The Open Door

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The Open Door
Álbum de estúdio de Evanescence
Lançamento 27 de setembro de 2006 (2006-09-27)
Gravação 2005—06;
Record Plant Studios
(Hollywood, Califórnia)
Gênero(s)
Duração 54:15
Idioma(s) (em inglês)
Formato(s)
Gravadora(s) Wind-up
Produção Dave Fortman
Cronologia de Evanescence
Anywhere but Home
(2004)
Evanescence
(2011)
Singles de The Open Door
  1. "Call Me When You're Sober"
    Lançamento: 4 de setembro de 2006 (2006-09-04)
  2. "Lithium"
    Lançamento: 8 de janeiro de 2007 (2007-01-08)
  3. "Sweet Sacrifice"
    Lançamento: 8 de maio de 2007 (2007-05-08)
  4. "Good Enough"
    Lançamento: 14 de dezembro de 2007 (2007-12-14)

The Open Door é o segundo álbum de estúdio da banda de rock estadunidense Evanescence. O seu lançamento ocorreu em 27 de setembro de 2006, através da Wind-up Records. Inicialmente previsto para acontecer em março de 2006, o lançamento do disco foi adiado devido a um acidente vascular cerebral sofrido pelo guitarrista Terry Balsamo, bem como a perda do antigo empresário do grupo e a saída de Ben Moody da banda. O material simboliza um novo começo para o grupo, incorporando novos elementos em seu estilo musical, como rock gótico, rock sinfônico e pop, além de apresentar coral em diversas canções. O processo de composição do projeto levou dezoito meses para ser concluído, sendo que as gravações do trabalho começaram em setembro de 2005 e terminaram em março do ano seguinte, e ocorreram nos Record Plant Studios, em Hollywood, Califórnia. As suas faixas tratam de temas predominantemente obscuros e foram, em sua maioria, compostas pela vocalista Amy Lee juntamente com Balsamo, sendo inteiramente produzidas por Dave Fortman, que havia trabalhado com o conjunto em seu álbum de estreia Fallen (2003).

The Open Door recebeu análises geralmente positivas da mídia especializada, a qual prezou suas letras e a instrumentação que acompanha os vocais de Lee; contudo, diversos resenhadores criticaram sua produção e seu som. "Sweet Sacrifice" foi indicada na categoria de Best Hard Rock Performance durante os Grammy Awards de 2007; no mesmo ano, o disco venceu a categoria de Album of the Year durante os MTV Australia Awards. Comercialmente, o álbum obteve um desempenho satisfatório, liderando as tabelas da Alemanha, da Austrália, dos Estados Unidos e da Europa, enquanto classificou-se nas dez primeiras posições em diversos países, como Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Irlanda, Nova Zelândia e Reino Unido. Tornou-se o primeiro material do grupo a liderar a estadunidense Billboard 200, conquistando este feito em sua primeira semana de lançamento com 447 mil cópias vendidas. Mundialmente, vendeu cerca de seis milhões de unidades.[2]

De The Open Door foram lançados quatro singles. O primeiro, "Call Me When You're Sober", foi distribuído em setembro de 2006 e obteve um desempenho comercial positivo, atingindo as dez melhores colocações em diversos territórios. "Lithium" foi lançada como o segundo foco de promoção no início de 2007 e, embora tenha obtido um desempenho comercial moderado, conseguiu chegar ao topo da UK Rock Singles Chart. "Sweet Sacrifice" foi distribuída em maio do mesmo ano, e conseguiu registrar entrada apenas nas tabelas da Alemanha, dos Estados Unidos e da Turquia. A última faixa de trabalho foi "Good Enough" que, embora tenha registrado uma recepção crítica positiva, não conseguiu entrar em nenhuma tabela musical. Para a divulgação de The Open Door, a banda lançou "Weight of the World" como single promocional na Colômbia e iniciou a turnê The Open Door Tour (2006-07), que teve concertos em diversos países ao redor do mundo, como Alemanha, Brasil, Canadá, Inglaterra, Itália e Japão. Além disso, "Together Again", uma canção que mais tarde não foi incluída no disco, foi lançada digitalmente e conquistou a 86ª posição como melhor na tabela canadense Canadian Hot 100.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

"Eu sinto que, com Fallen, muitas músicas soavam como se eu estivesse tentando provar a mim mesma e estabilizar o que quisemos e nosso som. Eu estava presa, tentando sentir uma certa maneira. Mas com o novo disco, eu meio que fui com tudo. Eu não estou com medo de me sentir feliz às vezes, e acho que há momentos no álbum com sensualidade, que são realmente divertidos e bonitos, em vez do último álbum, onde eu senti que estava tendo apenas uma certa parte de mim. Esse álbum me abrange por completo".

