The O.C.

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The O.C.
O.C.: Na Terra dos Ricos (PT)
O.C.: Um Estranho no Paraíso (BR)
Informação geral
Formato Série
Gênero Drama adolescente
Duração 42 minutos
Autor(es) Josh Schwartz
País de origem  Estados Unidos
Idioma original Inglês
Produção
Produtor(es) Loucas George
John Stephens
Mike Kelley
David Calloway
Produtor(es) executivo(s) Dave Bartis (1.ª temporada)
Bob DeLaurentis
Doug Liman (1.ª temporada)
McG
Stephanie Savage (4.ª temporada; co-produtora executiva nas temporadas 1–3)
Josh Schwartz
Distribuída por Warner Bros. Television Distribution
Elenco Peter Gallagher
Kelly Rowan
Benjamin McKenzie
Mischa Barton
Adam Brody
Chris Carmack
Tate Donovan
Melinda Clarke
Rachel Bilson
Alan Dale
Autumn Reeser
Willa Holland
Tema de abertura "California" por Phantom Planet
Compositor da música-tema Christopher Tyng
Richard Marvin
Empresa(s) de produção College Hill Pictures, Inc.
Wonderland Sound and Vision
Hypnotic (1.ª temporada)
Warner Bros. Television
Localização Califórnia
Exibição
Emissora de televisão original FOX
Formato de exibição 480i (SDTV)
720p (HDTV)
Transmissão original 5 de agosto de 2003 (2003-08-05) – 22 de fevereiro de 2007 (2007-02-22)
N.º de temporadas 4
N.º de episódios 92 (lista de episódios)

The O.C. (no Brasil, O.C.: Um Estranho no Paraíso; em Portugal, O.C.: Na Terra dos Ricos) é uma série de televisão norte-americana de drama adolescente criada por Josh Schwartz que originalmente foi ao ar na rede FOX nos Estados Unidos de 5 de agosto de 2003 a 22 de fevereiro de 2007, tendo um total de quatro temporadas. "O.C." é uma abreviação de "Orange County".

A série gira em torno de Ryan Atwood, um adolescente problemático, mas durão, de um lar desfeito que é adotado pelos ricos e filantrópicos Sandy e Kirsten Cohen. Ryan e seu irmão adotivo, Seth, um adolescente geek socialmente desajeitado mas perspicaz, lidam com a vida como pessoas de fora no mundo de alta classe de Newport Beach. Ryan e Seth passam muito tempo navegando em seus relacionamentos com a garota da casa ao lado Marissa Cooper, a paixão de infância de Seth, Summer Roberts, e a solitária Taylor Townsend. Os enredos lidam com o choque cultural entre a família Cohen idealista e a comunidade superficial, materialista e de mente fechada em que residem. A série inclui elementos do pós-modernismo e funciona como uma mistura de melodrama e comédia.[1][2]

A série estreou com alta audiência e foi um dos novos dramas mais populares da temporada televisiva de 2003-2004. Foi amplamente referida como um fenômeno cultural pop e recebeu principalmente recepção positiva dos críticos.[3] No entanto, os índices de audiência diminuíram conforme a série continuou. As baixas classificações levaram ao seu cancelamento no início de 2007, mesmo após uma petição online que ganhou mais de 700.000 assinaturas.[4]

The O.C. foi transmitida em mais de cinquenta países em todo o mundo.[5] A série também foi lançada em DVD, assim como no iTunes.[6]

Produção[editar | editar código-fonte]

Origem[editar | editar código-fonte]

Josh Schwartz, usou a estratégia Cavalo de Tróia para chamar atenção da Warner. Ele era um fã de séries do tipo Freaks and Geeks e My So-Called Life, porém essas sempre tiveram curta duração e a Warner “estava procurando o próximo Beverly Hills, 90210”. Ele se encontrou com os produtores McG e Stephanie Savage, e desenvolveram a história de Ryan Atwood, um jovem adolescente que passa a viver com pessoas ricas em Orange County. Schwartz conta que esperava que os personagens fossem “um pouco engraçados, que tivessem alma, diferentes, e específicos do que os tipos que se normalmente veem no gênero”.

