Ir para o conteúdo

Um Homem muito Especial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um Homem muito Especial
Informações gerais
Formato Telenovela
Gêneros
Criação Rubens Ewald Filho
Consuelo de Castro
Direção Walter Avancini
Elenco
Tema de abertura "Que me Venha Este Homem", por Fafá de Belém
País de origem  Brasil
Idioma original (em português)
Episódios 137
Produção
Duração 60 minutos
Formato
Formato de imagem 480i (SDTV)
Exibição original
Emissora Band
Transmissão 21 de julho de 1980 – 7 de fevereiro de 1981
Programas relacionados
Drácula, uma História de Amor

Um Homem Muito Especial é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Band de 21 de julho de 1980 a 7 de fevereiro de 1981, em 137 capítulos, às 20h, substituindo O Todo Poderoso e sendo substituída por Rosa Baiana.[1] Escrita por Rubens Ewald Filho até o capítulo 80 e, depois, por Consuelo de Castro, com colaboração de Jayme Camargo, sob direção de Antônio Abujamra e Atílio Riccó e direção geral de Walter Avancini. É uma continuação de Drácula, uma História de Amor, da TV Tupi, que teve apenas quatro capítulos exibidos antes da falência da emissora.

Contou com Rubens de Falco, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli, Cleyde Yáconis, Cláudia Alencar, Isabel Ribeiro, Paulo Castelli e Sandra Barsotti nos papéis principais.

Produção

[editar | editar código]

No final de 1979 a TV Tupi começou a produzir Drácula, uma História de Amor, inspirado no Conde Drácula, ideia de Walter Avancini após ele assistir um musical na Broadway.[1] A novela, escrita por Rubens Ewald Filho, estreou em 28 de janeiro de 1980, porém só teve 4 capítulos exibidos antes de ser cancelada em meio à falência da Tupi, sendo este o último produto original da emissora.[2] Avancini e Rubens fecharam um acordo com a Band para produzir a novela no canal, mudando de nome para Um Homem muito Especial.[3]

A maior parte do elenco original assinou com a Band, embora alguns atores tenham seguido para outras emissoras e seus personagens passados para outros artistas: Luiz Carlos passou de Flávio Galvão para Herson Capri, Suzana passou de Annamaria Dias para Tereza Campos, Tonico passou de Serafim Gonzalez para Luiz Carlos de Moraes, Vera passou de Bárbara Fazio para Wilma de Aguiar e Padre Guedes passou de Elias Gleizer para Fábio Tomazini.[1]

Paulo Goulart, o oráculo de Drácula, e Edson Celulari, o noivo de Mariana, assinaram com a Rede Globo e tiveram os personagens cortados, enquanto as beatas de Miriam Mehler e Lia de Aguiar foram cortadas por não terem real função na história.[1]

Com as mudanças de elenco, os 4 capítulos da Tupi foram descartados e regravados na Band, tendo a maior parte das cenas externas feitas na própria Paranapiacaba, onde se passava a história.[4] Outra mudança foi o nome da protagonista de Cecília para Mariana, pelo fato que Cecília era o nome da personagem principal de A Deusa Vencida, que a Band levava ao ar na mesma época.[5]

Rubens Ewald Filho foi afastado da novela a partir do capitulo 80, uma vez que as excessivas cenas eróticas na novela estavam mal avaliadas pelo público, passando a autoria para Consuelo de Castro, que impôs um ritmo mais ágil e carregou nas maldades de Marta.[6]

Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli foram demitidos da novela um mês antes do encerramento por faltarem uma semana inteira de gravações logo após o Ano Novo, deixando o elenco esperando vários dias, sendo que Cláudia Alencar foi alcança ao posto de par Rubens de Falco na reta final.[1]

Um Homem muito Especial precede a mais lembrada Vamp como uma novela que inclui vampiros e o sobrenatural como tema. [7] A atriz Cleyde Yáconis (Marta) também faria parte de Vamp como Virgínia, a avó dos filhos do protagonista Jonas (Reginaldo Faria).

Ver também

[editar | editar código]
  • Vamp, novela da Rede Globo de 1991 com vampiros como tema
  • O Beijo do Vampiro, novela da Rede Globo de 2002 com vampiros como tema

Referências