Toma Lá, Dá Cá

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Toma Lá, Dá Cá
Informação geral
Formato Sitcom
Gênero comédia
Duração 45min
Criador(es) Miguel Falabella
Maria Carmem Barbosa
País de origem  Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Mauro Mendonça Filho
(2007–2008)
Cininha de Paula
(2008–2009)
Elenco Miguel Falabella
Marisa Orth
Diogo Vilela
Adriana Esteves
Arlete Salles
Fernanda Souza
Stella Miranda
George Sauma
Daniel Torres
Alessandra Maestrini
Ítalo Rossi
Norma Bengell
Tema de abertura "Toma Lá, Dá Cá", de Eduardo Dusek
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Transmissão original 7 de agosto de 2007–22 de dezembro de 2009
N.º de temporadas 3
N.º de episódios 92 (lista de episódios)
Cronologia
Programas relacionados Sai de Baixo
Pé na Cova

Toma Lá, Dá Cá foi um seriado de televisão brasileiro exibido pela Rede Globo, criado por Maria Carmem Barbosa e por Miguel Falabella (que também era protagonista e responsável pelo roteiro final). Começou como um especial de fim de ano, exibido em 29 de dezembro de 2005. O episódio piloto deu origem a um show homônimo, a partir de 7 de agosto de 2007, exibido às terças-feiras, substituindo a série A Diarista e sendo substituída pela série policial Força-Tarefa. A série tinha a direção geral de Cininha de Paula, que substituiu Mauro Mendonça Filho, sendo que a direção de núcleo era de Roberto Talma. Contou Miguel Falabella, Marisa Orth, Adriana Esteves, Diogo Vilela, Stella Miranda, Arlete Sales, Fernanda Souza, George Sauma, Daniel Torres, Ítalo Rossi, Norma Bengell e Alessandra Maestrini nos papéis principais. O último episódio da série foi exibido em 22 de dezembro de 2009.

Está sendo reapresentado desde 6 de abril de 2012 no Canal Viva toda sexta às 21:00, com reprise nas quartas às 22:30 e nos domingos às 20:00.[1]

Enredo[editar | editar código-fonte]

No condomínio Jambalaya Ocean Drive dois casais vizinhos de andar passam por situações hilárias e confusões do dia-a-dia. O corretor de imóveis Mário Jorge (Miguel Falabella) foi casado com Rita (Marisa Orth) no passado, também corretora, com quem teve Isadora (Fernanda Souza) e Tatalo (George Sauma), porém ele hoje vive com Célinha (Adriana Esteves). Célinha antes foi casada com o dentista Arnaldo (Diogo Vilela) e deu a luz à Adônis (Daniel Torres), porém ele casou-se com Rita posteriormente, o que culminou uma troca de casais. O seriado começa deste ponto, com os casais juntos à 10 anos. Mário Jorge e Rita se tornaram rivais de trabalho, Isadora é uma trambiqueira, Adônis é um adolescente complexado, enquanto Tatalo não consegue trabalho e tenta de tudo para conseguir garotas. Neste mesmo cenário vive Copélia (Arlete Salles), mãe de Célinha, uma mulher ninfomaníaca que não se prende a nenhum homem e leva todas as conversas para o lado sexual. A empregada paranaense Bozena (Alessandra Maestrini) divide-se entre as duas famílias, trabalhando um dia na casa de cada uma delas, tendo sempre uma história estranha para contar de sua cidade natal, Pato Branco. A síndica do prédio, dona Álvara (Stela Miranda) é a antagonista cômica da trama e sempre inferniza a vida dos moradores do condomínio para se dar bem. Tatalo acaba por engravidar uma artista circense durante a temporada, tendo gêmeos, que são levados por ela para as viagens do circos. Enquanto isso o rapaz, sem conseguir emprego, se sujeita às ideias mirabolantes de Álvara e Mário Jorge para conseguir dinheiro para a pensão, como se vestir de Aedes aegypti em sua campanha anti-dengue e de sapo, quando seu pai começa a vender carne de rã.

Vista parcial do cenário computadorizado criado para representar o condomínio Jambalaya Ocean Drive.

Na segunda temporada Ladir (Ítalo Rossi), marido de Álvara, entra para o elenco, sendo um homem bissexual e com a liberdade sexual tão aberta quanto de Copélia, sua melhor amiga. Para ele tudo em sua volta é "mara" (diminutivo de "maravilhoso"), sendo que no decorrer da temporada é revelado que ele se travestia de drag queen sob o nome de Dirla antes de se casar com Álvara. Apesar da orientação sexual do personagem ser geralmente associada à homens, deixa-se implícito que ele se relaciona com Alvará em surubas e, apesar dela saber dos trejeitos do marido, a síndica prefere-o assim. Nesta temporada Isadora compra o diploma de direito e se torna advogada, além de se casar com o deputado corrúpto Ícaro Mojave (Thiago Fragoso) apenas por seu dinheiro, sendo herdeira dele quando este morre. Ela se lança como vereadora pela comunidade do Porco Fumado, uma favela próxima ao condomínio, e se torna a eleita com mais votos do Rio de Janeiro. Também na segunda temporada passa a fazer parte do elenco a ex-policial lésbica Deise Coturno (Norma Bengell), que é apaixonada por Bozena e sempre é descriminada pelos moradores, que a chamam de "sapatão". Ela é comparsa de Álvara em suas armações, apesar desta ser a que mais pratica preconceito com ela, além de ser braço-direito de Isadora.

