The Texas Chain Saw Massacre

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o filme de 1974. Para o remake de 2003, veja The Texas Chainsaw Massacre.
A página está num processo de expansão ou reestruturação.
Esta página está em processo de expansão ou reestruturação durante um curto período.
Isso significa que o conteúdo está instável e pode conter erros que estão a ser corrigidos. Por isso, não convém editar desnecessariamente ou nomear para eliminação durante esse processo, para evitar conflito de edições; ao invés, exponha questionamentos na página de discussão. Caso a última edição tenha ocorrido há vários dias, retire esta marcação.
The Texas Chain Saw Massacre[nota 1]
Massacre no Texas (PT)
O Massacre da Serra Elétrica (BR)
 Estados Unidos
1974 •  cor •  84 min 
Direção Tobe Hooper
Produção Kim Henkel
Tobe Hooper
Jay Parsley
Richard Saenz
Roteiro Kim Henkel
Tobe Hooper
Narração John Larroquette
Elenco Marilyn Burns
Paul A. Partain
Allen Danziger
William Vail
Teri McMinn
Edwin Neal
Jim Siedow
Gunnar Hansen
John Dugan
Gênero terror
Música Wayne Bell
Tobe Hooper
Direção de fotografia Daniel Pearl
Edição Larry Carroll
Sallye Richardson
Distribuição Bryanston Pictures
Lançamento Estados Unidos 1 de outubro de 1974
Idioma inglês
Orçamento US$ 300 000
Receita US$ 30 859 000
Cronologia
The Texas Chainsaw Massacre 2
Página no IMDb (em inglês)

The Texas Chain Saw Massacre (O Massacre da Serra Elétrica, no Brasil; Massacre no Texas, em Portugal) é um filme de terror americano de produção independente lançado em 1974. Foi dirigido por Tobe Hooper, escrito e co-produzido por Hooper e Kim Henkel, e estrelado por Marilyn Burns, Paul A. Partain, Teri McMinn, Jim Siedow, Edwin Neal e Gunnar Hansen. A maior parte do elenco era formada por atores até então desconhecidos do grande público e sem experiência anterior com cinema. Devido ao baixo orçamento da produção, houve muitas dificuldade durante as gravações e os efeitos especiais foram obtidos de forma simples e limitada.

O filme conta a história de dois irmãos que viajam com seus amigos até o Texas com o objetivo de verificar o túmulo supostamente vandalizado de um parente, mas são atacados no caminho por uma família de canibais. Embora tenha sido comercializado como uma história verdadeira para atrair um público mais amplo e como um comentário sutil sobre o clima político da época, o enredo é inteiramente fictício, embora o personagem Leatherface e pequenos detalhes da trama tenham sido inspirados pelos crimes do assassino Ed Gein, que realmente existiu.

Após o seu lançamento em outubro de 1974, The Texas Chain Saw Massacre foi banido em vários países,[2] e, posteriormente, vários cinemas deixaram de exibi-lo em resposta às reclamações sobre a violência nele contida. Embora inicialmente tivesse obtido uma recepção mista da crítica, foi extremamente rentável, arrecadando mais de trinta milhões de dólares nas bilheterias.[3] É reconhecido atualmente como um clássico cult e um dos mais influentes do século XX, notabilizando-se por ter entrado na lista de diversas publicações de "os melhores" e "mais influentes" filmes de terror da história do cinema.[4][5] Entrou na lista dos 400 melhores filmes americanos já realizados segundo o Instituto Americano do Cinema em 2007.[6] Especialistas criticam a forma como a violência contra mulheres é mostrada, enquanto outros enxergam nele uma metáfora para o vegetarianismo, entre outras discussões que a obra proporciona.

A ele é creditada a origem de vários elementos comuns ao gênero slasher, incluindo o uso de ferramentas de trabalho como armas de crime e a caracterização do assassino como uma figura alta, silenciosa e desprovida de personalidade.[7][8] A popularidade do filme levou a uma franquia que continuou a história de Leatherface e sua família através de sequências, refilmagens, duas pré-sequências, histórias em quadrinhos[9] e videogames.[10][11]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Após saber pelo rádio que atos de vandalismo estão sendo cometidos em um cemitério no Texas, Sally Hardesty (Marilyn Burns) e seu irmão paraplégico Franklin (Paul A. Partain) decidem ir até o local para se certificar de que o túmulo do avô não foi violado. Os irmãos, que viajam numa van, são acompanhados pelo namorado de Sally, Jerry (Allen Danziger), e pelo casal Kirk (William Vail) e Pam (Teri McMinn). Depois de verificar que a tumba está intacta, eles param em um posto de gasolina, mas descobrem que não há combustível. Os jovens decidem seguir até a antiga casa dos Hardesty, mas são parados por um caroneiro (Edwin Neal), que corta a si mesmo e fere Franklin com uma navalha, sendo imediatamente expulso da van.

Chegando na fazenda dos Hardesty, os jovens começam a examinar o lugar. Enquanto Kirk e Pam procuram um lugar para nadar, escutam um gerador de energia em uma casa nas proximidades. Kirk entra na casa para pedir combustível, mas é atacado com um martelo por um homem, Leatherface (Gunnar Hansen), que arrasta o corpo para dentro de uma sala secreta e fecha a porta. Pam entra em busca de seu namorado, descobre numerosos ossos e galinhas presos a uma gaiola, começa a vomitar e foge. Leatherface a captura e a pendura num gancho de carne, liga a motosserra e corta Kirk fora da tela. Sally, Franklin e Jerry começam a se preocupar com a ausência do casal, e então Jerry vai procurá-los. Depois de alguns minutos, ele encontra Pam dentro de uma câmara frigorífica. Leatherface aparece com uma marreta e acerta Jerry na cabeça, matando-o. Leatherface coloca o corpo de Pam de volta na câmara e começa a se sentir atormentado pelas pessoas invadindo a casa.

Ao anoitecer, Sally e Franklin decidem descansar. Pela manhã, Sally e Franklin saem à procura de Jerry, Kirk e Pam na floresta. Logo após ouvirem barulhos, Leatherface ataca Franklin com a motosserra e o mata. Sally escapa correndo pela floresta, entra na casa de Leatherface e descobre um casal de idosos, os quais na verdade são apenas esqueletos. Leatherface corta a porta e Sally salta para fora da janela e foge em direção ao posto de gasolina, onde pede ajuda ao proprietário (Jim Siedow). Depois de tentar acalmá-la, o homem traz de seu caminhão um saco e uma corda. Sally percebe que ele está ao lado do assassino e tenta fugir, mas é capturada e levada para a casa onde seus amigos foram mortos. Lá ela descobre que tanto o proprietário do posto de gasolina quanto o caroneiro são irmãos de Leatherface. A jovem está amarrada a uma cadeira, onde o avô (John Dugan), que pratica canibalismo, tenta assassiná-la com um martelo, mas falha várias vezes.

Quando os membros da família começam a discutir, Sally se liberta e escapa pulando de uma janela. Os dois irmãos (Leatherface e o caroneiro) tentam alcançá-la, mas chegam em uma estrada, onde aparece um caminhão que atropela o caroneiro. O motorista desce para ajudar Sally, mas Leatherface os persegue com sua motosserra. Em seguida, aparece uma caminhonete, Sally monta na carroceria do veículo e escapa, ao passo que Leatherface, furioso, fica dançando maniacamente e girando a motosserra no ar.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Gunnar Hansen, ator que interpretou Leatherface.
Teri McMinn, intérprete de Pam, durante as gravações do filme.

A maior parte dos atores contratados para o filme não tinha experiência anterior com cinema.[12] O elenco consistia principalmente de texanos cuja única experiência eram papéis em comerciais, televisão ou teatro, enquanto os demais eram conhecidos de Hooper. O trabalho em The Texas Chain Saw Massacre permitiu-lhes participações em várias outras produções de cinema. O filme apresentou nove personagens principais e contou com a narração de John Larroquette.

  • Marilyn Burns interpretou a protagonista Sally Hardesty, que, junto a seu irmão paraplégico, o namorado e mais dois amigos, dirige-se a um cemitério no Texas para verificar a possível violação do túmulo de seu avô, mas acaba vivendo um verdadeiro inferno nas mãos de Leatherface e sua família. Burns havia realizado algumas peças teatrais, e enquanto estudava na Universidade do Texas em Austin, entrou para o elenco do filme.[13] De acordo com o crítico Colin Jacobson, a personagem exigia bem mais da atriz em relação aos papéis desempenhados pelos demais atores, e Burns conseguiu expressar de maneira genuína a sensação de terror vivida por Sally.[14] Essa autêntica expressão de desespero levou a atriz a ser considerada uma das primeiras "scream queens" ("rainhas do grito") do cinema de terror.[15]
  • Teri McMinn interpretou Pam, namorada de Kirk. McMinn era estudante e havia trabalhado com várias companhias de teatro, incluindo o Dallas Theater Center. O produtor Kim Henkel viu uma fotografia da atriz no periódico Austin American-Statesman, e a contatou para uma audição.[13]
  • Paul A. Partain interpretou Franklin Hardesty, o irmão inválido de Sally e, como descreve Rob Gonsalves, “um pouco difícil de lidar”. O crítico de cinema comenta ainda que “Hooper e o co-roteirista Kim Henkel se recusaram a fazê-lo melhor do que o resto de nós só por ele estar em uma cadeira de rodas. A deficiência de Franklin transformou-o num sujeitinho reclamador e desagradável, ou talvez ele fosse assim mesmo se usasse as pernas”.[16]
  • Allen Danziger interpretou Jerry, o namorado de Sally, que, ao procurar os amigos Pam e Kirk, acaba encontrando Leatherface na cozinha da casa dos Sawyer.
  • William Vail interpretou Kirk, namorado de Pam e amigo de Sally e Franklin, que acaba tendo um encontro fatal com Leatherface, ao explorar a residência da família Sawyer à procura da namorada Pam.
  • Jim Siedow interpretou Drayton Sawyer, o irmão mais velho de Leatherface, embora algumas resenhas refiram-se ao mesmo como o pai do vilão.[16] Ele é um canibal assassino e mentalmente instável que vive numa fazendo do Texas, capturando viajantes incautos; ele também se irrita em alguns momentos com a lerdeza de Leatherface. O nome desse personagem foi mencionado apenas no segundo filme da franquia, no primeiro ele é apenas chamado de "Old Man" ("O Velho").[17]
  • Edwin Neal interpretou The Hitchhiker ("O Caroneiro"), irmão de Leatherface. Neal retrata-o como um assassino canibal mentalmente instável e ladrão de túmulos; ele vive com sua família igualmente depravada nas estradas do Texas, capturando, torturando e banqueteando-se com os viajantes incautos.[17] Embora sádico e violento, ele é geralmente um dos personagens menos ameaçadores do filme, não sendo muito inteligente, e se comporta de forma irregular.
  • John Dugan interpretou Grandpa ("Vovô"), o patriarca da família Sawyer, um ex-açougueiro centenário que no passado foi um grande assassino serial. É mantido vivo bebendo o sangue das vítimas abatidas por sua família.
  • Gunnar Hansen, ator de origem islandesa, foi escolhido para o papel de Leatherface.[18] Enquanto pensava sobre as características do personagem, Hansen decidiu que Leatherface teria retardo mental, o que seria a causa de sua dificuldade em falar. Hansen visitou um centro para deficientes mentais para estudar seus maneirismos e depois adaptá-los para o personagem.[19] O relacionamento entre ele e os outros atores foi distante, porque a direção queria que os atores ficassem realmente com medo durante as cenas.[20]

Fazia em torno de 35 a 38 graus de calor nas filmagens durante o dia. Eles não lavavam minhas roupas porque temiam que estragasse, ou mudasse de cor. Não havia dinheiro nem para um segundo traje. Então eu tive que usar a máscara de 12 a 16 horas por dia, sete dias por semana, durante um mês.

