Tuna Académica da Universidade de Coimbra

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A Tuna Académica da Universidade de Coimbra (TAUC) é um dos oito Organismos Autónomos da Associação Académica de Coimbra. Fundada em 1894, tendo como primeiro regente António Barbas e ,como primeiro Presidente Francisco Joaquim Fernandes, divulga o espírito e saudade Coimbrã pelo país e pelo mundo através da interpretação de um completo e vasto repertório. Actualmente, composta por três grupos, dos quais a mais antiga e "fundadora" Orquestra, a Big Band "Rags" e o Grupo de Fados.

Tendo como base de vida e continuidade os estudantes, a TAUC tem uma história rica que incorpora nomes como José Afonso, António Egas Moniz, António Nobre, Vergílio Ferreira, Artur Paredes, Edmundo Bettencourt, Luiz Goes, entre outros.

A T.A.U.C. insere-se num grande movimento tunante que foi despoletado em finais do séc. XIX por toda a Europa, muito em razão da influência da "Estudiantina Fígaro[1] " (com passagem por Portugal em 1878) .

Foi com as visitas da Tuna de Santiago de Compostela e de Salamanca (bem como de Valadolid e Córdova), nos anos 1880 e 1890 (e seguintes) que a tuna se institucionaliza definitivamente em Portugal[2] , quer no meio popular quer no meio académico, tornando-se um fenómeno social e cultural ímpar que voltaria a ter novo momento de exponencial ressurgimento na década de 1980-90[3] .

História[editar | editar código-fonte]

A T.A.U.C. (Tuna Académica da Universidade de Coimbra) foi fundada em 1894, sendo os seus primeiros órgãos sociais assim constituídos:

Presidente: Francisco Joaquim Fernandes, 4ºano de Direito

Tesoureiro: Diogo Marreiros Netto, 3ºano de Direito

Secretário: Alberto de Vasconcellos Moraes, 2ºano de Direito

Porta-bandeira: Jayme Leal, 2º ano de Filosofia

Regente: dr. António Simões de Carvalho Barbas

Sub-regente: José Cochofel, 4ºano de Direito 

Tuna Académica de Coimbra, 1894

  No ano de 1895-96 e 1897-99, a T.A.U.C. será presidida pelo então estudante de Medicina, António Egas Moniz, um dos mais notáveis estudantes da Universidade de Coimbra, laureado com o Prémio Nobel que, sem nenhum instrumento saber toca,r se juntava ao grupo com os seus eloquentes discursos onde demonstrava o seu orgulho por ser estudante e por sê-lo em Coimbra.

A Tuna, para além da orquestra que juntava o agrupamento clássico de violinos, flautas e clarinetes ao popular, com as guitarras e bandolins, fazia-se, muitas vezes, acompanhar de Grupos de Teatro, de Guitarra e Canto de Coimbra e, até, grupo de atletismo[4] , e outras com o Orfeão Académico constituindo um espectáculo variado e uma abrangência cultural que era igualmente complementada por discursos e recitação de poesia. Deste modo há que realçar que a música surgia como uma actividade extra-escolar que reunia estudantes dos mais diversos cursos universitários e com as mais variadas ambições, não sendo de estranhar as várias personalidades a ela estejam ligados e que se notabilizaram por uma actividade profissional distinta da música como os escritores António Nobre e Vergílio Ferreira, assim como os médicos Sobral Cid e o já referido Egas Moniz, entre outros.

A T.A.U.C., ao longo da sua história, levou o espírito da Cidade do Mondego por Portugal continental e insular, assim como por vários países da Europa, América, Ásia e África, tendo como referência das suas representações internacionais a Viagem ao Brasil em 1925, o Périplo de África em 1956 e a Digressão ao Extremo Oriente em 1970 na qual foi recebida na residência de férias do Papa Paulo VI onde se interpretou fado e guitarradas de Coimbra. Nestas deslocações, para além do enriquecimento cultural por parte dos estudantes que delas fizeram parte, nomeadamente nas viagens ao Brasil e às ex-colónias portuguesas de África, evocou-se a intraduzível Saudade de Coimbra como que materializando a voz do poeta que exclama “ter saudades dela quem nela nunca viveu” o que certamente ficou comprovado com as ovações de sentida emoção desenhada no rosto de quem partilhava os momentos de um espectáculo protagonizado pela Tuna de Coimbra.