Na terceira temporada Seu Ladir deixa o elenco, sendo apenas mencionado, e passa a fazer parte a Draª Percy (Miguel Magno), psicoterapeuta de Adônis, que criou um grande laço afetivo com ela. Ela acaba analisando sempre a família toda, apesar de não ter ética e seus métodos profissionais serem duvidosos. Para ironizar a crise econômica de 2008 diversas críticas sociais são incorporadas, como Arnaldo fechando seu consultório dentário e passando a atender os pacientes em casa e Mário Jorge trabalhando para Álvara como pedreiro. Além disso Tatalo engravida novamente outra garota, Patritchia (Marcele Nogueira).

Elenco[editar | editar código-fonte]

Personagem Ator Temporadas
1ª temporada 2ª temporada 3ª temporada
Mário Jorge Dassoin Miguel Falabella Regular
Rita Albuquerque Dassoin Marisa Orth Regular
Célia "Celinha" Regina Rocha Dassoin Adriana Esteves Regular
Arnaldo Moreira Diogo Vilela Regular
Copélia Rocha Arlete Sales Regular
Isadora Dassoin Mojave Fernanda Souza Regular
Álvara Miranda Stella Miranda Regular
Antônio Carlos "Tatalo" Dassoin George Sauma Regular
Adônis Rocha Moreira Daniel Torres Regular
Bozena Alessandra Maestrini Regular
Ladir Miranda Ítalo Rossi Regular Participação
Deise Coturno Norma Bengell Regular

Principal[editar | editar código-fonte]

  • Mário Jorge Dassoin (Miguel Falabella): Corretor de imóveis e ex-surfista, Mário Jorge é o ex-marido de Rita e atual marido de Celinha. Debochado e irônico, sempre possui um comentário sarcástico para cada personagem. Ele tem grande preocupação com o comportamento de Isadora, que vai de mal a pior.
  • Rita Albuquerque Dassoin (Marisa Orth): Corretora de imóveis, tem como rival nos negócios Mário Jorge, com quem já foi casada. Por trabalhar demais e estar sempre com pressa, Rita não consegue ser tão boa dona de casa como Celinha.
  • Célia "Celinha" Regina Rocha Dassoin (Adriana Esteves): Dona de casa prestativa e exemplar, Celinha é ex-mulher de Arnaldo e atual mulher de Mário Jorge. Celinha exige uma atmosfera tranquila em sua casa, pelo seu bem e de seu filho Adônis, mas nunca consegue com a presença de sua mãe e dos demais que insistem em entrar na sua casa com frequencia , tirando sua privacidade.
  • Arnaldo Moreira (Diogo Vilela): Dentista metódico e obcecado com a profissão, Arnaldo é ex-marido de Celinha e atual marido de Rita. Arnaldo sempre busca como clientes as celebridades, para conseguir um dinheiro a mais, mas raramente consegue. De vez em quando , irrita Rita , Celinha e Mario Jorge com seus cansativos discursos sobre sua profissão e outros assuntos.
  • Copélia Rocha (Arlete Sales): Despachada e livre de qualquer tabu, Copélia é a mãe de Celinha e acaba indo morar com a filha. Pelo seu comportamento pervertido e suas lembranças ninfomaníacas da juventude, Copélia horroriza aqueles que param para ouvir o que diz.
  • Isadora Dassoin Mojave (Fernanda Souza): Filha de Mário Jorge e Rita, Isadora é a "mau-caráter" da família. É repetente, rebelde, namoradeira, sempre está atrás de algum dinheiro e sempre se mete em confusão, o que enlouquece sua família. É amiga de Copélia, e juntas aprontam muitas loucuras. Está sempre querendo se dar bem, armar confusões e passar a perna nos outros, inclusive em sua própria família.
  • Álvara Miranda (Stella Miranda): É a maquiavélica síndica do prédio. Inescrupulosa , cruel e sádica , Dona Álvara põe o terror em seus moradores e não tem escrúpulos para realizar o que lhe convém. Ela tem um gosto especial para pegar no pé de Mário Jorge, Celinha, Rita e Arnaldo. Com o passar do tempo, o simples ato de falar seu nome acaba "invocando-a".
  • Antônio Carlos "Tatalo" Dassoin (George Sauma): Segundo filho de Mário Jorge e Rita, Tatalo é avoado e raramente presta atenção no que acontece á sua volta. De vez em quando acaba falando coisas sensatas, mas logo volta para sua alienação.
  • Adônis Rocha Moreira (Daniel Torres): Filho de Celinha e Arnaldo, Adônis é a frente de seu tempo. Preocupado com questões sociais e ambientais, Adônis geralmente censura constantemente o comportamento de seus familiares.
  • Bozena (Alessandra Maestrini): Nascida e criada em Pato Branco, Bozena é a doméstica de ambas as casas, demonstrando comportamento diferente em cada uma delas. Divertida, sempre se lembra de "casos" de sua cidade natal. Mesmo sendo empregada, ela não reconhece seu lugar e acaba se metendo mais do que deve no dia a dia dos patrões, e por isso , às vezes ,acaba sendo ofendida por Mário Jorge.
  • Ladir Miranda (Ítalo Rossi): É o marido de Dona Álvara, bissexual assumido. Tudo para ele é "mara" (maravilhoso). Apesar das roupas espalhafatosas e do comportamento delicado, é o exemplo de virilidade para sua mulher. Excêntrico, ele possui uma segunda personalidade, a drag queen Dirla Thomas.
  • Deise Coturno (Norma Bengell): É outra moradora do prédio. Uma lésbica de comportamento bem masculino, o que provoca o preconceito de Dona Álvara. Passa várias horas no prédio dos dois casais, às vezes sem nem mesmo ser convidada, e aproveita para cantar Rita, Celinha e principalmente Bozena, a quem ela persegue frequentemente.