— Gunnar Hansen, comentando sobre as filmagens em uma entrevista.[19][nota 2]

Também são creditados os seguintes atores, que realizaram participações menores: Robert Courtin (homem que lava as janelas da van em que viajam os jovens); William Creamer (sujeito barbudo que aparece no início do filme); John Henry Faulk (contador de histórias); Jerry Green (cowboy que guia Sally pelo cemitério); Ed Guinn (motorista de caminhão que tenta socorrer Sally durante a perseguição de Leatherface à jovem); Joe Bill Hogan (bêbado que aparece discursando no início do filme); e Perry Lorenz (motorista da caminhonete que socorre Sally no final).[21]

Produção[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

De fato eu estudei Gein [...] mas também atentei-me a um caso de assassinato em Houston na época, um assassino serial que você provavelmente lembra chamado Elmer Wayne Henley. Ele era um jovem que recrutava vítimas para um homem homossexual mais velho. Eu vi algumas reportagens em que Elmer Wayne [...] dizia: 'Eu cometi esses crimes, e vou, como um homem, enfrenta-los.' Bem, isso me pareceu interessante, o fato de ele ter essa moralidade convencional naquele momento. Ele queria deixar claro que, agora que foi pego, faria a coisa certa. Então, esse tipo de esquizofrenia moral é algo que eu tentei incluir nos personagens."

Kim Henkel, 2004.[22][nota 3]

O conceito de The Texas Chain Saw Massacre surgiu no início da década de 1970, enquanto Tobe Hooper trabalhava como assistente de diretor na Universidade do Texas em Austin e como cinegrafista de documentários.[23] Ele já havia desenvolvido uma história envolvendo elementos de isolamento, floresta e escuridão.[24] O diretor apontou a cobertura gráfica de violência dos noticiários da cidade texana de San Antonio como inspiração para o filme[25] e alguns elementos do enredo tiveram como base os crimes cometidos na década de 1950 pelo assassino serial Ed Gein em Wisconsin. Gein inspirou outros filmes de terror como Psycho (1960), de Alfred Hitchcock, e The Silence of the Lambs (1991), de Jonathan Demme.[19][26][27] Durante o desenvolvimento, Hooper usou os títulos provisórios de Headcheese e Leatherface para o filme.[28][29]

Hooper mencionou mudanças no panorama cultural e político como influências centrais sobre o filme. A falsa informação intencional de que o "filme que você está prestes a ver é verdadeiro" foi uma resposta a "ser enganado pelo governo sobre as coisas que estavam acontecendo em todo o mundo", incluindo o caso Watergate, a crise do petróleo de 1973 e "os massacres e atrocidades na Guerra do Vietnã".[30] A "falta de sentimentos e a brutalidade das coisas" que o diretor notava enquanto assistia aos noticiários locais, cuja cobertura da violência foi sintetizada na expressão "mostrando cérebro espalhado por toda a estrada", levou-o a crer que "aqui o verdadeiro monstro era o homem, apenas usando uma cara diferente, então coloquei uma máscara literal no monstro do meu filme".[31] O cineasta teve a ideia de usar uma motosserra como arma do crime enquanto estava em uma loja lotada de pessoas e ficava imaginando como passar mais rápido pela multidão.[19] Ele e Kim Henkel escreveram o roteiro do filme em aproximadamente três semanas.[32]

Tob Hooper e Kim Henkel criaram uma empresa chamada Vortex, Inc., sendo Henkel o presidente da mesma e Hooper o vice-presidente. Eles pediram financiamento a Bill Parsley, um amigo de Hooper. Parsley fundou uma empresa chamada MAB, Inc. através da qual ele investiu 60 mil dólares na produção do filme. Em troca, a MAB ficaria com 50% do filme e seus lucros. O gerente de produção Ron Bozman comunicou a parte do elenco e da equipe que estes receberiam apenas uma parte de seus salários até que o filme fosse vendido a um distribuidor. Para deixar a ideia mais atraente, a Vortex atribuiu-lhes uma parte de seus lucros potenciais, entre 0,25 a 6% por pessoa. O elenco e a equipe não foram informados de que a Vortex possuía apenas metade do filme, o que significava que os percentuais assinados valiam a metade do valor estimado.[33]

Filmagens[editar | editar código-fonte]

A casa usada no filme ficava em uma fazenda nos arredores de Round Rock (Texas). Em 1998, foi transferida para Kingsland e modificada em um restaurante.[34]

O filme foi rodado nas cidades de Austin, Round Rock e Bastrop, no estado do Texas. As gravações duraram cerca de quatro semanas, a partir de 15 de julho a 14 de agosto 1973. Tanto os atores quanto a equipe de filmagem consideravam duras as condições do local. A temperatura era alta durante as cenas, chegando a 36 °C em 26 de julho; a menor temperatura registrada foi de 28,3 °C em 31 de março. As janelas da casa estavam cobertas durante as filmagens, devido às cenas ambientadas à noite.[35]

Por causa de seu baixo orçamento, os efeitos especiais do filme eram simples e limitados,[36] e a equipe de filmagem teve que trabalhar sete dias por semana, de doze a dezesseis horas por dia, além de lidar com alta umidade. Muitas das cenas foram feitas em uma fazenda decorada com móveis feitos de ossos animais, que foram cobertos com látex para dar uma aparência de pele humana.[37] Para completar a cena, o diretor de arte Robert A. Burns visitou vários lugares em busca de ossos e animais em decomposição, usados para cobrir o chão da casa,[37] a qual corresponde a uma fazenda localizada em Quick Hill Road, perto da cidade de Round Rock. Em 1998, a casa foi transferida para Kingsland e transformada em um restaurante.[34]

Houve dificuldades durante as filmagens na cena em que Leatherface ataca Kirk com a motosserra. Hansen alertou o ator William Vail que se mantivesse quieto, pois ele não sabia lidar com a ferramenta com muita precisão. No momento da filmagem da cena, a serra passou a poucos centímetros do rosto de Vail.[38]

Devido ao baixo orçamento, Para a sequencia em que Sally é amarrada a uma cadeira, levou-se cerca de 26 horas para registrá-la, dado que o elenco já estava desgastado tanto fisicamente como psicologicamente — por efeito da intensidade que ela continha. A equipe estava com uma imensa dificuldade em produzir sangue falso, isso fez com que Burns cortasse o seu dedo com uma navalha para "alimentar" o avô.[39] Ela declarou o quão horrível isso lhe foi, porque estava apavorada, e, apenas pelo fato de ter sido amarrada a uma cadeira e aqueles homens constantemente em torno dela, achou a situação muito insuportável. Por sua vez, Hansen a designou como a cena mais intensa do filme: "acho que todos nós estávamos um pouco insanos até então".[40] O figurino usado pela atriz ficou tão encharcado de sangue cenográfico que estava "praticamente sólido" no último dia de filmagem.[41] Em algumas tomadas da cena, foi usado um martelo cenográfico, mas na maior parte delas se usou um martelo real. No entanto, o ator que interpretava o "Vovô" mirava no chão e não na cabeça da vítima.[42]

Dessa forma, as filmagens foram um tanto perigosas e Hooper percebeu na festa de encerramento da produção que todos os membros do elenco estavam com algum tipo de lesão corporal. O diretor afirmou que "todo mundo me odiava até o fim da produção" e que "levou anos para superarem isso".[42][43]

Fotografia[editar | editar código-fonte]

Para a cinematografia, Hooper estava com dúvida acerca de quem contratar. Certo dia, enquanto visitava um laboratório de cinema, ele conheceu o diretor de fotografia Daniel Pearl, que tinha 23 anos à época, e recentemente havia terminado seu mestrado na Universidade do Texas em Austin. Após terem trocado informações e este lhe ter ensinado sobre como usar filtros fotográficos, o cineasta — que queria um texano para o cargo, interessou-se por ele e, por volta de seis meses depois, lho convidou para trabalhar no filme; proposta que foi prontamente aceita.[44] Todavia, como houve um atraso para se iniciar as filmagens, Pearl preocupou-se e imaginou que Hooper lhe trocaria por nomes como Laszlo Kovacs ou Vilmos Zsigmond. Então, ele ligou para o cineasta com intuito de saber se o projeto estava de pé e quando começaria, e lhe foi informado que a produção, que tinha apenas setenta mil dólares, se iniciaria assim que se conseguisse outros dez mil. Ele imediatamente telefonou para um amigo que provinha de uma família rica e lhe ofereceu a oportunidade de investir na película, o qual, após ter lido o roteiro, aceitou a oferta. Por tê-lo feito, o diretor de fotografia recebeu quatro por cento da arrecadação total da obra, dos quais distribuiu uma pequena parte entre os membros de sua equipe — os quais majoritariamente foram seus alunos enquanto ele fazia seu estágio ou quando serviu de assistente a professores. Pearl inspirou-se no trabalho de Russell Lee.[44]

O diretor de fotografia Daniel Pearl, ao lado da equipe de produção e atores, registrando a cena do jantar.

O filme foi predominantemente rodado com um único tipo de câmera, a câmera de mão Eclair NPR 16 mm, e a película com que as cenas foram filmadas exigia uma luz quatro vezes mais potente que a normal.[45][35] Inicialmente, o intuito era rodar tudo em câmera Vintage Arriflex Blimp 35mm, porém, como o orçamento era baixo, optou-se pelo filme 16mm.[44] Para a sequência em que Leatherface arrasta Kirk para um cômodo e bate o portão de ferro, o diretor de fotografia optou por cortar imediatamente este plano e passar para o seguinte, o qual inicia-se com Pam levantando do balanço e caminhando em direção à casa. Primeiramente, a intenção era que ele fosse registrado com uma dolly, mas, em virtude do baixo orçamento, Pearl notou que daria para utilizar um trilho para filmadoras. Este, com cerca de 48 pés (ou 14,6 metros) de comprimento, foi instalado ao longo do caminho entre o balanço e a casa; desse modo, para que pudesse passar por debaixo do brinquedo, o fotógrafo deitou-se sobre um carrinho e  controlou uma câmera de proporção 1.85:1 à sua frente — que seguia a garota enquanto exibia o balanço como um ponto de fuga da casa, a qual, inicialmente, parece pequena, até que, à medida que a garota se aproxima dela, domina o espaço.[44]

Pearl usou muito da câmera subjetiva. Sua escolha deveu-se ao fato de ele ter visto a técnica em The Fearless Vampire Killers (1967), dirigido por Roman Polanski, que aplicou inúmeros artifícios de desorientação, como em uma cena em que um mágico, que está fazendo um truque com a mão direita, usa a esquerda de modo a distrair o público da entrada de um vampiro no quadro. O fotografo conversou com o cineasta sobre o uso dessa técnica e projetaram muitos momentos tensos dessa maneira; a intenção era afastar o foco do lado em que Leatherface entraria e, no momento em que público se desse conta de que ele estava em cena, a personagem já estaria fazendo algo terrível. O movimento, o som e a luz também foram incorporados a fim de se criar momentos de pânico e jump scares, o que pode ser comprovado na cena Franklin é atacado em uma cadeira de rodas.[46] Pouco antes disso, ao lado de sua irmã, ele, à procura de seus amigos, estava segurando uma lanterna, a qual se movia para várias direções. Apesar de estar uma noite muito escura na floresta, o cenário foi bem iluminado com alguns pontos brilhantes para que o espectador pudesse, além de olhar do ponto de vista da personagem, focasse também neles, os quais serviram de distração para que — no momento em que Leatherface entrasse no quadro e simultaneamente uma assustadora trilha sonora tocasse, a platéia se surpreendesse.[44]

Pós-produção[editar | editar código-fonte]

Durante a montagem, a produção excedeu o seu orçamento inicial de sessenta mil dólares (cerca de 298 000 dólares ajustado pela inflação).[41] Algumas fontes se divergem com relação ao gasto total do filme, as quais supõem valores entre 93 000 (cerca de 461 000) e trezentos mil dólares (cerca de 1 500 000).[22] A produtora cinematográfica Pie in the Sky forneceu 23 532 dólares em troca de 19 por cento da Vortex; isso fez com que Henkel, Hooper, o elenco e a equipe ficassem com 40,5 de participação. Warren Skaaren, o então chefe da Comissão de Cinema do Texas, ajudou a garantir o acordo de comercialização com a distribuidora de filmes Bryanston Pictures. David Foster, produtor do filme de terror The Thing (1982), organizou uma exibição privada para alguns dos executivos da Bryanston na Costa Oeste, e recebeu 1,5 por cento dos lucros da Vortex e uma taxa diferida de quinhentos dólares (aproximadamente 2.500,00 ajustado pela inflação).

Em 28 de agosto de 1974, Louis Peraino, da Bryanston, encarregou-se pela distribuição mundial do filme; Ron Bozman e Skaaren receberiam 225 000 dólares e 35 por cento da arrecadação total. Anos depois, Bozman declarou: "Fizemos um acordo com o diabo, [suspira], e acho que, de certa forma, conseguimos o que merecíamos". Eles assinaram o contrato com a Bryanston e, depois que os investidores recuperaram seu dinheiro (com juros) — e depois que Skaaren, seus advogados e seus contadores foram pagos —, apenas 8,1 mil dólares foram divididos entre os vinte integrantes do elenco e os membros da equipe de produção. Eventualmente, os produtores processaram a distribuidora por não ter pagado a porcentagem combinada do lucro total. Um processo judicial determinou a ela que lhes pagasse 500 000 dólares, porém a empresa já havia declarado falência. Em 1983, a New Line Cinema lhe adquiriu os direitos de distribuição e deu-lhes um valor maior do que aquele que fora estabelecido.

Música[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora foi composta por Hooper em parceria com o músico Wayne Bell, sendo seu primeiro trabalho em um longa-metragem, enquanto o técnico de som Ted Nicolaou ficou responsável pela gravação e reprodução sonora.[47] Além da trilha de efeitos sonoros de fundo criados pelos dois primeiros, sete canções originais de diferentes artistas do Texas compõem a música original do filme.[48] Destas, talvez a mais lembrada seja "Fool For A Blond", escrita e cantada por Roger Bartlett, tocada no momento em que os jovens param a van na beira da estrada e dão carona ao maníaco irmão de Leatherface. Hooper afirmou que escolheu essa música para aquela sequência em particular por acreditar que, naquele momento, Sally enxerga o caroneiro como apenas um tolo inofensivo, sem imaginar que o mesmo se automutilaria naquele veículo momentos depois. Para o diretor, a canção proporcionaria uma atmosfera de leveza, causando um contraste bastante forte entre o que seria ouvido e o que seria visto pelo espectador.[48]

Esforços foram empreendidos na tentativa de rastrear os artistas originais e iniciar o processo de produção de uma trilha sonora oficial para o filme, no entanto, circunstâncias relacionadas principalmente aos detentores dos direitos autorais da obra inviabilizaram o projeto, de modo que nunca houve um lançamento oficial da trilha sonora do filme.[48] A trilha recebeu elogios ao longo dos anos, mesmo sem ser absorvida pela cultura popular.[49] A Rolling Stone a elegeu como uma das 35 melhores trilhas sonoras de filmes de terror, definindo-a como "música country suja e fora-da-lei combinada com música concreta distorcida" e considerando-a um "ruído de fundo transformado em trilha sonora de vanguarda", além de apontá-la como forte influência para bandas experimentais como Animal Collective.[50]

Efeitos sonoros[editar | editar código-fonte]

Parte da faixa de abertura do filme intitulada "Opening Titles", composta por Bell.

Problemas para escutar este arquivo? Veja a ajuda.

Para produzir os efeitos sonoros, foram utilizados inúmeros instrumentos musicais a fim de criar um ambiente assustador e inquietante.[49] Ao comporem a sonoplastia, Hooper e Bell somaram a música e o som uns aos outros, para que às vezes até se "colidissem". Para as cenas de tensão, eles fizeram vários encontros e executaram diversas composições para se criar as que melhor se encaixassem nas sequencias. Na verdade, eles produziram as faixas antes mesmo de ter-se registrado as cenas para elas, baseado-se apenas em partes do enredo como os momentos de estrema tensão, a presença das personagens no quarto de ossos ou as sequencias de perseguição. Com finalidade de se alcançar uma tilha inquietante, empregou-se diferentes instrumentos, dentre os quais: instrumentos de musicas orgânicas e eletrônicas, um violoncelo, um contrabaixo, uma guitarra Lap Steel Fender e muitos outros de percussão. Piano, instrumentos infantis e os metais também foram empregados para produzirem os sons de batida em algum objeto, por exemplo.[51]

A manipulação da intensidade dos sons naturais foi de muita importância. Na ação em que Leatherface ataca Kirk com um martelo, é dada uma enfase, primeiramente, ao barulho que a arma branca libera; em seguida, destaca-se o estrondo da batida da porta de metal. Na ocasião em que Pam, à procura de seu namorado, entra no recinto de ossos, a insanidade aumenta à medida que se ressalta os móveis feitos de esqueleto humano, as carcaças de animais e o frango em uma gaiola. Aqui, Hooper e Bell evidenciaram os sons dos ossos e dos metais sacudindo em um mesmo ritmo, causando a sensação de que as sinapses disparam de uma só vez. "Nosso cérebro está tentando processar a informação que nos é dada, mas essa informação está no fim da depravação, coisas que nunca vimos antes", acrescentou o compositor.[51] Contudo, por ter sido apenas na sequência do jantar, na qual Sally é torturada física e mentalmente pela família psicopata, que o sentimento terror se intensificou de maneira que a personagem beira a loucura, optou-se pelo uso de cordas agudas e sons mecânicos fundindo com seus gritos e close ups em seus olhos e com os bramidos animalescos advindos da família. O efeito sonoro ouvido no prólogo com uma sequência de flashes macabros destacando pedaços de cadáveres decompostos e profanados num cemitério foi produzido por Bell. Após tê-lo concluído, o músico mostrou-lho ao diretor, que, maravilhado, imediatamente designou-o o tema principal do filme, intitulando-o "Opening Titles".[51]

O zunido da motosserra, cujo barulho medonho sobrepõe a todos os outros sons em sua volta sempre que é ligada, é a voz de Leatherface, seu instrumento, e a única maneira pela qual ele pode realmente se expressar. Entretanto, é somente no clímax, no momento em que o personagem empunha sua serra e persegue Sally, que ele transpõe "um verdadeiro musical", levando-o a criar uma sinfonia de sede de sangue, assim como também toda sua frustração e raiva por ter perdido sua presa; além de expor sua fúria contra um mundo que não pode entendê-lo e que não gostaria de fazê-lo.[51] O alívio final — tanto para Sally como para o público, porém, só acontece na fase seguinte, em que se finaliza o filme e corta para os créditos finais. Ali, ocorre uma repentina e surpreendente mudança da agitação anterior para o silêncio extremo, o qual serve para enfatizar o quão alto a cacofonia implacável da motosserra e dos gritos era; o vácuo sonoro, enquanto se passa os textos, permite uma contemplação do que se acabou de acontecer e um descanso aos ouvidos para aqueles sons terríveis ressoando sob a audiência. Apesar de outras partituras de filmes de terror terem sido habilmente compostas para provocarem sentimentos de inquietação e medo, foram os sons naturais da obra que a tornaram pioneira e clássica dentro do gênero.[49]

Lançamento e repercussão[editar | editar código-fonte]

The Texas Chain Saw Massacre estreou em 1 de outubro de 1974, em Austin, Texas, quase um ano após a conclusão das filmagens. Ao ser exibido nacionalmente nos Estados Unidos, foi anunciado como estratégia de marketing que o filme era baseado em uma “história real”, o que ajudou a atrair um grande público, formado majoritariamente por adolescentes.[52]

Festival de Cinema de Londres[35]

Em Portugal o filme ficou conhecido como Massacre no Texas e no Brasil recebeu o título de O Massacre da Serra Elétrica, embora o instrumento utilizado por Leatherface para abater suas vítimas pareça ser uma motosserra movida a combustível líquido e não a ferramenta movida à eletricidade referida no título brasileiro.[53][54]

Assim como varia de título entre Brasil e Portugal, o filme recebeu diversos nomes ao redor do mundo; os principais títulos, com respectiva tradução livre, foram:[55]

  • Em espanhol: El Loco de la Motosierra (O louco da motosserra), na Argentina e no Chile; Una masacre sin igual (Um massacre sem igual) ou Una matanza sin igual (Uma matança sem igual) no Peru; La matanza de Texas (A matança no Texas) na Espanha; Masacre en Texas (Massacre no Texas) na Venezuela e Masacre en cadena (Massacre em cadeia) no México;
  • Na Europa: em alemão, Blutgericht in Texas (Massacre da motosserra no Texas) ou Das Kettensägenmassaker (O massacre da motosserra); em dinamarquês, Motorsavsmassakren (Massacre da motosserra); em francês, Massacre à la tronçonneuse (Massacre da motosserra); em neerlandês, De kettingzaag (A motosserra); em italiano, Non aprite quella porta (Não abra aquela porta); em grego, O shizofrenis dolofonos me to prioni (O assassino esquizofrênico da motosserra).

Algumas datas de estreia do filme:[55]

Hooper esperava que a Motion Picture Association of America (MPAA) desse ao filme uma classificação "PG" (a qual sugere a companhia de um adulto), devido à sua quantidade mínima de gore visível.[13][56][57] No entanto, a associação classificou inicialmente a película como "R", (todos os menores de 17 anos devem ir acompanhados de um adulto), após o corte de vários minutos. Aparentemente, um distribuidor restaurou o material ofensivo e pelo menos um cinema exibiu a versão sem corte sob a classificação "R".[58] Em San Francisco, espectadores saíam enojados das salas de cinema[59] e, em fevereiro de 1976, dois cinemas em Ottawa, Canadá foram aconselhados pela polícia local a retirar o filme de cartaz, para que não enfrentassem acusações de caráter moral.[60]

O filme foi proibido no Reino Unido por Stephen Murphy, secretário do sistema de classificação British Board of Film Classification (BBFC), e posteriormente por seu sucessor, James Ferman.[61][62] Enquanto a proibição britânica estava em vigor a própria palavra "chainsaw" foi impedida em títulos de filmes, forçando imitadores a renomear suas produções.[63]

O filme foi banido ou exibido com muitos cortes em vários países, incluindo Brasil, Chile, Finlândia, França, Islândia, Irlanda, Noruega, Singapura, Suécia e Alemanha Ocidental.[2][22][64] Na Islândia o filme foi lançado apenas em novembro de 2000 e na Turquia somente em abril de 2015.[55]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria[editar | editar código-fonte]

The Texas Chain Saw Massacre estreou em 1 de outubro de 1974, em Austin, Texas, quase um ano após ter-se concluído as filmagens. Ao ser exibido nos Estados Unidos, foi anunciado, como estratégia de divulgação, que o filme era baseado em uma "história real", o que ajudou a atrair um grande público, formado majoritariamente por adolescentes. Sua arrecadação ultrapassou trinta milhões de dólares na América do norte (14,4 milhões em aluguéis), tornando-se o 12.º filme de maior bilheteria inicialmente lançado em 1974, apesar de seu orçamento minúsculo. Entre os filmes independentes, foi superado em 1978 por Halloween ,de John Carpenter, que arrecadou 47 milhões.

The Texas Chain Saw Massacre arrecadou mais de US$ 30 milhões nos Estados Unidos,[3] tornando-se um dos filmes independentes mais bem sucedidos. O feito foi superado anos depois pelo filme Halloween (1978), de John Carpenter, que arrecadou US$ 47 milhões em sua estreia.[65] O filme obteve o prêmio da crítica no Avoriaz Fantastic Film Festival em 1976.[66]

Crítica[editar | editar código-fonte]

A reação da crítica foi majoritariamente positiva. A revista TV Guide se refere a ele como "um filme de terror inteligente, absorvente e muito perturbador, que quase não precisa do sangue para representar a violência".[67] A Empire descreveu-o como "o filme de terror mais horripilante jamais filmado".[68] Dave Kehr, do Chicago Reader, escreveu: "as imagens impactam mais por sua intensidade que por sua arte, mas Hopper tem talento".[68] Christopher Null, do site Filmcritic.com, acrescentou: "em nossa consciência coletiva, Leatherface e sua serra elétrica tornaram-se tão icônicos quanto Freddy e suas navalhas ou Jason e sua máscara de hockey".[69]

Outros, no entanto, criticaram a violência do filme e seus efeitos especiais. Para o Chicago Sun-Times, Roger Ebert escreveu: "The Texas Chainsaw Massacre é tão violento e terrível como o título promete... nenhum propósito aparente, a não ser o de gerar repulsa e medo... no entanto, é bem feito, bem atuado e muito eficiente".[70] O crítico Steve Crum descreveu-o como "[um] lixo que estabelece novos níveis de brutalidade".[71] Por sua vez, o escritor Stephen Koch, em um artigo 1976, referiu-se a The Texas Chain Saw Massacre como uma "implacável violência sádica, tão extremo e hediondo quanto uma completa falta de imaginação pode gerar".[72]

Com o passar do tempo, os comentários a The Texas Chain Saw Massacre melhoraram.[73] No website Rotten Tomatoes possui 88 por cento de aprovação, com base em um total de 58 comentários. De acordo com o site, o consenso crítico do filme diz: "Graças a um roteiro inteligente e um trabalho com [as] câmera[s] em estilo documentário, The Texas Chainsaw Massacre carrega suspense do começo ao fim, tornando-o um clássico no cinema de exploração de baixo orçamento."[74] No Metacritic, tem uma pontuação de 75/100.[75] Mike Emery, do periódico Austin Chronicle, disse que o filme era "terrível, mas fascinante ao mesmo tempo... a pior parte desta visão é que, apesar de seus aspectos sensacionais, está longe de ser o que poderia ser realidade".[68] O crítico de cinema Rex Reed se refere a ele como um dos filmes mais assustadores já vistos, enquanto que o escritor Stephen King destacou seu "mérito social redentor".[16] A revista Variety comentou: "Apesar da grande quantidade de gore em The Texas Chain Saw Massacre, o filme de Tobe Hooper é bem produzido para um filme do gênero".[76]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

The Texas Chain Saw Massacre foi amplamente reconhecido como um dos melhores filmes do seu gênero, figurando em diversas listas e classificações como tal. Em junho de 2001, como parte do AFI de 100 Anos..., do Instituto Americano do Cinema, o filme foi escolhido como um dos candidatos para entrar na lista "100 Anos... 100 Suspenses".[77] Em 2003, a personagem Leatherface foi nomeada na categoria "100 Anos... 100 Heróis e Vilões",[77] e, no ano de 2007, entrou na lista dos 400 melhores filmes americanos já realizados.[6] Em 2004, foi listado como o quinto na lista dos 100 Momentos Mais Assustadores do Cinema, do Bravo, (no original, Bravo's 100 Scariest Movie Moments) para a cena que Leatherface ataca Kirk com um martelo;[78] esse momento em conjunto com aquele em que Pam é pendurada num gancho como se fosse um animal a ser abatido num matadouro foram incluídos em uma publicação de mesmo conteúdo efetuada pelo GamesRadar.[79] No ano posterior, a revista britânica especializada em cinema Total Film realizou uma pesquisa que elegeu-o o Melhor Filme de Terror da História.[80] Dois anos mais tarde, a Time incluiu-o em um catalogo de mesmo nome,[81] assim como encabeçou publicações de mesmo título da revista Esquire e do site Consequence of Sound.[82][83] A Empire realizou uma pesquisa com críticos de cinema e leitores de todo o mundo para escolher os quinhentos Melhores Filmes já Feitos, na qual o filme posicionou-se na 199.ª colocação;[84] também inseriu-o em sua lista dos 50 Maiores Filmes Independentes.[85] Em outra pesquisa realizada pela Total Film em 2010, de mesmo título que aquela efetuada em 2005, a produção manteve-se na primeira; o painel de jurados incluiu diretores veteranos de terror, como John Carpenter, Wes Craven e George A. Romero.[86] A Entertainment Weekly colocou-o em sexto lugar entre os Melhores Filmes Cult,[87] e o incluiu entre os Vinte Mais Assustadores de Sempre.[88] Por outro lado, The Guardian classificou-o no número 14 de sua lista dos 25 Melhores Filmes de Terror.[89] A revista Complex listou-o em excelentes posições em várias de suas publicações, como o #1 em sua lista de "Os Cinquenta Filmes mais Assustadores de Todos os Tempos"[90] e na "As coisas Mais Assustadoras que já Vimos",[91] a #19 das "25 Mais Duronas Heroínas de Filmes Terror" (Sally Hardesty)[92] e em "Cinquenta Filmes Independentes que Tu Precisas Assistir Antes de Morrer" (sem classificação).[93] IGN posicionou-o como o #9 dos "25 Melhores Filmes de Terror".[94] Numa votação feita pelos leitores do mesmo portal, Leatherface ficou em #5 na lista dos "25 Maiores Vilões de Sempre do Terror" (e o #72 de qualquer gênero)[95][96] e em #6 numa votação semelhante para a revista Rolling Stone.[97] Ele ficou em #4 na lista dos "Dez Melhores Vilões Slasher" para o site Fandango[98] e entre os "Trinta Vilões mais Cruéis de Filmes de Terror", numa contagem feita pelo Games Radar,[99] o qual também colocou a película em primeira classificação das "25 Melhores Obras do gênero Baseadas em Fatos Verdadeiros"[100] e na terceira dos "Trinta Maiores Filmes Slashers".[101] O cineasta Guillermo del Toro listou-o entre os "Cinco Melhores Filmes de Terror".[102] Foi incluído no livro 1001 filmes você deve ver antes de morrer, editado por Steven Schneider.[103]

Lançamentos posteriores[editar | editar código-fonte]

The Texas Chain Saw Massacre sendo exibido no Hollywood Theatre, no estado de Óregon, em julho de 2014.

Desde sua estreia, The Texas Chain Saw Massacre tem sido adaptado em vários formatos caseiros. No seu país de origem, foi lançado pela primeira vez em fita de vídeo e em Disco Eletrônico de Capacitância (CED) no início dos anos 80 pelas distribuidoras Wizard Video e Vestron Video.[104] O British Board of Film Classification recusou-se liberá-lo na versão sem cortes para os cinemas, negando-se novamente em 1984, desta vez, para home video. A oposição aconteceu principalmente em consequência de uma onda de pânico moral que atingia filmes com conteúdo violento e/ou ofensivo, os chamados "video nasties".[105] Somente em 1999 — quase 25 anos após a estreia original da obra no resto do mundo, após a aposentadoria do diretor da BBFC, James Ferman, que a organização admitiu sua distribuição nos cinemas e em home video.[106]

A versão em DVD foi lançada em outubro de 1998 nos Estados Unidos[68] e, devido a uma controvérsia, apenas em maio de 2000 no Reino Unido.[107] Anos depois, foi comercializado um DVD duplo na região 1, intitulado The Texas Chainsaw Massacre: Ultimate Edition, o qual incluía entrevistas, melhorias no som e na imagem, e extras como cenas cortadas.[108] A Dark Sky Films lançou uma nova versão em setembro de 2008, desta vez em Blu-ray.[109] Em 3 de dezembro, foi lançado um DVD de três discos para a região 2, o qual foi intitulado The Texas Chain Saw Massacre: Seriously Ultimate Edition.[110] No Brasil, um DVD com a versão restaurada do filme foi lançado em 29 de agosto daquele ano.[55] Comercialização em outros formatos incluem em laserdisc e UMD.[104]

Em 2005, o filme recebeu uma varredura em 2K e uma restauração completa dos rolos originais de 16 mm A/B,[111] que foram posteriormente lançados em DVD e Blu-ray. Em maio de 2014, foi realizada, pela Dark Sky Films, uma restauração ainda mais extensa do filme, desta vez, em 4K, usando os rolos reversores A/B originais de 16 mm, que permitiu à equipe de restauração retrabalhá-lo quadro a quadro, adicionar cor onde era necessário, e remover arranhões, manchas e outras distrações visuais.[112]

"Esta foi facilmente a restauração mais difícil que já fizemos, em grande parte devido à condição, história e natureza dos elementos originais. Apesar de ser considerado o filme 'Gone with the Wind da Carne', e impecavelmente dirigido, fotografado e editado, é de fundo um filme regional, independente e de baixo orçamento [...] Havia inúmeros arranhões, emulsões e desgastes, resíduos de emenda, rasgos de rodas dentadas, sujeira e detritos, bem como uma boa quantidade de cores nos primeiros quatro rolos, que foram aplicadas na restauração digital."
— Todd Wieneke, responsável pela restauração.


Essa edição foi exibida pelo diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 2014 para comemorar o aniversário de quarenta anos do filme;[113][114] posteriormente foi lançada em DVD e Blu-ray em todo o mundo. Essa edição comemorativa foi indicada ao prêmio de Melhor Edição de DVD/BD no Prêmio Saturno de 2015.[115] O Museu de Arte Moderna de Nova York adicionou uma cópia do filme à sua coleção permanente.[116]

Temas e análises[editar | editar código-fonte]

Vida americana contemporânea[editar | editar código-fonte]

Os temas subjacentes do filme têm sido objeto de extensa discussão. Em uma análise cinematográfica, o crítico Christopher Sharrett observou que, desde o lançamento de Psycho (1960) e The Birds (1963), ambos dirigidos por Alfred Hitchcock, os filmes de terror americano tornaram-se definidos pelas questões que abordam "a validade fundamental do processo civilizador americano", amplificadas durante a década de 1970 pela "deslegitimação de autoridade na Guerra do Vietnã e no Caso Watergate". "Se Psycho iniciou a exploração de um novo senso de absurdo na vida contemporânea, do colapso, da causalidade e do doente gótico americano, The Texas Chain Saw Massacre leva essa exploração a uma conclusão lógica, abordando muitos as questões do filme de Hitchcock, ao asso que se recusam a ter um final reconfortante", completou.

O crítico de cinema Robin Wood define Leatherface e sua família como vítimas do capitalismo industrial, uma vez que seus empregos como trabalhadores de matadouros tornaram-se obsoletos em decorrência dos avanços tecnológicos.[117] Ele afirma que a obra "traz à tona um espírito de negatividade [...] que parece não estar muito abaixo do nível do consenso moderno".[118] Por outro lado, Naomi Merritt analisou a representação do "capitalismo canibalístico" em relação à teoria do tabu e da transgressão de Georges Bataille. Ela também defendeu as observações de Wood, complementando que os valores da família Sawyer "refletem ou correspondem às instituições americanas já consagradas e interdependentes [...] mas sua relação com a [baixa] classe social é corrupta e transgressora".[119]

Na concepção do jornalista Kim Newman, a apresentação que é feita da família Sawyer durante a cena do jantar parodia uma típica família de sitcom americana: o dono do posto de gasolina é a figura do pai provedor; Leatherface é retratado como uma dona de casa burguesa e o caroneiro atua como o adolescente rebelde.[120] Isabel Cristina Pinedo, autora do livro Recreational Terror: Women and the Pleasures of Horror Films Viewinge, escreveu que: "O gênero de terror deve mantê-lo juntamente com a comédia e tensão para ser bem-sucedido ao trilhar a tênue linha que separa o horror da paródia. Esse delicado equilíbrio é atingido neste filme, no qual o cadáver em decomposição do vovô não apenas engloba efeitos terríveis e cômicos, mas, na verdade, usa um para intensificar o outro".[121]

Violência contra a mulher e a final girl[editar | editar código-fonte]

Críticos e estudiosos têm interpretado The Texas Chain Saw Massacre como um filme exploitation paradigmático em que protagonistas femininas são submetidas à violência brutal e sádica.[122][123] Stephen Prince comenta que o horror "surge do tormento da jovem submetida à prisão e abuso em meio a armas deterioradas [...] e móveis feitos de ossos e dentes humanos."[124] A produção tornou-se uma das pioneiras a consolidar imagem e caracterização da figura da Final Girl (na tradução literal, Garota Final ou Última Garota) — a heroína e inevitável única sobrevivente que escapa de alguma forma ao horror que se abate sobre os outros personagens.[125][126][127] Sally Hardesty é ferida e torturada, mas consegue sobreviver com a ajuda de um homem, o motorista do caminhão.[128] A professora americana de estudos de cinema Carol J. Clover, desenvolvedora do termo em seu livro Men, Women, and Chainsaws: Gender in the Modern Horror Film (1992), descreveu-a como o herói — e não apenas uma heroína, já que classicamente esta é salva por aquele, que deve ajudá-la a suportar as dificuldades que lha rodeiam. "No clássico filme de terror, a Garota final é retratada como a menos sexual por natureza e são os amigos mais sexualizados os primeiros a serem mortos. A excessiva cena de tortura do jantar em família ajuda Sally a fortalecer-se, visto que ela é espancada pelos antagonistas e grita e grita por socorro tentando argumentar com a família. Em muitos aspectos, seus gritos representam sua feminilidade e é por essa razão que este é o momento em que se relaciona mais com a feminilidade da personagem principal". Clover afirma que, mesmo sendo predominantemente masculino, o público é capaz de envolver-se e identificar-se com ela devido ao fato de que, no modelo da teoria psicanalítica de Sigmund Freud, "o papel de ameaça e o papel de vítima coexistem no mesmo inconsciente, independentemente do sexo anatômico". Portanto, é por essa razão que o público, masculino ou não, é capaz de simpatizar com Sally e identificar-se com sua angústia e depois com sua ascensão ao poder.[127]

A cena em que Pam é pendurada viva num gancho de carne foi apontada por críticos como evidência da típica submissão de protagonistas femininas à violência brutal e sádica em filmes de terror comerciais.

Os críticos argumentaram que, mesmo em filmes exploitation em que a proporção de mortes masculinas e femininas é mais ou menos igual, as imagens que perduram serão a da violência cometida contra as personagens femininas.[125][129][130] O caso específico de The Texas Chain Saw Massacre fornece suporte para este argumento: três homens são mortos de forma rápida, mas uma mulher é brutalmente abatida — pendurada em um gancho de carne — e a mulher sobrevivente passa um longo tempo sendo torturada física e mentalmente.[131] Em 1977, a crítica Mary Mackey descreveu a cena do gancho de carne como, provavelmente, a mais brutal cena de morte feminina vista na tela em um filme distribuído comercialmente. Ela colocou-o em uma linha de filmes violentos que retratam as mulheres como fracas e incapazes de proteger a si mesmas.[132]

Em um estudo, foram exibidos a um grupo de homens cinco filmes que descreviam diferentes níveis de violência contra mulheres.[133] Na primeira visualização de The Texas Chain Saw Massacre, eles experimentaram sintomas de depressão e ansiedade; no entanto, após uma visualização posterior, eles consideraram a violência contra as mulheres menos ofensiva e mais agradável.[131] Um outro estudo, investigando as percepções específicas de gênero em filmes slasher, envolveu 30 homens e 30 mulheres universitários. Um participante do sexo masculino descreveu a gritaria, especialmente de Sally, como a “coisa mais louca” do filme.[134]

De acordo com Jesse Stommel, do Bright Lights Film Journal, a falta de violência explícita no filme força os espectadores a questionarem seu próprio fascínio com a violência que desempenha papel central em sua imaginação. No entanto, citando os rápidos movimentos de câmera, repetidas explosões de luz e impactantes efeitos sonoros do filme, Stommel afirma que a obra envolve o público primariamente de forma sensorial, e não ao nível intelectual.[135]

Vegetarianismo[editar | editar código-fonte]

The Texas Chain Saw Massacre também tem sido descrito como o "último filme pró-vegetariano" devido aos seus temas ligados aos direitos dos animais. Em um ensaio de vídeo, o crítico de cinema Rob Ager descreve a ironia que há em seres humanos serem abatidos para obter carne, colocando humanos na posição de seres abatidos como animais de fazenda. O diretor Tobe Hooper deixou de comer carne ao fazer o filme, e disse: "De certa forma, eu achava que o coração do filme era a questão da carne, é sobre a cadeia da vida e a morte de seres sencientes".[136][137]

Adaptações para outras mídias[editar | editar código-fonte]

Alguns meses após o lançamento da versão em VHS de The Texas Chain Saw Massacre, a Wizard Video criou um jogo de videogame baseado no filme para o console Atari 2600.[10] No jogo, o jogador assume o papel do vilão principal, Leatherface, e tem o objetivo de assassinar intrusos, enquanto evita obstáculos como cercas e crânios bovinos.[138] Por ter sido um dos primeiros videogames baseados em um filme de terror, The Texas Chainsaw Massacre causou polêmica por sua natureza violenta e alguns comerciantes se recusaram a vendê-lo.[10][11]

Em 1991, a Northstar Comics criou várias histórias em quadrinhos baseadas na franquia The Texas Chain Saw Massacre, as quais foram intituladas Leatherface.[139] A franquia foi posteriormente adaptada pela Avatar Press, editora que publicou a primeira de uma série de histórias em quadrinhos em 2005.[9] Em 2006, a Avatar Press perdeu a licença e o estúdio Wildstorm - subdivisão da DC Comics – encarregou-se de publicar novos números.[140] Estas séries apresentavam novos personagens, sendo Leatherface um dos poucos que apareceu no filme; apenas Leatherface, publicada em 1991, foi baseada em uma das fitas, The Texas Chainsaw Massacre III. A primeira edição vendeu 30.000 cópias.[141]

Em 2016, o assassino Leatherface tornou-se um personagem DLC jogável no videogame Mortal Kombat X, como um dos dois convidados cinematográficos do pacote Mortal Kombat X Kombat Pack 2, sendo o outro personagem o Alien Xenomorph, da franquia Alien.[142][143] Os golpes de Leatherface no jogo (fatalities) foram considerados "brutais" e "arrepiantes".[144] Em 2017, o assassino da máscara de couro virou novamente um personagem DLC jogável, dessa vez em Dead by Daylight, jogo eletrônico survival horror da Behavior Interactive.[145]

Outros filmes da franquia[editar | editar código-fonte]

A história do assassino Leatherface e sua depravada família deu origem a uma franquia que já conta com um total de oito filmes. A primeira sequência, intitulada The Texas Chainsaw Massacre 2, lançada em 1986 e também dirigida por Tobe Hooper, foi considerada mais violenta que a obra original e acabou sendo banida na Austrália.[146] Em 1990 estreou Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III, a segunda sequência, que dessa vez não contou com o retorno de Hooper.[13]

O quarto filme lançado, The Return of the Texas Chainsaw Massacre (1995), estrelado por Renée Zellweger e Matthew McConaughey, apresenta um enredo com elementos que permitem apontá-lo como uma refilmagem virtual do filme de 1974, e não necessariamente como uma sequência.[147] A refilmagem oficial, por sua vez, foi lançada em 2003, sob o título The Texas Chainsaw Massacre, a qual foi seguida por uma prequela, The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning (2006).[148] Em 2013, estreou Texas Chainsaw 3D, sequência direta do original e sem nenhuma relação com os dois filmes anteriores.[149][150]

Em 21 de setembro de 2017, foi lançado a prequela Leatherface, inicialmente com exclusividade para a DirecTV. Posteriormente, recebeu um lançamento mais amplo, simultaneamente, em vídeo sob demanda e em salas de cinema limitadas, na América do Norte, em 20 de outubro de 2017.[151]

Impacto cultural e legado[editar | editar código-fonte]

Cosplayers de Leatherface no evento New York Comic Con de 2016.

The Texas Chain Saw Massacre foi creditado como a revitalização e inovação do gênero de terror nos anos de 1970 e aclamado por muitos críticos como o filme de terror perfeito, além de ser considerado como um dos mais influentes de todos os tempos, impactando de forma revolucionária os preceitos do gênero.[116][152] Em sua análise ao site Plano Crítico, Luiz Santiago observou que a obra não apenas marcou época como também serviu de ponto de partida para uma nova fase do horror no cinema, "escalando níveis além daqueles transpostos por Alfred Hitchcock em Psicose e Os Pássaros, mais de uma década antes".[153] O autor Jason Zinoman analisou de mesmo modo, o qual foi transposto em seu livro Shock Value, que enuncia: "a partir de 1968, o terror mudou drasticamente desde a época de Boris Karloff e Vincent Price, de castelos, fantasmas e noites tempestuosas, até uma forma crua e simples de horror, sendo The Texas Chain Saw Massacre um dos pioneiro do slasher, uma vez que evoluiu o gênero para uma fórmula de violência gráfica altamente sexualizada, com um enredo mínimo e baldes de sangue.[154] O mesmo se sucedeu a Richard Zoglin que, em sua publicação à Time, notou que a obra "estabeleceu um novo padrão para filmes de terror";[155] posteriormente, a revista nomeou-a um das Cinquenta mais Polêmicas de História.[156]

O estudioso de cinema Tony Magistrale acredita que ele abriu o espaço para o horror ser usado como um veículo para comentários sociais.[157] Descrevendo-a como "barata, suja e fora de controle", Mark Olsen, do Los Angeles Times, declarou que a produção "define e substitui inteiramente a própria noção do gênero exploitation".[158] Em seu livro Hick Flicks: The Rise and Fall of Redneck Cinema (2005), Scott Von Doviak referiu-se ao filme como "um dos poucos de terror que usam a luz do dia de forma eficaz, desde a horripilante sequência de abertura mostrando um corpo em decomposição na lápide de um cemitério".[159] Semelhantemente, em um momento em seu livro Dark Romance: Sexuality in the Horror Film (1986), David J. Hogan argumentou que este é "o gore mais efetivo de todos, e, de um ponto de vista mais amplo, está entre os filmes de terror mais eficazes já feitos [...] a força motriz por trás de The Texas Chainsaw Massacre é mais terrível do que a sexualidade aberrante: a demência total".[160][161] De acordo com o crítico de cinema Bill Nichols, a película "alcança a excelência da arte autêntica, profundamente perturbadora e intensamente pessoal, mas, ao mesmo tempo, muito mais do que isso".[162] O autor Leonard Wolf elogiou-a como "... uma excelente obra de arte" e o comparou-lha a uma tragédia grega, observando a falta de violência na tela.[163]

Por sua vez, a personagem Leatherface tornou-se um ícone no cinema e ganhou a reputação de ser um personagem muito significativo dentro do gênero de terror,[164][165] responsável por estabelecer o uso de ferramentas como armas de assassinato e a imagem de um grande e silencioso assassino, desprovido de qualquer personalidade.[166][167] Christopher Null, do Filmcritic.com, comenta que "na nossa consciência colectiva, Leatherface e a sua motosserra tornaram-se tão icônicos como Freddy e as suas lâminas ou Jason e a sua máscara de hóquei."[168] Don Sumner chamou ao filme de um clássico que introduziu um novo vilão no panteão do terror influenciando uma geração inteira de cineastas.[169] Foi também o precursor do conceito de várias pessoas comuns que, ao se encontrarem em ambientes desolados e selvagens, são confrontadas com atrocidades horríveis e maníacas advindas de um psicopata.[170]

Nas palavras de Rebecca Ascher-Walsh, escritora da Entertainment Weekly, The Texas Chain Saw Massacre criou a base para futuras franquias de terror, como Halloween, The Evil Dead e The Blair Witch Project.[171] O diretor Ridley Scott referiu-se a ele como uma fonte de inspiração para o seu filme Alien (1979).[14] Do mesmo modo, o francês Alexandre Aja creditou-lhe como uma grande importância em seu início de carreira.[172] Por sua vez, o cantor e cineasta Rob Zombie afirmou que a obra foi uma influência para seu trabalho, especialmente para seus filmes House of 1000 Corpses (2003) e The Devil's Rejects (2005).[40] Outros cineastas que tiveram influência em seus filmes foram Hideo Nakata,[173] Jack Thomas Smith,[174] Nicolas Winding Refn[175] e Wes Craven.[176] Em 2003, foi lançado o filme Director's Cut: A Killer Comedy, também chamado de Metal Face, dirigido por Eric Stacey, que satiriza fortemente The Texas Chain Saw Massacre.[177][178] Ben Cobb, crítico de cinema da rede de televisão Channel 4, o considera "um triunfo do estilo e atmosfera, ele é sem dúvida um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos".[179] Em 2014, a BuzzFeed observou que, embora tivesse completado quarenta anos, a obra permanece fresca, atual e ainda como uma das mais assustadoras de sempre.[180]

"O cineasta Hooper foi muito convincente ao filmar as expressões faciais do mais puro horror da personagem Sally, focalizando um perturbador enquadramento de seus olhos desesperados e de sua boca escancarada gritando por socorro. Esse recurso foi muito utilizado em vários filmes seguintes, sempre obtendo bons resultados".[181]

A influência do filme também pode ser percebida no mundo da música, particularmente no rock. O grupo de punk rock Ramones menciona o filme em sua canção "Chain Saw", presente no primeiro álbum da banda.[182] Na Espanha, as canções "Un día en Texas", do grupo Parálisis Permanente,[183] "Familia de subnormales todos locos", do Airbag,[184] e "La matanza de taxis" ou "La sierra es la familia", de Siniestro Total,[185][186] refletem sua influência em suas letras.

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Embora no pôster promocional original e em muitas referências ao filme o título seja grafado como The Texas Chainsaw Massacre, a grafia oficial é The Texas Chain Saw Massacre, conforme mostrado nos créditos de abertura do filme. Este é também o título com que o filme é registrado no U.S. Copyright Office.[1]
  2. Livre tradução para: "It was 95, 100 degrees every day during filming. They wouldn't wash my costume because they were worried that the laundry might lose it, or that it would change color. They didn't have enough money for a second costume. So I wore that [mask] 12 to 16 hours a day, seven days a week, for a month."
  3. Livre tradução para: "I definitely studied Gein (...) but I also noticed a murder case in Houston at the time, a serial murderer you probably remember named Elmer Wayne Henley. He was a young man who recruited victims for an older homosexual man. I saw some news report where Elmer Wayne (...) said, "I did these crimes, and I'm gonna stand up and take it like a man." Well, that struck me as interesting, that he had this conventional morality at that point. He wanted it known that, now that he was caught, he would do the right thing. So this kind of moral schizophrenia is something I tried to build into the characters."

