que alguns hits clássicos e contemporâneos também aparecem para embalar os sobreviventes. Durante os 28 episódios do seriado, pudemos escutar um pouco de tudo: desde a 5ª sinfonia de Beethoven à David Guetta.[138]

1° temporada (2014)[editar | editar código-fonte]

Episódios Músicas Artistas Ref.
1
"Pilot"
"Why Can't He Be You" Patsy Cline [139]
"I Can't Find the Time" Willie Nelson
"Do Or Die" feat. (Childish Gambino) Flux Pavilion
"Lover's Prayer" Otis Redding
"FML" Deadmau5
"Retrograde" James Blake
"Let's Stay Together" Al Green
"Sweet Love For Planet Earth" Fuc# Buttons
"Piano Sonata in A, D. 959: II. Andantino" Seymour Lipkin
"Are You Satisfied?" Reignwolf
2
"Penguin One, Us Zero"
"Thank God for Sinners" Ty Segall [140]
"Alone" Ty Segall
3
"Two Boats and a Helicopter"
"Love Will Keep Us Together" Captain & Tennille [141]
"Take Me to Church" Hozier
4
"B.J. and the A.C"
"I'm Not the One" The Black Keys [142]
"All These Lights" The Grouch & Eligh
"I Don't Want No Bloodstains" John Lee Hooker, John Williams & Lowell Fusion
"I Must See Jesus for Myself" Lil Greenwood
5
"Gladys"
"Kiss On My List" Daryl Hall & John Oates [143]
"What a Fool Believes" The Doobie Brothers
"Warrior" Terry Devine-King & Winston Francis
6
"Guest"
"Angel of Death" Slayer [144]
"A Taste of Silver" Until The Ribbon Breaks
"Don't Dream It's Over" Crowded House
"Pass Them By" Agnes Obel
7
"Solace for Tired Feet"
"Moaning Lisa Smile" Wolf Alice [145]
"Miserere Mei Deus" Maîtrise des Hauts-de-Seine & Gaël De Kerret
"Going Out" Hospitality
"The Love You Save" Joe Tex
"Love That's Gone" La Sera
8
''Cairo''
"I Been Buked" Alvin Ailey [146]
"I've Got Dreams to Remember" Otis Redding
"All My Trials" Odetta
9
"The Garveys at Their Best"
"Girl From King Marie" Jody Reynolds [147]
"Without You" (feat. Usher) - David Guetta
"Oh, John the Rabbit" Elizabeth Mitchell
"Young Blood" The Naked and Famous
"Only a Fool Would Say That" Steely Dan
"Shotgun" Junior Walker & The All Stars
10
"The Prodigal Son Returns" "Ne Me Quitte Pas" Nina Simone [148]
"Nothing Else Matters" Apocalyptica
"Sleepwalk" Santo & Johnny
"Dream" Al Green

2° temporada (2015)[editar | editar código-fonte]

Episódios Músicas Artistas Ref.
1
"Axis Mundi"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [149]
"Rockin' In the Same Old Boat" Bobby "Blue" Bland
"La Traviata: Overture" Philharmonia Slavonica & Alberto Lizz
"Loco Ono" Bassnectar & Stylust Beats Remix
" Tomorrow Be" Fern Jones
2
"A Matter of Geography"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [150]
"You've Got My Mind Messed Up" Quiet Elegance
"Genocide" (feat. Cutline) - Virus Syndicate
"Where Is My Mind?" Pixies
"Take It All" Ruelle
"Brave Drum" The Catheters
"Burn" Cody Crump
3
"Off Ramp"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [151]
"Figure Eights" Max Roach & Buddy Rich
"Tyler" Toadies
"Where Is My Mind?" Maxence Cyrin
"Spoiler" Hyper
"Leave Your Love" Young Summer
"Jesus I'm Calling" Tangled Eye
4
"Orange Sticker"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [152]
"Miserere Mei, Deus (Psalm 51)" Trinity College Choir, Cambridge
"Never Gonna Give You Up" Rick Astley
"You're the One That I Want" Lo-Fang
"My Favorite Show" (feat. Stephanie Mabey) - The Crazy Z's
"Sanctus, D. 872" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
5
"No Room at the Inn"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [153]
"Let Your Love Flow" The Bellamy Brothers
"Deutsche Messe, D. 872: Zum Sanctus: Heilig, Heilig Ist Der Herr" Vienna Chamber Choir & Martin Nowak
"Laughing With" Regina Spektor
"Peace On Earth" Coleman Family
6
"Lens"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [154]
"State of the Art (A.E.I.O.U.)" Jim James
"Great Big Thing aka Till You Came" Barbara & The Browns
"Stay" (feat. Mikky Ekko) - Rihanna
"I Am a Rock" Simon & Garfunkel
7
"A Most Powerful Adversary"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [155]
"Where Is My Mind?" Maxence Cyrin
"Solitude" Duke Ellington and His Orchestra
8
"International Assassin"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [156]
"Nabucco: Act III - Chorus of the Hebrew Slaves "Va pensiero, sull'ali dorate" London Symphony Chorus, London Symphony Orchestra & Richard Hickox
"I've Been Buked and I've Been Scorned; Most Done Travelling" Tuskegee Institute Singers
9
"Ten Thirteen"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [157]
"White Lines" Grandmaster Melle Mel
"Wade In the Water" The Staple Singers
"Magic" Olivia Newton-John
"The Promise" Sturgill Simpson
10
"I Live Here"
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [158]
"Lean On" (feat. & DJ Snake) - Major Lazer
"Let Your Love Flow" Bellamy Brothers
"Sanctus, D. 872" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"Angel of the Morning" Juice Newton
"Homeward Bound" Simon & Garfunkel
"Kyabe Knights" NOVA
"Where Is My Mind?" Maxence Cyrin