Recorrente[editar | editar código-fonte]

  • Lêda (Carmen Verônica): Amiga de Copília e, tal qual ela, tem uma liberdade sexual vasta, além de problemas alcoólicos e vício em jogos. Apenas na segunda temporada.
  • Princesa Grace (Jessica Marina): Namorada de Adônis na segunda temporada. Tem problemas psicológicos e age como cachorra.
  • Ratão (Alexandre Zacchia): Morador da Comunidade do Porco Fumado. É comparsa de Isadora em suas armações ilícitas e trabalha como segurança dela também. Apesar de citado em todas as temporadas, aparece pessoalmente apenas na segunda.
  • Drª. Percy Lambert (Miguel Magno): Psicoterapeuta de Adônis, passa a analisar toda a família. Apenas na terceira temporada.

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Episódios[editar | editar código-fonte]

Temporada Episódios Exibição Original Exibição Final
Piloto 29 de dezembro de 2005
20 7 de agosto de 2007 18 de dezembro de 2007
37 1 de abril de 2008 16 de dezembro de 2007
34 14 de abril de 2009 22 de dezembro de 2009

Produção[editar | editar código-fonte]

O piloto, exibido como especial de final de ano, foi exibido em 29 de dezembro de 2005, numa quinta-feira, sendo que o elenco original era formado por Miguel Falabella como Mário Jorge, Débora Bloch como Rita, Adriana Esteves como Celinha, Diogo Vilela como Arnaldo, Mitzi Evelyn como Isadora, George Sauma como Tatalo, Daniel Torres como Adônis e Alessandra Maestrini como Bozena. A audiência ficou em 34 pontos de Ibope, ou seja, 58% de participação, o que garantiu que o seriado fosse confirmado para a grade fixa da emissora.[2] Todavia o seriado não entrou logo em 2006, uma vez que Adriana Esteves estava grávida, ficando para a programação de 2007, inicialmente anunciado para subtituir Sob Nova Direção aos domingos. Posteriormente o horário de estreia foi fixado nas noites de terças-feiras, substituindo A diarista.[3]

Débora Bloch não pode participar do seriado por estar envolvida com sua peça teatral e em seu lugar foram cogitadas as atrizes Fernanda Torres, Denise Fraga e Marisa Orth, sendo que esta última acabou sendo escolhida.[4] A personalidade de Isadora acabou sendo alterada, deixado de lado a menina rebelde do piloto para dar lugar à uma garota sem caráter e mais sensual, além de se tornar alguns anos mais velha.[5] Por esse motívo a ariz original, Mitzi Evelyn, foi substituída por Fernanda Souza.[5] Arlete Salles havia sido escalada para outra personagem, a síndica que originalmente se chamaria Zara, porém Miguel achou que a atriz se enquadraria melhor como Copélia, passando o primeiro papel para Stella Miranda, que mudou de nome para Álvara. Na segunda temporada, Cininha de Paula assume a direção geral da série, pois Mauro Mendonça Filho assumiu a direção geral da novela Negócio da China, também de Miguel Falabella. Nesta temporada Norma Bengell estava programada para aparecer apenas no episódio "Falando Grosso", porém com a boa recepção da crítica e o apelo do público para que ela voltasse, a personagem acabou se tornando fixa logo depois.

