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Partido Comunista da China
中国共产党
Zhōngguó Gòngchǎndǎng
Servir as pessoas
Secretário-geral Xi Jinping
Fundadores Li Dazhao e Chen Duxiu
Fundação 23 julho 1921; há 98 anos
Sede Zhongnanhai, Distrito de Xicheng, Pequim
Ideologia Marxismo-Leninismo
Pensamento de Mao Zedong
Socialismo com características chinesas
Pensamento de Xi Jinping
Teoria de Deng Xiaoping
Publicação Diário do Povo
Ala jovem Communist Youth League
Frente Popular United Front
Armed wing Exército de Libertação Popular
Membros  (2017) 89.45 million[1]
País  China
Afiliação internacional Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, Seminário Internacional Comunista
Comitê Permanente do Politburo Xi Jinping
Li Keqiang
Li Zhanshu
Wang Yang
Wang Huning
Zhao Leji
Han Zheng
Congresso Nacional do Povo
2 157 / 2 987
Hino A Internacional
Bandeira do partido
Flag of the Chinese Communist Party.svg
Página oficial
Partido Comunista da China

Política da República Popular da China
Partidos políticos
Eleições

Predefinição:Infobox Chinese

O Partido Comunista da China (PCCh)[2][3] é o partido político fundador da República Popular da China, país que continua a governar. O Partido Comunista da China é o único partido que dirige o governo da China, existem oito partidos subordinados mais, que formam a Frente Unida. Foi fundado em 1921, liderado por Chen Duxiu e Li Dazhao. O partido cresceu rápidamente e, para 1949 o PCCh expulsou o governo do Partido Nacionalista da China (KMT) da China continental após o desfecho da Guerra Civil Chinesa, levando assim, ao estabelecimento da República Popular da China. Controla também a maior força armada do mundo, o Exército de Liberação Popular.

O PCCh é organizado oficialmente sob o princípio do centralismo democrático, princípio concebido pelo teórico marxista russo Vladimir Lenin que propõe uma discussão democrática e aberta na tomada de decisões sob a premissa de que, uma vez tomada a decisão, há unidade na acção. O mais alto órgão do PCCh é o Congresso Nacional, celebrado cada cinco anos. Quando o Congresso Nacional não está reunido, o Comitê Central é o mais alto órgão, mas, dado que este só se reune geralmente uma vez por ano, a maior parte do deveres e responsabilidades estão nas mãos do Poliburo e do seu Comitê Permanente. O líder do partido detém os cargos de Secretário-geral (responsável pelos deveres civis do partido), Presidente da Comissão Militar Central (CMC) (responsável pelos assuntos militares) e Presidente da China (uma posição maioritáriamente ceremonial). Através destes cargos o líder do partido torna-se no líder supremo da nação. O actual líder supremo é Xi Jinping, o qual foi eleito no XIX Congresso Nacional havido em Outubro de 2017.

O PCCh continua comprometido com o comunismo e continua a participar no Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários todos os anos. Segundo a constituição do PCCh, este adere ao Marxismo-Leninismo, ao Pensamento de Mao Zedong, ao socialismo com características chinesas, à Teoria de Deng Xiaoping, à Tripla representatividade, à Visão Científica do Desenvolvimento e ao Pensamento de Xi Jinping. A explicação oficial para as reformas económicas chinesas é que o país está ainda no primeiro estágio do socialismo, uma fase de desenvolvimento similar ao modo capitalista de produção. A economia de planificação central estabelecida por Mao Zedong foi substituida por uma economia socialista de mercado, o actual sistema económico, sob o preceito de que "a prática é o únic critério para a Verdade".

Desde a queda dos regimes socialistas da Europa de Leste no periodo de 1989–1990 e a dissolução da União Soviética em 1991, o PCCh enfatiza as suas relações partidárias com os partidos dos estados socialistas que ainda existem. Enquanto o PCCh continuar a manter relações partidárias com partidos comunistas opositores arredor do mundo, desde a década de 1980 tem estabelecido relações com vários partidos não comunistas, especialmente com partidos de países de partido único (sem importar a sua ideologia), partidos dominantes em sistemas democráticos (sem importar a sua ideologia) e partidos social-democratas.

History[editar | editar código-fonte]

Predefinição:Main article

Fundação e começos (1921–27)[editar | editar código-fonte]

O PCCh traça as suas origens até ao Movimento do Quatro de Maio de 1919, durante o qual as ideologias radicais occidentais, entre as quais o marxismo e o anarquismo, tornaram-se populares entre os intelectuais chineses.[4] Outras influências vindas da experiência da Revolução de Outubro e a teoria marxista inspiraram o Partido Comunista da China.[5] Li Dazhao foi o primero intelectual chinês eminente que públicamente apoiou o leninismo e a revolução mundial.[6] Diferentemente de Chen Duxiu, Li não rejeitou a participar nos assuntos da República da China (1912–1949).[7] Ambos consideraram a Revolução de Outubro como sendo pioneira, achando que iría trazer uma nova era para os países oprimidos do mundo.[7] O PCCh foi modelado pela teoria de Vladimir Lenin do vanguardismo.[8] Os círculos de estudo foram, segundo Cai Hesen, "os embriões [do nosso partido]".[9] Foram estabelecidos vários círculos de estudo durante o Movimento Nova Cultura, mas "para 1920 o ceticismo acerca da sua adequação como veículos para a reforma tinha-se tornado generalizado".[10]

O Congresso Nacional fundacional do PCCh foi celebrado entre os dias 23 e 31 de Julho de 1921.[11] Com apenas cinquenta membros no começo de 1921, a organização do PCCh e as suas autoridades cresceram assaz.[12] Originalmente, o I Congresso era para ter sido feito inteiramente na Concessão Francesa de Xangai,[13] contudo, polícias interromperam o encontro a 30 de Julho[14] e o congresso foi transladado para um barco turístico no Lago Sul em Jiaxing, na província de Zhejiang.[14] Somente doze delegados assistiram ao congresso, sendo que nem Li nem Chen puderam participar,[14] tendo o último enviado um representante pessoal.[14] As resoluções do congresso concluiram com a formação dum partido comunista (dentro da Internacional Comunista) e com Chen como o seu líder.[14]

Bandeira do Exército Vermelho de Camponeses e Operários da China.