Filmagem[editar | editar código-fonte]

The O.C. foi, na verdade, filmado em várias cidades de praia da Califórnia (40 milhas de distância de Newport Beach) para redução de custos. A maioria das cenas interiores de casas e escritórios, incluindo a casa da família Cohen, foram gravadas no Raleigh Studios em Manhattan Beach, enquanto a maioria das cenas exteriores foram gravadas na vizinhança de Redondo Beach e Hermosa Beach. 'The Newport Group', que realmente é uma empresa de consultoria da Califórnia, é representado na série pelo mesmo prédio usado em CSI: Miami.

Música[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Music from The O.C.
The Bait Shop, que foi o local de shows fictício que encenou performances na segunda e terceira temporada.

Alexandra Patsavas, que já havia trabalhado em séries, incluindo Roswell e Carnivàle, foi nomeada como supervisora musical em The O.C..[7] Patsavas trabalhou ao lado do criador Josh Schwartz, na seleção das músicas a serem usadas. Schwartz disse que "sempre teve a intenção de que a música fosse um personagem na série".[8] The O.C. fez do indie rock um "foco principal da série" e também seu plano de marketing,[9] lançando seis trilhas sonoras ao longo da série. Na segunda temporada, um novo clube noturno fictício e um local para concertos, chamado The Bait Shop, foi apresentado. Bandas como The Walkmen, The Killers, Modest Mouse, The Thrills, Rachael Yamagata, Death Cab for Cutie and The Subways fizeram aparições como convidados na série se apresentando no local.[10][11][12][13][14] Além de artistas convidados se apresentarem na série, também estreou muitos novas músicas de artistas como Beastie Boys, U2, Beck, Coldplay, Gwen Stefani, and The Shins.[15]

Muitas bandas ganharam exposição através da série, o que causou um aumento nas vendas de suas músicas. Rooney, que foi a primeira banda a aparecer na série, experimentou um "aumento de 200% nas vendas" após sua aparição.[16] Até mesmo os artistas que tiveram apenas suas músicas apresentadas se beneficiaram: Imogen Heap tornou-se "um nome americano",[17] e o Youth Group, que gravou uma música especificamente para a série, teve "mais de 5.000 downloads da música no iTunes na primeira semana" depois de ser tocada.[18] No entanto, nem todas as bandas estiveram interessadas em aparecer na série. Clap Your Hands Say Yeah foram convidados a se apresentar, mas eles recusaram porque estavam preocupados que isso pudesse diminuir a credibilidade deles.[19]

Geralmente a trilha foi bem recebida. Ben Spier, da Entertainment Weekly, descreveu a série como o "sonho de um mixtaper"[20] e a Rolling Stone comentou que a trilha sonora era a razão pela qual as pessoas ficavam assistindo a série.[21] No entanto, Karyn L. Barr, da Entertainment Weekly, afirmou que o uso de bandas como o U2 em uma série que dedicava tempo a bandas indie estava "selling out (tornando-se comercial)".[22] Noah Davis, do PopMatters, criticou a série por se desleixar nas histórias e substituí-las por "inúmeras viagens da turma ao Bait Shop".[23]

Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Elenco da 1.ª temporada.
  • Ryan Atwood —- Um rapaz de Chino, Califórnia do signo de Áries, que é adotado pela família Cohen, que mora na costa da Califórnia, em Newport Beach e, de repente, se vê num mundo cheio de intrigas, e que por trás das "vidinhas perfeitas" dos moradores existem muitos segredos. Logo percebe que não é muito diferente do subúrbio de onde ele veio, Chino. Ele teve um relacionamento conturbado e intenso com Marissa Cooper. Na última temporada teve um relacionamento com Taylor, com quem ficou no final.
  • Marissa Cooper —- Uma adolescente popular, atraente e problemática que enfrenta vários problemas, como o abuso de álcool, uma família disfuncional, seus relacionamentos românticos, e todos os problemas que esses lhe causam.
  • Seth Cohen —- Filho único de Sandy Cohen e Kirsten Cohen, é tímido e não tem muitos amigos, mas tem um ótimo senso de humor e é cheio de boas sacadas. Adora quadrinhos e animes. É o melhor amigo de Ryan Atwood e apaixonado por Summer Roberts, com quem se casa no final da 4.ª temporada.
  • Summer Roberts —- É a atraente melhor amiga de Marissa Cooper e a paixão de infância de Seth Cohen. Filha do Dr. Neil Roberts. Vai para a universidade de Brown, porém é expulsa injustamente. Se casa com Seth no final da 4.ª temporada.
  • Taylor Townsend —- Entrou para a série a partir da terceira temporada, como uma garota carente, patricinha, e sem amigos. No início causou problemas para o casal Seth Cohen e Summer Roberts, mas depois, tornou-se amiga deles, e se mostrou uma personagem divertida. Na 4ª temporada, Taylor luta pelo amor de Ryan Atwood, que acaba tendo um relacionamento com o mesmo.
  • Kirsten Cohen —- Esposa de Sandy Cohen e mãe de Seth Cohen. Antiga presidente do Grupo Newport, fundado por seu pai, afastou-se por problemas com o álcool. Atualmente trabalha no Newmatch.
  • Julie Cooper-Nichol —- Mãe de Marissa Cooper, que era casada com o contador Jimmy Cooper no início da série. Depois de descobrir que ele roubou uma grande quantia de dinheiro de seus clientes, ela divorciou-se de Jimmy e casou com Caleb Nichol. Depois da morte de Caleb, Julie mostrou sinais de reconciliação com Jimmy. Julie perdeu todos os bens quando descobriu que Caleb estava falido quando morreu. Parte das dívidas incluía a hipoteca da mansão onde ela vivia. Sendo assim, foi despejada e passou a viver em um trailer. Em uma nova reviravolta, ela teve um caso com o pai de Summer Roberts, o Dr. Neil Roberts, e passou a morar na mansão dele. No fim da série, acabou solteira, tendo um filho do pai de Ryan.
  • Jimmy Cooper —- Contador que perdeu tudo ao investir o dinheiro de seus clientes em negócios furados, para dar tudo à sua família. Foi casado com Julie Cooper, com quem teve duas filhas: Marissa e Kaitlin.
  • Caleb Nichol —- Pai de Kirsten Cohen, empresário bem-sucedido, dono do Newport Group. Casou-se com Julie Cooper depois que ela se separou de Jimmy Cooper. Quando morreu, estava falido, o que deixou sua esposa em desespero.
  • Kaitlin Cooper —- Irmã mais nova de Marissa Cooper, ela vive causando confusões na vida dos personagens da série. A partir da 4.ª temporada se torna personagem fixa. É uma garota geniosa como a mãe e que sabe o que quer.
  • Anna Stern —- Personagem da primeira temporada vai embora pois não consegue conquistar Seth Cohen, mas volta na terceira temporada para encorajá-lo a entrar numa faculdade de design.
  • Johnny Harper —- Surfista atraente que se envolve com Marissa Cooper na terceira temporada. Esse envolvimento acaba causando sua própria morte.
  • Alex Kelly —- Participou da segunda temporada da série, interpretando uma adolescente revoltada e independente, que no começo namora o sarcástico Seth Cohen, mas depois todos descobrem que ela é bissexual. Alex acaba se envolvendo com Marissa Cooper, e acaba criando mais drama e polêmica em Orange County.
  • Trey Atwood —- Irmão mais velho de Ryan Atwood apareceu na primeira temporada sendo preso mas é solto na segunda temporada, da mesma forma que Ryan Atwood e conta também com a piedade de Sandy Cohen e mora com eles por um tempo. Ele tenta se endireitar mas acaba criando muitos problemas, principalmente com Marissa Cooper, que quase o leva a morte no final da segunda temporada. Na terceira temporada, Trey aparece em um coma por vários meses devido a seu ferimento de bala. Quando ele acorda, é chantageado por Julie Cooper a dizer às autoridades que Ryan foi quem atirou nele e não Marissa. Marissa descobriu que sua mãe foi até Trey e o impediu de fazer isso. Diante de um relacionamento conturbado com Ryan e acreditando que a vida de Ryan seria melhor sem a presença dele, Trey foi visto pela última vez em um ônibus deixando Newport para Las Vegas. Mais tarde, Trey envia a Ryan um presente de aniversário, um Chevrolet Camaro, como o que roubou no primeiro episódio.
  • Teresa —- Aparece pela primeira vez nos últimos episódios da primeira temporada trazendo a tona consigo o passado amoroso de Ryan Atwood em Chino, fazendo com que ele se envolva novamente com essa história, interferindo no relacionamento do rapaz com Marissa Cooper. Na segunda temporada faz um sacrifício para ajudar Ryan Atwood a voltar para Newport Beach, retorna no final da segunda temporada para ajudar no namoro de Ryan Atwood e Marissa Cooper. Na terceira temporada retorna a série para avisar a Ryan Atwood que seu filho não é dele.
  • Frank Atwood —- Surge na quarta temporada, é o pai biologico de Ryan, e volta para se desculpar e pedir desculpas ao filho, no início não é bem recebido, mas acaba recebendo o apoio do filho quando ele se apaixona por Julie Cooper.
  • Bulit —- Aparece na quarta temporada como sócio de Kirsten e Julie em um novo negócio, e imediatamente acaba se apaixonando pela segunda, mas não é correspondido.
  • Luke Ward —– Foi o ex-namorado de Marissa Cooper na primeira temporada. Ele era o mais velho dos três filhos de Carson e Meredith Ward e o irmão mais velho de Brad e Eric Ward. Mais tarde, ele começou um relacionamento com Julie Cooper.
  • Oliver Trask, um adolescente mentalmente instável que, depois de conhecer Marissa Cooper em uma clínica de terapia, torna-se apaixonado por ela, a ponto de quase se suicidar por ela.

