Trio elétrico

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Trio elétrico é o nome pelo qual, no Brasil, é chamado o caminhão adaptado com aparelhos de sonorização para a apresentação de música ao vivo, através de alto-falantes, em que são executados samba, frevos e outros ritmos.[1] É um dos maiores fenômenos de massa do Brasil.[2]

Teve sua origem em Salvador, no ano de 1950 e, ao longo das décadas, evoluiu ao ponto de se tornar um dos grandes atrativos do Carnaval da Bahia e outras festas do país.

Funcionamento[editar | editar código-fonte]

Trio Elétrico Canibal, Curitiba, 2015
Visão geral de um Trio Elétrico moderno.

O trio elétrico basicamente funciona alimentado por gerador de energia instalado no próprio trio, permitindo sua autonomia e movimentação durante a apresentação. O áudio captado através dos microfônes dos músicos e instrumentos, e dos demais instrumentos eletrônicos (guitarras, etc.), é mixado pela “mesa de som”, processado nos periféricos (equalização, cortes, efeitos, supressão de ruídos, etc.), amplificado através dos amplificadores, que consomem a energia do gerador para converter o sinal de áudio em grandes tensões que alimentam os alto-falantes e drivers, os quais por sua vez reproduzem o áudio com grande potência, acoplados a caixas acústicas e cornetas, que são responsáveis pelo direcionamento e alcance do som.

Atualmente os maiores trios do mercado são dotados de dois geradores, sendo um principal e um reserva, com controles e chaveamento eletrônicos, conferindo segurança durante os eventos. Os microfones são de altíssima qualidade, com captação perfeita e mínima distorção. As mesas de som, processadores e amplificadores são digitais, onde o equipamento basicamente é um computador de alta capacidade, que permite uma extrema qualidade e definição do som, com mínimas distorções e ruídos. Os alto-falantes utilizam materiais mais leves, gerando menos aquecimento e distorções. O projeto acústico das caixas de som evoluiu muito, gerando maior alcance, otimização da resposta às freqüências e minimização dos cancelamentos. O resultado desta combinação são trios com altíssimo volume sonoro, porém sem distorções, ruídos e freqüências “estridentes”, gerando som agradável, bem distribuído em todo o entorno do trio, e com longo alcance.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

O Trio Elétrico consiste em estrutura metálica construída sobre o chassi de caminhão ou carreta, sendo composta basicamente pela área superior, cercada por guarda-corpos e servindo como palco para os artistas e áreas de convidados, e pela parte interna da estrutura, que abriga os geradores de energia, equipamentos de som, camarins e banheiros. Externamente, visualizam-se os P.A.s (do inglês public arrays), que são os grupamentos de caixas de som, voltados para todos os lados do trio, promovendo a sonorização em todas as direções. Os P.A.s dianteiro e traseiro normalmente são mais elevados do que o restante da estrutura, promovendo assim um maior alcance do som nestas direções, e dão o visual característico e imponente dos trios.

Trio Elétrico Camaleão (Curitiba/PR, 1995 a 1999).
Trio Elétrico do tipo truck, típico dos anos 1990.

Até o final dos anos 1990, os maiores trios elétricos eram montados sobre caminhões do tipo “truck” (sem articulação, com um eixo dianteiro e dois eixos traseiros). A característica marcante do visual destes trios era o P.A. dianteiro sobreposto à cabine do caminhão, avançando além o limite do para-choques dianteiro muitas vezes, o que promovia uma melhor sonorização na parte dianteira dos trios. Os trios “trucados” tinham algumas limitações, como a dimensão (comprimento máximo 16 metros) e o peso (máximo 25 toneladas), juntamente com uma maior dificuldade de manobras e de deslocamento nas estradas.

Trio Elétrico Canibal, Curitiba/PR
Trio Elétrico tipo carreta, do início dos anos 2000.

No início dos anos 2000, a grande maioria dos trios passou para uma construção sobre carretas (normalmente com três eixos), tracionadas por caminhões do tipo “cavalo mecânico”. Esta nova configuração possibilitou uma grande ampliação das dimensões (hoje existem trios com mais de 25 metros de comprimento e mais de 60 toneladas), o que possibilitou também expressivo aumento da capacidade sonora, mais espaço promovendo segurança e conforto para artistas e convidados, possibilidade de instalação de dois geradores de energia para maior segurança durante os eventos, bem como a incorporação de grandes e confortáveis camarins artísticos dentro dos trios, e banheiros em quantidade suficiente para a quantidade de pessoas em cima dos trios durante os eventos.

