United Nations Model of São Paulo

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O United Nations Model of São Paulo (UN-SP Model) é um modelo de organizações internacionais voltado para universitários. Existente desde 2005, visa proporcionar a seus participantes a oportunidade de conhecer e atuar no ambiente da ONU. Para tanto, discutem-se questões de grande relevância na agenda internacional, cujo conteúdo afeta diretamente a vida dos participantes. Os debates ocorrem anualmente na cidade de Franca, interior de São Paulo.

Simulações de organismos internacionais[editar | editar código-fonte]

Simulações da ONU foram criadas com o objetivo de que jovens universitários pudessem assumir a posição de um diplomata ou embaixador, de um Estado ou de uma ONG, em um foro multilateral de discussão. Essa experiência, além de auxiliar na oratória e nas habilidades de negociação, fornece ao participante novos horizontes e perspectivas acerca de sua possível atuação no cenário internacional.

O UN-SP Model[editar | editar código-fonte]

A iniciativa deste projeto conta com a participação de dezenas de alunos de graduação em Relações Internacionais da Universidade Estadual Paulista – UNESP - e de professores colaboradores cuja missão é assegurar a qualidade acadêmica do evento.

Com o intuito de despertar futuros líderes, o UN-SP, assim como outros modelos brasileiros, prima por debater assuntos intimamente relacionados com problemas nacionais e latino-americanos. Ao vincular temas internacionais com regionais, é possível evidenciar as relações diretas entre as duas esferas e produzir uma aplicabilidade imediata das idéias e dos resultados das discussões ao término do evento.

Organização e edições anteriores[editar | editar código-fonte]

A idéia de criar a primeira e única simulação universitária das Nações Unidas do interior do Brasil, e a primeira de uma faculdade pública em São Paulo foi bastante ousada. A iniciativa partiu de um grupo de alunos da 1ª Turma de Relações Internacionais da UNESP – Campus Franca. Inicialmente, intecionava-se preparar melhor os alunos que se interessavam em participar de outras simulações pelo Brasil, através da troca de experiências. Essa troca de experiências se institucionalizou como um grupo de extensão universitária e posteriormente de pesquisa, voltada para as Organizações internacionais, surgia o Núcleo de Estudos e Simulação de Organismos Internacionais – NESOI. O grupo é o encarregado da realização do UN-SP.

Após dois anos foi concebida realização da 1ª edição do United Nations Model of São Paulo (UN-SP). A primeira edição foi realizada em 2005, e seu tema central eram as Metas do Milênio, ou “Millennium Development Goals” (MDGs). Ao término, o balanço positivo incentivou a continuidade do projeto.

Em 2006, o desafio de realizar o evento era ainda maior. Toda a equipe idealizadora do projeto havia se formado e uma segunda geração deveria assumir o desafio. O II UN-SP teve como tema central “Cultura de Paz”. Desta vez o evento passou a ser bilíngüe, atendendo a uma demanda de alunos que requisitavam comitês também em português.

3ª edição[editar | editar código-fonte]

A terceira edição do United Nations Model of São Paulo (UN-SP) apresenta como tema central para o ano de 2007 “É tempo de verdadeiras mudanças”. O objetivo principal é trazer para debate os temas da agenda internacional que há muito necessitam de uma discussão renovada. Trata-se de uma abordagem nova e inspiradora para proporcionar diferentes e satisfatórios entendimentos nas questões já recorrentes na agenda internacional.

Objetivando esta diferenciação nos debates, cada comitê se apresenta com um complemento a este tema central, indicando quais as verdadeiras mudanças necessárias na abordagem dos tópicos.

SOCHUM[editar | editar código-fonte]

O 3º Comitê da Assembléia Geral – SOCHUM - traz uma preocupação especial com duas temáticas paralelamente globais e locais, o aquecimento global e o crime organizado. Levando para a discussão a seguinte proposta: “É tempo de verdadeiras mudanças: de aquecimento global e crime organizado para uma ação conjunta por um mundo seguro, sustentável e humanizado”.

DSI[editar | editar código-fonte]

Por sua vez o 1º Comitê da assembléia Geral – DSI – trará uma agenda focalizada na cooperação militar e em inteligência para prevenir futuros conflitos. “É tempo de verdadeiras mudanças: cooperação prevenindo os flagelos da guerra”.

OMC[editar | editar código-fonte]

A Organização Mundial do Comércio – OMC – colocará na pauta de discussão um assunto extremamente polêmico, a questão dos subsídios agrícolas. Ponto de extrema importância para o comércio internacional que afeta diretamente a economia de países em desenvolvimento, como o Brasil. Representa ainda uma esperança à países africanos mergulhados em décadas de injustiça social, fome e AIDS. Com esta responsabilidade os delegados são desafiados a experimentar novas alternativas. “É tempo de verdadeiras mudanças: a questão da agricultura criando um comércio justo para os pobres”.

HSC[editar | editar código-fonte]

Por fim, os plenipotenciários são chamados a reviver a história do ano de 1962, quando a Crise dos Mísseis abalava o mundo e sobretudo as Nações Unidas. A importância de retomar este acontecimento histórico está na oportunidade de abordá-lo com uma nova mentalidade, mais jovem, ousada e sobretudo pautada na cooperação, no respeito mútuo e sobretudo na Carta das Nações Unidas e da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Convidamos os delegados a apresentarem-se para o maior desafio: fazer a diferença a partir de suas ações. “É tempo de verdadeiras mudanças: reviver a História com um olhar no futuro”.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]