Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário

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O Secretário Geral da União Soviética, Mikhail Gorbachev, e o presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, assinam o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário na Casa Branca, em 1987.

O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, conhecido como Tratado INF (do inglês: Intermediate-Range Nuclear Forces) é um tratado internacional entre Estados Unidos e União Soviética assinado na cidade de Washington, DC, em 8 de dezembro de 1987.[1] Firmaram o tratado pelos EUA o presidente estadunidense, Ronald Reagan, e, pela URSS, o secretário-geral soviético, Mikhail Gorbachev. Ratificado pelo Congresso dos Estados Unidos em 27 de Maio do ano seguinte, entrou em vigor em 1 de Junho de 1988.[carece de fontes?]

O acordo previa a eliminação dos mísseis balísticos e de cruzeiro, nucleares ou convencionais, cujo alcance estivesse entre 500 e 5 500 km. Até a data-limite de 1 de Junho de 1991, prevista no tratado, 2 692 mísseis foram destruídos[1] — 846 por parte dos Estados Unidos e 1 846 por parte da União Soviética. O acordo permitia a qualquer das partes inspecionar as instalações militares da outra.[carece de fontes?]

Contudo, em 20 de outubro de 2018 os Estados Unidos anunciaram a retirada do tratado. Segundo o presidente Donald Trump, os russos já estavam violando os termos do acordo há muitos anos. Esta decisão foi confirmada em 1 de fevereiro de 2019, quando os EUA, seguidos pela Rússia, decidiram suspender o tratado por 6 meses. [2][3] Em 4 de março, o presidente russo Vladimir Putin suspendeu oficialmente a participação do país no tratado.[4]

Notas

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