A dificuldade inicial dos trios em carretas era a impossibilidade do P.A. dianteiro avançar sobre a cabine (devido à articulação e a maior distância), gerando rebatimento do som na traseira da cabine, prejudicando muito a sonorização, ou culminando na necessidade de fabricação de trios muito altos, com dificuldade de circulação nas cidades e rodovias. Este problema foi sanado pela adoção de sistemas hidráulicos para elevação do P.A. dianteiro de forma que a projeção do som se de acima da cabine durante os eventos, e permitindo a circulação quando abaixado.

Junto com a evolução dos trios trucados para as carretas, vieram outras melhorias como a adoção de avanços laterais em toda a extensão do trio aumentando a área superior e as áreas internas, elevação do P.A. traseiro, utilização dos espaços sobre os P.A.s dianteiro e traseiro para convidados, cobertura do palco mais eficiente, adoção de materiais mais leves e resistentes na construção da estrutura, melhorias de design e acabamento com pinturas especiais e inox, redução dos espaços ocupados pelos geradores e amplificadores, liberando espaço interno para camarins e banheiros, entre outros.

Origens[editar | editar código-fonte]

Dodô e Osmar foram os inventores do trio elétrico do carnaval baiano. Dodô (Antonio Adolfo Nascimento) e Osmar Macedo conheceram-se em um programa de rádio em 1938. Os dois estudavam música e eletrônica e pesquisavam uma forma de amplificar o som dos instrumentos de corda. A amplificação aconteceu dez anos depois e, no carnaval de1950, a dupla saiu em cima de um Ford 1929[3] tocando em instrumentos adaptados as canções da Academia de Frevo do Recife, que se apresentava na ocasião em Salvador. Em um ano fizeram aperfeiçoamentos e incluíram mais um membro, Temístocles Aragão, formando assim o trio elétrico em 1951. No ano seguinte uma empresa de refrigerantes percebeu o enorme sucesso do trio e colocou um caminhãodecorado à disposição dos músicos, inaugurando o formato consagrado por todos os carnavais até hoje[4].

No começo de 1950 o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas do Recife partira para uma apresentação no Rio de Janeiro e, como a embarcação em que viajavam faria uma escala na capital baiana, a Prefeitura convidou-os para realizarem uma apresentação enquanto esta durasse. Assim, no dia 31 de janeiro daquele ano realizam um desfile pelas ruas de Salvador, como registrou Leonardo Dantas Silva: "rico estandarte alçado ao vento, morcego abrindo a multidão, balizas puxando dois cordões (...) tudo ao som de uma fanfarra de 65 músicos que, com seus metais em brasa, viriam naquele momento revolucionar a própria história da música popular brasileira."[5][6]

Logo a multidão empolgada acompanhava o cortejo, ao qual vieram os próprios músicos se misturar, em grande folia. Rumava o desfile para seu ponto alto na Rua Chile, então a principal artéria da cidade. Mas um incidente no qual um dos músicos pernambucanos se feriu fez com que o grupo interrompesse a apresentação, frustrando os que lá aguardavam sua passagem.[5]

Ilustração do primeiro trio elétrico - a "fobica" de Dodô e Osmar.
Estátua de Dodô e Osmar em Salvador, na Bahia.

Vendo a animação com que o público reagira ao frevo pernambucano, e para suprir a frustração provocada pela interrupção do desfile, Antonio Adolfo Nascimento - Dodô - e seu amigo Osmar Álvares Macêdo adaptam uma "forbica"[7] ligando à Bateria do automóvel um violão e um protótipo de guitarra[8] e saíram pelas ruas executando o ritmo recifense, com enorme sucesso.[5] Estava, assim, instituída a dupla elétrica Dodô e Osmar.

