Transição de gênero

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Transição de gênero é o período pelo qual uma pessoa passa no momento em que se submete a tratamentos hormonais e cirúrgicos para paulatinamente transformar suas características primárias e secundárias nas do sexo desejado. Por exemplo, pode ser o caso de uma mulher transexual (designada como homem no nascimento e transicionando-se para mulher) (MtF) ou um homem transexual designado como mulher no nascimento e transicionando-se para homem (FtM). O objetivo da transição de gênero é adequar o sexo biológico ao mental.

Adequação[editar | editar código-fonte]

A transição de gênero, ou sexual, dura anos e é um processo dispendioso e muitas vezes traumático, mas que na maioria dos casos é a única solução, já que não há cura para a transexualidade que não pela adequação física. No passado tentou-se fazer o contrário, ao tentar adequar a mente ao corpo através de terapia comportamental e hormonal, o que redundou em grandes insucessos. A esmagadora maioria das pessoas transexuais e transgêneros que se submetem a uma transição completa relatam que finalmente encontraram a tranqüilidade que buscavam após anos de sofrimento em um “corpo que diziam não os pertencer”. Contudo, o processo não necessariamente culmina na Cirurgia de redesignação sexual, já que esta dependerá das necessidades do paciente e de onde ele quer chegar. Um diagnóstico de disforia mal-feito pode levar a arrependimentos futuros.

Transição paulatina[editar | editar código-fonte]

Atualmente, muitos médicos e terapeutas recomendam a transição paulatina, denominada método casulo, que é ir aos poucos mudando do sexo de origem para o escolhido, mas ainda vivendo discretamente no papel social do sexo de origem, sem chamar muito a atenção, para que assim traumas no convívio social sejam evitados ou abrandados.

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