Ultranacionalismo

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O ultranacionalismo é uma ideologias político-filosóficas de extrema direita, de teor populista e chauvinista.

O ultranacionalismo traz o sentimento de amor à nação ufanizada, com o sistema conservador.

A base do ultranacionalismo é o nacionalismo comum, que sozinho não se trata de uma forma de pensamento político(pois não tem sistema econômico e político, normalmente).

O ultranacionalismo supõe a homogeneidade étnica como base da manutenção da ordem política e social.

Jean-Marie Le Pen é uma das mais notórias figuras da ultradireita europeia.[1] Ultranacionalismo e xenofobia marcam o seu discurso.[2] Obteve 17,07% dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais francesas de 2002, pouco menos do que o então presidente Jacques Chirac (20%), mas superou o socialista Lionel Jospin, primeiro-ministro à época, que obteve apenas 16% dos votos e foi eliminado da disputa, assim como os demais candidatos da esquerda. Le Pen disputou o segundo turno com Chirac, de direita, que, afinal, foi o vencedor da eleição.[3] , no comando da Frente Nacional[4]

Jean-Marie Le Pen, um dos mais notórios políticos ultranacionalistas do mundo
Enéas Carneiro, o grande ultranacionalista do Brasil

O ultranacionalismo no Brasil[editar | editar código-fonte]

O ultranacionalismo no Brasil foi representado pelo falecido cardiologista e político Enéas Carneiro, muito popular na época, fundador do único e extinto partido ultranacionalista brasileiro, o PRONA.

Candidato à Presidência da República por três vezes, Enéas foi, em 2002, o deputado federal mais votado, com 1,57 milhão de votos. Para conseguir mais tempo na televisão[5] e alguns outros direitos que seriam perdidos pela cláusula de barreira, o partido se fundiu, em 24 de outubro de [2006, com o PL, criando o Partido da República. Pouco tempo depois, ele faleceu e os seus companheiros ultranacionalistas perderam espaço.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências