Tripé macroeconômico

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O tripé macroeconômico foram um conjunto de medidas adotadas em 1999 como base da política econômica do governo Fernando Henrique Cardoso, posteriormente mantido no governo Lula. O tripé foi abandonado no governo Dilma Rousseff e em seu lugar foi adotada a chamada nova matriz econômica, que, por sua vez, foi apontada como uma das causas da crise de 2014.[1] As medidas que compunham o tripé eram:[2][3]

  1. Câmbio flutuante – O valor das moedas internacionais oscilam livremente, sem influência artificial.
  2. Metas fiscais – Com elas, o governo se compromete a respeitar determinado patamar de gastos e receitas.
  3. Metas de inflação – Cabe ao Banco Central do Brasil perseguir uma meta de inflação. Essa meta é uma faixa de, por exemplo, entre 4 e 5% de inflação no ano.

O tripé faz com que a confiança dos credores no país aumente, uma vez que garante estabilidade e austeridade, fatos que facilitam o superávit primário e/ou pagamento de dívidas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Dilma abandonou tripé macroeconômico em 2015, diz relator do TCU». Valor Econômico 
  2. «O que é o tripé macroeconômico. Ele ainda existe no Brasil?». Nexo Jornal. Consultado em 7 de junho de 2019 
  3. «Tripé macroeconômico: Descubra o que é e como ele teve início no Brasil». www.sunoresearch.com.br. Sunoresearch. Consultado em 11 de junho de 2019 
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