No ano seguinte incorporam mais um músico, inaugurando o nome com que seria imortalizado, de trio elétrico. Em 1959 apresentam-se em Recife, com patrocínio da Coca-Cola, fechando o ciclo das influências carnavalescas.[5]

Os trios vão ampliando em tamanho, na década de 1960, pelo uso de caminhões cada vez maiores. Ligados a blocos identificados por camisões coloridos - as mortalhas - os grupos passam a se isolar dos demais foliões por meio de cordas de separação. Destaca-se, desde então, o Trio Elétrico Tapajós, que é contratado pela prefeitura recifense para se apresentar naquela cidade. Em 1969 a canção Atrás do Trio Elétrico, de Caetano Veloso, divulga em todo o Brasil o fenômeno até então restrito aos dois estados nordestinos.[5]

Na década seguinte tem início a profissionalização, sendo o Trio Tapajós transformado numa empresa, em 1976. No ano 1978 Moraes Moreira leva o cantor para o trio, com a canção Assim pintou Moçambique.[5] Tem início uma nova fase do Carnaval Baiano, e do próprio trio, renovado com a presença vocal, na figura de Moraes, que apresenta sucessos cantados pela primeira vez no "palco móvel" dos trios, como "Varre, Varre Vassourinha" - homenagem ao Clube recifense que deu início a tudo - pois até então os trios eram exclusivamente instrumentais, como relembra o compositor Manno Góes.[9]

Moraes ligara-se ao guitarrista Armandinho, filho de Osmar Macedo, e experimentaram a inovação de trazer um cantor sobre o trio. O artista relata ainda que a ideia surgira anteriormente, em conversa com Gilberto Gil, onde esse observava que seria necessário "botar uma força no trio", pois já não aguentava mais escutar as mesmas coisas sendo tocadas.[10]

Terminologia do trio[editar | editar código-fonte]

Algumas palavras passaram a ter significados específicos, quando ligados ao trio elétrico: foram trieletrizadas.[11] Alguns neologismos do trio:

  • Abadá - Camisa destinada a identificar os integrantes do bloco de trio; somente aqueles que possuem o objeto podem ficar na parte interna das cordas que cercam o bloco.[12]
  • Camarote alternativo - nome que se dá aos apartamentos limítrofes aos circuitos da folia soteropolitana, que durante o carnaval são alugados aos foliões, para dali acompanharem a passagem dos trios.[13]
  • Cordeiro - espécie de segurança, contratado para segurar as cordas que cercam os integrantes do bloco de trio.[12]
  • Pipoca - folião que, não tendo abadá, fica de fora das cordas mas acompanha os trios que passam.[12]

Economia[editar | editar código-fonte]

O advento do trio elétrico marca a história do carnaval baiano, a partir de sua criação, dividido-a em 3 fases distintas: o surgimento e crescimento, a partir dos anos 1950; a participação dos blocos-afro e, finalmente, a criação dos blocos de trio.[14]

O trio permitiu a criação de uma nova indústria fora do eixo Rio-São Paulo: até então para algum artista vir a se projetar no cenário cultural havia uma "diáspora" para o Sul, onde buscava de alguma forma o reconhecimento; com o trio, isto passou a ocorrer na própria Bahia, e a partir dela. Antes artistas e grupos como Dorival Caymmi, Caetano Veloso, Novos Baianos, João Gilberto ou Chiclete com Banana - este último tendo saído e retornado, inicialmente, sem obter resultado - migraram para os estados até então monopolizadores da indústria cultura do Brasil.[14]

A junção do trio, do elemento afrodescendente renovador dos ritmos e da indústria autóctone, o carnaval baiano permitiu o surgimento de novos ritmos da chamada axé music (desde o fricote de Luiz Caldas; dos grupos de axé, como Banda Eva, Asa de Águia, Cheiro de Amor, Chiclete com Banana, Banda Beijo, Babado Novo, os de pagode baiano, como Ara Ketu Terra Samba e É o Tchan!, os de samba-reggae, como Timbalada e Olodum, e cantores, como Margareth Menezes, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Ricardo Chaves, Netinho, Gilmelândia, Claudia Leitte, Carla Visi, Carla Cristina e outros e grupos como Terra Samba e muitos outros.[14]

Com o trio o carnaval passou a ser também item estratégico para a administração pública e para a economia local, alavancando negócios no turismo cultural, no surgimento e manutenção de novos artistas e organizações (blocos, afoxés, trios "independentes"), produtos (abadás, discos, shows, etc.) até no próprio trio elétrico em si (alugueis e fabricação de trios) - matriz de tudo - movimentando verdadeiras fortunas a cada ano.[14]

Os Trios Elétricos eram montados sobre caminhões trucks, no final dos anos 90 Arsênio Oliveira do Trio Elétrico TOP 69 teve a ideia de montar sobre uma prancha de reboque o Trio Eletrico para ser puxado por um cavalo mecânico criando assim o primeiro Trio Elétrico carreta do país. Na época muitos comentaram que não daria certo a ideia. Ano seguinte, os grandes Trios Elétricos Independentes começaram a tirar suas carrocerias dos caminhões trucks e coloca-las sobre a prancha de reboque. Não havia projeto para o sistema elétrico, Arsênio contratou o técnico Josevaldo dos Santos que com os conhecimentos adquiridos na Indústria, e e informações do técnico em Som Clodoaldo Campos, dando início as normas e cálculos para um sistema seguro, introduzindo proteções e uma melhor redistribuição de cargas através de tomadas montadas em réguas com barramentos elétricos, balanceadas e protegidas contra surtos e transientes, foi implantada os quadros de disjuntores por circuito e feito o primeiro projeto elétrico do Trio, que antes era apenas um gerador e 04 disjuntores, hoje o sistema e feito com 02 geradores e proteções individuais de carga.[carece de fontes?]

Interação do público[editar | editar código-fonte]

Embora o crescimento do trio tenha permitido a criação de uma nova indústria de relativa importância na Bahia, sua essência permanece na relação entre o artista e o folião; a este respeito Betinho, músico filho de Osmar Macedo, declarou: "Quando a gente está tocando em cima do trio e vê aquele negão pulando lá embaixo... De repente, o negão pensa que você está tocando para ele dançar, mas não é. Ele é que está dançando para você tocar. É ele quem está lhe dando toda a informação de que você precisa para suingar. É uma troca muito feliz. Porque, de repente, você faz isso e depois vê a praça toda dançando igual ao negão. Quer dizer: ele mandou para você e você mandou para o povo."[2]

Efeitos auditivos e restrições[editar | editar código-fonte]

Nos anos 1960 os amplificadores usados tinham uma potência de 100 watts. Nos anos 1970 atingiam 20 a 30 mil watts, possuindo dez anos mais tarde valores entre 100 a 500 mil watts, capazes de provocarem danos à audição, sobretudo dos músicos.[15]

A pressão sonora sofrida pelos músicos do trio superam aos de músicos de rock e de orquestras, resultando tal exposição em sintomas como dor de cabeça, sensação de plenitude auditiva e tontura, além da presença de zumbidos com a perda da capacidade auditiva. Tais efeitos tornam necessárias medidas de proteção auricular por parte dos profissionais que tocam sobre os trios.[15]

Também entre os foliões e ouvintes involuntários (tais como moradores próximos ao trajeto dos trios) estão sujeitos aos efeitos nocivos do volume sonoro a que estão expostos, merecendo cuidados.[16]

Algumas cidades históricas têm proibido os trios em suas ruas, visando proteger os prédios das fortes vibrações causadas pela potência sonora excessiva, a exemplo da mineira Tiradentes e das goianas Pirenópolis e Goiás.[17]

Citações[editar | editar código-fonte]

Já num álbum de 1969 Caetano Veloso vaticinava: "Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu" (in: "Atrás do trio elétrico", do álbum Caetano Veloso). Na canção "Trio Elétrico" Caetano faz um jogo poético: "o trio eletro-sol rompeu no meio-di, no meio-dia"[18] "O trio elétrico, para quem é baiano, é uma coisa muito forte... Acho que nem dá para explicar. Eletricidade, música elétrica, para mim, vai ser sempre o trio elétrico." - Moraes Moreira[10]