3° temporada (2017)[editar | editar código-fonte]

Episódios Músicas Artistas Ref.
1
"The Book Of Kevin"
"I Wish We'd All Been" Ready Good News Circle [159]
"Sign of the Judgement" The McIntosh County Shouters
"I Had a Talk" feat. (Childish Gambino) Flux Pavilion
"What Does It Take (To Win Your Love)" Joe White
"Feelin' Groovy (The 59th Street Bridge Song)" James Blake
"Deutsche Messe, D. 872: Zum Sanctus: Heilig, Heilig Ist Der Herr" Vienna Chamber Choir & Martin Nowak
2
"Don't Be Ridiculous"
"Nothing's Gonna Stop Me Now" (Tema da série Perfect Stranger) - David Pomeranz (abertura) [160]
''Appleseed John'' The New Christy Minstrels
"Song of the Pious Itinerant (Hallelujah, I'm a Bum)" The New Christy Minstrels
"What Does It Take (To Win Your Love)" Tony Joe White
"Meet Me in St. Louis (Psalm 51)" Judy Garland & Georgie Stoll & His
"Miserere Mei, Deus" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"Protect Ya Neck" Wu-Tang Clan
"Harp Solo from Lucia di Lammermoor" (arr. A. Heinrich Zabel) - Elizabeth Hainen
"I Never Heard a Man" The Original Five Blind Boys of Mississipi
3
"Crazy Whitefella Thinking"
"Personal Jesus" Richard Cheese (abertura) [161]
"King Bundawaal" Slim Dusty
"Sanctus, D. 872" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"Blue Bonnet Blues" Shirley Thoms
"La traviata, Act III: Prelude" Ondrej Lenárd & Slovak Radio Sym
"Miserere Mei, Deus" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"I Love a Rainy Night" Eddie Rabbitt
"Rocking" Australian Children's Choir
"Harp Solo from Lucia di Lammermoor" (arr. A. Heinrich Zabel) - Elizabeth Hainen
4
"G'Day Melbourne"
"This Love Is Over" Ray LaMontagne & The Pariah Dog (abertura) [162]
"Celestial Blues" Andy Bey
"Gualtier Maldé!... Caro Nome" Alida Ferrarini
"Sanctus, D. 872" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"It Serves You Right To Suffer" The Avener & John Lee Hooker
"Take On Me" Genghis Barbie
"La traviata, Act 2: "Dite alla giovine...Non amarlo ditegli" Dame Joan Sutherland, Matteo Manuguerra, National Philharmonic Orchestra & Richard Bonynge
"Take On Me" a-ha
''Deutsche Messe, D872: Zum Sanctus'' Berlin Symphony Orchestra, Chor der St. Hedwigs-Kathedrale Berlin, Karl Forster & Wolfgang Meyer
"Blue Flowers" Dr. Octagon
5
"It's a Matt, Matt, Matt, Matt World"
"Ashrei: Ashrei Yoshvei Veitekha" (Glantz: As Sung By M. Koussevitzky) - Einei Khol (arr. R. Goldstein) - Va’anahnu (Lind) - Benzion Miller, Neil Levin & Schola Hebraeica (abertura) [163]
"Je ne peux pas rentrer chez moi" Charles Aznavour
"Avinu malkenu" Schola Hebraica, Benzion Miller & Neil Levin
"Frasier (The Sensuous Lion)" Sarah Vaughan & The Jimmy Rowles Quartet
"B'motza'ei M'nuha: B’motza’ei M’nuha" (arr. A. Miller) - Simon Spiro, Benzion Miller, Schola Hebraeica, Neil Levin, Ira Bigeleisen & Julian Jacobs
"Do You Believe" The Supreme Jubilees
"Que c'est triste Venise" Charles Aznavour
6
"Certified"
"Wherever I May Roam" Apocalyptica [164]
"1-800 Suicide" Gravediggaz (abertura)
"La traviata, Act III: Prelude" Ondrej Lenárd & Slovak Radio Symphony Orchestra
"Kneel at the Cross" Jean Stafford
7
"The Most Powerful Man in the World (and His Identical Twin Brother)"
"Nabucco: Act III - Chorus of the Hebrew Slaves "Va pensiero, sull'ali dorate" London Symphony Chorus, London Symphony Orchestra & Richard Hickox [165]
"Sanctus, D. 872" Trinity College Choir, Cambridge & Richard Marlow
"Nabucco: (Introduzione)" Orchester der Deutschen Oper Berlin & Giuseppe Sinopoli
"God Only Knows" The Beach Boys
"The End of the World" Patty Duke
8
''The Book of Nora''
"Let the Mystery Be" Iris DeMent (abertura) [166]
"The Man I Love" Billie Holiday And Her Orchestra
"Back In Your Own Backyard" Billie Holiday And Her Orchestra
"I'm out to Get You" Robin Trower
"I've Got Dreams to Remember" Otis Redding
"Me, Myself And I" Billie Holiday
"Moonlight Dancin" Rokotto
"Bridal Chorus from Lohengrin (Here Comes the Bride)" Wedding Classics
"Pachelbel's Canon" Classical Lullabies