Os comunistas dominavam a ala esquerda do KMT, um partido estruturado sob linhas leninistas, numa luta pelo poder contra a ala direita do partido.[15] Quando o líder do KMT Sun Yat-sen morreu em Março de 1925, ele foi sucedido por um direitista, Chiang Kai-shek, o qual iniciou maniobras para marginalizar os comunistas.[15] Vitorioso após os sucessos da Expedição do Norte para derrocar os senhores da guerra, Chiang Kai-shek virou-se contra os comunistas, os quais para aquela altura já eram dezenas de milhares distribuidos por toda a China.[16] Ignorando ordens do governo do KMT sediado em Wuhan, marchou contra Xangai, cidade controla por milícias comunistas. Embora os comunistas saudaram a presença de Chiang, ele atacou-os, massacrando cinco mil com a ajuda do Gangue Verde.[16][17][18] Então, o exército de Chiang marchou contra Wuhan, mas foi impedido de tomar a cidade pela resistência do general comunista Ye Ting e as suas tropas.[19] Os aliados de Chiang também atacaram os comunistas; em Pequim, dezanove membros importantes do PCCh foram assassinados por Zhang Zuolin, enquanto em Changsha, as forças de He Jian metralharam milhares de milicianos camponeses.[20][21] Nesse Maio, dezenas de milhares e comunistas e simpatizantes foram mortos pelos nacionalistas, com o PCCh perdendo aproximadamente quinze mil dos seus vinte e cinco membros.[21]

O PCCh continuou a apoiar o governo do KMT sediado em Wuhan,[21] mas no dia 15 de Julho de 2017 o governo de Wuhan expulsou todos os comunistas do KMT.[22] O PCCh respondeu com a criação do Exército Vermelho de Camponeses e Operários da China, mais conhecido como o "Exército Vermelho", para combater o KMT. Um batalhão liderado pelo general Zhu De recebeu ordens para atacar a cidade de Nanchang a 1 de Agosto de 1927 no que se iria conhecer como a Revolta de Nanchang; inicialmente bem sucedida, foram forçados a bater em retirada depois de cinco dias, marchando a austral até Shantou, lugar desde o qual penetraram a sarça de Fujian.[22] Mao Zedong foi nomeado comandante-em-chefe do Exército Vermelho e liderou quatro regimentos contra Changsha na Revolta da Ceifa de Outono, esperando provocar várias revoltas ao longo de Hunan.[23] O seu plano era atacar a cidade controlada pelo KMT desde três direcções a 8 de Setembro mas entretanto, o Quarto regimento desertou ao KMT, atacando o Terceiro regimento. O exército de Mao conseguiu chegar até Changsha, mas não conseguiu tomar a cidade; para 15 de Setembro, ele tinha aceite a derrota, com mil sobreviventes marchando a leste, até às Montanhas de Jinggang de Jiangxi.[23][24][25]

Guerra Civil Chinesa e Segunda Guerra (1927–49)[editar | editar código-fonte]

Predefinição:Further information

A destruição quase total das estruturas organizacionais do PCCh nas cidades propiciaram mudanças institucionais internas.[26] O partido adoptou o centralismo democrático, como um modelo organizativo de partidos revolucionários e estabeleceu um Politburo (para funcionar como o comitê permanente do Comitê Central).[26] Isto levou à centralização do poder dentro do partido.[26] Em todos os niveis hierárquicos do partidos isto foi imitado, com comitês permanentes agora com o controlo efectivo.[26] Após a queda de Chen Duxiu, Li Lisan conseguiu dominar a organização partidária de facto no periodo 1929–30.[26] A liderança de Li Lisan foi um falhança, deixando o PCCh à beira da aniquilação.[26] O Comintern interveio e, pelo fim da década de 1930, ele tinha sido despojado de qualquer poder sobre o partido.[26] Para 1935 tinha-se tornado no líder informal do partido, com Zhou Enlai e Zhang Wentian, o líder formal do partido, atuando como os seus vices informais.[26] O conflicto com o KMT propiciou uma reorganizalção do Exército Vermelho, com o poder agora centralizado na liderança através da criação de departamentos políticos do PCCh que supervisavam o exército revolucionário.[26]

A Segunda Guerra Sino-Japonesa interrompeu o conflicto entre o PCCh e o KMT.[27] O Segundo Frente Unido foi estabelecido pelo PCCh e o KMT para repeler a invasão.[28] Embora o Frente continuou a existir formalmente até 1945, qualquer colaboração entre os dous partidos tinha findado por volta de 1940.[28] Apesar da sua aliança formal, o PCCh aproveitou a oportunidade para expandir e melhorar as suas bases operacionais para preparar-se para o reinício das hostilidades com o KMT.[29] Em 1939 o KMT começou a restringir a expansão do PCCh na China.[29] Isto provocou frequentes enfrentamentos entre as forças do PCCh e do KMT[29] mas findaram rápidamente dada a constatação por ambos bandos de que uma guerra civil não era uma opção.[29] Porém, em 1943, o PCCh estava novamente a expandir o seu território à custa do KMT.[29]

Mao proclamou o estabelecimento da República Popular da China a 1 de Outubro de 1949.

De 1945 até 1949, a guerra reduziu-se a dous partidos: o PCCh e o KMT.[30] Este periodo foi marcado por quatro etapas; a primera, desde Agosto de 1945 (quando os japoneses se renderam) até Junho de 1946 (quando as negociações de paz entre o PCCh e o KMT acabaram).[30] Em 1945, o KMT tinha o três vezes mais soldados do que o PCCh e inicialmente pareceu prevalecer.[30] Com a cooperação dos americanos e dos japoneses, o KMT conseguiu reconquistar grandes partes do país.[30] Porém, o KMT era muito impopular nos territórios reconquistados devido à corrupção endémica do partido.[30] Apesar da sua gigante superioridad numérica, o KMT não conseguiu reconquistar os territórios rurais que constituiam os bastiões do PCCh.[30] Por volta dessa altura, o PCCh invadiu a Manjúria, onde foram assistidos pela União Soviética.[30] A segunda etapa, que durou entre Julho de 1946 e Junho de 1947, significou a conquista das mais grandes cidades, tais como Yan'an (que tinha sido o quartel-general do PCCh por muito tempo durante a guerra).[30] Os sucessos do KMT foram efémeros: o PCCh tinha batido em retirada tácticamente das cidades e atacou o KMT provocando protestas de estudantes e intelectuais nas cidades (o KMT respondeu a estas manifestações com mão de aço).[31] Ao mesmo tempo, o KMT tinha uma luta interna pelo poder, agravada pelo controlo autocrático do partido por parte de Chiang Kai-shek, o que trouxe corolários que tornaram o KMT fraco frente a ataques.[31] A terceira etapa, que decorreu de Julho de 1947 até Agosto de 1948, foi palco de uma contra-ofensiva limitada do PCCh.[31] O objetivo era "liberar a China central, reforçar a China setentrional e recuperar a China nororiental".[32] Esta política, junto com a deserção massiva das forças militares do KMT (para a primavera de 1948, o KMT tinha perdido dous milhões de soldados de um total de três milhões) e o declínio da popularidade do governo do KMT.[31] Isto permitiu ao PCCh derrotar as forças do KMT na Manjúria e reconquistar vários territórios perdidos.[32] A última etapa, decorreu entre Setembro de 1948 e Dezembro de 1949 e significou o colapso do KMT na China continental e a iniciativa militar massiva dos comunistas.[32] A 1 de Outubro de 1949, Mao proclamou o estabelecimento da República Popular da China, o que significava o fim da Revolução Chinesa (como é chamada pelo PCCh).[32]

Partido único na República Popular da China (1949–presente)[editar | editar código-fonte]

Bandeira do Partido Comunista da China desde 17 de Junho de 1951 até 21 de Julho de 1996.

