Torcidas organizadas do Fluminense Football Club

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Este artigo reúne informações sobre as principais torcidas organizadas e movimentos de torcedores do Fluminense Football Club.[1]


Young Flu[editar | editar código-fonte]

Torcida do Fluminense no Estádio Mário Filho, o Maracanã
Ver artigo principal: Young Flu

O G. R. S. C. T. O. Young Flu, do Fluminense Football Club, surgiu da união de um grupo de jovens amigos, todos estudantes na época, que tinham entre si algo mais em comum: torcer pelo Fluminense; e um ideal: tornar mais efetivo o seu incentivo a esse grande clube, formando assim uma torcida que viria a ser a maior torcida organizada do Fluminense.

A torcida organizada é composta principalmente por jovens que aliam o seu vigor, a sua garra e o seu dinamismo, com a experiência, seriedade e disposição daqueles cuja faixa etária está acima da média. Assim, tornando possível o equilíbrio necessário que possibilita o desenvolvimento de um trabalho direcionado à sua manutenção e ao seu crescimento, constante e organizado.

O reconhecimento a todo este trabalho se fez presente no dia 10 de novembro de 1995 quando receberam da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a "Moção de Louvor", fato este registrado nos canais desta conceituada casa, pela participação ativa ao Fluminense, abrilhantando o esporte em seu estado. Este é o resumo da História da Young Flu. Uma verdadeira paixão em torcida. Young Flu, também conhecida como "TYF".

É representada por gestos que caracterizam união com outras torcidas organizadas. Chamada união "punho colado".

O reconhecimento chamado "União Punho Colado", foi feito pela união com a torcida Fúria Independente (Paraná Clube) e com a torcida Fúria Independente HSG (Guarani Futebol Clube), formando assim o Trio de Ferro.

Núcleos[editar | editar código-fonte]

União Punho Colado[editar | editar código-fonte]

União Internacional[editar | editar código-fonte]

Amizades[editar | editar código-fonte]

respeitos: torcida jovem do santos , sangue jovem do santos e fúria independente do Paraná

Força Flu[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Torcida Força Flu

A Torcida Força Flu é a segunda maior torcida organizada do Fluminense, tendo sido criada em Novembro de 1970.[1] A grande característica da Força Flu é que ela procura participar ativamente da vida política do clube e de seus quadros saíram diretores para o Fluminense, além do presidente do clube em 2007, Roberto Horcades. Conhecida pela Sigla: TFF. Sua sede fica localizada no bairro do Centro.[1][2]

"Torcida Força Flu: Conosco quem quiser, contra nós, quem puder" - Slogan do Grupo

Atualmente, a Força Flu é dividida em Comandos.[1] Segue a Lista:

União Punhos na Palma da Mão[editar | editar código-fonte]

União Internacional[editar | editar código-fonte]

Bravo 52[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Bravo 52
Torcida do Fluminense na final da Libertadores de 2008.

Eliminando o status de torcida organizada, o Bravo Ano de 1952, popularmente conhecida como “Bravo 52” denomina-se uma barra brava, nova conduta adotada por torcidas do Rio de Janeiro, que é formada principalmente por jovens.

A Bravo 52 surgiu após uma dissidência de alguns membros do extinto Movimento Popular Legião Tricolor, no qual, via-se a necessidade de criar uma torcida com características semelhantes as das tradicionais barras sul-americanas.

Fundada em 6 de Agosto de 2009 essa torcida tricolor conta com grande prestigio e consolida-se cada vez mais como grande potência na arquibancada tricolor, desenvolvendo sua maneira de torcer e ideologia, seu nome faz alusão ao maior titulo internacional da história do clube, a Copa Rio de 1952, chamada por alguns, Campeonato Mundial de Clubes.

Possui um grupo de lideranças, no qual, não há divisão hierárquica oficial, sendo assim, não possui um presidente ou líder.

A Bravo 52 possui como características o apoio incondicional, a exaltação ao Fluminense em primeiro lugar, ao tradicional visual com bandeirinhas, tirantes e trapos, apoiando sempre que estádio é lugar de paz e que os adversários são rivais, não inimigos. A não participação na política do clube é outra bandeira levantada pelos componentes, assim como a importância de ser contra a elitização do futebol, apoiando principalmente o retorno de grandes festas como a pirotecnia.

