Tina Turner

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Tina Turner
A cantora durante uma performance no Estádio GelreDome, na cidade de Arnhem, nos Países Baixos em 1985.
Informação geral
Nome completo Anna Mae Bullock
Também conhecido(a) como The Acid Queen, Queen of Rock 'n Roll
Nascimento 26 de novembro de 1939 (75 anos)
Local de nascimento Nutbush, Tennessee
 Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos americana (1939-2013)
Suíça suíça (2013-presente)[1] [2] [3] [4]
Gênero(s) Rock, R&B, Soul
Ocupação(ões) Cantora
Instrumento(s) Vocais
Extensão vocal Contralto
Período em atividade 1958 - presente
Outras ocupações Atriz, dançarina
Gravadora(s) EMI, United Artists Records, Capitol Records, Parlophone, Virgin Records
Afiliação(ões) Ike Turner, Cher, Oprah Winfrey, Sophia Loren, Eros Ramazzotti, The Rolling Stones, Rod Stewart, Elton John, Bryan Adams, We Are the World,Tom Jones, Barry White, Al Green[5]
Influenciado(s) Céline Dion, Whitney Houston, Beyoncé, Shakira, Mary J. Blige, Cyndi Lauper, Shania Twain, Mariah Carey

Anna Mae Bullock (Nutbush, 26 de novembro de 1939), conhecida pelo nome artístico de Tina Turner[6] , é uma cantora, dançarina e atriz nascida nos Estados Unidos e, desde 2013, de cidadania suíça[7] , cuja carreira começou há mais de cinquenta anos.

Embora, Turner tenha começado a sua carreira musical, em meados dos anos 1950, só ganhou notoriedade a partir de 1960, quando se tornou membro da dupla Ike & Tina Turner, emplacando hits, como "A Fool in Love", "River Deep - Mountain High" (1986), "Proud Mary" (1971) e "Nutbush City Limits" (1973).

Em sua autobiografia, "I, Tina", publicada em 1986, Turner revelou os abusos domésticos sofridos, de seu então marido, Ike Turner. Após o seu divórcio em 1978 e de praticamente ter desaparecido da cena musical, ela conseguiu reconstruir a sua carreira através de performances ao vivo, marcadas pela sua enérgica presença de palco e seus poderosos vocais. O seu retorno ao cenário musical se deu com o lançamento do single "Let's Stay Together" (1983), seguido pelo lançamento do seu quinto álbum solo de estúdio, "Private Dancer" (1984), que se tornou um sucesso mundial. O single de maior sucesso do álbum, "What's Love Got to Do with It", foi usado como título do filme baseado em sua autobiografia. A sua carreira musical, também a levou a vários papéis de destaque no cinema, como no filme "Tommy" (1975) e uma aparição no filme Mad Max Beyond Thunderdome (1985).

Uma das artistas mais populares do mundo, Turner é considerada "A Rainha do rock 'n roll", sendo a artista feminina mais bem-sucedida nesse gênero, tendo vencido 8 Grammy Awards e vendido mais de 200 milhões de cópias no mundo todo.[8] . Também, é uma das artistas que mais arrecadou em bilheterias por suas turnês na história. A revista Rolling Stones classificou, Tina Turner, como uma das "10 Maiores Artistas de Todos os Tempos".

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de Zelma Priscilla e Floyd Richard Bullock, Tina Turner nasceu Anna Mae Bullock em 26 de novembro de 1939, em Nutbush, uma área incorporada ao condado de Haywood County, Tennessee.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os seus pais se mudaram para trabalhar em Knoxville, Tennessee, tendo de separar Turner de sua irmã mais velha, Rudy Aillene[9] . Dois anos depois, a família retorna para Nutbush, onde Turner passa a estudar na Flagg Grove Elementary School, onde frequentou da primeira à oitava série[9] .

Nascida em uma família batista, Turner começou a cantar ainda criança no coral da igreja [10] . Quando tinha 11 anos, a sua mãe fugiu com as filhas para St. Louis, Missouri, acabando com anos de um casamento abusivo. O seu pai se casou novamente com uma outra mulher, e se mudou para Detroit. Ela e sua irmã foram morar com a sua avó em Brownsville [11] . Turner disse mais tarde em sua autobiografia, que ela sentia que sua mãe não gostava dela e que sua mãe não a amava e havia planejado deixar o seu pai quando ela estava grávida dela. Sobre isso Turner disse: "Ela era jovem muito jovem e não queria uma outra criança"[12] .