Com este cariz musical, ao longo dos seus mais de 100 anos de existência, vários foram os grupos formados na T.A.U.C. sendo de destacar o Ensemble de Plectros “Carlos Seixas” que homenageando este reconhecido compositor de Coimbra divulgava obras interpretadas por instrumentos de plectro como o bandolim, bandola, e cravo. É igualmente de destacar a vasta diversidade destas “variedades” como a existência de Orquestra de Tangos, Grupo de Música Popular, Grupo de Música Antiga, Orquestra Ligeira e mais recentemente uma Big Band, entre outros.

À parte da produção própria dos seus vários grupos, a T.A.U.C. tem-se destacado também pela organização de eventos em Coimbra dos quais se podem referir Ciclos Sinfonia e Ciclos de Música Instrumental dando a conhecer a esta cidade os mais distintos agrupamentos e individualidades, desde o compositor António Vitorino de Almeida, Paco de Lucia e Carlos Paredes a Orquestras como a Orquestra Nacional do Porto, Orquestra de Bandolins da Madeira, Orquestra Filarmonia das Beiras, entre outras, não sendo de deixar de referir variadíssimos grupos de formação mais pequena de vários pontos da Europa, assim como a participação de vários grupos dos mais variados estilos de música desde a música medieval à música mais moderna como o Jazz.

Dos grupos de Canção e Guitarra de Coimbra que se cruzaram com a T.A.U.C. fizeram parte grandes vultos dos quais se poderia citar uma vasta lista, mas pela sua destacada importância refere-se como ilustrativo de toda uma tradição e de uma forma de pensar: Artur Paredes e José Afonso, um por sublime genialidade de inovação na guitarra de Coimbra e outro pela aspiração sincera de Liberdade.

Pelo seu trabalho e pela reputação que atingiu não só a nível local mas com bastante relevância a nível nacional e internacional a T.A.U.C. foi agraciada com as mais honrosas distinções como a Comendadora da Ordem de Benemerência (20 de Maio de 1939) e Comendadora da Ordem Militar de Cristo (10 de Dezembro de 1940),[5] Medalha de Ouro das cidades de Coimbra e Leiria assim como a Cruz do Ayuntamento de Oviedo e a Medalha “Pro-Musica” do Ministério da Educação Belga. O que mostra que cumprindo a função divulgativa da arte musical não se deixa de lado o esforço e dedicação para apresentar um trabalho de qualidade que mesmo em circunstâncias amadoras tendem a não representar uma limitação à férrea vontade dos estudantes de musicalmente contribuirem para um enriquecimento cultural de si próprios e daqueles que atentamente os escutam.

A sua relevância musical tornou-se mais evidente quando na década de 80 se criou uma Escola de Música com o intuito de proporcionar aos estudantes uma formação musical mais sólida, na teoria musical e na prática instrumental, o que servia não só para melhorar a qualidade artística dos grupos mas também para proporcionar formação a quem com poucos conhecimentos musicais pretendia fazer parte desse convívio. De referir o pioneirismo desta Escola no ensino por música de Guitarra Portuguesa que daria uma forma mais sistemática e autónoma de aprender este instrumento o que até então se fazia habitualmente sem suporte escrito em notação musical. Desta iniciativa surgiu o “Método de Guitarra Portuguesa” que consolida a vontade de perpetuar a tradição deste instrumento tão português que sempre acompanhou a música de Coimbra.

Numa iniciativa mais intrinsecamente ligada aos instrumentos musicais desenvolveu-se também na década de 80 uma Oficina-Escola onde era dada formação de construção de instrumentos musicais. Iniciativa esta da qual se destacou o formando e depois formador Fernando Meireles que desenvolve nas instalações da TAUC a sua actividade tornando-se uma referência na construção de sanfonas, bandolins e guitarras portuguesas.

A suposta ligação à Estudantina de Coimbra de 1888[editar | editar código-fonte]

A T.A.U.C. não resulta, contrariamente ao que se julgava, da Estudantina de Coimbra fundada em 1888 (em resultado da visita, nesse ano, da Tuna Compostelana a Coimbra, Porto e Lisboa), a qual tinha por primeiro presidente o estudante Artur Pinto da Rocha e, como regente, o laureado dr. Simões Barbas.