Mao Zedong anunciou a 21 de Setembro de 1949 o estabelecimento da República Popular da China no dia 1 de Outubro de 1949 perante uma massa ciclópea na Praça de Pequim. Pelo final do ano, o PCCh tornou-se no partido único no governo da China.[33] Durante as décadas de 1960 e 1970, o PCCh sofreu um cisma ideológico assaz com o Partido Comunista da União Soviética.[34] Por volta dessa altura, Mao começara a dizer que a "continua revolução sob a ditadura do proletariado" assentava que inimigos de classe continuavam a existir mesmo parecendo que a revolução socialista parecia estar completada, levando ao início da Revolução Cultural na qual milhões foram perseguidos e eliminados, sendo considerados "reaccionários" e "desviacionistas de direita".[35]

Comunistas chineses celebram o aniversário de José Estaline, 1949.

Após a morte de Mao em 1976, uma luta de poder entre o secretário-geral do PCCh Hua Guofeng e Deng Xiaoping adviu.[36] Deng venceu a conteda e tornou-se no "líder supremo".[36] Deng, juntamente com Chen Yun e Li Xiannian, liderou a política de reforma e abertura e introduziu o conceito ideológico do socialismo com características chinesas, abrindo a economia chinesa aos mercados internacionais.[37] Revertendo algumas das políticas "esquerdistas" de Mao, Deng arrazuou que um estado socialista poderia usar a economia de mercado sem ter de ser necessariamente capitalista.[38] Enquanto reforçou o poder político do Partido, a mudança na política económico gerou um apreciável crescimento económico.[39] A nova ideologia, porém, foi questionada por ambos lados do espectro políticos, pelo maoistas mas também por aqueles afins à liberalização política. Junto a outros factores sociais, os conflitos culminaram nas protestas da Praça da Paz Celestial em 1989.[40] Depois das protestas terem sido cerceadas, a visão económica de Deng prevaleceu e, para o começo da década de 1990 o conceito duma economia de mercado socialista foi introduzido.[41] Em 1997, o pensamento de Deng (a Teoria de Deng Xiaoping), foi aditado à Constituição do PCCh.[42]

O secretário-geral do PCCh Jiang Zemin sucedeu Deng como "líder supremo" na década de 1990 e continuou a maioria das suas políticas.[43] Como parte do legado nominativo de Jiang Zemin, o PCCh ratificou a Tripla representatividade na revisão de 2003 da constituição do Partido, definindo-a como uma "ideologia condutora" para enconrajar o partido para representar as "forças produtivas avançadas, o caminho proogressivo da cultura chinesa e os interesses das esmagadora maioria das pessoas".[44] A teoria legitimizou a entrada de empresários e de elementos burgueses no partido.[45][44] Hu Jintao, o sucessor de Jiang Zemin no cargo de líder supremo, começou a governar em 2002.[46] Diferentemente de Mao, Deng e Jiang Zemin, Hu enfatizou a liderança colectiva e opôs-se ao domínio de "um homem só" no sistema política.[46] A insistência acerca do crescimento económico propiciou o aparecimento de várias questões sociais. Para emendar esta situação, Hu introduziu dous conceitos ideológicos principais: a Visão Científica do Desenvolvimento e a Sociedade Socialista Harmónica.[47] Hu abandonou o seu cargo como secretário-geral do PCCh e Presidente da Comissão Militar Central no XVIII Congresso Nacional celebrado em 2012 e foi sucedido em ambos postos por Xi Jinping.[48] Desde que tomou o poder, Xi tem iniciado a maior campanha anti-corrupção em décadas, enquanto centralizou os poderes na figura do secretário-geral do PCCh.[49][50]

Governo[editar | editar código-fonte]

Predefinição:Politics of China

Liderança colectiva[editar | editar código-fonte]

Actualmente, de forma a restringir a quantia de poder que uma só pessoa possa possuir demasiado poder, usa-se a o sistema de liderança colectiva, um principio que establece que as decisões tomar-se-ão através do consenso, tornando-se no ideal do PCCh.[51] Este conceito traça as suas origens até Lénine e os Bolcheviques.[52] No livel central da liderança do PCCh isto faz com que, por exemplo, todos os membros do Comitê Permanente do Politburo estejam no mesmo livel decisório (cada membro tem um só voto).[51] Cada membro do Comitê Permanente do Politburo costuma representar um sector; durante a etapa de Mao, ele controlava o Exército Popular de Libertação; Kang Sheng, o aparelho de segurança e Zhou Enlai, o Conselho de Estado e o Ministério dos Negócios Extrangeiros.[51] Isto constitui uma forma de poder informal.[51] Apesar disto, numa conjuntura paradoxal, os membros dum corpo são dispostos de forma hierárquica (apesar do facto dos membros serem em teoria uns iguais aos outros em poder).[51] Ainda assim, no PCCh cada liderança colectiva tem um líder, isto é, um líder supremo; essa é a titular da tróica de Secretário-Geral, presidente da Comissão Militar Central e de Presidente da República Popular.[53]

Currently, in a bid to curtail the powers of the individual, collective leadership, the idea that decisions will be taken through consensus, has become the ideal in the CPC. The concept has its origins back to Vladimir Lenin and the Russian Bolshevik Party. At the level of the central party leadership this means that, for instance, all members of the Politburo Standing Committee are of equal standing (each member having only one vote). A member of the Politburo Standing Committee often represents a sector; during Mao's reign, he controlled the People's Liberation Army, Kang Sheng, the security apparatus, and Zhou Enlai, the State Council and the Ministry of Foreign Affairs. This counts as informal power. Despite this, in a paradoxical relation, members of a body are ranked hierarchically (despite the fact that members are in theory equal to each others). In spite of this, the CPC is led by an informal leader principle, each collective leadership is led by a core, that is a paramount leader; a person who holds the offices of CPC general secretary, CMC chairman and President of the PRC. Before Jiang Zemin's tenure as paramount leader, the party core and collective leadership were indistinguishable.[54] In practice, the core was not responsible to the collective leadership.[54] However, by the time of Jiang, the party had begun propagating a responsibility system, referring to it in official pronouncements as the "core of the collective leadership".[54]

Democratic centralism[editar | editar código-fonte]

Predefinição:Further information The CPC's organizational principle is democratic centralism, which is based on two principles: democracy (synonymous in official discourse with "socialist democracy" and "inner-party democracy") and centralism.[55] This has been the guiding organizational principle of the party since the 5th National Congress, held in 1927.[55] In the words of the party constitution, "The Party is an integral body organized under its program and constitution and on the basis of democratic centralism".[55] Mao once quipped that democratic centralism was "at once democratic and centralized, with the two seeming opposites of democracy and centralization united in a definite form." Mao claimed that the superiority of democratic centralism lay in its internal contradictions, between democracy and centralism, and freedom and discipline.[55] Currently, the CPC is claiming that "democracy is the lifeline of the Party, the lifeline of socialism".[55] But for democracy to be implemented, and functioning properly, there needs to be centralization.[55] The goal of democratic centralism was not to obliterate capitalism or its policies but instead it is the movement towards regulating capitalism while involving socialism and democracy.[56] Democracy in any form, the CPC claims, needs centralism, since without centralism there will be no order.[55] According to Mao, democratic centralism "is centralized on the basis of democracy and democratic under centralized guidance. This is the only system that can give full expression to democracy with full powers vested in the people's congresses at all levels and, at the same time, guarantee centralized administration with the governments at each level exercising centralized management of all the affairs entrusted to them by the people's congresses at the corresponding level and safeguarding whatever is essential to the democratic life of the people".[55]

