Tyler Cowen

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tyler Cowen
Nascimento 21 de janeiro de 1962 (56 anos)
Condado de Bergen
Cidadania Estados Unidos
Alma mater Universidade Harvard, Universidade George Mason
Ocupação economista, pedagogo, escritor, blogueiro, professor universitário
Empregador Universidade George Mason

Tyler Cowen (21 de janeiro de 1962) é um economista estadunidense, acadêmico e escritor. Ele ocupa a cátedra Holbert C. Harris de Economia na Universidade George Mason e é coautor, com Alex Tabarrok do popular blog Marginal Revolution. Atualmente ele escreve a coluna "Economic Scene" (Cenário Econômico) para o jornal New York Times e escreve para as revistas The New Republic e The Wilson Quarterly. Em fevereiro de 2011, Cowen foi nomeado pela The Economist como um dos mais influentes economistas da última década[1].

Escritos[editar | editar código-fonte]

O interesse principal de Cowen é a economia da cultura. Ele escreveu livros sobre a fama (What Price Fame?), arte (In Praise of Commercial Culture) e comércio cultural (Creative Destruction: How Globalization is Changing the World's Cultures). Em Markets and Cultural Voices, ele relata como a globalização está mudando o mundo de três pintores mexicanos. Cowen argumenta que o livre mercado muda a cultura para melhor, deixando-os envolver em algo que as pessoas desejam. Outros livros são: Public Goods and Market Failures, The Theory of Market Failure, Explorations in the New Monetary Economics, Risk and Business Cycles, Economic Welfare, e New Theories of Market Failure.

Política[editar | editar código-fonte]

Cowen tem sido classificado como um "barganhador libertário" (libertarian bargainer) - alguém com ideais libertários que não é tão radical[2]. Isto o coloca mais próximo de Friedrich Hayek do que o anarcocapitalismo de Murray Rothbard ou o anti-establishment de Ludwig von Mises. Em 2007, num artigo intitulado "The Paradox of Libertarianism", Cowen argumentou que os libertários "deveriam abraçar o mundo com o crescimento da riqueza, o crescimento da liberdade positiva, e sim, do crescimento do governo. Nós não temos de favorecer o crescimento do governo em si, mas precisamos reconhecer que às vezes é uma parte do pacote". Seu argumento foi criticado posteriormente por Bryan Caplan,[3] Justin Raimondo,[4] Christopher Westley,[5] e Doug MacKenzie.[6] Cowen apoiou bailouts na coluna do dia 2 de Março de 2009 no New York Times.[7]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.