Premiações[editar | editar código-fonte]

Ao longo das suas três temporadas The Leftovers foi indicada a 53 prêmios, dos quais ganhou 10 e dentre esses, se destacaram o Critics Choice Television Awards (2016) de Melhor Atriz em Série Dramática para Carrie Coon,[167] o Television Critics Association Awards (2017) de Melhor Ator ou Atriz em Drama para Carrie Coon,[168] o Gold Derby Awards (2016) de Melhor Episódio de Série Dramática do Ano para o "International Assassin",[169] o duplo Gold Derby Awards (2017) de Melhor Episódio de Série Dramática do Ano para o "The Book of Nora" e Melhor Performance do Ano para Carrie Coon[170] e o IGN Summer Movie Awards (2015) de Melhor Série e Melhor Série Dramática.[171] No entanto, grandes premiações, como a dos sindicatos (SAG Awards, DGA Awards e PGA Awards), o Globo de Ouro e principalmente o Primetime Emmy Awards esnobaram a série e nunca sequer a indicaram a categoria alguma, com exceção para a edição de 2017 do Emmy em que a atriz Ann Dowd foi indicada como Melhor Atriz Convidada em Série Dramática.[172][173][174][175][176][177]

Anos Prêmios Categorias Nominação(s) Resultados Ref.
2014 International Film Music Critics Award (IFMCA) Melhor Trilha Sonora Original para uma Série Televisiva Max Richter Indicado [178]
Critics' Choice Television Awards Nova Série Mais Emocionante The Leftovers Venceu [179]
Hollywood Music in Media Awards (HMMA) Melhor Título Principal - Programa de TV / Série de Streaming Digital Max Richter Venceu [180]
Melhor Supervisão de Música - Televisão Liza Richardson Indicado
Satellite Awards
Melhor Ator Coadjuvante em uma Série, Minissérie ou Filme para TV Christopher Eccleston Indicado [181]
Melhor Atriz Coadjuvante em uma Série, Minissérie ou Filme para TV Ann Dowd Indicado
Melhor Série de Televisão The Leftovers Indicado
IGN Summer Movie Awards Melhor Série de TV The Leftovers Indicado [182]
Melhor Série de TV Dramática The Leftovers Indicado
Melhor Atriz de TV Carrie Coon Indicado
Melhor Episódio de TV Mimi Leder (diretora), Damon Lindelof & Tom Perrota (roteiristas) pelo episódio "The Prodigal Son Returns" Indicado
2015 Writers Guild of America Award Melhor Roteiro Adaptado de Filme Para TV Damon Lindelof & Tom Perrotta pelo episódio "Pilot" Indicado [183]
Gold Derby TV Awards Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Carrie Coon Indicado [184]
International Film Music Critics Award Melhor Trilha Sonora em Série Dramática Max Richter Indicado [185]
Critics' Choice Television Awards Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Christopher Eccleston Indicado [186]
Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Carrie Coon Indicado
IGN Summer Movie Awards Melhor Série de TV The Leftovers Venceu [187]
Melhor Série de TV Dramática The Leftovers Venceu
Melhor Atriz de TV Ann Dowd Indicado
Satellite Awards Melhor Série de Televisão The Leftovers Indicado [188]
2016
Gold Derby TV Awards Melhor Série Dramática The Leftovers Indicado [189]
Melhor Elenco do Ano The Leftovers Indicado
Melhor Ator em Série Dramática Justin Theroux Indicado
