The Planets

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Os Planetas é uma suíte composta por Gustav Holst entre 1914 a 1916, constituída por 7 movimentos[1], dos quais cada um corresponde a um planeta do sistema solar, excetuando-se a própria Terra e Plutão, que na década de 1910 ainda não havia sido descoberto, mas que atualmente foi recategorizado como planeta-anão.

A estreia de The Planets se deu em Queen's Hall, em 29 de Setembro[2].

A obra combina mitologia romana e astrologia, expressando o caráter particular de cada astro - através movimentos com andamentos, melodia e instrumentação contrastantes. Representou o marco da música expressionista, pois foi a primeira obra a ter sucesso desde o início da estética, cinco anos após sua criação.

Planetas[editar | editar código-fonte]

O Queen's Hall, em Londres, aonde The Planets estreou em 1918
Marte

O 1º Movimento, Marte, o Mensageiro da Guerra, foi idealizado por grande orquestra, o que gera maior variação dinâmica, e contém a presença do ostinato rítmico; erante, caracteriza-se pela repetição da mesma ideia rítmica com intensidades diferentes durante quase todo o movimento. Foi utilizada na trilha sonora da série Cosmos, mais especificamente no quinto episódio. Sua música é marcial e se desenvolve num implacável compasso 5/4.

Vênus

O 2º Movimento, Vênus, Mensageira da paz, contrasta pela placidez e pelo andamento lento.

Mercúrio

O 3º Movimento, Mercúrio, o mensageiro alado, ressalta a flauta e a celesta no clima de um scherzo.

Júpiter

O 4º Movimento, Júpiter, o mensageiro da alegria, é pura dança, com um belo tema central que se transformou em um hino patriótico inglês.

Saturno

O 5º Movimento, Saturno, o mensageiro da velhice, começa sombrio, segue com uma marcha nos metais e retorna a serenidade no final.

Urano

O 6º Movimento, Urano, o mágico, é, na verdade, um segundo scherzo com uma desengonçada melodia no fagote.

Netuno

O 7º Movimento, Netuno, o místico, explora o pianissimo com enorme habilidade. Parece "uma música de outro mundo", anota o pesquisador francês Martinho Manuel e o Fernando Dinis

Referências

  1. «Gustav Holst». Novello & Co. Consultado em 3 de Agosto de 2016. 
  2. Greene, Richard (1995). Holst : The planets digital pr. ed. (Cambridge, UK: Cambridge University Press). p. 29. ISBN 9780521456333. 

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