Torre (João Pessoa)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Torre é um bairro de classe média e um dos mais antigos da cidade de João Pessoa e se consolidou como um importante centro comercial da cidade devido a sua localização vizinha ao Centro (bairro semi-central). Outra razão é que o relevo das longitudes centro-orientais da zona norte sendo mais estável que no resto da cidade dominada por vales fluviais entre tabuleiros favoreceu uma conurbação maior deste com as atividades do Centro em expansão (o mesmo não ocorreu por exemplo com o seu vizinho meridional da zona sul justamente pelo relevo abrupto que os separam de forma radical - basta comparar a conurbação com o bairro semi-central de Jaguaribe na zona oeste que também se deve ao relevo contíguo do tabuleiro central que atinge seu pico perto do marco zero a oeste da zona lacustre; esse relevo pitoresco acabou gerando ilhas urbanizadas de tabuleiros entre rios como se fossem cidades conurbadas por vias, mas não com conurbação plena devido ao próprio relevo - vide que a capital vizinha a sul também é atravessada por rios, mas seu relevo constante menos alto fez com que bairros separados pelos rios de baixa altitude fossem bem mais integrados economicamente - e foi um fator de relativo atraso para bairros da zona sul com boa geodésia, mas cujo relevo atrapalhou sua plena integração econômica com a parte mais rica da urbe entre a zona norte e leste). [1]

Nele pode-se encontrar praticamente todos o tipos de lojas (material de construção, papelarias, copiadoras, lanchonetes, supermercados, autopeças, entre outros)assim como hospitais(entre eles o maior da cidade) farmácias e escolas.Mesmo sendo um bairro comercial, a maior parte dos imóveis destina-se a funções residenciais, sendo a maioria casas.Duas das principais igrejas da cidade, a Igreja de São Judas Tadeu e a Igreja de Santa Júlia localizam-se no bairro da Torre.O bairro limita-se ao norte com o Bairro dos Estados, ao oeste com o centro, ao leste com o bairro dos Expedicionários e com o Castelo Branco e ao sul com a Mata do Buraquinho. Atualmente é considerado um bairro de classe média. Seu traçado visto de cima é único, já que parece formar uma semi-elipse na sua parte meridional partindo de uma base retangular a norte na diagonal para quem vem do Centro (nenhum outro bairro parece possuir o mesmo traçado que lembra a cabeça do avião do plano piloto em outra escala). É um importante pólo do terciário no sector automotivo, supermercados, mercados, medicina privada, etc (enquanto o vizinho bairro do Jaguaribe por exemplo já na zona oeste é forte no setor educacional, medicina não-privada e alguma medicina privada, etc - também como sede de relevantes empresas estatais).

O bairro basicamente liga o centro a outras partes com suas vias que lhe rasgam. Muitas empresas escolhem o bairro como mera expansão do terciário do Centro para os vizinhos da Zona Norte. A norte a avenida mor lime liga o centro a zona leste central. No meio a via mor interna liga o Centro a Zona leste meridional e a Sul em mão única duas avenidas ligam o Centro a Zona Sul Setentrional que também funciona de ponte entre estas zonas, só que com acesso a vias expressas de facto, rodovias, etc. É a única mancha antrópica com sinais de planejamento mais complexo e além retilíneo. O vale que da nome a avenida mor interna com forte terciário, que rasga os platôs sedimentares entre zonas foi gradativamente invadido em décadas e poluído por migração desenfreada de municípios alógenos. Há poucas décadas relativamente era limpo e com camarões comestíveis de água doce do mesmo tipo que deu o nome Camarão ao personagem histórico Filipe das guerras neerlandesas. Porém após a invasão já houve casos de morte de crianças que ingeriram esta água contaminada com esgoto in natura e produtos químicos dali. Esse problema não é só do bairro mas atinge muitos trechos da rede fluvial. A mancha não planejada embora avance no lime fluvial dos bairros e zonas tende a se concentrar do lado da Torre pois este é vizinho do Centro e sua via mor interna faz uma curva na altura da invasão, tendo uma ponte entre as margens. Mesmo assim essas comunidades apesar de terem infra-estrutura relativamente mediana não possuem status próprio mesmo tendo vida própria frente aos bairros vizinhos possivelmente por que a prefeitura não quer admitir sua existência e sobra para os bairros vizinhos assumirem os números da criminalidade dessa invasão ilegal tardia. Na altura dos camarões comestíveis muitos desses bairros ainda tinham resquícios do seu passado rural com algumas propriedades o denunciando e muito mais verde sem os problemas das ilhas de calor nas estações e horários de pico em ambientes e locais específicos fora das sombras, etc. As gerações mais novas tendem a serem menos afeitas ao verde urbano pois ele tende a dar mais trabalho e exigir mais tempo, coisa que as mulheres das gerações antigas tinham mais pois eram donas de casa full time, algo que muitas das gerações posteriores não são e também contribuiu para tal.

População: 17.104[2]

Referências

Wiki letter w.svg Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.