Aos 14 anos, Turner começou a trabalhar como empregada doméstica para uma família em Ripley. E após a morte da sua avó, quando Turner tinha 16 anos, ela e sua irmã voltaram a morar com sua mãe em St. Louis, onde se graduou na Sumner High School em 1958, e logo após a graduação começa a trabalhar como enfermeira ajudante no Barnes-Jewish Hospital[13] .

Carreira[editar | editar código-fonte]

1958-1976 - Início da carreira e Ike & Tina Turner[editar | editar código-fonte]

Tina durante uma apresentação com Ike Turner em 1972.

Turner e sua irmã começaram a frequentar clubes noturnos de St. Louis[11] [14] , inclusive o Club Manhattan, onde conheceu Ike Turner e sua banda, King of Rhythm. Impressionada com a música e o talento de Ike, Turner sentiu vontade de fazer parte da banda. Uma noite, durante um intervalo da banda, Ike a ouviu cantar, e a perguntou se ela sabia cantar mais canções. A partir de então, Ike deu dicas de canto e presença de palco para ela. A sua primeira gravação de estúdio foi em 1958, como backing vocal, sob o nome "Little Ann", na canção" Box Top".

Em 1960, Ike escreveu uma canção de R&B intitulada "Fool in Love",que originalmente seria gravada pelo vocalista da banda de Ike, Art Lassiter[15] [16] . Mas, ele faltou no dia da gravação e após muita insistência Ike deixou Turner gravar a canção, como um guia para que depois Art Lassiter gravasse sobre os vocais de Turner. Mas, após ouvir a demo Dave Dixon convenceu Ike a enviar a demo para Juggy Murray, presidente da Sue Records[17] . Depois de ouvir a demo, Murray ficou muito impressionado com os vocais deTurner, que comprou a faixa por vinte e cinco mil dólares, e convenceu Ike a transformar Turner em uma "cantora de show"[18] . Desse modo Ike renomeou Anna Mae Bullock para "Tina", porque o nome soava parecido como o nome da personagem Sheena do programa"Sheena, Queen of the Jungle"[19] .

O primeiro single da dupla, "Fool in Love" foi lançado em Julho de 1960, e se tornou um hit, alcançando a vigésima-sétima posição na Billboard Hot 100. Mais tarde, Kurt Loder descreveu a faixa como "a gravação mais negra que qualquer uma vez se emplacou nas paradas pop branca desde a canção'What'd I Say' de Ray Charles, no verão anterior"[20] [21] . O segundo single "It's Gonna Work Out Fine" também se tornou um hit e lhe uma indicação ao Grammy Awards. Outros singles notáveis da dupla foram lançados sob o selo da gravadora Sue Records, como I Idolize You, Poor Fool e Tra-La-La-La. No ano seguinte a dupla deixa a Sue Records e assinam com a Kent Records, após o moderado desempenho do single I Can't Believe What You Say, eles assinam no ano seguinte com a Loma Records. Durante 1964 à 1969, a dupla assinou com mais de 10 selos discográfico diferentes[22] .

A dupla ganhou popularidade em todo os Estados Unidos, chegando a ficar 90 dias fazendo shows direto. O site History of Rock, escreveu que a dupla é uma das mais quentes, duráveis e potencialmente explosivas de todo R&B, com shows que rivalizavam em termos de espetáculo musical com James Brown [23] . Em 1965, a faixa produzida por Phil Spector e Tina Turner, "River Deep - Mountain High, se torna um sucesso no Reino Unido,fazendo com que Ike & Tina Turner fossem convidados para abrir os shows dos The Rolling Stones[24] .

Entre 1960 e 1970,Ike & Tina Turner regravaram grandes sucessos de outros artistas que se tornaram hits, como:"Come Together", "Honky Tonk Woman", "I Want To Take You Higher" e "Proud Mary", que se tornou umas das músicas mais lembradas da dupla, pelo qualba dupla ganhou um Grammy Award por Best R&B Performance by Duo or Group with Vocals.

Por volta dos anos 1970, o casamento de Tina Turner com Ike, sofreu desgaste, devido ao abuso de drogas e a agressividade de Ike. O número das turnês e vendas discos caíram, e apesar do sucesso de Turner, no filme "Tommy", Ike acusava Turner pelo declínio da dupla, chegando até mesmo a agredí-la fisicamente. Em 1978, Turner se separa legalmente de Ike[25] [26]

1974-1979 - Carreira solo, Tina Turns the Country On, Acid Queen, Rough e Love Explosion[editar | editar código-fonte]

Mesmo vivendo sob as agressões físicas de Ike, Turner iniciou a sua carreira solo, paralela com a que tinha na dupla. Após o sucesso do single "Nutbush City Limits, Turner lança o seu primeiro disco solo Turner Turns the Country On em 1974. O álbum incluia regravações, como He Belongs To Me de Bob Dylan e Don't Talk to Me do James Taylor. O álbum consegui bom êxito comercial, e recebeu uma indicação ao Grammy Awards por Best Female R&B Vocal Performance.