Referências

  1. «The Texas chain saw massacre: prev. entitled Headcheese & Leatherface» (em inglês). United States Copyright Office. Consultado em 14 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2012 
  2. a b Davis, Laura (5 de outubro de 2010). «The Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). The Independent. Consultado em 18 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 4 de abril de 2011 
  3. a b «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). Box Office Mojo. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  4. «Texas Massacre tops horror poll» (em inglês). BBC News Online. 9 de outubro de 2005. Consultado em 18 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  5. Kerekes, David; Slater, David (2000). «Censorship and Controversy». See No Evil: Banned Films and Video Controversy (em inglês). ilustrada. [S.l.]: Headpress. p. 374. ISBN 1-900486-10-5 
  6. a b «AFI's 100 Years...100 Movies (10th Anniversary Edition) Ballot» (PDF) (em inglês). American Film Institute. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  7. Fulwood, Neil (2003). «Censorship and Controversy». One Hundred Violent FIlms that Changed Cinema (em inglês). [S.l.]: Batsford. p. 93. ISBN 0-7134-8819-0 
  8. Peucker, Brigitte (2007). The Material Image: Art and the Real in Film (em inglês). [S.l.]: Stanford University Press. p. 180. ISBN 0-8047-5431-4 
  9. a b «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). Avatar Press. 2005. Consultado em 29 de janeiro de 2009. 
  10. a b c «The Texas Chainsaw Massacre for 2600» (em inglês). GameSpot. Consultado em 28 de janeiro de 2009. 
  11. a b Cohen, D.S. «Texas Chainsaw Massacre for the Atari 2600 – The First Slasher Video Game» (em inglês). About.com. Consultado em 28 de janeiro de 2009. 
  12. Greenberg, Harvey R. (1994). Screen Memories: Hollywood Cinema on the Psychoanalytic Couch (em inglês). [S.l.]: Columbia University Press. ISBN 0231072872 
  13. a b c d Jaworzyn, Stefan (2004). The Texas Chain Saw Massacre Companion (em inglês). [S.l.]: Titan Books. ISBN 1840236604 
  14. a b Jacobson, Colin (16 de janeiro de 2004). «The Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). DVD Movie Guide. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  15. «Marilyn Burns, Who Starred in 'Texas Chainsaw Massacre,' Dies at 65» (em inglês). Variety. 5 de agosto de 2014. Consultado em 19 de julho de 2015. 
  16. a b c «The Texas Chainsaw Massacre (Review)» (em inglês). Rob Gonsalves. 2006. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  17. a b Hooper, Tobe (Diretor) (1974). The Texas Chain Saw Massacre (DVD) (em inglês). EUA: Bryanston Distributing Company 
  18. «Texas Chain Saw Massacre» (em inglês). Anecdotage.com. Fevereiro de 2001. Consultado em 24 de janeiro de 2009. 
  19. a b c d Gregory, David (Diretor) (2000). Texas Chainsaw Massacre: The Shocking Truth (Documentário) (em inglês). Reino Unido: Blue Underground. Consultado em 14 de julho de 2015. 
  20. Epstein, Daniel R. «Gunnar Hansen Interview» (em inglês). UGO. Consultado em 30 de janeiro de 2009.. Cópia arquivada em 15 de junho de 2011 
  21. «Full Cast & Crew: The Texas Chain Saw Massacre» (em inglês). IMDb. Consultado em 19 de julho de 2015. 
  22. a b c Bloom, John (1 de novembro de 2004). «They Came. They Sawed.» (em inglês). Texas Monthly. Consultado em 26 de agosto de 2009.. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2012 
  23. Allon, Yoram; Patterson, Hannah (2002). Contemporary North American Film Directors: A Wallflower Critical Guide. [S.l.]: Wallflower Press. ISBN 1-903364-52-3 
  24. Phillips, Kendall R. (2005). «The Exorcist (1973) and The Texas Chainsaw Massacre (1974)». Projected Fears: Horror Films and American Culture (em inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group. ISBN 0275983536 
  25. Hooper, Tobe (Diretor) (2008). Tobe Hooper Interview (DVD) (em inglês). Dark Sky Films. Em cena em 00:00:58–00:01:14; 00:01:38–00:02:00 
  26. Bell, Rachael; Bardsley, Marilyn. «Ed Gein: The Inspiration for Buffalo Bill and Psycho» (em inglês). Crime Library. Consultado em 24 de janeiro de 2009. 
  27. Dika, Vera (2003). Recycled Culture in Contemporary Art and Film: The Uses of Nostalgia (em inglês). [S.l.]: Cambridge University Press. ISBN 0521016312 
  28. Hooper, Tobe (Diretor) (2008). The Texas Chain Saw Massacre [DVD commentary] (DVD) (em inglês). Dark Sky Films. Em cena em 00:01:00–00:01:22 
  29. «The Man Hollywood Trusts». Texas Monthly. 17 (9). 185 páginas. Setembro de 1989. ISSN 0148-7736 
  30. Hooper, Tobe (Diretor) (2008). Tobe Hooper Interview (DVD) (em inglês). Dark Sky Films. Em cena em 00:00:58–00:01:14; 00:01:38–00:02:00 
  31. Bowen, John W. (novembro de 2004). «p of the Power Tool Killer». Marrs Media. Rue Morgue (42): 16-22. ISSN 1481-1103 
  32. Phipps, Keith (11 de outubro de 2000). «Tobe Hooper Interview» (em inglês). The A.V. Club. Consultado em 5 de novembro de 2011. 
  33. Farley, Ellen; Knoedelseder, William (outubro de 1986). «The Chainsaw Massacres». Cinemastique (em inglês). 16 (4/5) 
  34. a b Pack, M.M. (31 de outubro de 2003). «The Killing Fields, Kind Of». The Austin Chronicle (em inglês). Consultado em 21 de abril de 2012. 
  35. a b c Kraus, Daniel (outubro de 1999). «Bone of My Bone, Flesh of My Flesh» (em inglês). Gadfly. Consultado em 24 de janeiro de 2009. 
  36. Freeland, Cynthia A. (2002). The Naked and the Undead: Evil and the Appeal of Horror (em inglês). [S.l.]: Westview Press. ISBN 0813365635 
  37. a b Triplett, Gene (6 de outubro de 2006). «First 'Chain Saw' madman remains fond of grisly role» (em inglês). NewsOk/The Oklahoman. Consultado em 24 de janeiro de 2009. 
  38. Haines, Richard W. (2003). The Moviegoing Experience, 1968-2001 (em inglês). [S.l.]: McFarland. ISBN 0786413611 
  39. Hansen, Gunnar. «Gunnar Hansen FAQ» (em inglês). Gunnarhansen.com. Consultado em 24 de janeiro de 2009. 
  40. a b M. Wood, Jennifer (21 de outubro de 2014). «11 Things You Didn't Know About 'Texas Chainsaw'». Esquire (em inglês) 
  41. a b Jaworzyn, Stefan (2004). The Texas Chain Saw Massacre Companion (em inglês). [S.l.]: Titan Books. ISBN 1-84023-660-4 
  42. a b Smith, Nigel M (14 de março de 2014). «SXSW: Tobe Hooper On Why Audiences Get 'Texas Chain Saw Massacre' Better Now Than When It Was First Released». IndieWire. Consultado em 3 de setembro de 2017.. Arquivado do original em 3 de setembro de 2017 
  43. Gayne, Zach (18 de março de 2014). «SXSW 2014 Interview: THE TEXAS CHAIN SAW MASSACRE Director Tobe Hooper Talks His Legacy of Unspeakable Horror». Screen Anarchy. Consultado em 15 de outubro de 2015.. Arquivado do original em 3 de setembro de 2017 
  44. a b c d e Fisher, Bob (19 de outubro de 2006). «Daniel Pearl Interview». Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  45. «Wrap Shot: The Texas Chainsaw Massacre -». American Society of Cinematographers (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  46. «Jump Scares In The Texas Chain Saw Massacre (1974)». Where's The Jump? (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  47. Jaworzyn, Stefan. The Texas Chain Saw Massacre Companion. [S.l.]: Titan Books. ISBN 9781840236606 
  48. a b c Tim Harden. «The Music of Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). texaschainsawmassacre.net. Consultado em 5 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2018 
  49. a b c Puddicombe, Stephen (29 de junho de 2016). «The Texas Chainsaw Massacre and the sound of violence». Little White Lies (em inglês). Consultado em 5 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
  50. Weingarten, Christopher R.; et al. (26 de outubro de 2016). «35 Greatest Horror Soundtracks: Modern Masters, Gatekeepers Choose». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  51. a b c d Brigden, Charlie (29 de setembro de 2017). «Why We Should Listen To Texas Chainsaw Massacre's Score As Musique Concrete». The Quietus. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  52. Savlov, Marc (11 de fevereiro de 1998). «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). The Austin Chronicle. Consultado em 18 de julho de 2009.. Cópia arquivada em 11 de julho de 2011 
  53. «O Massacre da Serra Elétrica (1974)». Boca do inferno. 1 de abril de 2014. Consultado em 19 de julho de 2015. 
  54. «Por que "O Massacre da Serra Elétrica" tem esse nome se a serra funciona a gasolina?». Superinteressante. 21 de dezembro de 2016. Consultado em 22 de março de 2018.. Cópia arquivada em 24 de março de 2018 
  55. a b c d e «O Massacre da Serra Elétrica (1974) - Release Info» (em inglês). Consultado em 22 de julho de 2015. 
  56. Russo, John (1989). Making Movies: The Inside Guide to Independent Movie Production (em inglês). [S.l.]: Delacorte Press. p. 252. ISBN 0-385-29684-3 
  57. Worland, Rick (2006). The Horror Film: An Introduction (em inglês). [S.l.]: Blackwell. ISBN 1-4051-3902-1 
  58. Vaughn, Stephen (2006). Freedoom and Entertainment: Rating the Movies in an Age of New Media (em inglês). [S.l.]: Cambridge University Press. p. 58. ISBN 0-521-85258-7 
  59. Murphy, Mary (20 de novembro de 1974). «The Perils of a 'Chainsaw' star». Los Angeles Times: p. F.13 
  60. Henry, Sarah (12 de fevereiro de 1976). «Morbid 'Massacre' pulled off screen». Ottawa Citizen: p. 3. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  61. «Case Study: The Texas Chain Saw Massacre» (em inglês). British Board of Film Classification. Consultado em 23 de agosto de 2012. 
  62. «Texas Chainsaw Massacre Rejected by the BBFC» (em inglês). British Board of Film Classification. 12 de março de 1975. Consultado em 23 de agosto de 2012.. Cópia arquivada em 11 de abril de 2011 
  63. Morgan, Diannah; Gaskell, Ed (2004). Creative titling with Final Cut Pro (em inglês). ilustrada. [S.l.]: The Ilex Press. p. 22. ISBN 1-904705-15-4 
  64. Chibnall, Steve; Petley, Julian (2002). British Horror Cinema (em inglês). [S.l.]: Routledge. ISBN 0-415-23004-7 
  65. «Halloween (1978)» (em inglês). Box Office Mojo. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  66. «The Texas Chain Saw Massacre (1974) - Awards» (em inglês). IMDb. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  67. «The Texas Chain Saw Massacre: Review» (em inglês). TVGuide.com. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  68. a b c d «The Texas Chain Saw Massacre(1974): Reviews» (em inglês). MetaCritic. 1 de janeiro de 2000. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  69. Null, Cristopher (2003). «The Texas Chain Saw Massacre(1974)» (em inglês). FilmCritic.com. Consultado em 25 de janeiro de 2009. 
  70. Ebert, Roger (1 de janeiro de 1974). «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). RogerEbert.com. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  71. «Steve Crum - Rotten Tomatoes» (em inglês). RottenTomatoes.com. 2006. Consultado em 26 de janeiro de 2009. 
  72. Staiger, Janet (2000). Perverse Spectators: The Practices of Film Reception (em inglês). [S.l.]: NYU Press. 183 páginas. ISBN 081478139X 
  73. «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). FilmVault.com. 11 de fevereiro de 1998. Consultado em 26 de janeiro de 2009. 
  74. «The Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  75. «Texas Chain Saw Massacre, The (1974)» (em inglês). Metacritic. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  76. «The Texas Chain Saw Massacre» (em inglês). Variety. 1 de janeiro de 1974. Consultado em 26 de janeiro de 2009. 
  77. a b «"AFI's 100 Years...100 Thrills"» (PDF) (em inglês). American Film Institute. Consultado em 7 de julho de 2017. 
  78. «The 100 Scariest Movie Moments in Movie History». Bravo. 30 de outubro de 2007. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  79. Hurley, Leon; Blain, Louise (25 de abril de 2017). «The 25 scariest movie moments that will keep you awake at night». Gamesradar (em inglês) 
  80. Graham, Jamie (10 de outubro de 2005). «Shock Horror!» (em inglês). Total Film. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  81. Corliss, Richard. «Top 25 Horror Movies» (em inglês). Times. Consultado em 26 de janeiro de 2009.. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2011 
  82. «The 50 Scariest Movies of All Time». Esquire (em inglês). 30 de julho de 2018 
  83. «The 100 Scariest Movies of All Time». Consequence of Sound (em inglês). 7 de junho de 2018 
  84. «The 500 Greatest Movies of All Time» (em inglês). Empire. Consultado em 21 de outubro de 2011. 
  85. «"The 50 Greatest Independent Films - The Texas Chain Saw Massacre"». Empire (em inglês). Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  86. «Future's Total Film reveals "Greatest Horror Movie Ever"». Future plc. 29 de setembro de 2010. Consultado em 10 de outubro de 2010.. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  87. «Top 50 Cult Movies» (em inglês). Entertainment Weekly. 23 de maio de 2003. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  88. «20 Scariest Movies of All Time» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  89. Heritage, Stuart (22 de outubro de 2010). «The Texas Chainsaw Massacre: No 14 best horror film of all time». The Guardian. Consultado em 26 de outubro de 2010.. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  90. «The 50 Scariest Movies of All Time1. The Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). Complex. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  91. «The Scariest Things We've Ever SeenThe Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). Complex. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  92. «The 25 Most Badass Horror Movie Heroines19. Marilyn Burns as Sally Hardesty, The Texas Chainsaw Massacre (1974)». Complex (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  93. «50 Indie Movies You Need to See Before You DieThe Texas Chainsaw Massacre (1974)». Complex (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  94. «Top 25 Horror Movies of All Time - IGN - Page 3». IGN (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  95. «The Top 25 Horror Movie Villains». IGN (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  96. «Leatherface - #72 Top 100 Villains - IGN». IGN (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  97. Greene, Andy (29 de outubro de 2014). «Readers' Poll: The 10 Best Horror Movie Villains». Rolling Stone (em inglês) 
