Turismo Militar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ambox important.svg
Este artigo ou seção parece estar escrito em formato publicitário ou apologético.
Por favor ajude a reescrever este artigo para que possa atingir um ponto de vista neutro, evitando assim conflitos de interesse.
Para casos explícitos de propaganda, em que o título ou todo o conteúdo do artigo seja considerado como um anúncio, considere usar {{ER|6|2=~~~~}}, regra n° 6 da eliminação rápida.

O Turismo Militar é um novo tipo de turismo, criado em 2014, pelo Ministério da Defesa Nacional Português, em conjunto com várias entidades ligadas ao Turismo em Portugal.[1] Tem como principal objetivo dar a conhecer aos turistas, nacionais e estrangeiros, a História Militar de Portugal através da vida de vários heróis portugueses que tenham participado nas várias temáticas apresentadas.[2]

O Turismo Militar, no seu projeto inicial, apresentou o Roteiro da Defesa do Alentejo, inserido no contexto da Guerra da Restauração, contando a história através do herói Dinis de Melo e Castro.

Ao mesmo tempo, este tipo de turismo pretende revitalizar espaços militares outrora abandonados, por forma a revitalizar as economias locais envolvidas.[3][4][5]

Roteiros do Património Militar em Portugal[editar | editar código-fonte]

Roteiro da Defesa do Alentejo[editar | editar código-fonte]

Inserido no contexto da Guerra da Restauração, o roteiro de turismo militar da Defesa do Alentejo é uma série de passeios pelo património, maioritariamente militar, localizado no Alentejo, particularmente nos distritos de Portalegre e Évora.

Tem como foco principal a cidade fronteiriça de Elvas, que em 2012 foi considerada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade devido ao maior conjunto de fortificações abaluartadas do mundo, onde se encontram as Muralhas de Elvas e o centro histórico de Elvas.[6][7][8]

Com Elvas, fazem parte do roteiro os concelhos de Estremoz, Borba, Vila Viçosa e Campo Maior.

O Roteiro da Defesa do Alentejo contará a história da Guerra da Restauração Portuguesa, entre 1640 e 1668, através do olhar de um soldado português, Dinis de Melo e Castro, que combateu ao longo de todos os 28 anos de guerra contra os exércitos de Filipe IV de Espanha.

Guerra da Restauração[editar | editar código-fonte]

A Guerra da Restauração foi um confronto militar que opôs os reinos de Portugal e Espanha, colocando um ponto final à dinastia Filipina que reinava os portugueses desde 1580.

Teve início no dia 1 de Dezembro de 1640, com a aclamação de D. João IV como 21º rei de Portugal, recusando a continuação de Filipe III de Portugal, IV de Espanha como rei.

A Guerra durou de 28 anos, terminando efetivamente no dia 13 de Fevereiro de 1668, com a assinatura do Tratado de Paz, sendo na altura regente de Portugal o Infante D. Pedro, futuro Rei de Portugal D. Pedro II, O Pacificador.

Dinis de Melo e Castro[editar | editar código-fonte]

Dinis de Melo e Castro é o herói que os turistas irão acompanhar ao longo do Roteiro da Defesa do Alentejo. Apesar de ser uma figura pouco conhecida da maioria, este português atravessou todo o período da Guerra da Restauração, elevando-se desde a posição de soldado de infantaria até capitão general da cavalaria.

Participou em todas as grandes batalhas da Restauração, além de mais de uma centena de escaramuças, onde foi ferido mais de vinte vezes.

Património do Roteiro da Defesa do Alentejo[editar | editar código-fonte]

De seguida, apresenta-se todo o património escolhido e inserido no Roteiro da Defesa do Alentejo, passível de ser visitado:

Figuras envolvidas[editar | editar código-fonte]

De seguida, apresentam-se as figuras mais importantes durante o período da Guerra da Restauração, tidas em conta para o Roteiro da Defesa do Alentejo. Nesta lista encontram-se os reis, regentes e comandantes que ao longo dos 28 anos de guerra decidiram o destino de ambos os reinos, além do herói do Roteiro:

Roteiro da Defesa do Médio Tejo[editar | editar código-fonte]

Durante a Reconquista Cristã do século XII, Dom Afonso Henriques, O Conquistador e primeiro rei de Portugal, lutou contra os Mouros da Península Ibérica com intenção de conquistar novo território para o mais novo reino da Europa.

Para tal, contou com a preciosa ajuda da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou Templários e, principalmente, do 4º Grão-Mestre da Ordem em Portugal, Gualdim Pais.

O roteiro do Médio Tejo terá como foco principal o distrito de Santarém e, em particular, a cidade de Tomar, considerada a Capital Templária de Portugal, fundada e construída, entre outras, por Gualdim Pais.

Os Templários em Portugal e a defesa da fronteira do Médio Tejo[editar | editar código-fonte]

Os Templários fundaram a sua primeira sede em Portugal no local da [Fonte da Arcada]. No entanto, este seria apenas o primeiro passo em território português. No dia 19 de Março de 1128, D. Teresa doa o Castelo de Soure aos Templários, passando esta localidade a ser sede da Ordem. A doação seria confirmada por [Afonso Henriques] no ano seguinte: "(...) esta doação faço, não por mando, ou persuasão de alguém, (...) e porque em a vossa Irmandade sou Irmão (...). Eu o Infante D. Afonso com a minha própria mão roboro esta carta." (excerto da carta de doação de Soure por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários)

Continuamente crescendo em Portugal, seria com o Mestre Gualdim Pais que a Ordem atingiria o seu apogeu. Além da Cidade de Tomar, do seu castelo e convento de Cristo, Gualdim Pais fundaria também os Castelos de Almourol, Idanha, Cera ou Pombal, entre outros, formando a linha de Defesa do Médio Tejo.

Gualdim Pais[editar | editar código-fonte]

Gualdim Pais acompanhou o nascimento do reino, tendo sido armado cavaleiro na batalha de Campo de Ourique, a mesma em que Dom Afonso Henriques foi aclamado rei[9], participando depois na conquista de Lisboa e Santarém.[10]

Depois de uma passagem pela Terra Santa, Gualdim Pais voltou para Portugal onde se tornou responsável pela defesa da Linha do Médio Tejo, que protegia a fronteira entre o território de Afonso Henriques e a capital, na altura, Coimbra.

Património do Roteiro da Defesa do Médio Tejo[editar | editar código-fonte]

De seguida, apresenta-se todo o património escolhido e inserido no Roteiro da Defesa do Médio Tejo, passível de ser visitado:

Figuras Envolvidas[editar | editar código-fonte]

De seguida, apresentam-se as figuras mais importantes durante o período da Ordem dos Templários em Portugal, entre o nascimento da mesma e a morte do 4º Mestre da Ordem, D. Gualdim Pais:

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]