A criação de músicas é outra tradição da torcida, que criou grandes melodias, dentre elas “Desde que eu nasci” e “Minha raiz” atualmente sucesso nas arquibancadas do Fluminense.

Em 2016 na final da Primeira Liga, organizou a maior caravana da história da torcida ao fechar doze ônibus (onze saindo do Rio de Janeiro e um do Espírito Santo) até o Estádio Radialista Mario Helênio (Helenão) em Juiz de Fora para a final da Copa da Primeira Liga.

Amizades[editar | editar código-fonte]

Conhecida por ser uma torcida pacifica, a Bravo 52 não possui alianças, contudo, amizades são feitas durante os caminhos traçados e caravanas sempre históricas.

Foi assim com as torcidas abaixo:

  • Minas Gerais Barra U.N.A – América MG
  • CearáBravo 18 – Fortaleza
  • Santa CatarinaBarra da Chape – Chapecoense

Divisões[editar | editar código-fonte]

A torcida não possui divisão por bairros no Rio de Janeiro, contudo, devido ao constante crescimento, tornou-se necessária a criação de alguns grupos fora do Estado, eis que surgiu a Bravo-ES, posteriormente a Bravo-DF e a mais recente, precisamente em agosto de 2017 a Bravo-SC, que representam e principalmente mantém a ideologia da torcida nos seus respectivos estados.

Não mais recente, foi criado o grupo feminino da Bravo 52, mais conhecido como Bravas da 52, no qual se viu a importância de demonstrar apoio e representatividade as mulheres que fazem parte da torcida, apoiando o espaço de que “Lugar de mulher é onde ela quiser”, mas precisamente para as Bravas da 52, “Lugar de mulher é na arquibancada”.

  • Espírito Santo (estado)Bravo 52 - ES
  • Distrito Federal (Brasil)Bravo 52 - DF
  • Santa CatarinaBravo 52 - SC
  • São PauloBravo 52 - SP
  • Rio de JaneiroBravas da 52

Flunitor[editar | editar código-fonte]

A Torcida Flunitor foi fundada em 1973[1] pelos tricolores Antônio Luis Galvão do Rio Apa' (primeiro presidente), Eduardo Fernandes Pombo do Amaral, Renato Cianncio e Enildo Campagnucci (Barbudinho – falecido em 9 de março de 2010). A data da fundação é 23 de junho[carece de fontes?] , e a estreia nas arquibancadas do Maracanã ocorreu em 27 de junho, jogo da final do campeonato carioca em que o Fluminense venceu o Botafogo por 2 a 1 e sagrou-se campeão carioca. Sua sede está localizada no Galo Branco, em São Gonçalo.[1]

Para o jogo de estreia a torcida contou com uma faixa, duas bandeiras e três peças de bateria; um surdo, um repique e uma caixa que foram emprestadas pela Organizada e pela Young Flu. Até adquirir suas primeiras peças de bateria foram utilizadas algumas emprestadas pela escola de samba GRES Acadêmicos do Cubango.

A torcida reunia-se próxima a estação das barcas, no Café Sul América, ao lado do prédio do correio, para irem juntos assistir aos jogos, pois ainda não existia a Ponte Rio-Niterói.

Ao longo da sua história a Flunitor cresceu, e hoje muitos jovens, agora não apenas de Niterói, mas de várias localidades do Estado do Rio de Janeiro passaram a integrar o movimento que está sempre presente aos estádios.

Entre os destaques da torcida em seus primórdios tivemos os ilustres tricolores Élio Monerath, Antônio Perez, Rubens, Alemão, Ovo, Sérgio da Ótica (segundo presidente), Antônio Moura (terceiro presidente), Paulinho do Ingá, Dário, Lourinho, Michel, Fernando, Ademir, Rui, Paulinho Camelô, Astracom "Popó", Leandro, Toninho da Eletrônica, Dona Luísa, Orlando do Táxi, Geraldo, Chico, Marco Antônio, os irmãos Alexandre e André, Kleber, Marcus Vinicius Trindade Sayão "Pintinha", Marcelo Pitanga e Siglia.