Multi-party Cooperation System[editar | editar código-fonte]

The Multi-party Cooperation and Political Consultation System is led by the CPC in cooperation and consultation with the 8 parties which make up the United Front.[57] Consultation takes place under the leadership of the CPC, with mass organizations, the United Front parties, and "representatives from all walks of life".[57] These consultations contribute, at least in theory, to the formation of the country's basic policy in the fields of political, economic, cultural and social affairs.[57] The CPC's relationship with other parties is based on the principle of "long-term coexistence and mutual supervision, treating each other with full sincerity and sharing weal or woe."[57] This process is institutionalized in the Chinese People's Political Consultative Conference (CPPCC).[57] All the parties in the United Front support China's road to socialism, and hold steadfast to the leadership of the CPC.[57] Despite all this, the CPPCC is a body without any real power.[58] While discussions do take place, they are all supervised by the CPC.[58]



FreeBSD
Versão do sistema operativo Unix-like (BSD)
200px
Captura de tela
FreeBSD 10 bootloader with ASCII art logo
Produção The FreeBSD Project
Modelo Software livre
Lançamento 1 de novembro de 1993 (26 anos)
Versão estável 11.0 10 de outubro de 2016; há 3 anos
Arquitetura(s) IA-32, x86-64, SPARC64, IA-64, PowerPC, ARM, MIPS
Gestão de pacotes pkg
Núcleo Monolítico com módulos carregáveis do núcleo
Interface Linha de comandos
Licença Simplified BSD, FreeBSD Documentation License
Página oficial www.freebsd.org
Estado de desenvolvimento
Activo

O FreeBSD é um sistema operativo livre do tipo Unix-like que provém do Research Unix via a Berkeley Software Distribution (BSD). Porém, por motivos legais o FreeBSD não pode usar a marca registada Unix, é um descendente do BSD, o qual foi históricamente chamado "BSD Unix" ou "Berkeley Unix". A primeira versão do FreeBSD foi lançada em 1993, e hoje em dia o FreeBSD é de longe a distribuição BSD de código aberto mais usada, contabilizando mais de três quartos de todos os sistemas a utilizar os derivados do BSD.[59]

O FreeBSD tem similidades com o Linux, com duas diferenças maiores no âmbito e na licença: o FreeBSD mantém um sistema operativo completo, i.e. o projeto fornece o kernel, os drivers de dispositivos, o espaço de usuário e a documentação, ao contrário do Linux que fornece apenas o kernel e os drivers e deixa a terceiros o software do sistema;[60] e o código-fonte do FreeBSD geralmente é lançado baixo uma licença permissiva BSD em oposição do copyleft GPL usado pelo Linux.

O projeto FreeBSD inclui uma equipa de segurança supervisando todo o software integrado na distribuição base. Uma pequena faixa de aplicações de terceiros podem ser instaladas usando o sistema de gestão de pacotes pkgng ou os Portos FreeBSD, ou directamente compilando o código-fonte. Devido aos seus termos de licenciamento permissivos, grande parte do código do FreeBSD tornou-se parte integral doutros sistemas operativos tais como o Juniper JUNOS e o OS X da Apple.

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História do FreeBSD

Contexto[editar | editar código-fonte]

O FreeBSD traça as suas origens até à Universidad de Berkeley. A universidade adquiriu uma licença de código UNIX pola AT&T. Os estudantes da universidade começaram a modificar e a melhorar o Unix da AT&T e batizaram esta versão modificada como Berkeley Unix ou BSD, implementando funcionalidades como o TCP/IP, a memória virtual e o Sistema de Ficheiros do Unix. O projeto BSD foi fundado em 1976 por Bill Joy. Pero desde que o BSD continha código do Unix da AT&T, todos os elementos tinham de ter uma licença da AT&T primeiro para usar o BSD.[61]

Em junho de 1989, "Networking Release 1" ou simplesmente Net-1  – a primeira versão pública do BSD – foi lançada. Depois de voltar a lançar o Net-1, Keith Bostic, um colaborador do BSD, sugeriu trocar todo o código AT&T por um código livremente distribuível baixo a licença original BSD. O trabalho na substituição do código AT&T começou e, depois de dezoito meses, grande parte do código AT&T foi substituido. Porém, seis ficheiros contendo o código AT&T permaneceram no núcleo. Os desenvolvedores do BSD decidiram lança o "Networking Release 2" sem estes seis arquivos. O Net-2 foi relançado em 1991.[61]

O nascimento do FreeBSD[editar | editar código-fonte]

Em 1992, vários meses depois do lançamento do Net-2, William Jolitz e Lynne Jolitz escreveram uns ficheiros para substituir aos seis arquivos faltantes e portaram ao BSD ao microprocessadores basados no Intel 80386 e chamaram o seu novo sistema operativo de 386BSD. Eles lançaram o 386BSD por um servidor anónimo FTP.[61] O progresso do desenvolvimento do 386BSD era lento e depois dum período sem mudanças, um grupo de usuários do 386BSD decidiu bifurcar o projeto e criar o FreeBSD, assim eles podiam manter o sistema operativo atualizado. A primeira versão do FreeBSD foi publicado em novembro de 1993.[61][62]

Nos primeiros dias do projeto, uma empresa chamada Walnut Creek CDROM, por uma sugestão de dous desenvolvedores do FreeBSD, aceitou lançar o sistema operativo em CD-ROM. Além disso, a companhia empregou Jordan Hubbard e David Greeman, rodando o FreeBSD nos seus servidores, patrocinou as conferências do FreeBSD e publicou livros relacionados co FreeBSD, incluindo o The Complete FreeBSD by Greg Lehey. Polo 1997, o FreeBSD era o "produto mais bem sucedido" da Walnut Creek's. A empresa mudou o seu nome para The FreeBSD Mall e posteriormente iXSystems.[63][64][65]

Atualmente, o FreeBSD é usado por muitas empresas tecnológicas tais como a IBM, a Nokia, a Juniper Networks, e a NetApp a construir o seu produto.[66][67] Algumas partes do sistema operativo Mac OS X da Apple são baseadas no FreeBSD.[68] O sistema operativo PlayStation 3 tem alguns componentes do FreeBSD,[69] enquanto co sistema operativo da PlayStation 4 é derivado do FreeBSD 9.[70] O Netflix,[71] o WhatsApp,[72] e o FlightAware[73] são também exemplos de empresas grandes, bem sucedidas e focadas na rede que estão a rodar FreeBSD.

