Usuário(a) Discussão:Guilherme Filipe

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Guilherme Filipe (Lisboa, 15 de Novembro de 1952) é um actor, encenador, professor e investigador português.

Com formação em Filologia Germânica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, trabalhou como professor de inglês e alemão no ensino secundário (1974-1984). Em 1976, equiparado a bolseiro, juntamente com Isabel Medina e outros colegas, fundou o English Teaching Group (1976-1979), um projecto piloto do Ministério da Educação para o ensino do inglês através do jogo dramático. Na continuação do seu trabalho em investigação pedagógica, criou com Isabel Medina, Rogério de Carvalho, entre outros professores, o Grupo de Comunicação e Teatro (1980-1984), no âmbito da formação de professores em ensino multidisciplinar, em cujo projecto interpretou uma adaptação do romance João Sem Medo, de José Gomes Ferreira, com encenação de Rogério de Carvalho(1980).

Em Outubro de 1980, ingressou na Escola Superior de Teatro e Cinema do Conservatório Nacional de Lisboa, onde se licenciou como actor e encenador, em 1984. Desde 2000, vem desenvolvendo actividade no ensino artístico (Escola Superior de Teatro e Cinema, Curso Livre de formação de Actores da Universidade Moderna de Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), Curso de formação de actores de Palco Levantado a 2, In Impetus, Nicolau Breyner Academia, Canto Firme de Tomar e Escola Secundária Eça de Queiroz, em Lisboa), assim como investigação na área de documentação teatral. Em 2008, obteve o grau de Mestre em Estudos de Teatro, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com a dissertação Percursos itinerantes: a companhia de Rafael de Oliveira. Desde essa altura que integra o núcleo de investigadores do Centro de Estudos de Teatro, da Faculdade de Letras de Lisboa. Em 2017, obteve o grau de Doutor em Estudos Artísticos, ramo Estudos de Teatro, com a tese O Gosto Público que sustenta o Teatro: Subsídios para o estudo da vulgarização do pensamento teatral oitocentista em Portugal. Tem publicado ensaios sobre teatro em Portugal e no Brasil: "Actores errantes de Oitocentos" (Sinais de Cena, 2009); "Quando as revistas eram do ano" (Sinais de Cena, 2012); "Considerações sobre uma ideia de teatro popular" (Auto da Criação do Mundo ou Princípio do Mundo, 2012); "Entre Wesker e Valentina - Uma ideia de Cozinha" (Depois do labirinto: Teatro e tradução, 2012); "Memoráveis actores" (Sete olhares sobre o Teatro da Nação, 2014); "Um arquivo histórico como baú de memórias" (Politecnia, 2014), "O texto e a cena através de BUffalo" (Buffalo, 2014); "A subtil preservação da memória" (revista CACAO, 2015); "Apontamentos biográficos de G. E. Lessing" (CTAlmada, 66, 2017); "Breve compêndio da Arte Scenica ou Arte de Declamação e a vulgarização da arte de palco" (revista Sinais de Cena, II, 3, 2018).

Em 2001, traduziu e adaptou As Alegres Comadres, a partir da comédia de W. Shakespeare, que encenou para a Cassefaz, no Teatro Maria Matos. Como autor, escreveu também, em colaboração de escrita com Jorge Ribeiro, a peça musical infantil Rosmaninho e Alecrim, estreada no Teatro de São Francisco (Centro Cultural Franciscano) em Lisboa, em 2004, pela Companhia da Esquina; e, com Fábio Ferreira, o episódio dramático Dizem que os milagres existem, estreado na Comuna - Teatro de Pesquisa, em Setembro de 2016.

Como actor profissional, estreou-se no Teatro Aberto (1981), no espectáculo Orpheu, com direcção de Águeda de Sena. Em 1984, ingressou no Teatro Nacional D. Maria II, onde fez o seu estágio profissional, em O Corvo de Fiama Hasse Pais Brandão, com encenação de Jorge Listopad. Seguiu-se A Birra do Morto, de Vicente Sanches, em encenação de Orlando Neves. Na temporada de 1984-85, no Teatro Nacional D. Maria II, integrou os elencos das peças Fígados de Tigre de Gomes de Amorim, com encenação de Carlos Avilez, e Morgado de Fafe em Lisboa de Camilo Castelo Branco, encenado por Ruy de Matos. Em 1985, integrou o elenco da peça Pílades de Pier Paolo Pasolini, com encenação de Mário Feliciano no ACARTE - Fundação Gulbenkian. Em 1986, igualmente no ACARTE, integrou o projecto À Procura da Tragédia, como actor e assistente de dramaturgia de Orlando Neves, na estreia absoluta de O Indesejado, de Jorge de Sena, e de Jorge Listopad, no Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett.