Temas[editar | editar código-fonte]

A série aborda temas como conflito intergeracional, classe social, mobilidade social, alienação social, ansiedade sexual, esperança, solidão, virgindade, insegurança emocional, ambientalismo, alcoolismo, dependência de drogas, dependência do jogo, doença mental, homofobia, bissexualidade, a gravidez na adolescência, o ativismo político e, por fim, a morte e a aceitação da perda. Esses tópicos são examinados por meio de comédias alegres e drama operístico elevado.

Chrismukkah[editar | editar código-fonte]

Dentro da série, Seth Cohen tem um pai judeu e uma mãe protestante (presbiteriana). Como forma de fundir as duas religiões, Seth afirma ter "criado Chrismukkah" quando tinha seis anos de idade. A série incluiu episódios anuais de Chrismukkah para cada temporada de sua temporada. Particularidades de quando exatamente o feriado foi celebrado não foram dadas; Seth disse simplesmente no episódio da primeira temporada de Chrismukkah que eram "oito dias de presentes, seguidos por um dia de muitos presentes". Chrismukkah mais tarde recebeu menção na série de televisão Grey's Anatomy.

Em dezembro de 2011, o site de cultura pop The A.V. Club revisou todos os quatro episódios de Chrismukkah para o seu "TV Club Advent Calendar." O escritor observou: "Ao pensar nos especiais de férias de outrora para este projeto, a primeira coisa que surgiu na minha cabeça não foi a nostalgia de minha juventude. Em vez disso, imediatamente me concentrei em uma obsessão muito mais recente: Chrismukkah criado por Seth Cohen de The O.C." O revisor continuou, dizendo que "Um fio de tristeza subjacente une todos os quatro episódios de Chrismukkah, mas é uma tristeza que implora para ser redimida até o final da hora. Chrismukkah é realmente sobre a união tradicional de Natal e seu final feliz padrão; é o milagre diário de pessoas se unindo para criar algo mágico."[24]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de episódios de The O.C.