A Estudantina de Coimbra de 1888-1890

Com efeito, a Estudantina de Coimbra, fundada em 1888, extingue-se abruptamente em 1890, tendo sido a sua última aparição formal em Junho de 1890, por ocasião do casamento de um dos seus principais dinamizadores, e primeiro presidente, Artur Pinto da Rocha (que foi um dos fundadores da AAC em 1887).

Houve, em 1891, uma tentativa de ressurgimento da Tuna, chegando a haver ensaios e tudo, mas só em 1894 é que surge, de facto, para ficar, até hoje, a T.A.U.C.

" Corria o ano de 1891 e o boémio Jayme Leal fazia despertar num grupo de rapazes alegres e joviais a simpática ideia da formação de uma Tuna exclusivamente composta de académicos. Esta ideia foi recebida com as mais vivas manifestações de júbilo e entusiasmo por todos os estudantes de Coimbra, e não levou muito tempo a converter-se em realidade. Dentro em breve a Tuna estava fundada, e de dia para dia sentia engrandecer-se por um selecto conjunto de aptidões, que no seu seio se aperfeiçoavam e desenvolviam. " [6]

Na verdade, nunca passou das boas intenções. Mas note-se a passagem: "... a simpática ideia da formação de uma Tuna exclusivamente composta de académicos.", o que reforça a ideia, já acima avançada, de que se pretendia, na época, algo totalmente diferente da Estudantina de 1888-1890: um grupo só de estudantes, preferencialmente universitários.

Tal está bem explicado na obra "Qvid Tvnae? A Tuna Estudantil em Portugal"[7] , a qual também tem por referência a obra dos irmãos Nascimento, "Estudantes de Coimbra em Orquestra - T.A.U.C. - 1888-1913"[8] .

A verdade é que parece ter havido, ao longo de anos, uma espécie de "recalendarização", motivada pelo desejo de conferir antiguidade, muitas vezes mais com base na interpretação que mais jeito dava dos factos.

 Veja-se, a título de exemplo, que o Notícias de Coimbra de 1940[9]   refere, na página 5, que a T.A.U.C. irá festejar os seu 50º aniversário, colocando a fundação não em 1888 mas em 1890 (o ano em que precisamente se terá extinto).

 António José Soares, em "Saudades de Coimbra"[10]   também refere festejos do 50º aniversário da TAUC ocorrido em Abril de 1940, e que teve participação dos, então, actuais e antigos tunos em sarau promovido no Teatro Avenida.

Estranha-se tal, dado que estes informes colidem quer com a ideia da fundação em 1888, quer com as provas documentais que apontam para 1894.

1890 é precisamente o último ano de actividade da Estudantina de Coimbra, fundada 2 anos antes, pelo que parece haver aqui alguma confusão ao colocar a fundação do grupo no seu último ano de actividade. Esta flutuabilidade de datas reforça a ideia de que, nos anos 40, já se andava "aos papéis" por falta de confirmação dos papéis (leia-se fontes fidedignas e documentais).

Por que razão, os tunos da T.A.U.C., em 1940, apontaram para o ano de 1890?

Estranho.

A verdade é que nos anos de 1891,1892 e 1893 não há notícia de qualquer actividade ou existência da Tuna (salvo, em 1891, a tal notícia da tentativa de formação da tuna com ensaios e tudo, mas sem nunca ter saído da sala de ensaios).

Até prova em contrário, impera o que é lógico: a Estudantina de Coimbra é algo diferente e díspar da T.A.U.C., por mais que esta última, a partir de determinada altura (décadas mais tarde) se tenha assumido herdeira do grupo fundado em 1888 (e a que ajudou o facto de, na linguagem comum da época e dos jornais, este tipo de agrupamentos receber tanto a designação de estudantina como tuna, de forma indistinta e, muitas vezes, concomitante[11] ).

Facto é que T.A.U.C., com a estrutura e organização que até hoje foi perdurando, é um organismo que surgiu apenas em 1894 e que o fez precisamente de forma distinta da experiência da anterior Estudantina (designação não retomada e que evidencia o corte e natureza díspar do grupo).

 Quando fundada, apenas o seu regente e uma peça do seu repertório (o Hino Académico[12] ) transitaram da antiga estudantina.

Apenas resta saber se também o estandarte (que existia em 1888, conforme cliché da época o atesta), embora ponhamos fortes reservas a tal ideia, naturalmente.