O seu segundo álbum, The Acid Queen lançado em 1975, veio junto com o sucesso da sua personagem no filme Tommy. O álbum teve vendagem satisfatória, e o filme recebeu duas indicações ao Óscar.

O seu terceiro álbum, Rough, foi lançado em 1978, e marcou a liberdade criativa de Turner, que regravou sucessos de nomes da músicas, como Elton John e Ray Charles. Mas, o álbum foi um fracasso comercial. Assim, com o objetivo de reconquistar a popularidade é lançado no ano seguinte o seu quarto álbum de estúdio, Love Explosion, mas este também não consegui o sucesso esperado, tendo apenas um single lançado, Bakstabbers.

1983-1986 - Private Dancer[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:TinaTurner1984 composite.png|thumb|350px|Tina Turner - 1984. Após ficar um tempo sem gravar, Turner assina com a Capitol Records, e lança o seu quinto álbum Private Dancer em 1983. O álbum foi um sucesso mundial, alcançando o número três na Billboard 200 dos EUA, vendendo mais de 5 milhões de cópias no país, e mais de 11 milhões de cópias mundialmente. O álbum contou com hits, como Let's Stay Together (Uma regravação de Al Green), Better Be Good to Me, Private Dancer e What's Love Got to Do with It, sendo que este último alcançou o número um na Billboard Hot 100 dos EUA. Durante esse período, Turner também contribuiu na gravação do single beneficenteWe Are the World, que foi escrita por Michael Jackson e Lionel Richie.

O sucesso de Turner continuou em 1985, quando ela fez uma participação no filme "Mad Beyond Thunderdome. Além, de contribuir para a trilha sonora do filme. O filme foi um sucesso comercial e de crítica, e lhe rendeu um prêmio NAACP Image Award por sua atuação. Turner também ganhou um Grammy Award de Best Female Rock Vocal Performance pela canção "One of the Living" usada na trilha sonora do filme. Também a convite do cantor Bryan Adams, grava o dueto "It's One Love", que rendeu uma indicação ao Grammy Awards.

1986-1989 - Break Every Rule e Foreign Affair[editar | editar código-fonte]

Em 1986, Turner lança o seu sexto álbum de estúdio, Break Every Rule. O álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias em todo o mundo e contou com os singles "Typical Male", Two People e What You Get Is What You See. A canção Back Where You Started, rendeu-lhe um Grammy Award por Best Female Rock Vocal Performance. Para a promoção do álbum, Turner embarcou na Turner mundial, Break Every Rule Tour, que é uma das turnê mais bem-sucedida de todos os tempos. Em janeiro de 1988, Turner entra para o Guiness Book, após cantar para um público pagante de mais 184 mil pessoas no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro.

O seu sétimo álbum, Foreign Affair foi lançado em 1989. Embora o álbum tenha feito sucesso na Europa, não consegui ter o mesmo sucesso dos seus dois últimos álbuns nos EUA, recebendo apenas uma certificação de ouro. Mesmo assim o álbum recebeu duas indicações ao Grammy Awards.

1990-1999 - Rock and Roll Hall of Fame, Wildest Dreams, Twenty Four Seven[editar | editar código-fonte]

Em 1991, Iki & Tina Turner passam a fazer parte do Rock and Roll Hall of Fame. Em 1995, após longas férias na Suíça, Turner retorna com o U2 na composição de GoldenEye para o filme de mesmo nome da franquia 007. A canção se torno um sucesso na Europa, e em 1996, Turner lança o seu oitavo álbum, Wildest Dreams, que inclui os singles "Something Beautiful Remains" e o dueto com o cantor Barry White, In Your Wildest Dreams. Na Europa o álbum alcançou boad vendagem, enquanto nos EUA, o álbum teve moderado sucesso. Em 1998, Turner contribui no single Cose della vita do cantor italiano Eros Remazzotti, que se torna um hit em toda Europa.

Em 1999, Turner, juntamente com as cantoras Cher, Whitney Houston, Mary J. Blige e o cantor Elton John, participa do especial da emissora VH-1, Divas Live '99". No mesmo ano, Turner lança o seu nono e último álbum de estúdio até a data, Twenty Four Seven, que trouxe os singles "Whatever You Need e When the Heartache Is Over. Embora o álbum não tenha sido um sucesso comercial, a sua turnê de divulgação, a Twenty Four Seven World Tour, foi um sucesso de público.