—A vocalista do grupo Amy Lee falando sobre The Open Door em entrevista com a MTV News.[3]

Em outubro de 2003, durante uma entrevista com a MTV News, Lee disse que a banda iniciaria as composições de seu projeto novo em março de 2004, depois de concluírem a turnê para divulgar Fallen. Ela revelou que era impossível de compor durante a excursão e adicionou que "todos estão indo para suas casas, e compondo material".[4] A cantora disse que a banda estava reunindo-se apenas para as gravações das novas canções.[4] Originalmente, ela divulgou as notícias sobre o novo trabalho do grupo em uma página não-oficial do Evanescence, chamada EvBoard.com.[5] Entretanto, o desenvolvimento do trabalho progrediu-se lentamente por diversas razões, incluindo o desejo da vocalista de maximizar o processo criativo e não acelerar as produções, além de outros motivos paralelos da banda, como o acidente vascular cerebral sofrido pelo guitarrista Terry Balsamo, a saída de Will Boyd e Ben Moody e a perda de seu antigo empresário.[3][6] Embora Lee tenha declarado no fórum dos fãs do grupo que o novo disco seria completado e lançado em março de 2006, a sua distribuição teria sido adiada porque a "Wind-up... queria fazer algumas mudanças para o futuro single 'Call Me When You're Sober'".[7] Em entrevista para a MTV, a vocalista falou sobre o desenvolvimento e a inspiração do álbum, dizendo:

Questionada se o disco seria tematicamente diferente em relação a Fallen, Lee respondeu: "O que a música significa para mim e o que o Evanescence tem sido é me purgar de todas as experiências negativas, duras e difíceis que eu tive em minha vida. Naturalmente, isso ainda está vindo; eu ainda estou me livrando de todos os testes. Eu sinto que esse álbum vem de um lugar que não é totalmente sem esperança. No primeiro álbum, eu estava falando sobre as coisas difíceis, mas eu também estava me afogando nelas. Mas eu cresci muito. (...) As letras do novo álbum estão procurando por respostas [para essas coisas], procurando por soluções e felicidade. Elas não são como 'eu sou miserável, fim da música'. É mais tipo 'eu sou miserável, e o que eu tenho que fazer para resolver isso e me livrar dessa situação horrível?'".[8] Para a MTV News, Amy revelou a inspiração por trás do título do álbum, afirmando: "Eu sinto que tenho a habilidade de fazer muitas coisas que não pude [fazer] anteriormente, por diversas razões. (...) Como musicista, eu sinto que posso fazer qualquer coisa. O álbum está completamente do jeito que eu queria em todos os níveis, e é mais de mim mesma e das minhas composições. Muitas portas se abriram na minha vida — não apenas desde que tudo aconteceu para nós. Porém, ultimamente, eu tive que aprender a pensar [coisas do] tipo 'tudo bem, é desse jeito', cortei alguns laços e me afastei — aprendi a dizer 'não' e a procurar a felicidade".[9] Ela também declarou que a banda "quebrou as portas" e tentou fazer coisas diferentes, que também serviram de inspiração para o título.[10] Fotografada por Frank Ockenfels,[11] a capa do disco caracteriza a cantora na frente de uma porta aberta.[10] Simon Cosyns, do jornal The Sun, concluiu que a capa "deixa a imagem obscura do Evanescence intacta, com cenas sinistras de contos de fadas, elaborando arcos góticos vitorianos, tipografia iluminada e fazendo vestidos flutuadores".[10] Dane Prokofiev, da página PopMatters, elogiou a imagem e definiu-a como "uma peça com estilo gótico".[12]

Estilo musical[editar | editar código-fonte]

Em uma entrevista ao The Washington Post, Lee falou sobre o estilo musical do álbum: (...) "Eu acho que está muito mais maduro e corajoso, os instrumentos caminham juntos, piano, guitarra e vocais. É definitivamente mais pessoal". Ela descreveu as canções do álbum como "mais obscuras", mas acrescentou que "elas mostram como passar os momentos difíceis da vida". Em comparação com o álbum Fallen de 2003, ela afirmou: "Fallen é um grande disco, mas eu não acho que se pode comparar trabalhos diferentes. Isso irá apenas frustrá-lo. Meu único objetivo era fazer algo que amava mais e um álbum melhor, e nós definitivamente fizemos isso".