1.ª temporada[editar | editar código-fonte]

A 1.ª temporada se concentra na chegada de Ryan Atwood a Newport Beach, no Orange Country, depois de ter sido acolhido por Sandy e Kirsten Cohen. Um tema importante da 1.ª temporada é o choque cultural que Ryan sente enquanto se ajusta de uma vida de abuso doméstico e pobreza a viver em uma sociedade superficial de alta classe. Ele rapidamente se torna melhor amigo de Seth Cohen, e começa a ter um relacionamento romântico com Marissa Cooper. Outras histórias envolvem o desenvolvimento de Seth de um solitário sem amigos a duas escolhas românticas em Summer e Anna, e as chegadas de Oliver Trask e Theresa Diaz a Newport. Enquanto isso, Sandy Cohen frequentemente entra em conflito com Caleb Nichol, pai de Kirsten e um rico industrial que é dito ser "basicamente possuidor de Newport".

2.ª temporada[editar | editar código-fonte]

A 2.ª temporada de The O.C. continua a seguir as relações tumultuosas românticas entre Ryan e Marissa, Seth e Summer, assim como Sandy e Kirsten. Josh Schwartz, criador da série, afirmou que na 2.ª temporada, a série "deixaria de ser sobre o passado de Ryan; agora seria sobre o futuro de Ryan" e que esta temporada iria "desacelerar a narrativa um pouco ... e evoluir os personagens".[25] O Bait Shop se torna um destino de destaque social para os personagens adolescentes. Vários personagens recorrentes são introduzidos, tais como DJ, Lindsay, Zach, e Alex, para os quais os personagens principais formam uma variedade de relacionamentos. O irmão de Ryan, Trey Atwood, sai da cadeia e ameaça trazer velha vida de Ryan de volta. Sandy e Kirsten também enfrentam novos conflitos após o afastamento dos filhos durante o verão.

3.ª temporada[editar | editar código-fonte]

A 3.ª temporada começa com Marissa sendo expulsa da escola Harbor. A família Cooper, fica sem dinheiro e é forçada a se mudar para um parque de trailers. A vida de Marissa começa a ficar fora de controle. Os outros personagens começam a se dedicar a faculdade, como Seth e Summer competindo por uma vaga na Universidade Brown. A moral de Sandy torna-se ameaçada quando ele assume a antiga posição de Caleb como chefe do Grupo Newport, buscando um projeto para estabelecer mais moradias de baixa renda em Newport. Ryan também tenta resolver seus relacionamentos individuais com sua mãe e com sua amiga de infância Theresa Diaz.

4.ª temporada[editar | editar código-fonte]

A 4.ª e última temporada começa cinco meses após a morte de Marissa em um acidente de carro. Ryan começa a temporada de forma isolada, um homem de luto. No entanto, o amor contínuo da família Cohen e a compania da excêntrica Taylor Townsend o guiam de volta para a luz. Enquanto isso, Seth e Summer enfrentam os problemas de um relacionamento de longa distância já que Summer vai para a faculdade. A primeira metade da temporada se concentra nos personagens aceitando a realidade da morte de Marissa. A segunda metade foca nos personagens "se encontrando" enquanto enfrentam uma miríade de crises de identidade.

Transmissão e distribuição[editar | editar código-fonte]

Transmissão[editar | editar código-fonte]

A primeira temporada de The O.C. estreou na FOX nos Estados Unidos em 5 de agosto de 2003. O último episódio da série foi para o ar em 22 de fevereiro de 2007. A série também foi transmitida em outros países pelo mundo, incluindo países que não anglófonos.

Cancelamento[editar | editar código-fonte]

Devido à baixa audiência, houve rumores de que a série não retornaria para uma quinta temporada.[28] Em junho de 2006, a FOX confirmou que "o pedido atual de The O.C. é de 16 episódios", mas acrescentou que havia uma chance de adicionar mais episódios.[29] Em setembro de 2006, Rachel Bilson disse que se sentia como se "a série tivesse acabado",[30] e a co-estrela Kelly Rowan afirmou que muitos do elenco perceberam que a série estava perto de ser cancelada. Rowan disse que "quando [a quarta temporada] foi encomendada para apenas 16 episódios este ano, o elenco teve a sensação de que o fim estava próximo."[31] Em 3 de janeiro de 2007, a FOX anunciou que The O.C. seria cancelada. Em um comunicado, Schwartz disse: "Este parece ser o melhor momento para levar a série ao final".[32] Foi lançada uma campanha chamada Save The O.C., que recebeu mais de 740.000 assinaturas.[33][34] Houve rumores de que a série seria salva pela The CW. O presidente da The CW, Dawn Ostroff, confirmou em janeiro de 2007 que, enquanto a ideia foi discutida no canal, foi decidido não resgatar a série.[35]