Ação judicial[editar | editar código-fonte]

O 386BSD e o FreeBSD eram derivados os dous do lançamento de 1992 do BSD.[67] Em janeiro de 1992, a BSDi começou a publicar o BSD/386, depois chamado BSD/OS, um sistema operativo similar ao FreeBSD e também baseado na publicação de 1992 do BSD. A AT&T iniciou uma ação legal contra a BSDi e alegou uma distribuição do código-fonte da AT&T violando vários acordos de licenciamento. A ação judicial foi resolvida e os termos exatos não foram totalmente revelados. A única cousa que tornou-se pública foi ca BSDi poderia migrar a sua base de código ao mais novo 4.4BSD-Lite. A pesar de não envolvido no litígio, foi sugerido ao FreeBSD que eles haviam de ir ao 4.4BSD-Lite também.[74] O FreeBSD 2.0 o qual foi lançado em novembro de 1994, foi a primeira versão do FreeBSD sem nenhum código da AT&T.[75]

Funcionalidades[editar | editar código-fonte]

Painel de Início com prompt de login de consola a rodar FreeBSD 9.1

Usos[editar | editar código-fonte]

Como um propósito geral dum sistema operativa, o FreeBSD pode ser usado em vários cenários:[76]

Servidores
FreeBSD contém uma coleção significante de software relacionado aos servidores no sistema base e no portos da coleção, é possível configurar e usar o FreeBSD como MTA, servidor web, firewall, servidor FTP, servidor DNS e como roteador, dentre outras aplicações.
Ambiente de trabalho
Embora co FreeBSD não tenha instalado o X Window System por predefinição, está disponível na coleção de portos do FreeBSD. Ambientes de escritório tais como o GNOME, o KDE e o Xfce, e gestores de janelas ligeiros como o Openbox, o Fluxbox e o dwm também estão disponíveis para o FreeBSD.
Sistemas embebidos
A pesar de estar explicitamente focado nas plataformas x86 e x86-64, o FreeBSD também está disponível noutras tais como a ARM, a PowerPC e a MIPS num grado menor.

Networking[editar | editar código-fonte]

O TCP/IP do FreeBSD é baseado na implementação 4.2BSD do TCP/IP o qual contribuiu muito à adoção destes protocolos.[77] O FreeBSD também suporta o IPv6,[78] o SCTP, o IPSec, e as comunicações sem fio (Wi-Fi).[79] Os pacotes do IPv6 e do IPSec foram tirados do projeto KAME.[80] O FreeBSD suporta igualmente os procolos IPX e AppleTalk, mas eles são considerados obsoletos e está planeado retirar o suporte deles no vindouro FreeBSD 11.0.[81]

À semelhança do FreeBSD 5.4, o suporte ao Common Address Redundancy Protocol (CARP) foi importado do projeto OpenBSD. O CARP permite vários nodos para partilhar uma série de endereços IP. Então se um dos nodos estraga-se, outros poderão continuar a servir os pedidos.[82]

Armazenamento[editar | editar código-fonte]

O FreeBSD tem várias funcionalidades únicas relacionadas co armazenamento. As soft updates podem proteger a integridade do sistema de ficheiros UFS (amplamente utilizado nos BSDs) num falho do sistema.[83] Os instantâneos do sistema d'arquivos permitem uma imagem do UFS no instante para ser criado eficientemente.[84] Os instantâneos permitem uma cópia confiável de dados dum sistema de ficheiros funcional. O GEOM é uma estrutura modular que fornece RAID (níveis 0,1 e 3 atualmente), encriptação completa de disco, journaling, concatenação, caching, e acesso ao armazenamento basado na nuvem. O GEOM permite a construção de soluções complexas de armazenamento combinando ("chaining") estes mecanismos.[85] O FreeBSD fornece duas estruturas para a encriptação de dados: o GBDE e o Geli. Ambos, o GBDE e o Geli operam a nível de disco. O GBDE foi escrito por Poul-Henning Kamp e é distribuido baixo a licença de duas cláusulas BSD. O Geli é uma alternativa ao GBDE que foi escrita por Pawel Jakub Dawidek e apareceu por primeira ocasião no FreeBSD 6.0.[86][87]

Do 7.0 em diante, o FreeBSD suporta o sistema de ficheiros ZFS. O ZFS foi anteriormente um sistema d'arquivos de código aberto desenvolvido pola Sun Microsystems, pero quando a Oracle adquiriu a Sun, o ZFS tornou-se um produto de software proprietário. Porém, o projeto FreeBSD está ainda a desenvolver e a melhorar a sua implementação do UFS polo projeto OpenZFS.[88]

Segurança[editar | editar código-fonte]

O FreeBSD fornece várias funcionalidades relacionadas ca segurança incluindo a listas de controlo de acesso (ACLs),[89] registo dos eventos de seguranças, extensão das atribuições do sistema de ficheiros, comando mandatório de acesso (MAC)[90] e outras capacidades detalhadas.[91] Estas caraterísticas de segurança foram desenvolvidas polo projeto TrustedBSD. O projeto foi fundado por Robert Watson co objetivo de implementar conceitos do Common Criteria para a Avaliação da Segurança das Ciências da Informação e o Orange Book. O projeto está a andar e muitas das suas extensões têm sido integradas no FreeBSD.[92] O projeto é apoiado por uma variada gama de organizações, incluindo a DARPA, a NSA, a Network Associates Laboratories, a Safeport Network Services, a Universidade da Pensilvânia, o Yahoo!, a McAfee Research, a SPARTA, a Apple Computer, a nCircle Network Security, a Google, a Universidade de Cambridge, dentre outras.[93]

O projecto importou também a implementação FLASK/TE da NSA desde o SELinux ao FreeBSD. Outro trabalho inclui o desenvolvimento do OpenBSM, uma implementação de código aberto da API e do registo do formato de ficheiros do Módulo Básico de Segurança da Sun (BSM), o qual permite um sistema de segurança extensivo. Esta implementação foi lançada como parte do FreeBSD 6.2. Outro trabalho na infrastructura do FreeBSD é o projecto TrustedBSD que inclui o GEOM e o OpenPAM.[91]

While most components of the TrustedBSD project are eventually folded into the main sources for FreeBSD, many features, once fully matured, find their way into other operating systems. For example, OpenPAM has been adopted by NetBSD.[94] Moreover, the TrustedBSD MAC Framework has been adopted by Apple for OS X.[95]

TrustedBSD's Robert Watson also contributed to HardenedBSD,[96] a project that develops Address space layout randomization (ASLR) and exploit mitigation in preparation for software upstreaming to FreeBSD.[97][98] The project started when Oliver Pinter implemented basic ASLR support in 2013. In 2014, Shawn Webb picked up the patch and started enhancing it to include per-jail support and mac_bsdextended/ugidfw integration. Oliver and Shawn have teamed up to create The HardenedBSD Project in 2014. It also has Nathan Dautenhahn, and Danilo Egea Gondolfo as developers,[96] and is in cooperation with the OPNsense project.[99][100]

FreeBSD ships with three different firewall packages: IPFW, pf and IPFilter. IPFW is FreeBSD's native firewall. pf was taken from OpenBSD and IPFilter was ported to FreeBSD by Darren Reed.[101]

Taken from OpenBSD, the OpenSSH program was included in default install. OpenSSH is a Free implementation of the SSH protocol and is a replacement for telnet. Unlike telnet, OpenSSH encrypts all information (including username and password).[102]

In November 2012, The FreeBSD Security Team announced that hackers gained unauthorized access on two of the project's servers. These servers were turned off immediately. More research demonstrated that the first unauthorized access by hackers occurred on 19 September. Apparently hackers gained access to these servers by stealing SSH keys from one of the developers, not by exploiting a bug in the operating system itself. These two hacked servers were part of the infrastructure used to build third-party software packages. The FreeBSD Security Team checked the integrity of the binary packages and announced that no unauthorized change was made to the binary packages, but they stated that they can't guarantee the integrity of packages that were downloaded between 19 September and 11 November.[103][104][105]

Portability[editar | editar código-fonte]

FreeBSD has been ported to a variety of processor architectures. The FreeBSD project organizes architectures into tiers that characterize the level of support provided. Tier 1 architectures are mature and fully supported. Tier 2 architectures are undergoing major development. Tier 3 architectures are experimental or are no longer under active development and Tier 4 architectures have no support at all.