Em 1986, fundou a companhia Persona - Teatro de Comédia, de que foi director até 1991. Encenou, interpretou, e concebeu cenários e figurinos para espectáculos como O Barbeiro de Sevilha, de Beaumarchais, Auto da Índia e d'Outras Andanças, de Gil Vicente, Anfitriões, de Augusto Abelaira, Circo dos Desenganos, de Miguel Rovisco, Trocam-se Mulheres, Máximo Sigilo!, de Camilo Castelo Branco, e Desimaginação, de António Pedro.

Em 1988, a sua encenação de Anfitriões foi nomeadoa para o prémio Garrett, da Secretaria de Estado da Cultura.

Em 2006, integrou o elenco do espectáculo Miss Daisy de Alfred Uhry, com encenação de Celso Cleto, interpretando o papel de Booly Werthan, ao lado de Eunice Muñoz (Miss Daisy) e Thiago Justino (Hoke Coleburn), estreado no Auditório Eunice Muñoz, em Oeiras, a que se seguiu uma digressão pelo país. Em 2009, integra o elenco do espectáculo Hedda Gabler, de Henrik Ibsen, com encenação de Celso Cleto, interpretando o papel de Jorge Tesman, ao lado de Sofia Alves (Hedda Gabler), Elisa Lisboa (Tia Julianne), Maria Dulce (Berta), Ana Rocha (Thea Elvsted),´Vítor de Sousa (Brack) e Paulo Rocha (Lovborg). Estreado em Junho, no Centro Cultural de Ílhavo, o espectáculo fez digressão pelo país até Janeiro de 2010, tendo culminado com a sua apresentação, durante 4 dias, no Teatro Bellas Artes, em Madrid. Em 2010, estreia Uma história de dois, de Eduardo Galán, ao lado de Teresa Guilherme, para a Dramax, no Centro Cultural de Ílhavo, a que se seguiu uma digressão pelo país, durante esse ano. Em 2017, integrou o elenco de Noite da liberdade, de Horvarth, com encenação de Rodrigo Francisco, para a Companhia de Teatro de Almada e Henrique IV, de Luigi Pirandello, com encenação de João Mota, na Comuna Teatro de Pesquisa. Em 2018, integrou o elenco de Nathan o sábio, de G. E. Lessing, com emceneaçãod e Rodrigo Francisco, para a Companhia de Teatro de Almada, e de Os apontamentos de Trigorin, de Tennessee Williams, com encenação de João MOta, para A Comuna Teatro de Pesquisa. Em 2019, integra o elenco de Romeu e Julieta, de W. Shakespeare, com encenação de João Mota, numa produção de Comuna Teatro de Pesquisa e Teatro da Trindade.

Actor regular na televisão salienta como o seu primeiro trabalho a série televisiva Mátria (1984), deautoria de Natália Correia com realização de Dórdio de Guimarães (RTP1), a que se seguiu Duarte & Companhia (1985/87) (RTP1), de Rogério Ceitil, onde interpretou a personagem Lúcifer. Tem integrado os elencos de novelas (2007 - Fascíneos, 2005 - Mundo Meu, 2003 - Morangos com Açúcar, 2002 - Tudo por Amor, 2001 - Olhos de Água, 1999 - A Lenda da Garça, 1998 - Os Lobos, 1997 - A Grande Aposta, 1996 - Vidas de Sal e Filhos do Vento, 1995 - Desencontros, 1989 - Ricardina e Marta), séries (2017 - Madre Paula, 2016 - Massa fresca, 2013 - Bem vindo a Beirais, 2006 - Detetive Maravilhas, 2004 - A Ferreirinha, 2001 - Um Estranho em Casa, 2000 - Conde de Abranhos, 1999 - Hora da Liberdade, 1996 - Polícias, 1995 - Cluedo, 1994 - Desculpem qualquer Coisinha, 1991 - Napoléon et l'Europe, 1988 - A Mala de Cartão de Michael Win, 1987 - Cobardias) e telefilmes.

No cinema, depois da sua participação em algumas produções internacionais (1987 - La Brute, de Claude Guillemot; 1989 - Street Of No Return, de Samuel Fuller; La Fille de D'Artagnan, de Bertrand Tavernier; 2006 Fin de Curso, de Miguel Martí; 2014 Christian von Castelberg, Für immer und immer, Bela Block; 2014-15 Joël Santoni, Une famille formidable; 2016 Christine Schiewe, Weil ich dich liebe) foi dirigido por realizadores como Ana Luísa Guimarães (1992, A Nuvem), Jorge Silva Melo (1993, Coitado do Jorge), Fernando Lopes (1993, O Fio do Horizonte), Eduardo Geada (1994, Passagem Por Lisboa), Teresa Villaverde (1998, Os Mutantes), João Mário Grilo (2000, A Falha), Maria de Medeiros (2000, Capitães de Abril) ou Luís Filipe Rocha (2001, Camarate). Ligações externas

   Guilherme Filipe no IMDB
   Guilherme Filipe no Centro de Estudos de Teatro
   Guilherme Filipe no The New York Times Trailer
   Guilherme Filipe em Amor de Perdição.pt base de dados