Trainspotting
| Trainspotting | |
|---|---|
| Autor(es) | Irvine Welsh |
| Idioma | Inglês, scots |
| País | |
| Assunto | Trabalhadores viciados em heroína |
| Género | Comédia Negra |
| Localização espacial | Leith, Edimburgo |
| Editora | Martin Secker & Warburg |
| Lançamento | 1993 |
| Páginas | 344 |
| Edição portuguesa | |
| Tradução | Paulo Faria |
| Editora | Relógio d'Água |
| Lançamento | 1996 |
| Páginas | 369 |
| ISBN | 972-708-321-8 |
| Edição brasileira | |
| Tradução | Daniel Galera e Daniel Pellizzari |
| Editora | Editora Rocco |
| Lançamento | 2004 |
| Páginas | 352 |
| ISBN | 8532517730 |
Trainspotting é um livro do escritor escocês Irvine Welsh, publicado em 1993.
Trainspotting, na gíria escocesa, é uma atividade sem sentido, algo que é uma total perda de tempo. Essa expressão resume as vidas de Rents, Sick Boy, Tommy, Matty, Spud e Begbie, jovens moradores de Edimburgo que passam a maior parte de seu tempo se embebedando em pubs, arrumando confusão, assistindo a jogos de futebol pela televisão e, principalmente, se drogando. A heroína é a droga preferida, um barato que dura tempo suficiente para aplacar a banalidade da existência. Pelo menos até o próximo pico.
Explicitando toda a dor e a banalidade de ser jovem em um mundo de portas fechadas, onde a maior oportunidade que se pode esperar é conseguir um emprego reles em uma grande empresa, ter filhos e desfrutar de uma velhice obesa, Irvine Welsh narra, com ironia e sem meias palavras, o cotidiano de jovens que renunciaram a tudo isso, que preferem se perder em um mundo de contravenções, vagar pelas ruas sem rumo, a ceder a uma vida adulta que não faz o mínimo sentido.
No Brasil, foi traduzido pela dupla Daniel Galera e Daniel Pellizzari, escritores brasileiros de linguagem mais contemporânea, também tradutores da edição brasileira de Pornô.