A de March 2016, FreeBSD has been ported to the following architectures:[106]

Arquitectura Nível de suporte[107] Notas
x86 (IA-32) Camada 1 chamado "i386"
x86-64 Camada 1 chamado "amd64"
NEC PC-9801 Camada 2 chamado "pc98"
Sun SPARC Camada 2 Só arquitetura 64-bit (V9)
PowerPC and PowerPC/64 Camada 2
ARM Camada 2
IA-64 Camada 2 Suporte será tirado no 11.0
MIPS Camada 3
RISC-V Camada 3
IBM ESA/390 Camada 4 chamado "S/390"
DEC Alpha Camada 4 Suporte retirado no 7.0

The ARM and MIPS support is mostly aimed at embedded systems, however FreeBSD/ARM runs on a number of single-board computers, including the BeagleBone Black, Raspberry Pi[108][109] and Wandboard.[110]

Software de terceiros[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: FreeBSD Ports
FreeBSD 9.1 (RC3) running KDE SC, the Dolphin file manager, the Konsole terminal emulator and the Mozilla Firefox web browser from the FreeBSD Ports collection.

FreeBSD has a repository of over 24,000 applications that are developed by third parties. Examples include: windowing systems, web browsers, email clients, office suites and so forth. In general, the project itself does not develop this software, only the framework to allow these programs to be installed, which is known as the Ports collection. Applications may either be compiled from source ("ports"), provided their licensing terms allow this, or downloaded as pre-compiled binaries ("packages").[111] The Ports collection supports the current and stable branches of FreeBSD. Older releases are not supported and may or may not work correctly with an up-to-date Ports collection.[112]

Ports use Makefile to automatically fetch the desired application's source code, either from a local or remote repository, unpack it on the system, apply patches to it and compile it.[60][113] Depending on the size of the source code, compiling can take a long time, but it gives the user more control over the process and its result. Most ports also have package counterparts (i.e. pre-compiled binaries), giving the user a choice. Although this method is faster, the user has fewer customisation options.[111]

FreeBSD version 10.0 introduced the package manager pkg as a replacement for the previously used package tools.[114] It is functionally similar to apt and yum in Linux distributions. It allows for installation, upgrading and removal of both ports and packages. In addition to pkg, PackageKit can also be used to access the Ports collection.

Gaiolas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: FreeBSD jail

First introduced in FreeBSD version 4, jails is a security mechanism and an implementation of operating-system-level virtualization that enables the user to run multiple instances of a guest operating system on top of a FreeBSD host. It is an enhanced version of the traditional chroot mechanism. A process that runs within such a jail is unable to access the resources outside of it. Every jail has its own hostname and IP address. It is possible to run multiple jails at the same time, but the kernel is shared among all of them. Hence only software supported by the FreeBSD kernel can be run within a jail.[115]

Virtualização[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: bhyve

bhyve, a new virtualization solution was introduced in FreeBSD 10.0. bhyve allows a user to run a number of guest operating systems (FreeBSD, OpenBSD, Linux, and Microsoft Windows[116]) simultaneously. Other operating systems such as Illumos are planned. bhyve was written by Neel Nato and Peter Grehan and was announced in the 2011 BSDCan conference for the first time. The main difference between bhyve and FreeBSD jails is that jails are an operating system-level virtualization and therefore limited to only FreeBSD guests; but bhyve is a type 2 hypervisor and is not limited to only FreeBSD guests.[117][118][119] For comparison, bhyve is a similar technology to KVM whereas jails are closer to LXC containers or Solaris Zones.

Camadas de compatibilidade do SO[editar | editar código-fonte]

Most software that runs on Linux can run on FreeBSD using an optional built-in compatibility layer. Hence, most Linux binaries can be run on FreeBSD, including some proprietary applications distributed only in binary form. This compatibility layer is not an emulation; Linux's system call interface is implemented in the FreeBSD's kernel and hence, Linux executable images and shared libraries are treated the same as FreeBSD's native executable images and shared libraries.[120] Additionally, FreeBSD provides compatibility layers for several other Unix-like operating systems, in addition to Linux, such as BSD/OS and SVR4,[120] however, it is more common for users to compile those programs directly on FreeBSD.[121]

No noticeable performance penalty over native FreeBSD programs has been noted when running Linux binaries, and, in some cases, these may even perform more smoothly than on Linux.[122][123] However, the layer is not altogether seamless, and some Linux binaries are unusable or only partially usable on FreeBSD. There is support for system calls up to version 2.6.18, available since FreeBSD 7.0. As of release 10.3, FreeBSD can run 64-bit Linux binaries.[124]

FreeBSD has implemented a number of Microsoft Windows native NDIS kernel interfaces to allow FreeBSD to run Windows-only network drivers.[125][126]

Núcleo[editar | editar código-fonte]

FreeBSD's kernel provides support for some essential tasks such as managing processes, communication, booting and filesystems. FreeBSD has a monolithic kernel,[127] with modular design. Different parts of the kernel such as drivers, are designed as modules. The user can load and unload these modules at any time.[128] ULE is the default scheduler in FreeBSD since version 7.1, it supports SMP and SMT.[129] The FreeBSD kernel has also a scalable event notification interface, named kqueue. It has been ported to other BSD-derivatives such as OpenBSD, NetBSD.[130] Kernel threading was introduced in FreeBSD 5.0, using an M:N threading model. This model works well in theory,[131][132] but it is hard to implement and few operating systems support it. Although FreeBSD's implementation of this model worked, it did not perform well, so from version 7.0 onward, FreeBSD started using a 1:1 threading model, called libthr.[132]

Documentação e suporte[editar | editar código-fonte]

FreeBSD's documentation consists of its handbooks, manual pages, mailing list archives, FAQs and a variety of articles, mainly maintained by The FreeBSD Documentation Project. FreeBSD's documentation is translated into several languages.[133] All official documentation is released under the FreeBSD Documentation License, "a permissive non-copyleft free documentation license that is compatible with the GNU FDL".[134] FreeBSD's documentation is described as "high-quality".[135][136]

The FreeBSD project maintains a variety of mailing lists.[137] Among the most popular mailing lists are FreeBSD-questions (general questions) and FreeBSD-hackers (a place for asking more technical questions).[138]

Since 2004, the New York City BSD Users Group database provides dmesg information from a collection of computers (laptops, workstations, single-board computers, embedded systems, virtual machines, etc.) running FreeBSD.[139]