Em 2009 a cantora Gilmelândia lançou a faixa "Rua" em homenagem aos 60 anos do trio, onde canta "Vem atrás de mim / Venha atrás do trio / Do caminhão / Levanta mão / E tira o pé do chão". Em 2010 Carlinhos Brown também lançou uma canção para homenagear os 60 anos do trio, intitulada "Parente do Avião", em que o refrão repete: "Ele é sexy / Ele é sexy / Ele é sexy / Ele é sexagenário", e o define, mais adiante: "O trio é de ninguém / O trio é regional / O trio é federal / O trio é o Brasil / Internacional". A canção conta com a participação de importantes nomes da axé music como Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Armandinho, Claudia Leitte & Luiz Caldas[19]

Referências

  1. Dicionário Aurélio, verbete trio - elétrico
  2. a b Jorge Moutinho (1999). «Trio Elétrico de Armandinho, Dodô e Osmar: a resistência do som da velha guitarra baiana» (PDF). “Cadernos do Colóquio 1998”, do Programa de Pós-Graduação em Música do Centro de Letras e Artes da Universidade do Rio de Janeiro, pp. 55-60.  line feed character character in |publicado= at position 90 (Ajuda)
  3. (em inglês)The origins of the Trio Eletrico in Bahia
  4. [1]
  5. a b c d e f Felipe Ferreira (2004). [[O Livro de Ouro do Carnaval Brasileiro]] Ediouro Publicações [S.l.] pp. 388 e seg. ISBN 8500014814.  Ligação wiki dentro do título da URL (Ajuda)
  6. Nota: o autor refere-se ao ano deste fato como sendo 1951; ocorre, entretanto, que diversas outras fontes dão-no como tendo sido em 1950 - razão pela qual corrigiu-se, aqui no verbete, a data do surgimento do trio elétrico.
  7. Nota: Apelido dado ao carro Ford Bigode
  8. Nota: o "pau elétrico" - hoje chamado de Guitarra baiana, criada portanto antes da "invenção" da guitarra elétrica
  9. Almir Chediak (2007). Choro, Volume 1 Irmãos Vitale [S.l.] p. 136. ISBN 8577360040. 
  10. a b Ana Maria Bahiana (2006). Nada será como antes: MPB anos 70 - 30 anos depois Senac [S.l.] p. 256. ISBN 8587864947. 
  11. Rede Bahia (2010). «Domingo no RBR». TV Bahia. Consultado em 23/10/2010. 
  12. a b c Elaine Patrícia Cruz (16/02/2010). «Homenageados do carnaval deste ano, trios elétricos atraem multidões em Salvador». Agência Brasil. Consultado em 23/10/2010. 
  13. Elaine Patrícia Cruz (13/02/2010). «Para curtir carnaval em Salvador, vale até alugar camarote alternativo». Agência Brasil. Consultado em 23/10/2010. 
  14. a b c d Paulo Miguez (novembro de 1998). «Cultura, Festa e Cidade: Uma Estratégia de Desenvolvimento Pós-Industrial para Salvador». Revista de Desenvolvimento Econômico, nº 1, pág. 41 a 48. Consultado em 22/10/2010. 
  15. a b Iêda Chaves Pacheco Russo, Teresa M. Momensohn Santos, Bárbara Brady Busgaib, Francisco José V. Osterne (Novembro - Dezembro de 1995). «Um estudo comparativo sobre os efeitos da exposição à música em músicos de trios elétricos». Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 2131 - Vol. 61, Edição 6. Consultado em 22/10/2010. 
  16. Nelson Caldas, Fábio Lessa, Silvio Caldas Neto (Maio - Junho de 1997). «Lazer como risco à saúde - o ruído dos trios elétricos e a audição». Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 1898 - Vol. 63, Edição 3. Consultado em 22/10/2010. 
  17. Leandra Felipe (17/2/2010). «Carnaval de Goiás não permitiu trios elétricos no centro histórico». Agência Brasil. Consultado em 23/10/2010. 
  18. Almir Chediak, Caetano Veloso (1988). Caetano Veloso Songbook, volume I 6ª ed. Irmãos Vitale [S.l.] pp. 8; 32. ISBN 8585426438. 
  19. «Carlinhos Brown lança música em homenagem ao trio elétrico na Micareta de Feira». A Tarde Online. 18/04/2009. Consultado em 22/10/2010. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • 50 anos do trio elétrico - Fred de Góes, Editora Corrupio, 2000, ISBN 8586551082, 168 pág.
  • Sonhos Elétricos - Moraes Moreira, Azougue Editorial, 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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