Sindicação[editar | editar código-fonte]

The O.C. foi distribuída no SOAPnet de 2007 até 2012 nos Estados Unidos, e a série começou a ser exibida no Pop em 2016. A série ficou disponível para streaming no CW Seed em 2015,[36] e no Hulu em 2016.[37]

DVD e Internet[editar | editar código-fonte]

The O.C. – The Complete Series

Todas as quatro estações estão disponíveis em DVD nas Regiões 1, 2 e 4.

Temporada DVD Data de lançamento
1.ª temporada The O.C. – The Complete First Season 26 de outubro de 2004
2.ª temporada The O.C. – The Complete Second Season 23 de agosto de 2005
3.ª temporada The O.C. – The Complete Third Season 24 de outubro de 2006
4.ª temporada The O.C. – The Complete Fourth and Final Season 22 de maio de 2007

The O.C. The Complete Series foi lançado em 27 de novembro de 2007 no Canadá e nos Estados Unidos,[38] que incluiu a primeira temporada remasterizada em widescreen.[39] A série completa também foi lançada como um DVD da Região 2 em 19 de novembro de 2007, mas não incluiu a versão remasterizada da primeira temporada.[40] Além disso, o boxset incluiu uma nota de Josh Schwartz, uma conversa impressa entre Josh Schwartz e Stephanie Savage, dois discos bônus raros, um carretel da quarta temporada e os trechos de "Atomic County".

Para usuários registrados no iTunes Store, a série completa está disponível para compra e download.[41][42][43][44][45][46] Essas estações também estão disponíveis nos EUA como vídeo sob demanda da Amazon Video.[47] A quarta temporada também foi disponibilizada no Zune.[48]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

Um gráfico de linhas mostrando as audiências de televisão dos EUA de The O.C.

O episódio piloto atraiu 7,46 milhões de telespectadores nos Estados Unidos,[49] ficou em segundo lugar em seu horário por trás do final da temporada de Last Comic Standing,[50] e foi a maior audiência da noite entre os pessoas 12 e os 17 anos de idade.[51] O episódio mais assistido de O.C. foi "The Rivals", o décimo sétimo episódio da primeira temporada. Atraiu 12,72 milhões de telespectadores e foi o líder do American Idol, que atraiu 29,43 milhões de telespectadores naquela semana.[52] The O.C. foi o novo drama de maior audiência da temporada 2003–2004 entre adultos de 18 a 34 anos,[53] com média de 9,7 milhões de telespectadores.

Na segunda temporada, a série mudou-se para a "quinta-feira ultra-competitiva"[54] contra os programas Survivor, Joey e Will & Grace. Isso é frequentemente citado como causa do declínio da popularidade de The O.C..[55][56] O movimento melhorou o desempenho da Fox no novo horário, mas perdeu os espectadores da série,[57] já que a média de audiência diminuiu 30% em relação à temporada anterior, para 7 milhões.

Para a terceira temporada, o número médio de audiência diminuiu mais 20% em relação à temporada anterior, para 5,6 milhões. O horário de quinta-feira das 9:00 colocou a série contra dois outros programas muito populares, CSI e Grey's Anatomy.[58]

A quarta temporada estreou em novembro de 2006, com pouca divulgação e propagandas da FOX, e foi mais uma vez no horário de quinta-feira.[59] O episódio de estréia atraiu 3,4 milhões de espectadores,[60] que foi uma baixa audiência.[61] Para o final da série 6,7 milhões de telespectadores sintonizaram. Isso foi 76% mais do que a média da temporada de 4,6 milhões de telespectadores.[62]