Installers[editar | editar código-fonte]

From version 2.0 to 9.0, FreeBSD used the sysinstall program as its main installer. It was written in C by Jordan Hubbard. It uses a text user interface, and is divided into a number of menus and screens that can be used to configure and control the installation process. It can also be used to install Ports and Packages as an alternative to the command-line interface.[140]

The sysinstall utility is now considered deprecated in favor of bsdinstall, a new installer which was introduced in FreeBSD 9.0. bsdinstall is "a lightweight replacement for sysinstall" that was written in sh. According to OSNews, "It has lost some features while gaining others, but it is a much more flexible design, and will ultimately be significant improvement".[115][141]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

FreeBSD is developed by a volunteer team located around the world. The developers use the Internet for all communication and many have not met each other in person. In addition to local user groups sponsored and attended by users, an annual conference, called BSDcon, is held by USENIX. BSDcon is not FreeBSD-specific so it deals with the technical aspects of all BSD operating systems, including OpenBSD and NetBSD.[142] In addition to BSDcon, three other annual conferences, EuroBSDCon, AsiaBSDCon and BSDCan take place in Europe, Japan and Canada respectively.[143][144][145]

Governance structure[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: FreeBSD Core Team

The FreeBSD Project is run by around 500 committers, or developers who have commit access to the master source code repositories and can develop, debug or enhance any part of the system. Most of the developers are volunteers and few developers are paid by some companies.[67] There are several kinds of committers, including source committers (base operating system), doc committers (documentation and web site authors) and ports (third party application porting and infrastructure). Every two years the FreeBSD committers select a 9-member FreeBSD Core Team who are responsible for overall project direction, setting and enforcing project rules and approving new commiters, or the granting of SVN commit access. A number of responsibilities are officially assigned to other development teams by the FreeBSD Core Team, for example, responsibility for managing the ports collection is delegated to the Ports Management Team.[146]

In addition to developers, FreeBSD has thousands of "contributors". Contributors are also volunteers outside of the FreeBSD project who submit patches for consideration by committers, as they don't have direct access to FreeBSD's source code repository. Committers then evaluate contributors submissions and decide what to accept and what to reject. A contributor who submits high-quality patches is often asked to become a committer.[146]

Branches[editar | editar código-fonte]

FreeBSD developers maintain at least two branches of simultaneous development. The -CURRENT branch always represents the "bleeding edge" of FreeBSD development. A -STABLE branch of FreeBSD is created for each major version number, from which -RELEASE are cut about once every 4–6 months. If a feature is sufficiently stable and mature it will likely be backported (MFC or Merge from CURRENT in FreeBSD developer slang) to the -STABLE branch.[147][60]

Foundation[editar | editar código-fonte]

"Last week, I donated one million dollars to the FreeBSD Foundation, which supports the open source operating system that has helped millions of programmers pursue their passions and bring their ideas to life. I’m actually one of those people. I started using FreeBSD in the late 90s, when I didn’t have much money and was living in government housing. In a way, FreeBSD helped lift me out of poverty – one of the main reasons I got a job at Yahoo! is because they were using FreeBSD, and it was my operating system of choice. Years later, when Brian and I set out to build WhatsApp, we used FreeBSD to keep our servers running. We still do. I’m announcing this donation to shine a light on the good work being done by the FreeBSD Foundation, with the hope that others will also help move this project forward. We’ll all benefit if FreeBSD can continue to give people the same opportunity it gave me – if it can lift more immigrant kids out of poverty, and help more startups build something successful, and even transformative."

Ver artigo principal: FreeBSD Foundation

FreeBSD development is supported in part by the FreeBSD Foundation. The foundation is a non-profit organization that accepts donations to fund FreeBSD development. Such funding has been used to sponsor developers for specific activities, purchase hardware and network infrastructure, provide travel grants to developer summits, and provide legal support to the FreeBSD project.[148]

In November 2014, the FreeBSD Foundation received 1 million USD donation from Jan Koum, Co-Founder and CEO of WhatsApp, - the largest single donation to the Foundation since its inception. Jan Koum himself is a FreeBSD user since the late 1990s and WhatsApp uses FreeBSD on its servers.[149]

License[editar | editar código-fonte]

FreeBSD is released under a variety of open source licenses. The kernel code and most newly created code is released under the two-clause BSD license which allows everyone to use and redistribute FreeBSD as they wish. This license was approved by Free Software Foundation[150] and Open Source Initiative[151] as a Free Software and Open Source license respectively. Free Software Foundation described this license as "a lax, permissive non-copyleft free software license, compatible with the GNU GPL". There are parts released under three- and four-clause BSD licenses, as well as Beerware license. Some device drivers include a binary blob,[152] such as the Atheros HAL of FreeBSD versions before 7.2.[153] Some of the code contributed by other projects is licensed under GPL, LGPL, CDDL[154] and ISC. All the code licensed under GPL and CDDL is clearly separated from the code under liberal licenses, to make it easy for users such as embedded device manufacturers to use only permissive free software licenses. ClangBSD aims to replace some GPL dependencies in the FreeBSD base system by replacing the GNU compiler collection with the BSD-licensed LLVM/Clang compiler. ClangBSD became self-hosting on 16 April 2010.[155]

[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:Bsd daemon.jpg
FreeBSD's mascot is the generic BSD Daemon, also known as Beastie

For many years FreeBSD's logo was the generic BSD daemon, also called Beastie, a distorted pronunciation of BSD. First appearing in 1976 on Unix T-shirts purchased by Bell Labs, the more popular versions of the BSD daemon were drawn by animation director John Lasseter beginning in 1984.[156][157] Several FreeBSD-specific versions were later drawn by Tatsumi Hosokawa.[158]

However, Beastie was not unique to FreeBSD. In lithographic terms, the Lasseter graphic is not line art and often requires a screened, four color photo offset printing process for faithful reproduction on physical surfaces such as paper. Also, the BSD daemon was thought to be too graphically detailed for smooth size scaling and aesthetically over-dependent on multiple color gradations, making it hard to reliably reproduce as a simple, standardized logo in only two or three colors, much less in monochrome. Because of these worries, a competition was held and a new logo designed by Anton K. Gural, still echoing the BSD daemon, was released on 8 October 2005.[159][160][161] However, it was announced by Robert Watson that, the FreeBSD project is "seeking a new logo, but not a new mascot" and that the FreeBSD project will continue to use Beastie as its mascot.[159]

The name "FreeBSD" was coined by David Greenman on 19 June 1993, other suggested names were "BSDFree86" and "Free86BSD".[162] FreeBSD's slogan, "The Power to serve", is a registered trademark of The FreeBSD Foundation.[163]

Derivados[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: List of products based on FreeBSD

Há várias distribuições baseadas no FreeBSD incluindo:

Todas estas distribuições não têm ou se tiverem, poucas mudanças quando comparadas co seu sistema base, o FreeBSD. A principal diferença co FreeBSD é que elas têm software pré-instalado e pré-configurado para casos específicos. Isto pode ser comparado cas distribuições Linux, as quais são todas compatíveis bináriamente porque elas usam o mesmo núcleo e também usam as mesmas ferramentas básicas, compiladores e librarias, enquanto que têm diferentes aplicativos, configurações e estilos.