A primeira caravana organizada pela Flunitor foi para o jogo contra o São Paulo, no Morumbi, em 23 de setembro de 1973; a torcida alugou um ônibus somente com integrantes da FLUNITOR e seus integrantes se dirigiram para o Rio de barca, indo se juntar aos demais membros da caravana que saiu do Maracanã com as outras torcidas organizadas.

Garra Tricolor[editar | editar código-fonte]

Foi fundada por um grupo de torcedores integrantes de outras facções de torcidas organizadas do Fluminense, que encontravam-se insatisfeitos com a fraca influência que as demais organizadas tricolores na então aristocrática política tricolor. A Torcida Garra Tricolor em sua primeira fase exerceu suas atividades recreativas de 1981 até 1996, e retornou suas atividades nas arquibancadas tricolores no ano 2000. A torcida tem como lema "Só os bons botam a cara".

Possui como aliadas as torcidas :

Amizades e respeito :

Embora possua Tropas (divisões por região do Brasil) a Torcida prefere não usar muito.

Com data de criação 10/04/1986 A Torcida Garra Tricolor Ficou mais conhecida em 2006 adiante.

Fiel Tricolor[editar | editar código-fonte]

Fundada em na década de 70, a Fiel Tricolor logo se tornou uma das mais vibrantes torcidas cariocas, em 1994, devido a violência que afastou os torcedores e suas famílias dos estádios, A Fiel Tricolor suspendeu suas atividades retornando aos estádios apenas em 2001, Na ocasião, um Fla-Flu que o Fluminense venceu o Flamengo por 1 a 0. Atualmente, é a torcida organizada do Fluminense que mais cresce; tanto em número de componentes, quanto em patrimônio e representatividade, no Rio de Janeiro e por todo o Brasil. "É a Fiel Tricolor [...] A torcida do terror". Site Oficial: www.fieltricolor.com.br

Flu Mulher[editar | editar código-fonte]

A Torcida Feminina Flu Mulher é a 1ª Torcida Organizada Feminina do Mundo, acompanha os jogos do Fluminense e os deixam mais iluminados pela presença feminina em seus jogos. Por isso, Seu lema é mostrar que a as mulheres são força da família e por isso estão sempre presentes nos jogos, trazendo Paz e Harmonia.

Movimento Popular Legião Tricolor[editar | editar código-fonte]

Criado em 2006, o Movimento Popular Legião Tricolor não é uma Torcida Organizada e sim uma Barra Brava (tipo de torcida popular na Argentina, no Uruguai e no sul do Brasil), é um grupo de torcedores fanáticos pelo Fluminense, sua filosofia inicial era não ter ligações oficiais com a diretoria do clube, modificar a maneira da torcida se comportar no estádio e apoiar o Fluminense durante as partidas cantando ininterruptamente os 90 minutos de jogo, ganhando ou perdendo. Ela é facilmente identificada nos estádios, pois levam diversas bandeirinhas, guarda-chuvas e faixas com as três cores do Fluminense além da bateria que não para.

A Legião Tricolor cresceu muito com a participação vários ex-integrantes de Torcidas Organizadas como a Young Flu e a Força Flu que estavam cansados com as ligações políticas e as brigas que ocorriam nessas torcidas, porém com o envolvimento dos lideres do Movimento na política do clube a Legião vem perdendo espaço para a Bravo 52, outra barra brava do Fluminense que foi criada em 2009 e cresce bastante, pois segue uma filosofia similar a Legião quando começou.

A Legião Tricolor também é a Responsável pela criação de várias músicas adotadas por todas as torcidas do Fluminense.

Jovem Flu[editar | editar código-fonte]

A Torcida Jovem Flu foi fundada em 12 de novembro de 2004, com o objetivo de apoiar o Fluminense Football Club.

Os "Batalhões" da Jovem Flu:

