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A charola foi desenvolvida arquitetonicamente para a função de igreja dos cavaleiros e é, nessa circunstância, que a classificação “de tipo igreja em rotunda”, importada pelos Templários da sua prática oriental, e é ainda o ponto de chegada do Castelo dos Templários.[1]


O claustro grande, também referenciado como Claustro Principal pelo seu realce que distintamente o caracteriza, pela luminosidade a ele inerente e pelas suas características tão particulares, acaba por ofuscar os claustros a ele adjacentes.[2]


O Portal Sul é assinado e datado de 1515, por João de Castilho. O programa iconográfico do portal compreende a representação da Virgem com o Menino. A imagem é rodeada de outras de menores dimensões, no plano superior: São Jerónimo e São Gregório, Santo Agostinho e Santo Ambrósio, abaixo destes, um Profeta e São João Evangelista. No plano inferior encontram-se três profetas em que se pensa ser a imagem de Salomão. A lógica de representação demonstra a concordância do Novo e do Velho Testamento. Do ponto de vista estilístico, é notória uma mistura entre o Manuelino e o Gótico influenciado por uma linguagem decorativa do Renascimento. As ombreiras e arquivoltas dividem-se em dois registos de decoração tipicamente manuelina – troncos de árvores, animais, vegetação – e um registo plateresco - medalhões.[3]

  1. PEREIRA, Paulo, “ As grandes edificações” in História da Arte Portuguesa, vol. II, Lisboa, 1995, p. 43
  2. PEREIRA, Paulo, “ As grandes edificações” in História da Arte Portuguesa, vol. II, Lisboa, 1995, pp. 11-112
  3. PPEREIRA, Paulo, In História da Arte Portuguesa. Lisboa: Temas e Debates, 3.ª ed., vol.2, 1999, p. 75