Melhor Atriz em Série Dramática Carrie Coon Indicado
Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Christopher Eccleston Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Regina King Indicado
Melhor Episódio em Série Dramática Craig Zobel (diretor), Damon Lindelof & Nick Cuse (roteiristas) pelo episódio "International Assassin" Venceu
Critics' Choice Television Awards Melhor Série Dramática The Leftovers Indicado [190]
Melhor Ator em Série Dramática Justin Theroux Indicado
Melhor Atriz em Série Dramática Carrie Coon Venceu
Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Christopher Eccleston Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Ann Dowd Indicado
Regina King Indicado
Television Critics Association Awards Melhor Série Dramática The Leftovers Indicado [191]
Gay and Lesbian Entertainment Critics Association (GALECA) Melhor Série Dramática do Ano The Leftovers Indicado [192]
Melhor Performance do Ano - Ator Justin Theroux Indicado
USC Scripter Award Melhor Roteiro em Série Dramática - Televisão Damon Lindelof & Jacqueline Hoyt pelo episódio "Axis Mundi" Indicado [193]
Writers Guild of America Award Melhor Episódio em Série Dramática - Televisão Damon Lindelof & Nick Cuse pelo episódio "International Assassin" Indicado [194]
2017
Television Critics Association Awards Melhor Série do Ano The Leftovers Indicado [195]
Melhor Ator ou Atriz em Drama Carrie Coon Venceu
Black Reel Award for Television Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Jovan Adepo Indicado [196]
Guild of Music Supervisors Awards Melhor Supervisão de Música em Série Dramática - Televisão Liza Richardson & Frank Palazzolo Indicado [197]
Primetime Emmy Awards Melhor Atriz Convidada em Série Dramática Ann Dowd Indicado [198]
Gold Derby TV Awards Melhor Série Dramática The Leftovers Indicado [199]
Melhor Ator em Série Dramática Justin Theroux Indicado
Melhor Atriz em Série Dramática Carrie Coon Indicado
Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Christopher Eccleston Indicado
Melhor Atriz Convidada em Série Dramática Ann Dowd Indicado
Melhor Episódio em Série Dramática Mimi Leder (diretora), Damon Lindelof & Tom Perrota & Tom Spezialy (roteiristas) pelo episódio "The Book of Nora" Venceu
Melhor Performance do Ano Carrie Coon Venceu
Online Film & Television Association Melhor Ator em Série Dramática Justin Theroux Venceu [200]
Melhor Série Dramática The Leftovers Indicado
Melhor Atriz em Série Dramática Carrie Coon Indicado
Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Christopher Eccleston Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Amy Brenneman Indicado
Melhor Atriz Convidada em Série Dramática Ann Dowd Indicado
Melhor Elenco em Série Dramática The Leftovers Indicado
Melhor Direção em Série Dramática The Leftovers Indicado
Melhor Roteiro em Série Dramática The Leftovers Indicado
Melhor Música em Série The Leftovers Indicado
Melhor Fotografia em Série The Leftovers Indicado
Melhor Maquiagem em Série The Leftovers Indicado
Melhor Som em Série The Leftovers Indicado