2000-Atualidade - Greatest hits, nova turnê e reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Em 2002, a rodovia Tennessee State Route 19, entre Brownsville e Notbush (cidade natal de Turner), foi renomeada para Tina Turner Highway [27] . No ano seguinte, Turner grava o dueto com Phil Collins, Great Spirits, para o filme da Disney, Brother Bear. E em 2004 lança o álbum de coletânea de seus maiores sucessos, All the Best, que vendeu mais de um milhão de cópias nos EUA.

Em dezembro de 2005, Turner foi homenageada no Kennedy Center Honors [28] . O então presidente dos EUA, George W. Bush, comentou que Turner é naturalmente talentosa, enérgica e sensual e se referiu as suas pernas como as mais famosas do show business. Nessa noite vários artistas prestaram homenagens a Turner, como Melissa Etheridge que cantou River Deep - Mountain High, Queen Latifah que cantou What's Love Got to Do with It e Beyoncé que cantou Proud Mary. Em sua homenagem Oprah Winfrey disse: "Nós não precisamos de um outro heroí. Nós precisamos de heroínas como você, Tina. Você me fez ter orgulho de soletrar a palavra M-U-L-H-E-R [29] . Em novembro desse mesmo ano é lançada o álbum de copilação, All the Best - Live Collection, que é certificado platina nos EUA.

EM 2007, Turner fez a sua primeira apresentação ao vivo em 7 anos, em um concerto beneficente para a Cauldwell's Children Charity, em Londres. Nesse mesmo ano regravou a cançãoEdith and the Kingpin para o álbum de tributo, River: The Joni Lettets, do pianista Herbie Hancock. Também regrava a cançãoThe Game Of Love, para o álbum de copilação do guitarrista Carlos Santana. E colabora, também, com a cantora Elisa na faixa Teach Me Again para a trilha sonora do filme All the Invisible Children.

Em fevereiro de 2008, Turner se apresenta na cerimônia do Grammy Awards cantando ao lado da cantora Beyoncé[30] . Ainda em 2008, Turner embarca na turnê Tina!: 50th Anniversary Tour, e lança um outro álbum de copilação e um DVD ao vivo, Tina Live. Em 2013, Turner se torna a pessoa mais velha a pousar na capa da revista Vogue [31] . Em 2014, a Parlaphone Records, lança um novo álbum de copilação, Love Songs

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Turner é mãe de dois filhos, Raymond Craig, que nasceu em 1958, é filho do saxofonista Raymond Hill[32] , e o seu segundo filho Ronald, que nasceu em 1960, é o único filho que ela teve com Ike Turner[33] , mas ela ajudou a cuidar os filhos do casamento anterior de Ike, Ike Jr. e Michael, que permanceram com Turner mesmo depois do divórcio[34] . Em sua autobiografia, I, Turner, ela revelou que sofria maus-tratos de Ike. A autobiografia foi adaptada para o cinema no filme "What's Love Got with It. Embora tenha nascido em uma família batista, Turner se converteu ao budismo[35] .

Em janeiro de 2013, Turner se naturalizou suíça [36] . Nesse mesmo ano, Turner se casa com o executivo de música Erwin Bach, depois de 27 anos de convivência[37] .

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Tina Turns the Country On" (1974)
  • "Acid Queen" (1975)
  • "Rough" (1978)
  • "Love Explosion" (1979)
  • "Private Dancer" (1984)
  • "Break Every Rule" (1986)
  • "Foreing Affair (1989)
  • "Wildest Dreams" (1996)
  • "Twenty Four Seven" (1999)

Turnês[editar | editar código-fonte]

  • Australian Tour (1977)
  • The Wild Lady of Rock Tour (1978-79)
  • Nice 'n' Rough Tour (1982)
  • 1984 World Tour (1984)
  • Private Dancer Tour (1985)
  • Break Every Rule World Tour (1987-88)
  • Foreign Affair: The Farewell Tour (1990)
  • What's Love? Tour (1993)
  • Wildest Dreams Tour (1996-97)
  • Twenty Four Seven Tour (2000)
  • Tina!: 50th Anniversary Tour (2008-09)