Crítica social[editar | editar código-fonte]

O Jambalaya fazia referência ao Brasil uma vez quando Dona Álvara endivida os moradores com taxas e impostos absurdos sem sentido fazendo comparação aos impostos absurdos que o Governo impunha a população. E quando Dona Álvara impedia greves e protestos contra o chamado Choque de Ordem que ela empunha aos inquilinos fazendo referência aos protestos estudantis que aconteciam em Brasília na época e alguns eram duramente reprimidos. E o mal-tratamento que Bozena sofria dos patrões se referia as empregadas em geral que tinham dificuldade no salário e respeito, tudo com humor. A última temporada fez uma referência a crise financeira de 2008 que levou vários pequenos e grandes negócios a falência, na série o edifício Jambalaya passa por apertos financeiros levando o consultoria de Arnaldo (Diogo Vilela) e a corretora de imóveis onde Rita (Marisa Orth) e Mario Jorge (Miguel Falabela) trabalham a fechar as portas após a crise.

Audiência[editar | editar código-fonte]

O show teve uma boa estreia e conseguiu liderar o Ibope no horário, sendo que o primeiro episódio teve 31 pontos de média e 50% de participação.[6] Já o segundo episódio mostrou uma queda de audiência, a média foi de 26 pontos.[7] O episódio do dia 06/09 registrara 23 pontos, a mesma audiência que foi dada como pretexto para o cancelamento de A Diarista.[8] O nono episódio chegou a marcar apenas 25 pontos. Os índices da série fizeram surgir rumores de que a série poderia não ganhar uma segunda temporada ou ser transferida para o domingo.[9] Apesar desses rumores a série ganhou uma 2ª temporada, e continuou a ser exibido nas terças-feiras .[10]

Na estreia da segunda temporada, foram registrados 23 pontos[11] , número que cresceu nos episódios seguintes e, posteriormente, voltou a cair. No episódio do dia 9 de Dezembro, a microssérie Capitu foi exibida no lugar do humorístico, fazendo com que o episódio A Grama do Vizinho fosse exibido no dia seguinte, 10 de Dezembro, depois da novela A Favorita. O fato de ser exibido mais cedo que o comum causou o recorde da segunda temporada, uma média de 29 pontos, índices parecidos com a série mais assistida da TV Globo e do país, A Grande Família e maiores do que o Casseta e Planeta.[12] As audiências dos 21 primeiros episódios da temporada oscilaram entre 21 e 25 pontos. Durante a exibição da minissérie Cinquentinha, por duas semanas, o Toma Lá Dá Cá foi exibido na quarta-feira E obteve 29 pontos de média, os recordes da temporada. No último episódio da série, A caminho das estrelas, a audiência foi de 19 pontos, uma brusca queda de 10 pontos em relação às duas semanas anteriores.

Jambalaya Ocean Drive[editar | editar código-fonte]

Caracterizações[editar | editar código-fonte]

Bordões[editar | editar código-fonte]

Frase Personagem Descrição
"Prefiro não comentar" Copélia Quando a personagem omite algo sexualmente que fez/fará.
"É mara" Ladir Diminutivo de "maravilhoso".
"Garota mau caráter" Mário Jorge Sobre a falta de ética e escrúpulos de Isadora.
"Olho junto" Mário Jorge Sobre a falta de inteligência de Isadora. A proximidade dos olhos da personagem teriam espremido o cérebro dela.
"Lá em Pato Branco..." Bozena Introdução para contar uma história de sua cidade, Pato Branco.
"Néin" Copélia Forma como ela chama intimamente as pessoas.
"Daí" Bozena Forma paranaense da personagem ao terminar todas as frases.
"Tananan" Célinha Toda vez que quer estimular ou está constrangida, a personagem usa "Tananan" em uma frase cantada.
"Sapatão" Todos os personagens Utilizados para descriminar comicamente Deise Coturno por sua orientação sexual.

Artifícios corporais[editar | editar código-fonte]

Artifício Personagem Descrição
Ataque cardíaco Celinha" Sempre que algo chocante acontece a personagem leva a mão direita fechada ao coração e sacode, como se estivesse palpitando.
Risada maligna Álvara Utilizada sempre que a personagem vai cometer uma maldade.
Risada sacana Copélia Utilizada toda vez que a personagem está saindo em busca de sexo.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Nomeação Categoria Resultado Ref.
2008 Prêmio Extra de Televisão Toma Lá Dá Cá Melhor série Venceu [13]
Prêmio Qualidade Brasil Alessandra Maestrini Melhor Atriz de Programa Humorístico [14]
2009 Marisa Orth

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]