Além destas distribuições, há alguns sistemas operativos basados no FreeBSD. O DragonFly BSD é uma forquilha do FreeBSD 4.8 mirada para uma estratégia de sincronização de diferentes multiprocessadores co único escolhido polo FreeBSD na versão 5 e no desenvolvimento d'algumas funcionalidades de micronúcleo.[164]

It does not aim to stay compatible with FreeBSD and has huge differences in the kernel and basic userland. MidnightBSD is a fork of FreeBSD 6.1 borrowing heavily from NeXTSTEP, particularly in the user interface department.

Darwin, the core of Apple OS X, includes a virtual file system and network stack derived from the FreeBSD virtual file system and network stack, and components of its userspace are also FreeBSD-derived.[68][165]

Some subscription services that are directly based on FreeBSD are:

Embedded devices and embedded device operating systems based on FreeBSD include:

Parts of FreeBSD were also used in PlayStation 3.[171]

Version history[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: History of FreeBSD
Legenda: Versão antiga, não mantida Versão mais antiga, ainda mantida Versão estável atual Versão de prévia mais recente Lançamento futuro
Version Release date Supported until Significant changes
Versão antiga, já não mantida: 1.0 November 1993
  • The first official release.
  • The Ports Collection
Versão antiga, já não mantida: 1.1 May 1994
Versão antiga, já não mantida: 2.0 22 November 1994
  • replace code base with BSD-Lite 4.4 (to satisfy terms of the USL v. BSDi lawsuit settlement)
  • new installer and new boot manager
  • loadable filesystems support for more filesystems (MS-DOS, unionfs, kernfs)
  • imported loadable kernel modules from NetBSD
Versão antiga, já não mantida: 2.1.5 16 July 1996
Versão antiga, já não mantida: 2.1.7 17 February 1997
Versão antiga, já não mantida: 2.2 March 1997
Versão antiga, já não mantida: 2.2.8 29 November 1998
Versão antiga, já não mantida: 3.0 16 October 1998
Versão antiga, já não mantida: 3.1 15 February 1999
Versão antiga, já não mantida: 3.2 17 May 1999
Versão antiga, já não mantida: 3.3 15 September 1999
Versão antiga, já não mantida: 3.4 20 December 1999
Versão antiga, já não mantida: 3.5 25 June 2000
Versão antiga, já não mantida: 3.5.1 27 July 2000
Versão antiga, já não mantida: 4.0 14 March 2000
  • IPv6 support and IPsec with KAME (applications were also updated to support IPv6)
  • OpenSSH integrated into the base system
  • emulator for SVR4 binary files
Versão antiga, já não mantida: 4.1 27 July 2000
Versão antiga, já não mantida: 4.1.1 7 November 2000
Versão antiga, já não mantida: 4.2 21 November 2000
Versão antiga, já não mantida: 4.3
Versão antiga, já não mantida: 4.4
Versão antiga, já não mantida: 4.5
Versão antiga, já não mantida: 4.6
Versão antiga, já não mantida: 4.7
Versão antiga, já não mantida: 4.8 3 April 2003 31 March 2004
Versão antiga, já não mantida: 4.9
Versão antiga, já não mantida: 4.10 27 May 2004 May 2006
Versão antiga, já não mantida: 4.11 25 January 2005 31 January 2007
Versão antiga, já não mantida: 5.0 14 January 2003 30 June 2003
Versão antiga, já não mantida: 5.1 9 June 2003 February 2004
  • experimental support for AMD64
  • experimental 1:1 and M:N thread libraries for multithreaded processing
  • experimental ULE scheduler
Versão antiga, já não mantida: 5.3 6 November 2004 31 October 2006
  • ALTQ
  • addition of new debugging framework KDB
  • import pf from OpenBSD
  • binary compatibility interface for native execution of NDIS drivers
  • replace XFree86 with X.Org 6.7
  • cryptography enabled by default in base
Versão antiga, já não mantida: 5.4 9 May 2005 31 October 2006
Versão antiga, já não mantida: 6.0 1 November 2005
  • Performance monitoring counters support
  • New WiFi stack
  • GELI
  • Network bridging
  • NanoBSD utility
  • NDIS driver support
Versão antiga, já não mantida: 6.2 15 January 2007 31 May 2008
  • support for Xbox architecture
  • OpenBSM audit subsystem
  • freebsd-update (binary updates for security fixes and errata patches)
Versão antiga, já não mantida: 7.0 27 February 2008 30 April 2009
Versão antiga, já não mantida: 7.1 4 January 2009 28 February 2011
Versão antiga, já não mantida: 8.0 26 November 2009
Versão antiga, já não mantida: 8.1 23 July 2010 31 July 2012
  • Xen guest support
  • High Availability Storage
  • Native NFSv4 ACL support
Versão antiga, já não mantida: 8.2 24 February 2011
Versão antiga, já não mantida: 8.3 9 April 2012 30 April 2014
Versão antiga, já não mantida: 8.4 9 June 2013 1 August 2015
Versão antiga, já não mantida: 9.0 12 January 2012 31 March 2013
  • Capsicum capability-based security mechanism
  • UFS SoftUpdates+Journal
  • ZFS updated to version 28
  • bsdinstall, the new system installation program
  • RCTL, a flexible resource limits mechanism
  • GRAID, flexible software RAID implementation
  • virtio drivers
Versão antiga, já não mantida: 9.1 30 December 2012 31 December 2014
  • pkgng
  • CTL, kernel SCSI target layer subsystem
Versão antiga, já não mantida: 9.2 30 September 2013 31 December 2014
  • bsdconfig, system configuration utility
Versão mais antiga, ainda mantida: 9.3 16 July 2014 31 December 2016
  • vt, the new virtual terminal implementation
Versão antiga, já não mantida: 10.0 20 January 2014 28 February 2015
Versão mais antiga, ainda mantida: 10.1 14 November 2014 31 December 2016[172]
  • Virtualization improvements (FreeBSD/i386 guests in bhyve, boot from ZFS)
  • UEFI boot for amd64
  • Support for UDP Lite protocol (RFC 3828)
  • ZFS performance improvements
  • SMP support for armv6
  • New autofs-based automounter
Versão mais antiga, ainda mantida: 10.2 13 August 2015 31 December 2016[172]
  • Linux compatibility version updated to support CentOS 6 ports
  • DRM code updated to match Linux 3.8.13, allowing multiple simultaneous X servers
  • ZFS reliability and performance improvements
  • GNOME, KDE, resolvconf, and ntp versions updated
  • Several enhancements to FreeBSD/arm support
Versão estável atual: 10.3 4 April 2016 1 April 2018[173]
  • Support for 64-bit Linux binaries through the compatibility layer
  • ZFS booting via UEFI
  • Automatic root-on-ZFS UEFI installations
  • GNOME, X.Org Server, TeX Live, and xz versions updated
Lançamento futuro: 11.0 2 September 2016 (expected)[174]
Version Release date Supported until Significant changes

See also[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia tem o portal:
  • Free software

Notes[editar | editar código-fonte]

References[editar | editar código-fonte]

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