The Munich Mannequins

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Manequins

The Munich Mannequins (literalmente As Manequins de Munique) é um poema de Sylvia Plath, que reconta a experiência da autora com um episódio de insônia em uma viagem àquela cidade da Alemanha. O poema é famoso por seu verso de abertura, que se refere a uma conservadora Munique como um "necrotério entre Paris e Roma".

Estilo e estrutura[editar | editar código-fonte]

O poema é composto por treze parelhas (estrofes de dois versos), terminando com verso de uma única linha, e não segue um esquema de rima.

Contexto[editar | editar código-fonte]

No começo da década de 1960, as modelos eram comumente chamadas de "manequins", e as oriundas da Alemanha tinham uma certa popularidade. The Munich Mannequins foi escrito quase um mês antes do suicídio da autora, tendo sido selecionado para a obra Ariel.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Women's Studies, Vol. 7, Nos. 1-2, 1980, pp. 171-83