Referências

  1. (em inglês) Adalian, Josef (28 de Junho de 2012). «Damon Lindelof Talks to Vulture About His New HBO Project: Tom Perotta's The Leftovers». New York Magazine. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  2. (em inglês) Goldberg, Lesley (12 de Abril de 2013). «Peter Berg to Direct, Produce Damon Lindelof's HBO Pilot 'The Leftovers'». The Hollywood Reporter. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  3. Brasileiro, Bárbara (28 de Maio de 2013). «The Leftovers ganha dois vídeos teasers e terá estreia simultânea no Brasil». Minha Série. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  4. Série, Ligado em (30 de julho de 2015). «The Leftovers: segunda temporada ganha data de estreia e sinopse | Ligado em Série». Ligado em Série 
  5. «Especial: 3ª temporada de The Leftovers». Pop Séries!. 15 de abril de 2017. Consultado em 19 de maio de 2017 
  6. «'The Leftovers' retorna em abril | VEJA.com». VEJA.com. 6 de dezembro de 2016 
  7. «Christopher Eccleston, Carrie Coon Among 4 Cast in Damon Lindelof's 'The Leftovers'». The Hollywood Reporter (em inglês) 
  8. a b (em inglês) Andreeva, Nellie (25 de Junho de 2013). «Amy Brenneman To Co-Star In HBO Pilot 'The Leftovers'». Deadline.com. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  9. (em inglês) Goldberg, Lesley (10 de Junho de 2013). «Christopher Eccleston, Carrie Coon Among 4 Cast in Damon Lindelof's 'The Leftovers'». The Hollywood Reporter. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  10. (em inglês) Marechal, AJ (13 de Junho de 2013). «Liv Tyler Cast in HBO Pilot 'The Leftovers'». Variety. Consultado em 1 Julho de 2014 
  11. (em inglês) Goldberg, Lesley (26 de Junho de 2013). «HBO's 'Leftovers' Admits 'Secret Circle's' Chris Zylka». The Hollywood Reporter. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  12. (em inglês) Andreeva, Nellie (20 de Junho de 2013). «Cable Pilots 'The Leftovers', 'Quarry' & 'The Strain' Add To Casts». Deadline.com. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  13. «Christopher Eccleston, Carrie Coon Among 4 Cast in Damon Lindelof's 'The Leftovers'». The Hollywood Reporter (em inglês) 
  14. «Christopher Eccleston, Carrie Coon Among 4 Cast in Damon Lindelof's 'The Leftovers'». The Hollywood Reporter (em inglês) 
  15. (em inglês) Andreeva, Nellie (18 de Junho de 2013). «Michael Gaston Cast In HBO's 'Leftovers', Amanda Walsh Leads Fox's 'WTF America'». Deadline.com. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  16. (em inglês) Andreeva, Nellie (24 de Junho de 2013). «Charlie & Max Carver Join HBO's 'Leftovers'». Deadline.com. Consultado em 1 de Julho de 2014 
  17. (em inglês) Andreeva, Nellie (8 de Fevereiro de 2013). «Damon Lindelof & Tom Perrotta's 'Leftovers' Gets Pilot Order At HBO». Deadline.com. Consultado em 2 de Julho de 2014 
  18. «HBO Is Moving Forward With Damon Lindelof and Tom Perrotta's Drama The Leftovers». Vulture (em inglês) 
  19. (em inglês) Goldberg, Lesley (8 de Fevereiro de 2014). «Damon Lindelof's 'The Leftovers' Scores Pilot Order at HBO». The Hollywood Reporter. Consultado em 2 de Julho de 2014 
  20. (em inglês) Andreeva, Nellie (16 de Setembro de 2013). «Damon Lindelof's 'The Leftovers' Gets Series Order At HBO». Deadline.com. Consultado em 2 de Julho de 2014 
  21. (em inglês) Goldberg, Lesley; Rose, Lacey (16 de Setembro de 2013). «Damon Lindelof's 'The Leftovers' Ordered to Series at HBO». The Hollywood Reporter. Consultado em 2 de Julho de 2014 
  22. NaTelinha. «'The Leftovers' terá elenco reformulado em seu segundo ano». Consultado em 10 de setembro de 2015 
  23. Ausiello, Michael; Ausiello, Michael (8 de setembro de 2014). «The Leftovers' Carrie Coon Talks Silent Finale Surprise, Liv Tyler's Punishment and Season 2 'Terror'». TVLine. Consultado em 19 de maio de 2017 
  24. «'The Leftovers' Is Moving to Australia in Season 3 (Exclusive)». The Hollywood Reporter (em inglês) 
  25. «HBO series The Leftovers to film in Melbourne». TV Tonight (em inglês). 4 de junho de 2016 
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