Batalhões Bairros e Cidades Área de influência
1º Batalhão Rio de JaneiroVista Alegre (Sede) Água Grande, Cordovil, Parada de Lucas, Vigário Geral e Jardim América
2º Batalhão Rio de JaneiroPiedade Abolição, Cachambi, Pilares, Engenho de Dentro, Quintino e Cascadura
3º Batalhão Rio de JaneiroVila da Penha Vicente De Carvalho, Penha, Penha Circular, Brás de Pina, Ipase e Praça Do Carmo
4º Batalhão Rio de JaneiroIrajá Vaz Lobo, Madureira, Turiaçu, Coelho Neto, Colégio, Acari, Rocha Miranda e Campinho
5º Batalhão Rio de JaneiroBonsucesso Manguinhos, Caju, Benfica, Higienópolis, Del Castilho, Complexo do Alemão, Ramos e Olaria
6º Batalhão Rio de JaneiroMéier Engenho Novo, Todos os Santos, Riachuelo, Rocha, Lins, Maracanã, Tijuca, Vila Isabel, Grajaú, Triagem, Jacaré, Maria da Graça e São Cristóvão
7º Batalhão Rio de JaneiroZona Oeste Bangu, Realengo, Vila Kennedy, Senador Camará, Santíssimo, Campo Grande, Santa Cruz, Inhoaíba, Cosmos e Paciência
8º Batalhão Rio de JaneiroNova Iguaçu Queimados, Japeri e Paracambi
9º Batalhão Rio de JaneiroTeresópolis Petrópolis e Nova Friburgo
10º Batalhão Rio de JaneiroNiterói São Gonçalo, Itaboraí e Maricá
11º Batalhão Rio de JaneiroSeropédica Itaguaí, Mangaratiba, Sepetiba, Angra dos Reis e Ilha Grande
12º Batalhão Rio de JaneiroMagé Guapimirim e Cacheira de Macacu
13º Batalhão Rio de JaneiroZona Sul Copacabana, Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Catete, Glória, Ipanema, Leblon, Gávea, Humaitá e Cosme Velho
14º Batalhão São PauloSantos Guarujá, São Vicente e Cubatão
15º Batalhão São PauloSão Paulo Barueri, Campinas, Diadema, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e Sorocaba

Flu Bar[editar | editar código-fonte]

No dia 20 de fevereiro de 2008, nascia o Movimento Organizado FLU BAR, em um bar de Copacabana/RJ chamado Mud Bug. Nesta data o FLUMINENSE estreava contra a LDU do Equador na Taça Libertadores da América de 2008, empatando em Quito por 0 a 0, no melhor momento da História recente do Fluminense.

A estreia oficial da torcida nas arquibancadas foi no dia 23 de julho de 2008, quarta-feira, numa partida válida pelo Campeonato Brasileiro, na qual o Fluminense empatou com o Vasco da Gama por 3 a 3 no Maracanã. Neste jogo, a FLU BAR contava com oito torcedores na arquibancada, ou melhor, oito flubarianos que começaram a mostrar ali que vieram para se juntar na história da Torcida Tricolor.

Flumineiros[editar | editar código-fonte]

No início de 2007, através do Orkut, um grupo de tricolores residentes na capital mineira tem a idéia de se reunir em algum bar de Belo Horizonte para acompanhar os jogos do Fluminense. Essa reunião ocorreu no primeiro jogo da Taça Rio, dia 11 de março, numa partida contra o Cabofriense, com apenas 2 tricolores em um bar de botafoguenses. Apesar da rivalidade, foram bem recebidos e puderam comemorar uma vitória de virada por 3 a 1.

No jogo seguinte, a torcida começa a crescer tendo cerca de 7 torcedores, que a partir dali se reúnem em todos os jogos, dando início à Flumineiros. Que começa a querer independência e sai do bar da torcida rival a procura de um bar para tricolores. Após várias procuras, o grupo se instala num bar para acompanhar a Copa do Brasil. Aos trancos e barrancos o Fluminense vai avançando na competição, e começa a encher de torcedores no bar. Cada um mais apaixonado pelo Fluminense do que o outro, cada um mais empolgado com a Flumineiros do que o outro. Até que embalado por Adriano Magrão, o Fluminense chega à final da competição. Proporcionando então a primeira excursão ao Maraca. Jogo não muito animador, terminado com empate de 1 a 1.

Mas, no jogo de volta da decisão, com o bar tricolor lotado como nunca havia estado antes, Roger faz o gol do título tricolor!

O tempo passa, e a torcida só vai se solidificando. Ficando cada vez mais unida. Até que chega o dia da estreia na Libertadores. Com a campanha épica do Tricolor, o bar fica superlotado jogo pós jogo, proporcionando também várias excursões ao Maracanã.