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Filme
Ano Filme Personagem Observações
1971 Taking Off Ela mesma Filme dirigido por Milos Forman. Participação especial. Dur.: 93 min.
1975 Tommy The Acid Queen Filme baseado na ópera-rock de Pete Townshend (The Who). Dur.: 111 min.
1978 Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band Our Guests at Heartland Filme produzido por Robert Stigwood homenageando os Beatles. Dur.: 113 min.
1985 Mad Max Beyond Thunderdome Auntie Entity Prêmio (1986) - NAACP Image Award for Outstanding Actress in a Motion Picture. Dur. 107 min.
1993 What's Love Got to Do with It Ela mesma A voz por trás de Angela Bassett em registros gravados. Dur.: 118 min.
Last Action Hero Prefeita de Los Angeles Filme protagonizado por Arnold Schwarzenegger. Dur.: 130 min.
2004 The Goddess Shakti Filme inédito. Produzido por Ismail Merchant e James Ivory.[38]
Televisão
Ano Filme Personagem Observações
1966 The Big T.N.T. Show Ela mesma
1970 It's Your Thing Ela mesma Documentário
Gimme Shelter Ela mesma Filme-documentário produzido pelos Rolling Stones.
1971 Soul To Soul Ela mesma Documentário dirigido por Denis Sanders. Dur.: 96 min.
1972 CS Blues Ela mesma Documentário (não lançado)
1993 Girl from Nutbush Ela mesma Documentário dirigido por Chris Cowey. Dur.:103 min.
2000 Ally McBeal Ela mesma Breve aparição
Episódio: "The Oddball Parade"

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www.foxnews.com/entertainment/2013/01/25/tina-turner-becoming-swiss-citizen-giving-up-us-passport/
  2. http://atlantablackstar.com/2013/01/26/tina-turner-renounces-u-s-citizenship-for-swiss/
  3. http://www.blick.ch/people-tv/schweiz/vor-der-hochzeit-mit-ihrem-erwin-hier-besorgt-sich-tina-turner-den-schweizer-pass-id2281138.html
  4. http://www.washingtonpost.com/blogs/in-the-loop/wp/2013/11/14/tina-turners-citizenship-move-part-2/
  5. Redação Folha Online (Jornal Folha de S. Paulo 10 de maio de 2008). Tina Turner diz que Sophia Loren a incentivou a fazer turnê. Visitado em julho de 2010.
  6. Tina Turner - New World Encyclopedia (em inglês). Visitado em 26-01-2013.
  7. Tina Turner Becoming Swiss Citizen Giving Up Us Passport (em inglês). Visitado em 25-01-2013.
  8. Ever-green Tina Turner (em inglês). Visitado em 9-5-2014.
  9. a b Gulla 2008, p. 170.
  10. Norris 2000, p. 28.
  11. a b Gulla 2008, p. 171.
  12. I, Tina 1986, p. 5-73.
  13. "Sumner High School, the first school west of graduates are Grace Bumbry, Arthur Ashe and Tina Turner"acessodata=12-10-2012 (em inglês).
  14. "I, Tina" 1986, p. 50.
  15. Gulla 2008, p. 50.
  16. I, Tina 1986, p. 62.
  17. Gulla 2008, p. 176.
  18. McKee 2000, p. 252.
  19. McKeen 2000, p. 253.
  20. Gulla 2008, p. 176<.
  21. I, Tina 1986, p. 79.
  22. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês). Visitado em 9-5-2013.
  23. Ike and Tina Turner (em inglês). Visitado em 14-3-2012.
  24. Phil Spector: out of his head (em inglês). Visitado em 24-10-2009.
  25. I, Tina 1986, pp. 187-190.
  26. Tina's Independence Day (em inglês). Visitado em 4-7-2012.
  27. Highway Signs - Tina Turner Highway (em inglês). Visitado em 17-01-2002.
  28. At Kennedy Center Honors, 5 More Join an Elite Circle (em inglês). Visitado em 5-12-2005.
  29. Kennedy Center Honors five performing greats (em inglês). Visitado em 27-10-2008.
  30. Tina Turner wows Grammy crowd with comeback (em inglês). Visitado em 17-02-2008.
  31. Tina Turner Vogue Germany Cover, Singer's First Time Gracing Glossy (em inglês). Visitado em 8-3-2013.
  32. Gulla 2008, p. 175.
  33. McKeen 2000.
  34. Spin 1985, pp. 40-41.
  35. I, Tina 1986, pp. 185-187.
  36. Tina Turner Becoming Swiss Citizen Giving Up Us Passport (em inglês). Visitado em 25-01-2013.
  37. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês). Visitado em 17-06-2013.
  38. BBC News (9 de março de 2004). Protest at Tina Turner Hindu role (em inglês). Visitado em julho de 2010.
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