Temporada Episódios Horário Estreia da temporada Final da temporada Temporada televisiva Audiência
(em milhões)
1 27 Terça-feira 9:00 pm (2003)
Quarta-feira 9:00 pm (2003–04)
5 de agosto de 2003 5 de maio de 2004 2003–04 9,69[63]
2 24 Quinta-feira 8:00 pm 4 de novembro de 2004 19 de maio de 2005 2004–05 7,0[64]
3 25 Quinta-feira 8:00 pm (2005)
Quinta-feira 9:00 pm (2006)
8 de setembro de 2005 18 de maio de 2006 2005–06 5,6[65]
4 16 Quinta-feira 9:00 pm 2 de novembro de 2006 22 de fevereiro de 2007 2006–07 4,3[66]

Legado[editar | editar código-fonte]

The O.C. popularizou seu cenário, Orange County, e levou a imitadores como o reality show da MTV, Laguna Beach: The Real Orange County e a série de documentários The Real Housewives of Orange County,[67] A série gerou uma comunidade de fãs internacional dedicada e próspera. DVD Verdict disse: "The O.C. se tornou um daqueles raros programas cuja influência começou a se estender muito além da tela da televisão, e na verdade começou a ter um papel ativo na formação da cultura pop adolescente americana."[68] Os fãs da série, às vezes apelidado de OC Groupies,[69] tem sido ativo no desenvolvimento de um grande número de sites de fãs e fóruns dedicados ao programa. Além disso, os estudantes da UC Berkeley criaram em 2004 a bolsa Sandy Cohen Public Defender Fellowship em homenagem à personagem de Peter Gallagher, Sandy Cohen. A bolsa é concedida a estudantes que planejam trabalhar como defensores públicos e foi apresentada pela Gallagher.[70]

O grupo de comédia The Lonely Island criou uma paródia de The O.C. chamado The 'Bu. No Boston College, os alunos criaram e produziram uma paródia intitulada "The BC", que recebeu elogios e características em todo o país no The New York Times e no CBS Evening News. Em 14 de abril de 2007, o Saturday Night Live exibiu uma Digital Short intitulada "Dear Sister", que satirizou a cena final do final da segunda temporada do The O.C..[71][72] O curta tornou-se popular o suficiente para gerar uma onda de reencenações e paródias usando "Hide and Seek" com a música ajustada para cenas em câmera lenta de violência de vários filmes e séries de televisão.

A Universidade Washington em St. Louis, disse que o legado de, "The O.C." vai viver através de seus telespectadores. Se você veste uma camisa 'Save Marissa', uma pulseira de couro ou um moletom com capuz em homenagem a Ryan ou ouve Death Cab for Cutie, como Seth fez, saiba que "The O.C." foi um fenômeno cultural que não será esquecido".[73] Uma adaptação turca, chamada Medcezir, foi criada em 2013 e foi ao ar entre 13 de setembro de 2013 e 12 de junho de 2015 na Star TV.[74]

Mídia complementar[editar | editar código-fonte]

Os personagens e cenário de The O.C. apareceram em vários tie-ins oficiais fora da transmissão televisiva, inclusive na impressão e na internet.

Livros[editar | editar código-fonte]

Oito novelizações foram lançadas pela editora Scholastic Inc. com a permissão da Warner Bros. & FOX. Elas são:

Com exceção de Twas the Night Before Chrismukkah, escrito por Andes Hruby,[75] todos os livros foram escritos pelos autores Cory Martin e Aury Wallington.[76][77] Um livro de biografia oficial intitulado Meet The O.C. Superstars (ISBN 0-4396-60602), escrito por Monica Rizzo, também foi publicado.[78]

Vários livros não-oficiais relacionados a série também foram publicados.