Não há dúvidas de que a existência dessa comunidade tricolor em Belo Horizonte, não seria possível se não houvesse o esforço dos membros em manter a união da torcida. Esse é o comprometimento que eles têm uns com os outros. Isso é o que faz com que a Flumineiros cresça mais a cada dia.

Atualmente, a Flumineiros tem como sua casa o Ciranda's Bar localizado à Av. Olegário Maciel 1348, Bairro Santo Agostinho, em frente à Igreja Universal. É lá que a torcida se reúne para acompanhar todos os jogos do Fluminense. Sejam bem vindos e sintam-se em casa!

Fonte: http://flumineiros.blogspot.com/2009/05/historia.html

Fluburgo[editar | editar código-fonte]

Criada em 1975 pelos amigos tricolores Zé Pedro,Carlinhos do Pinball, Robinho, Dr. Carlos Pecci entre outros.

A Fluburgo foi criada no intuito de agitar Nova Friburgo e região, com eventos, caravanas para jogos e tudo que envolve o Fluminense Football Club. A primeira excursão da torcida foi em um Fluminense versus Internacional, válido pelo Campeonato Brasileiro, no dia 7 de dezembro de 1975.

Hoje em dia seus integrantes são conhecidos por promoverem grandes carreatas e carnavais na serra carioca, já que Nova Friburgo tem um grande numero de torcedores tricolores que seguem espalhando o seu amor pelo clube carioca.

Flubeer[editar | editar código-fonte]

O lema da torcida é “O que o Fluminense uniu, a cerveja eternizou!”.[3]

A Flubeer foi refundada em março de 2012 (já que existiu um grupo com este nome desde a década de 1970), ano de conquistas para o Fluminense, campeão estadual do Rio de Janeiro e do épico Tetra do Campeonato Brasileiro, por um grupo de amigos que já se reuniam a anos nos estádios, buscando fazer novos ciclos de amizades, confraternizar antes e depois das partidas, beber tranquilamente "aquela cerva", e o mais importante, apoiar incondicionalmente o Fluminense aonde for e independente de como ele estiver.

A filosofia da torcida é a paz em todas as esferas de relacionamentos, e por isto mesmo, dentro dos estádios os torcedores de outros clubes são apenas adversários momentâneos, e fora deles são amigos, com a Flubeer respeitando sempre o próximo e levando alegria nas constantes festas e eventos promovidos.

O antigo grupo de amigos aumentou e hoje denomina-se como uma família, vem atraindo os olhares de todos e  muitos novos adeptos devido a paz, amizade, cordialidade, respeito, festas, eventos, alegria e confraternizações!!

FluCaicó[editar | editar código-fonte]

A FluCaicó - Fundada em 2009, é a Torcida Organizada do Fluminense Football Club em Caicó/RN, cujo slogam é "É Caicó Fazendo Parte da melhor e mais bonita torcida do Brasil."

Tem como característica estar presente em jogos do Fluminense. Esteve presente em Sport 0–3 Fluminense (2009), Ceará 1–0 Fluminense (2010), Fluminense 1–0 Guarani (2010), Náutico 0–2 Fluminense (2012), Botafogo 1–0 Fluminense (2013), Náutico 0–1 Fluminense (2013) e Fluminense 2–0 Flamengo (2014) pelo Campeonato Brasileiro e Nacional de Patos-PB 0–1 Fluminense e América-RN 0–3 Fluminense (2014) pela Copa do Brasil.

A FluCaicó foi pioneira no Estado do Rio Grande do Norte com várias ações sociais, destacando-se entre elas:

  • "Arraiá Tricolor" (2011) onde os tricolores "fecharam" uma praça da cidade para fazer uma festa junina;
  • "Invasão Tricolor" (2014) onde os tricolores "invadiram" a rodoviária da cidade para irem a Natal-RN, colocando mais de 100 "flucaicós" no evento Tricolor em Toda Terra e comandando a festa na "Arena das Dunas";
  • "Sangue Tricolor" (2015) onde foi organizado uma campanha de doação de sangue que contou com a colaboração de tricolores por todo o estado do RN. De acordo com o Hemocentro de Caicó, foi doado volume equivalente a um mês inteiro;
  • "Encontro com o Ídolo" (2015), quando a Torcida FluCaicó se mobilizou para trazer o ídolo Paulo Victor, goleiro do Fluminense no bicampeonato brasileiro de 1984.

Outras torcidas[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]