  98. «The Top 10 Best & Worst Slasher Villains | Fandango». Fandango. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  99. «The 30 cruelest horror movie villains. They will find you...». Gamesradar (em inglês) 
  100. Seddon, Gem (31 de outubro de 2017). «The 25 best horror movies based on true stories». Gamesradar (em inglês) 
  101. Wales, George (1.º de setembro de 2014). «The 30 greatest slasher movies». Gamesradar (em inglês) 
  102. WIRED (22 de outubro de 2015), Guillermo del Toro's Top 5 Horror Films, consultado em 14 de agosto de 2018. 
  103. Schneider, Steven Jay; Smith, Ian Haydn (2017). 1001 Movies You Must See Before You Die, 7th edition (em inglês). [S.l.]: Barron's Educational Series. ISBN 9781438065212 
  104. a b «Video Cassete: Top 25 Rentals». Billboard. 94 (7). 48 páginas. 1982. ISSN 0006-2510 
  105. Cherry, Bridget (2009). Horror (em inglês). ilustrada. [S.l.]: Taylor & Francis. p. 90. ISBN 0-415-45667-3 
  106. «The Texas Chainsaw Massacre rated 18 by the BBFC» (em inglês). British Board of Film Classification. 1999. Consultado em 19 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  107. Coates, Tom (2 de outubro de 2001). «The Texas Chainsaw Massacre (1974)» (em inglês). BBC. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  108. «The Texas Chain Saw Massacre: 2-Disc Ultimate Edition» (em inglês). The Texas Chainsaw Massacre DVD. Consultado em 9 de julho de 2009.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  109. «Texas Chainsaw Massacre Announced for Blu-ray» (em inglês). Blu-ray.com. 30 de maio de 2008. Consultado em 18 de julho de 2015. 
  110. «The Texas Chain Saw Massacre: Seriously Ultimate Edition» (em inglês). Zeta Minor. Consultado em 26 de janeiro de 2010. 
  111. «RIP Paul Partain; new CHAINSAW & HENRY DVDs». Fangoria. Consultado em 21 de março de 2018.. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2005 
  112. Miska, Brad. «Full Details, 4K Stills for Restored 'The Texas Chain Saw Massacre'!». Bloody Disgusting. Consultado em 21 de abril de 2010.. Cópia arquivada em 21 de junho de 2017 
  113. «'Texas Chainsaw Massacre' kills at 40 in Cannes» (em inglês). USA Today. Consultado em 3 de junho de 2014. 
  114. Goodfewllow, Melanie (22 de abril de 2014). «Cannes Directors' Fortnight 2014 lineup unveiled». Screen Daily. Consultado em 28 de abril de 2014.. Cópia arquivada em 24 de abril de 2014 
  115. «The Academy of Science Fiction Fantasy and Horror Films». Academy of Science Fiction, Fantasy and Horror Films. Consultado em 27 de novembro de 2015.. Arquivado do original em 27 de novembro de 2015 
  116. a b Rockoff, Adam (2002). Going to Pieces: The Rise and Fall of the Slasher Film (em inglês). [S.l.]: McFarland & Company. ISBN 0-7864-1227-5 
  117. Grant, Barry Keith; Sharrett, Christopher (2004). Planks of Reason: Essays on the Horror Film (em inglês). [S.l.]: Scarecrow Press. p. 308. ISBN 0-8108-5013-3 
  118. Gelder, Ken (2000). The Horror Reader (em inglês). [S.l.]: Routledge. p. 291. ISBN 0-415-21355-X 
  119. Merritt, Naomi (2010). «Cannibalistic Capitalism and other American Delicacies: A Bataillean Taste of The Texas Chain Saw Massacre». Open Humanities Press. Film-Philosophy. 14 (1). Consultado em 19 de julho de 2015. 
  120. Newman, Kim. «The Texas Chainsaw Massacre» (em inglês). Film Reference. Consultado em 15 de novembro de 2009.. Cópia arquivada em 5 de julho de 2008 
  121. Pinedo, Isabel Cristina (1997). Recreational Terror: Women and the Pleasures of Horror Film Viewing (em inglês). [S.l.]: SUNY Press. p. 48. ISBN 0-7914-3441-9 
  122. Wood, Robin (1985). «An Introduction to the American Horror Film» (PDF). University of California Press. Movies and Methods. 2. Consultado em 2 de junho de 2012.. Cópia arquivada (PDF) em 21 de junho de 2011 
  123. Weaver, James B. III (1991). «Are Slasher Horror Films Sexually Violent?». Routledge. Journal of Broadcasting & Electronic Media. 35 (3): 385-392. ISSN 1550-6878. doi:10.1080/08838159109364133 
  124. Prince, Stephen (2004). «Postmodern Elements of the Contemporary Horror Film». The Horror Film (em inglês). [S.l.]: Rutgers University Press. p. 113. ISBN 0-8135-3363-5 
  125. a b Grant, Barry Keith (1996). «Postmodern Elements of the Contemporary Horror Film». The Dread of Difference: Gender and the Horror Film (em inglês). ilustrada. [S.l.]: University of Texas Press. p. 82. ISBN 0-292-72794-1 
  126. Schmidt, Leonad J.; Warner, Brooke (2002). Panic: Origins, Insight, and Treatment: Issue 63 (em inglês). [S.l.]: North Atlantic Books. p. 224. ISBN 1-55643-396-4 
  127. a b Clover, Carol J. Men, woman and chainsaws: gender in the modern horror film. S.l.: British Film Institute, 1993.
  128. Prince, Stephen (2000). Screening Violence (em inglês). ilustrada. [S.l.]: Continuum. p. 146. ISBN 0-485-30095-8 
  129. Wells, Alan; Hakanen, Ernest A. (1997). Mass Media & Society (em inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group. p. 476. ISBN 1-56750-288-1 
  130. Clover, Carol J. (1993). Men, Women, and Chainsaws: Gender in the Modern Horror Film (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press. p. 7. ISBN 0-691-00620-2 
  131. a b Bogart, Leo (2000). Commercial Culture: The Media System and the Public Interest (em inglês). ilustrada 2 ed. [S.l.]: Transaction Publishers. p. 349. ISBN 0-7658-0605-3 
  132. Mackey, Mary (1977). «Women and Violence in Film». Jump Cut (14): 12-14. Consultado em 15 de novembro de 2009.. Cópia arquivada em 6 de maio de 2009 
  133. Linz, Daniel; Donnerstein, Edward; Penrod, Steven (setembro de 1984). «The Effects of Multiple Exposures to Filmed Violence Against Women». Journal of Communication. 34 (3): 130-147. doi:10.1111/j.1460-2466.1984.tb02180.x 
  134. Nolan, Justin M.; Ryan, Gery W. (2000). «Fear and Loathing at the Cineplex: Gender Differences in Descriptions and Perceptions of Slasher Films». Sex Roles. 42 (1 & 2). 39 páginas. ISSN 0360-0025 
  135. Stommel, Jesse (fevereiro de 2011). «Something That Festers». Bright Lights Film Journal. Consultado em 24 de fevereiro de 2011.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  136. Wickman, Forrest (30 de julho de 2013). «The Ultimate Pro-Vegetarian Film Is the Last Movie You'd Expect» (em inglês). Slate. Consultado em 31 de julho de 2013.. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2013 
  137. Waddell, Calum (2010). «Tobe Hooper Interview» (em inglês). Bizarre. Consultado em 31 de julho de 2013.. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2013 
  138. Shea, Tom (28 de fevereiro de 1983). «'Horror films' themes reappear in video games». InfoWorld Media Group. InfoWorld. 5 (9). ISSN 0199-6649 
  139. «Movie Maniac Comic Books» (em inglês). Icons of Fright. Consultado em 29 de janeiro de 2009. 
  140. «Wildstorm Comics: Then and Now» (em inglês). Retro Junk. Consultado em 29 de janeiro de 2009. 
  141. «Mort Castle» (em inglês). Glasshouse Graphics. 21 de fevereiro de 2007. Consultado em 29 de janeiro de 2009. 
  142. «See Mortal Kombat X Kombat Pack 2 Characters in Action [UPDATE]» (em inglês). GameSpot. Consultado em 20 de março de 2018. 
  143. Monteiro, Rafael (4 de dezembro de 2015). «Mortal Kombat X terá Alien e assassino Leatherface em Kombat Pack 2». TechTudo. Consultado em 20 de março de 2018.. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2015 
  144. Joest, Mick. «Leatherface Has Some Particularly Brutal Fatalities In MORTAL KOMBAT X». Gametyrant. Consultado em 24 de março de 2018.. Cópia arquivada em 17 de março de 2016 
  145. Squires, John (14 de setembro de 2017). «[Exclusive] Leatherface Joins Slasher Game 'Dead by Daylight' TODAY!». Bloody Disgusting. Consultado em 25 de março de 2018.. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2017 
  146. «The Texas Chainsaw Massacre 2 - SE Film (DVD)» (em inglês). Australian Classification Board. Consultado em 2 de junho de 2008.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  147. Maltin, Leonard (2000). Leonard Maltin’s Movie and Video Guide (em inglês). [S.l.]: Signet. p. 1400. ISBN 0451201078 
  148. Macek, J. C. III (5 de janeiro de 2003). «No Texas, No Chaisaw, No Massacre: The True Links in the Chain» (em inglês). PopMatters. Consultado em 9 de fevereiro de 2013.. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2009 
  149. Zimmerman, Samuel (27 de fevereiro de 2012). «Date Shifts for Sinister and Texas Chainsaw Massacre 3D» (em inglês). Fangoria. Consultado em 19 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 11 de março de 2012 
  150. «Texas Chainsaw 3D» (em inglês). Rotten Tomatoes. 9 de janeiro de 2013. Consultado em 19 de julho de 2015. 
  151. Miska, Brad (30 de junho de 2017). «We Have the Official 'Leatherface' Release Date! (Exclusive)». Bloody Disgusting. Consultado em 31 de outubro de 2017.. Arquivado do original em 31 de outubro de 2017 
  152. Gleiberman, Owen. «'Texas Chainsaw Massacre': The template for modern horror» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 18 de julho de 2015.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  153. Santiago, Luiz (1 de outubro de 2014). «O Massacre da Serra Elétrica (1974)». Plano Crítico 
  154. Zinoman, Jason. Shock value: how a few eccentric outsiders gave us nightmares, conquered Hollywood, and invented modern horror. Nova Iorque: Penguin Press, 2011.
  155. Zoglin, Richard (16 de agosto de 1999). «"Cinema: The Predecessors: They Came from Beyond"». Time (em inglês). Consultado em 15 de agosto de 2018. 
  156. McIntosh, Lindsay (19 de agosto de 2006). «The frighteners». The Times. Consultado em 24 de agosto de 2009.. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  157. Magistrale, Tony. Abject Terrors: Surveying the Modern and Postmodern Horror Rilm. [S.l.]: Peter Lang. p. 153. ISBN 0-8204-7056-2 
  158. Olsen, Mark (6 de agosto de 2006). «Beware, the cave man». Los Angeles Times. p. 5. Consultado em 3 de janeiro de 2010.. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  159. Von Doviak, Scott (2005). Hick Flicks: The Rise and Fall of Redneck Cinema (em inglês). [S.l.]: McFarland. 172 páginas. ISBN 0786419970 
  160. Hogan, David J. (1997). Dark Romance: Sexuality in the Horror Film. [S.l.]: McFarland & Company. pp. 247–249. ISBN 0-7864-0474-4 
  161. Weaver, James B.; Tamborini, Ronald C. (1996). Horror Films: Current Research on Audience Preferences and Reactions (em inglês). [S.l.]: Lawrence Erlbaum Associates. 36 páginas. ISBN 0805811745 
  162. Nichols, Bill. Movies and Methods: An Anthology. 1 reprint ed. [S.l.]: University of California Press. p. 214. ISBN 0-520-05408-3 
  163. Jicha (31 de outubro de 1991). «Eek! Now There`s A Hall Of Fame For Horror Films». South Florida Sun-Sentinel. Consultado em 6 de agosto de 2018.. Arquivado do original em 6 de agosto de 2018 
  164. Morris, Sophie (31 de outubro de 2008). «The Texas Chain Saw Massacre (18)». The Independent. Consultado em 24 de agosto de 2009.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  165. Schechter, Harold; Everitt, David (2006). The A to Z Encyclopedia of Serial Killers revised, illustrated ed. [S.l.]: Simon & Schuster. p. 232. ISBN 1-4165-2174-7 
  166. Fulwood, Neil (2003). «Censorship and Controversy». One Hundred Violent Films that Changed Cinema. [S.l.]: Batsford. p. 93. ISBN 0-7134-8819-0 
  167. Peucker, Brigitte (2007). The Material Image: Art and the Real in Film. [S.l.]: Stanford University Press. p. 180. ISBN 0-8047-5431-4 
  168. Null, Christopher (22 de novembro de 2003). «The Texas Chain Saw Massacre (1974)». FilmCritic.com. Consultado em 8 de julho de 2008.. Cópia arquivada em 5 de abril de 2011 
  169. Sumner, Don (2010). Horror Movie Freak illustrated ed. [S.l.]: Krause Publications. p. 109. ISBN 1-4402-0824-7 
  170. «'The Texas Chain Saw Massacre': An Original, Effective and Highly Influential Pillar of Horror Cinema». Cinephilia & Beyond (em inglês). 26 de janeiro de 2016 
  171. Ascher-Walsh, Rebecca. «"The Texas Chainsaw Massacre (1974)"». Entertainment Weekly (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  172. Dicker, Ron (15 de setembro de 2008). «Aja reflects on Mirrors, his life as a director». The Houston Chronicle. Consultado em 9 de maio de 2009.. Arquivado do original em 5 de abril de 2011 
  173. Bradshaw, Peter (31 de outubro de 2008). «Ring». The Guardian (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  174. Wien, Gary. «Infliction: An Interview With Jack Thomas Smith». New Jersey Stage (em inglês) 
  175. «Anger Management - Nicolas Winding Refn». www.dga.org (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  176. Burton, Felicity (7 de agosto de 2015). «THE HILLS HAVE EYES (1977): Film Review». SCREAM: The Horror Entertainment Magazine (em inglês) 
  177. Cracknell, Ryan (15 de novembro de 2007). «Director's Cut». Movie Views. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  178. Director's Cut: A Killer Comedy (em inglês), consultado em 6 de agosto de 2018. 
  179. Cobb, Ben. «The Texas Chainsaw Massacre Review» (em inglês). Channel 4. Consultado em 27 de janeiro de 2009. 
  180. Willmore, Alison (20 de junho de 2014). «Why "The Texas Chain Saw Massacre" Is Still One Of The Scariest Horror Films Of All Time». BuzzFeed (em inglês) 
  181. «O Massacre da Serra Elétrica (1974)». Boca do Inferno. 1 de abril de 2014 
  182. Rombes, Nicholas (2005). Ramones. 33⅓. (em inglês). [S.l.]: Continuum International Publishing Group. ISBN 978-0-8264-1671-1 
  183. «Parálisis Permanente - Un día en Texas - Canción (letra e información)». Musicoscopio (em espanhol). Consultado em 25 de março de 2018. 
  184. «Letra de Familia de subnormales todos locos de Airbag». Letra y Música (em espanhol). Consultado em 25 de março de 2018. 
  185. «Siniestro Total - La matanza de taxis». Siniestro.com (em espanhol). Consultado em 24 de março de 2018. 
  186. «Siniestro Total - La sierra es la familia». Siniestro.com (em espanhol). Consultado em 24 de março de 2018. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]