"18 de Março – “Conta já mais de 60 executantes a tuna académica que nesta cidade vai constituir-se, de cuja regência se encarregou o laureado maestro dr. Simões Barbas. Os ensaios começarão activamente depois das férias de Páscoa numa casa que o sr. Reitor da Universidade tenciona ceder para esse fim.”[13]

Como se pode ler, não se fala em reconstituir, refundar, reorganizar, mas constituir. Estamos perante a formação de um grupo totalmente novo, criado de raiz.

Pelos dados existentes na citada obra dos irmãos Nascimento, e que pode pecar por defeito (não garantimos que não apareça um documento perdido no arquivo da T.A.U.C. a contrariar), comparando o elenco dos membros da Estudantina em 1888-89 com a T.A.U.C. formada em 1894 (de que só dispomos dos órgãos directivos), nenhum elemento referido do grupo de 1894 fez parte da formação anterior (isto apesar de alguns serem alunos do 4º ano, como o presidente, Francisco Joaquim Fernandes ou o sub-regente José Cochofel - com anos de universidade suficientes para poderem ter estado na estudantina extinta em 1890).

No elenco detalhado dos membros da .TA.U.C. de 1895, nenhum nome coincide com a lista de elementos da antiga Estudantina.

Mas olhemos os seguintes excertos que são suficientemente ilustrativos, datados de 1894:

“Devido aos esforços de meia dúzia de rapazes da nossa Universidade acha-se de novo organizada a Tuna Académica, tendo-se realizado na terça-feira passada [10 de Abril] o primeiro ensaio.”[14]

Para sermos sérios e honestos, nada permite inferir da passagem "... acha-se de novo organizada a Tuna Académica" como tratando-se da Estudantina de 1888, até porque nem sequer o termo "estudantina" é usado. Será referência à tentativa de formação da Tuna em 1891?

Não sabemos.

Seja como for, até a imprensa da época tem de ser lida dentro de um contexto: usava-se indiscriminadamente o termo "Tuna" e "Estudantina" para se referirem à mesma coisa, o que torna difícil perceber exactamente aquilo que o jornalista que redigiu a notícia quereria dizer; e se estava, ou não, a fazer distinção.

Aliás, a TAUC era igualmente apelidada de "Estudantina"[15] [16] , fosse porque era termo sinónimo, fosse porque ressoava ainda o enorme êxito do grupo de 1888 (uma extensão vocabular que ocorreu, por exemplo, com o termo "batina", que continuou a ser usado para designar a casaca do traje estudantil, embora não se tratando da velha "abatina").

Recordemos, contudo, que a notícia sai no mês seguinte à que relatou “Conta já mais de 60 executantes a tuna académica

que nesta cidade vai constituir-se, de cuja regência se encarregou o laureado maestro dr. Simões Barbas." que transcrevemos acima, ainda há pouco.

“Apresenta-se hoje [13 de Maio] pela primeira vez a tocar na Universidade em obséquio ao sr. Reitor, a tuna académica, dirigida pelo sr. dr. Simões Barbas.”[17]

Se a referida apresentação de dia 13 de Maio ao reitor teve lugar não sabemos. Mas concedemos que assim tenha sido. O facto é que é apenas em Maio de 1894 que a T.A.U.C. vê a luz do dia.

Em finais de Maio (dias 26 e 27) dá concerto em Aveiro.

Tudo isso pode ser confirmado na obra citada dos irmãos Nascimento, que o leitor pode consultar nas páginas 44-46 da versão digital[18]

Grupos actuais[editar | editar código-fonte]

Orquestra[editar | editar código-fonte]

A Tuna Académica da Universidade de Coimbra sempre foi um espaço múltiplo, diverso e rico em diferentes projectos. De facto, desde a sua fundação, vários foram os grupos que nasceram no seu seio (musicais, dramáticos, de danças e variedades), mas é a Orquestra a face mais visível desta instituição, constituindo, em termos históricos, o principal elo de continuidade.

Em traços gerais, a composição instrumental enquadra-se nos conjuntos orquestrais clássicos, no entanto, este grupo integra diferentes naipes de instrumentos de corda percutida e dedilhada que, podemos dizer, individualizam as tunas (bandolins, bandolas, bandoloncelos e violas). O repertório, exclusivamente instrumental, é um mosaico sincrético que reúne excertos de óperas e concertos clássicos, passando pela música popular portuguesa, até à musica pop e rock.