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Sweet Sacrifice"   Amy Lee, Terry Balsamo 3:05
2. "Call Me When You're Sober"   Lee, Balsamo 3:34
3. "Weight of the World"   Lee, Balsamo 3:37
4. "Lithium"   Lee 3:44
5. "Cloud Nine"   Lee, Balsamo 4:22
6. "Snow White Queen"   Lee, Balsamo 4:22
7. "Lacrymosa"   Lee, Balsamo 3:37
8. "Like You"   Lee 4:16
9. "Lose Control"   Lee, Balsamo 4:50
10. "The Only One"   Lee, Balsamo 4:40
11. "Your Star"   Lee, Balsamo 4:43
12. "All That I'm Living For"   Lee, John LeCompt 3:48
13. "Good Enough"   Lee 5:32
Duração total:
54:15

Créditos[editar | editar código-fonte]

Todo o processo de elaboração de The Open Door atribui os seguintes créditos:[11]

Gestão
Produção

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Gravadora Formato
 Polónia 25 de setembro de 2006 Wind-up Records CD, download digital
 Japão 27 de setembro de 2006 EMI Music
 Alemanha 29 de setembro de 2006 Wind-up Records
 Irlanda
 Austrália 30 de setembro de 2006
 Canadá 3 de outubro de 2006
 Estados Unidos

Referências

  1. Erlewine, Stephen Thomas. «Evanescence: The Open Door». AllMusic. Consultado em 4 de setembro de 2006. Pushed to the background are the Tori-isms that constituted a good chunk of the debut -- they're saved for the brooding affirmation of a closer, "Good Enough," and the churning "Lithium" -- and in their place is the epic gothic rock that made Lee rock's leading witchy woman of the new millennium. 
  2. «Evanescence has a different edge to harp about» (em inglés). USA Today. 17 de abril de 2017. Consultado em 18 de abril de 2012 
  3. a b c Chris Harris (26 de abril de 2006). «Amy Lee Says New Evanescence LP Has More Sensuality» (em inglês). MTV News. Viacom. Consultado em 13 de abril de 2015 
  4. a b Wiederhorn, John; Cornell, Jeff (23 de outubro de 2003). «Evanescence Soldier On Without Ben Moody, Look Forward To Recording» (em inglês). MTV News. Viacom. Consultado em 13 de abril de 2015 
  5. Chris Harris (14 de julho de 2006). «Evanescence Lose Bassist; Amy Lee Vows To Stay On Schedule» (em inglês). MTV News. Viacom. Consultado em 13 de abril de 2015 
  6. Sherri Wood (3 de outubro de 2006). «New door opens for Amy Lee» (em inglês). Jam!. Sun Media. Consultado em 13 de abril de 2015 
  7. Amy Lee (20 de janeiro de 2006). «I Love My Album» (em inglês). EvBoard.com. Consultado em 13 de abril de 2015. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2006 
  8. Tamara Conniff (16 de setembro de 2006). «Into the Great Wide 'Open'». Billboard. 118 (37). 34 páginas. ISSN 006-2510 Verifique |issn= (ajuda). Consultado em 13 de abril de 2015 
  9. Chris Harris (31 de julho de 2006). «Evanescence's Amy Lee Isn't Afraid Of Big Bad Wolf in 'Sober Clip'» (em inglês). MTV News. Viacom. Consultado em 13 de abril de 2015 
  10. a b c Simon Cosyns (6 de outubro de 2006). «Amy Lee: 'I'm my own therapist'». The Sun (em inglês). News International. Consultado em 13 de abril de 2015 
  11. a b (2006) Créditos do álbum The Open Door por Evanescence. Wind-up Records.
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  13. a b «CDJapan : The Open Door [w/ DVD, Limited Edition]». CD Japan. Consultado em 27 de setembro de 2006 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]