  • O.C. Undercover (ISBN 0312331428), escrito por Brittany Kemp, publicado pela Plexus Publishing Ltd., é um livro que inclui biografias do elenco, dicas de moda e informações sobre as tendências culturais associadas a série.[79]
  • Stop Being a Hater and Learn to Love The O.C. (ISBN 1596090065), escrito por Alan Sepinwall e publicado pela Chamberlain Bros., discute os méritos da série de televisão e tem como objetivo dar uma visão alegre de todas as eras da série.[80]

Mercadoria licenciada[editar | editar código-fonte]

Vários tipos de produtos baseados na série, como roupas, brinquedos e jogos, foram licenciados para lançamento. Itens de vestuário licenciados lançados incluem camisetas, camisolas, roupas íntimas e chinelos, vendidos na loja da 20th Century Fox.[81] Outros acessórios disponíveis incluíam chaveiros, blocos de notas e papel de embrulho Chrismukkah.[82] Um conjunto de banho oficial e "OC Beauty To Go Cooling Set" foi lançado em 2004.[83][84]

A AMC Beauty lançou fragrâncias em outubro de 2006, denominadas "The O.C. for Him" e "The O.C. for Her" em versões de 0,5oz e 1,7oz.[85] LeSportsac, em parceria com a Fox, divulgou "a coleção The O.C." em agosto de 2006, que era uma linha de moda de bolsas e acessórios.[86]

Screenlife e Mattel lançaram um versão temática de The O.C. de Scene It?, um jogo de trivialidades baseado nas três primeiras temporadas.[87] A Cardinal Games lançou o The OC Game, outro jogo de tabuleiro trivial.[88] Em 2006, a Gameloft lançou um jogo para celular baseado na série.[89]

Uma parceria com a Sephora incluiu um de seus editores de beleza escrevendo no site oficial do OC Insider,[90] e a inclusão de artigos sobre seus produtos.[91] TheOCInsider.com e Starbrand.tv também incluíram guias abrangentes de moda e estilos apresentados na série, fornecendo detalhes aos clientes sobre como obter esses itens.

Spin-offs[editar | editar código-fonte]

The O.C. deu origem a um certo número de spin-offs, alguns desenvolvidos e outros não. O Atomic County foi um spin-off baseado nos personagens de desenhos animados da revista em quadrinhos de Seth, com o mesmo nome. Foi criado pelo escritor John Stephens e o artista Eric Wight, que foi responsável pelos desenhos de quadrinhos apresentados na série.

Em 2005, Schwartz anunciou que estava escrevendo um spin-off que acompanhava a vida da irmã mais nova de Marissa, Kaitlin, no internato.[92] Ele foi definido para estrear em janeiro de 2006, mas a exibição do spin-off nunca ocorreu. Schwartz atribuiu isso a Gail Berman, presidente da Fox Broadcasting Company, mudando-se para a Paramount em maio de 2005.[93]

Havia planos para transformar o show em algo de um spin-off reverso. Schwartz planejava lançar um spin-off de sua série Gossip Girl, intitulado Valley Girls, originalmente para estrear no outono de 2009. Schwartz queria ter um laço com versões mais jovens dos personagens tanto de The O.C. e os diretores da Valley Girls para estabelecer uma continuidade com Gossip Girl.

A readaptação da série começou em setembro de 2013 na Turquia. Logo se tornou uma popular série chamada Medcezir com os jovens populares artistas turcos Çağatay Ulusoy e Serenay Sarıkaya. No ano novo de 2013, os primeiros 15 episódios foram lançados com críticas muito positivas e crescentes. O enredo é muito semelhante ao de The O.C., mas é muito diferente por script nesta adaptação.

The O.C. Musical aconteceu em 30 de agosto de 2015, no Montalban Theatre em Los Angeles, esgotando-se em minutos quando os ingressos foram colocados à venda no mesmo mês. Embora não tenha sido oficialmente autorizado pela FOX ou pela Warner Bros. TV, o musical da Sucker Love Productions foi apoiado pelo elenco e produtores do programa, com Autumn Reeser interpretando Julie Cooper e reprisando brevemente seu papel como Taylor Townsend pela primeira vez em 8 anos. O criador Josh Schwartz e as estrelas Rachel Bilson, Melinda Clarke e Kelly Rowan também se reuniram no musical. O elenco incluiu Greer Grammer como Summer Roberts e Brendan Robinson como Seth Cohen.

Referências

  1. Gumbel, Andrew (5 de janeiro de 2007). «It's so over for The OC». Londres: The Independent. Consultado em 3 de fevereiro de 2012 
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