Big Band «Rags»[editar | editar código-fonte]

O grupo Rags foi criado no seio da T.A.U.C. em 1995, pelo seu director artístico André Granjo. Inicialmente, com uma composição diminuta, ficou conhecido pelas suas interpretações de rags de Scott Joplin. Sempre em constante mudança e adaptando-se em função da disponibilidade de elementos, adquiriu em 1999 a estrutura de uma "Big Band", atingindo a sua actual formação cerca de 30 elementos. Com trompetes, clarinetes, saxofones, trombones, trompas, piano, guitarra, baixo, violoncelo e bateria, tem apresentado nos seus espectáculos, um reportório variado, que vai desde os rags até ao jazz contemporâneo, passando por temas célebres do rock, dos anos 50 e 60.

Sons de Coimbra[editar | editar código-fonte]

Desde a sua fundação até a actualidade, o canto e a Guitarra de Coimbra sempre marcaram presença na actividade da TAUC. Grandes vultos como Edmundo Bettencourt, Paradela de Oliveira, Artur Paredes, António Portugal, José Afonso, Luis Goes, entre outros fizeram parte de formações vocais e instrumentais que foram surgindo ao longo do tempo no seio da TAUC ou com ela actuaram.[19]

Referências

  1. O. Martín Sárraga (26-03-2014). a Fígaro, estudiantina más viajera del siglo XIX Tvnae Mvndi.
  2. Eduardo Coelho & Jean-Pierre Silva (24 Abril 2014). As Origens da Tuna em Portugal (Séc. XIX e XX) Tvnae Mvndi II Congresso Ibéroamericano de Tunas - Múrcia, 24 e 25 de Abril de 2014.
  3. Eduardo Coelho & Jean-Pierre Silva (25 Abril 2014). A Tuna Portuguesa Contemporânea 1980-95 e Ss. Tvnae Mvndi II Congresso Ibéroamericano de Tunas - Múrcia, 24 e 25 de Abril de 2014.
  4. Qvid Tvnae?: A Tuna Estudantil em Portugal. [S.l.: s.n.], 2010. p. 178. ISBN 978-989-97538-0-8
  5. http://www.ordens.presidencia.pt/
  6. NASCIMENTO, António José S.e NASCIMENTO, José António S.. Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913). [S.l.: s.n.], 2010. p. 41. ISBN 978-84-9981-198-7
  7. Coelho, Eduardo. QVID TVNAE?: A Tuna Estudantil em Portugal. [S.l.]: Euedito, 2011. 316 p. p. 173-175. ISBN 978-989-97538-0-8
  8. Nascimento. Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913). [S.l.: s.n.], 2010. p. 37-45. ISBN 978-84-9981-198-7
  9. (12-04-1940) "50º aniversário da TAUC". Notícias de Coimbra.
  10. Soares, António José. Ano de 1940. Saudade de Coimbra - 1934-1949 (Vol. III). [S.l.]: Almedina, 1985. p. 343.
  11. O. Martín Sárraga (06-07-2015). Durante el cambio del siglo XIX al XX fue enorme el seguimiento periodístico de los viajes de Tunas entre España y Portugal Tvnae Mvndi.
  12. Entoado por quase todas as tunas estudantis da época,
  13. Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913). [S.l.: s.n.], 2010. p. 42-43. ISBN 978-84-9981-198-7
  14. Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913).. [S.l.: s.n.], 2010. p. 43. ISBN 978-84-9981-198-7
  15. Situação que se prolongou até inícios do séc. XX, dado que até a imprensa do país vizinho referia qualquer Tuna portuguesa como "estudiantina" (Vd. QVID TVNAE? A Tuna Estudantil em Portugal. [S.l.: s.n.], 2011. ISBN 978-989-97538-0-8")
  16. O. Martín Sárraga (09-05-2015). El paso de llamarse “Estudiantina” a “Tuna”, una transición de algo más de medio siglo Tvnae Mvndi.
  17. Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913).. [S.l.: s.n.], 2010. p. 43. ISBN 978-84-9981-198-7
  18. NASCIMENTO, António José S.e NASCIMENTO, José António S. (2010). Estudantes de Coimbra em Orquestra: Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888 1913). TAUC. Visitado em 09-06-2015.
  19. TAUC. Site da TAUC TAUC.